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Legal
MTE prepara Norma Regulamentadora 35
Data: 26/01/2011 / Fonte: Revista Proteção

Foto: Leo Lara


Prevista para entrar em consulta pública ainda em 2010, o que não havia ocorrido até o fechamento desta edição, a futura NR 35 abordará a Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho. "Há uma lacuna. Pen­samos em uma norma de gestão integrada, com visão abrangente. Olhamos para o conjunto de riscos e fizemos diferenciações conforme o tamanho das empresas e as complexidades existentes", ex­plica o pesquisador da Fundacentro, Gil­mar Trivelato, que fez parte do Grupo Téc­nico responsável pela construção do texto.

As empresas sem riscos significativos, co­mo um escritório de contabilidade ou um pequeno comércio, terão o PCMSO sim­plificado e devem ter a comunicação dos riscos. Para as que possuem SESMT, co­loca-se um programa de gestão com aspectos mínimos a serem cumpridos como política, planejamento, implementa­ção, avaliação de resultados. "Se a empresa já tem um programa mais completo, não precisará instituir outro. Basta fazer um demonstrativo do que possui", esclarece Trivelato. Já as organizações que não têm a obrigatoriedade de constituir SESMT, mas apresentam riscos relevantes precisarão construir um programa que contemple todos os riscos.

A NR 35 teve como fontes o modelo de gestão de SST da OIT, a ISO 31000 de ges­tão de risco, a OHSAS 18001, a BS 8800 BSI da Inglaterra e a Diretiva Europeia de Avaliação e Controle de Riscos para a Pe­quena e Média Empresa. A questão do controle é enfatizada na norma e são apresentadas definições sobre risco e fonte de risco. Também há esclarecimentos sobre a relação entre contratante e contratada, mostrando quando a empresa primária deve ter ações de controle sobre os funcionários terceirizados. "A ideia é desbu­ro­cra­tizar e romper com a cultura do papel com um controle efetivo dos riscos", conclui o pesquisador.


Confira na integra na Edição 229 da Revista Proteção.

