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Funcionário aposentado da Vale diz que empregados de mina relataram detonações antes de tragédia em Brumadinho
Data: 09/02/2019 / Fonte: G1

Brumadinho/MG - Um funcionário aposentado da Vale disse à reportagem da TV Globo que, antes da tragédia de Brumadinho, empregados da Mina do Feijão relataram a ocorrência de detonações. Ivanir Ribeiro trabalhou na companhia por 30 anos como técnico em segurança, sendo os últimos 12 na mina.

"Estavam sentindo essa situação das explosões, mesmo eles estando na área administrativa ou no refeitório da Vale. Na Mina de Feijão, eles sentiam esse impacto das explosões", afirmou.

Peritos e especialistas investigam se explosões em minas vizinhas teriam contribuído para a liquefação na estrutura, onde, segundo os investigadores, já havia sinais de excesso de água.

A estrutura ficava a 1,5 quilômetro da Mina da Jangada, que também pertence à Vale.

No laudo de revisão periódica do reservatório da barragem da Mina do Feijão, feita em junho do ano passado pela Tüv Süd, havia a "recomendação para a adoção de medidas que diminuíssem a probabilidade de ocorrência de gatilhos". "Desta forma, deve-se evitar a indução de vibrações, proibir detonações próximas, evitar o tráfego de equipamentos pesados na barragem, impedir a elevação do nível de água no rejeito (...)", dizia o documento.
Em depoimento, o funcionário da Vale Rodrigo Gomes de Melo, disse ter conhecimento de que havia detonações nas minas da Jangada e Feijão, que eram rotineiras e aconteciam quase todos os dias.

A Vale informou, em nota, que "a ocorrência de detonações é inerente às atividades de mineração. Essas atividades, realizadas de forma monitorada na cava das minas de Córrego do Feijão e de Jangada, estavam de acordo com as recomendações da auditoria".

Buscas seguem pelo 16º dia
Contando com auxílio de máquinas pesadas, os trabalhos de buscas por vítimas do rompimento da barragem da Vale entraram no 16º dia neste sábado (9). Até o momento, 157 mortes foram confirmadas e 165 pessoas seguem desaparecidas.

Com o tempo firme e sem chuva, 12 helicópteros começaram cedo os sobrevoos. Às 7h30, equipes já estavam trabalhando no resgate. Segundo o Corpo de Bombeiros, o efetivo neste sábado soma 390 militares, sendo 159 de Minas Gerais, 130 de outros estados, 64 da Força Nacional e 37 voluntários. Dezessete cães farejadores também reforçam as buscas.

De acordo com o tenente-coronel Eduardo Ângelo, do Corpo de Bombeiros, a quantidade de máquinas pesadas neste sábado chega a 39. Diversos desses equipamentos foram usados, nesta manhã, na região do refeitório da mineradora.
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