Comentários
moacyr pereira pinto Denuncie este comentário

È louvável o MTE criar NR, mas na construção civil manda quem pode obedece quem tem juizo. Técnico de segurança é mera figura decorativa, trabalha pra cumprir legislação e o Engenheiro de Segurança é figura descartad`sa.O Sistema de Gestão Integrada é bonito no papel,mas o cumprimento é uma piada.Estou decepcionado, desmotivado com o valor que se dá a Segurança do Trabalho, portanto, não adianta criar NR`s sem condições de aplicá-las
Roberto Barros Denuncie este comentário
Lembramos que já temos uma NBR 18801 da ABNT que trata de Sistema de Gestão em SS para ser aplicada pelas Empresas, sendo mais uma NR vamos ser obrigados a cumprir.
Thiago Machado Denuncie este comentário
O problema não é condições para aplicá-las e sim condições para fiscalizá-las... realmente é muito bonito crias novas NR`s, mas não adianta de nada criar NR`s mas o MTE não ter fiscais suficiente para fiscalizar se as empresas estão colocando as mesmas na prática. Subsequentemente irá gerar mais serviços aos profissionais da área pois a empresa será obrigada a obedecer as normas.
marcos freitas Denuncie este comentário
criar, criar e criar ... parece natalidade em pais sem controle.
um exemplo basico é o pessoal que trabalha em áreas de postos de combustíveis, expostos a diversos riscos, dentre eles o benzeno (altamente cancerigeno) e não existe fiscalização. ou até mesmo conscientização.
no papel é lindo. na prática um absurdo.
Josias Bezerra da Rocha Denuncie este comentário
Estou de acordo com todos os meus amigos seguranças,
a NR 32 foi elaborada
para proteger os funcionarios (colaboradores) da area de saúde. Mais não vejo ser feita a fiscalização da mesma . o que vejo é um monte de erros desde vestimentas até o uso de epi.
o mau usso na sala de raio x e outros etc...
Marcos Renato dos Santos Denuncie este comentário
Acho importante mas o MTE deve incluir a Odontologia do Trabalho com objetivo de promover e prevenir as afecções orais que acometem o trabalhadores. Deve olhar o PL 422/2007 que está no congresso para que o trabalhador seja visto de forma integral, ou seja saúde geral e bucal, pois saúde começa pela boca. Marcos Renato dos Santos é Dentista do Trabalho, CRO - MT 2990
MARCOS ROSADO Denuncie este comentário
Acho muito importante a cração das NR`s pelo MTE para diversas areas da profissão, mais vejo que a solução seria a fiscalização do MTE nas empresas privadas e também nos orgão municipais e governamentais, como no caso da construção civil, da saúde que á pouco tempo fiz um estagio para uma avaliação da universidade e vir alguns erros e riscos para seus colaboradores da saúde. Vou usar as palavras do amigo, O Sistema de Gestão Integrada é bonito no papel, o dificil é cumprir. A decepção e de todos os profissionais da area de Segurança do Trabalho. Sou tecnico em segurança no trabalho e estou me formando no curso superior de tecnologo em segurança no trabalho.
Daniel Mirandola Denuncie este comentário
O MTE tem que trabalhar integrado à segurança do trabalho. Criar é importante, é um meio de tentativa, mas se não existe fiscalização de nada vale. É o mesmo que implementar medidas de controle e não monitorar se estas estão sendo eficaz.
Gilson Francisco Costa e Silva Denuncie este comentário
Bem, todos sabemos que a legislação de SST no Brasil é uma das melhores do mundo e, entendo que essa nova NR - 35 vem para complementar essa legislação, já que trata de SGI.Quero apenas, complementando o que os colegas já declaram anteriormente, destacar que nosso governo do PT "ESQUECEU" da SST, não há apoio, faltam cursos gratuitos como tínhamos no governo anterior ( FHC ), falta fiscalização eficiente, apesar de contarmos com Auditores muito interessados,principalmente em São Paulo, o quadro de Auditores é cada vez mais enxuto e não atende 40% da demanda, etc.
Com toda essa dificuldade e desinteresse por parte do Governo Federal, o qual atravessa um momento econômico positivo e não nos ajuda em nada, imaginem se a situação fosse de crise financeira, como estaríamos??? Vamos aproveitar o momento para realmente integrar a SST nos processos e, em todos os ramos de atividade, principalmente na construção civil, que é um dos mais problemáticos para nós - Profissionais de SST...
MARCIO COSTA SANTOS Denuncie este comentário
Toda iniciativa é de suma importância no que diz respeito a SST, mas de fato ainda precisamos de uma filosofia prevencionista a nivel nacional, bem como de ações governamentais no ambito das fiscalizações, da integração entre MTE e Ministerio Público afim de responsabilizarem as empresas privadas e publicas para promoção da segurança e saúde de todos os seus trabalhadores.
Márcio Costa - SST.
Helio Andrade Denuncie este comentário
"De boa intenção o inferno está cheio"Como já dito o que falta é o MTE focar na FISCALIZAÇÃO.Talves uma saída seria municipalizar o MTE, passar a responsabilidade para as prefeitura e seus órgãos competente, como foi feito com o trânsito.Não vai faltar agente de fiscalização para aplicar multas.Bem quanto a segurança, assim como no trânsito fica para um segundo plano.
FLÁVIO RENATO RAMOS Denuncie este comentário
Li todos os comentários acima e concordo com todos os colegas de profissão.
O que mais precisamos é de comprometimento e atitude de nossos governantes, políticos enfim dessas pessoas que criam e aprovam as leis, não basta somente criar e aprovar tem que fiscalizar e puni-los caso precise e isso tem que ser para todas as empresas independente de empresa privada como nos órgãos governamentais e municipais.
Creio eu que quando começa a refletir de forma negativa nos cofres das TODAS as empresas aí sim as coisas irão de mudar.

Flávio Ramos - TST
Eli Duarte Denuncie este comentário
Concordo com o bservado por alguns colegas, não basta só criar NRs é necessário também criar condições favoravéis para asegurar o correto cumprimento dessas legislações, como aumentar o numero de fiscais do trabalho e minimizar o campo burocratico que inviabiliza uma gstão permanente por parte do MTE. de que custa criar se não teram como fiscalizar o cumprimentos destas normas pelas empresas.
Joao Moreira da Silva Denuncie este comentário
Concordo com todos os prevencionistas acima, não basta só criar novas NR`s é necessário ampliar a fiscalização pelos Auditores Fiscais do MTE, como por exemplo a NR-10 e a nova NR-12, que são normas bastante amplas no seu campo de aplicação e já prescreveu prazos para a implantação e implementação. Porém, encontramos empresas que ainda não fizeram por acharem que se não foram fiscalizados não se faz a menor necessidade de gastos extras.
FÁBIO ALAN SANTANA DAMASCENO Denuncie este comentário
Concordo com todos os colegas e acrdito que a segurança do trabalho tem que ter uma parceria dos três poderes para poder fiscalizar todas as empresas.Quando digo três poderes, Governo Federal, Estadual e Municipal.

DIEGO RODRIGUES Denuncie este comentário
Concordo com o que o colega Moacyr diz, não adianta criar NR`s, temos que termos mais fiscalização, já ouvi comentários de donos de empresa que não se importa caso aconteça alguma morte o que não quer é pagar multas, enquanto nós ficarcAmos subornidados as empresas seremos obrigados a trabalhar como elas querem, ou sejam nos moldar, sei que vai de cada um aceitar certas condições de trabalho, no tocante ao respeito profissional. Segurança do trabalho deveria ser uma cadeira obrigatória em todos os cursos de formação superior criando assim uma cultura de SST.

Diego - TST
SRTE/PE 2119
Humberto Diogo Tarôco Denuncie este comentário
concordo com todos os colegas,e se os mesmos tem acompanhado as chuvas de alterações e novas NR.visto que na pratica elas se quer serão aplicadas de fato,sei que os órgãos fiscaliza dores,não tem uma quantidade suficiente de auditores para tal finalidade ,o que cria-se margem para o descaso não com o setor de SST, e sim com os valores humanos que aprendemos, mas que por um ou outro motivo vai se desfazendo ao longo de nossas vidas.E prova disso são as estatísticas do INSS,onde esta concepção de valores e sentimentos passam a ser apenas numeros e mais um para á lista do mesmo.Não se importando com o bem estar do proximo.
Claudio Strino Denuncie este comentário
Todos nós profissionais de Segurança e de Medicina do trabalho estamos carecas de saber que toda e qualquer aplicação prática das NRs, independente se a qualidade dela é boa ou fraca, depende fundamentalmente de uma atuação intensiva da Fiscalização do Ministério do Trabalho nas empresas, já que essas em sua grande maioria não querem absolutamente nada com a Segurança do Trabalho/Prevenção, e só tomam alguma atitude no assunto depois do recebimento de multas ou quando ocorre um acidente sério e que acaba caindo na mídia.
Lamentavelmente acho que a fiscalização do Ministério do Trabalho quanto ao cumprimento das NRs nas empresas ainda é muito deficiente, além de que as penalidades também tem valores muito brandos e modestos, o que torna em muitas situações mais vantagem para as empresas pagarem as multas que investirem em segurança.
Rogerio Sierra Gama Denuncie este comentário
Muito bom.....novas normas....mais não era melhor revisar as antigas......as outra NR`s deixa muitas lacunas na hora do profissional se utilizar delas.....
ANATOLE BRASIL Denuncie este comentário
Considerando a falta de fiscais, os programas de controle de riscos e saúde ocupacional, foexcluindo firmas realmente organizados, sómente são elaborados sob pressão.

O PPP - Perfil Profissiográfico Previdenciário, embora, como diz o próprio nome, um documento previdenciário é uma ótima ferramenta para junto a ele exigir os PPRA e PCMSO, nas homologações, porém tem sido pedido por alguns sindicatos apenas o PPP, que profissionais aéticos usam o nome do médico que assinou o ASO como responsável por esses programas e o MTE, simplemente ignora o PPP, e assim perde-se uma grande oportunidade de uma fiscalização eficiente e sem maiores custos.

Emitir mais NRs, sem uma fiscalização inteligente e efetiva é só aumentar a burocracia inoqua.
Jonas Ribeiro Denuncie este comentário
Tenho a opinião que as NRs existentes de forma geral são boas, mais podem ser aprimoradas com maior velocidade.
O mais importante no que tange as NRs é a falta da aplicação das mesmas por 90 % ou mais das empresas no nosso país.
A prática do dia a dia nos tem mostrado que Segurança do Trabalho no Brasil está longe de ser considerada pelos empregadores como algo que agrega lucro e parte integrante do negócio, sendo por tanto encarada como mais uma despesa obrigatória agregadora de custos ao negócio.
Os empregadores que ainda cumprem as NRs o fazem por temor as penalidades pecuniárias (multas) da Fiscalização do MTBE, porém jamais consideram que o prevencionismo deva fazer parte do negócio das empresas, e sim como algo chato e enfadonho que são obrigados a cumprir.

Por outro lado a Fiscalização do cumprimento das NRs no Brasil é absolutamente medíocre, até porque a quantidade de fiscais especializados em Segurança e Medicina do Trabalho é mínima.

Essa será mais uma NR, e mesmo que for excelente, será descumprida pela maioria das empresas.


ANDRE - Engº de Seg. do Trabalho Denuncie este comentário
Acredito que essa NR será mais um avanço no aspecto técnico, porém sem uma Fiscalização do Ministério do Trabalho presente nas empresas para verificar o cumprimento dessa e das outras NRs de nada adiantará, pois não será cumprida na prática.

Nós dos SESMTs não podemos nos iludir e nos enganar, pois as empresas de forma quase geral só cumprem NRs quando fiscalizadas e Autuadas.

Lamento dizer, mais no Brasil a Segurança do Trabalho só será respeitada quanto aos seus valores prevencionistas quando doer de fato no Bolso dos Empregadores (multas) quanto as suas negligências em cumprimento da Portaria 3214 do MTB.

Fiscalização mais intensiva já !!!!!

Especialmente na Construção Civil, nas empresas Comerciais de Varejo e nos Supermercados o cumprimento das NRs é quese nenhum.!
a\André Mussi Denuncie este comentário
O que tem que mudar é a POSTURA do profissional de SST.
Atribuir à falta de fiscalização uma suposta culpa pelo pouco respeito que é dado ao setor é uma visão no mínimo simplória.
O que falta é uma postura profissional mais firme dos próprios profissionais.
É comum ver no mercado profissionais de SST trabalhando como máquinas de xérox, reproduzindo sistematicamente documentações obrigatórias (PPRA, PCMAT, PCMSO, Etc) e "se cobrindo" com a famosa frase: "- Fizemos nossa parte, alertamos do risco, se eles (gestores) não querem cumprir, paciência"
Falta postura!
Falta conhecimento técnico,
e principalmente falta capacidade de convencimento.
Temos a Razão Técnica, a lógica, o bom-senso e a LEI do nosso lado. É inadimissível que com tantas ferramentas não consigamos CONVENCER os gestores à investir em segurança.
Claro que para isso devemos demonstrar a viabilidade de inserir procedimentos prevencionistas exequíveis no fluxo produtivo sem que estes reduzam a produtividade.
Isso exige tempo, dedicação e sinergia com a área produtiva - o profissional de SST deve ter domínio dos processos produtivos de sua empresa e como aplicar às Normas nestes processos.

Sei que não é fácil, mas, na minha opinião, esse é o caminho.
Maurício Lopes TST Denuncie este comentário
Acho muito bom no surgimento de novas Normas, porém a fiscalização que atualmente é de responsabilidade do Governo Federal, que praticamente não existem Auditores Fiscais suficiente, porque não se estende também essa responsabilidade para os Governos Estaduais e Municipais, assim cada um ficaria responsavel pela fiscalização do seu Estado e Municipio, talvez assim existiriam uma fiscalização mais eficaz.

Eduardo Luiz Denuncie este comentário
Para resumir meu comentário, faço minhas palavras a do colega André Mussi. Vejo que o grande problema de nossa área é a banalização, principalmente as chamadas "consultorias, que só vendem papel e os chamam de programa, não há gerenciamento algum das ações, não informam corretamente os clientes, sem entrar na péssima qualidade de grande parte das instituições de ensino, formadoras de "profissionais" da área de SST. Tenho a tese que o empregador investindo em SST não só cumpre a legislação que é sua obrigação, mas, principalmente terá grandes retornos financeiros, operacionais, mercadológicos e sociais. Mas para isso é necessário que o profissional de SST conheça e esteja convencido sobre isso também.

Abç
Edmar Carvalho de Oliveira Denuncie este comentário
Muito importante novas normas, mais precisamos de melhor observação e aprimoramento das normas ja existentes. se a fiscalização ser mais acirrada teremos mais agilidade na prevenção de acidentes e doenças relaionadas ao trabalho.
Gostaria que as autoridades competentes em segurança e saúde no trabalho, em especifico o mte, tivesse maior interesse em preservar a autoridade dos profissionais da prevenção em geral.
delegar autoridade e preparação aos profissionais. que fossemos regidos direto pelo governo federal.
arajo Denuncie este comentário
Olha acho muito bom, mas também ja existe muitas normas e acaba tudo voltada para o que temos, o que deveria ser feito é reformar aplicar bem a nr 04 e 07 ja que relatam sobre elas, não adianta ter tantas normas se as que exsitem ainda não são aplicadas por completo e são bem feitas, temos de ver como fazer cumprir todas dai toma-se outro passo para ter mias
Marco Antonio Silveira Denuncie este comentário
Esta norma sera de grande valia para os pequenos e medios empresarios que ate hoje confundem GESTAO DE SSO com "CUSTO DESNECESSARIO". O pequeno e medio empreendedor deve ser exclarecido de forma tecnica porem desburcratizada. Se a NR 35 `e tratada com este escopo, muito bem. Ainda esta faltando uma CULTURA DE SEGURANCA no Brasil e cumprir um programa de gestao nao `e tarefa facil. Isto tambem ajudara a "enchugar" o mercado dos oportunistas na area de SST que vendem programas como PPRA e PCMSO da mesma forma que mecadoria de prateleira.
RONALD DONALD - ENG SEG TRABALHO Denuncie este comentário
Quero fazer uma reflexão com os colegas. As Normas existentes, se fossem cumpridas por nós prevencionistas, e não digo isso em substituição ao papel do empregador, mas como assessores que somos nas empresas, já seria muito bom. Divido a experiência que encontro, repetidamente, em perícias judiciais trabalhistas, de documetos incompletos, SESMT que não atuam, registros de EPI incompletos, ausência de treinamentos, falta do profissional na linha de frente da produção. Aliemos isso tudo ao descaso da maioria dos empregadores, que, sem ter quem lhes exija, continuam a fazer pouco caso da vida e da saúde dos trabalhadores. Ademais, temos sindicatos omissos, parados e que se manifestam apenas para falar em aumento de salário, mas que nao exigem a sua participação, por exemplo, no momento de levantamentos ambientais para identificacao de riscos e melhoria das condições de trabalho. Acredito que nem tudo está perdido. Devemos buscar o Ministério Público do Trabalho, através do seu Fórum de Proteção ao Meio Ambiente de Trabalho, e somar iniciativas progressivas e eficazes, de proteção ao trabalhador, com a perpetuação das empresas e dos empregos.
O novo (como NR) SGSST pode abrir esta oportunidade, pois tem todos os itens que me referi acima, e envolve sobremaneira o EMPREGADOR e os EMPREGADOS, além dos seus representantes.
VAMOS IMPLANTAR E TESTAR. ACREDITO QUE PODE MELHORAR AS CONDIÇÕES DE TRABALHO.
SUGIRO QUE FAÇAMOS UMA AMPLA DISCUSSÃO, ITEM A ITEM, SOB COORDENAÇÃO DA REVISTA PROTEÇÃO, QUE SEMPRE SE ANTECIPA A ESTAS QUESTÕES.

Abraços, Ronald Donald (Aracaju/Se)
Marcelo de Mucuge Denuncie este comentário
Estou com boas espectativas quanto a essa nova NR 35, pois precisamos mesmo que se diminua a burocracia e aumente-se a eficiência e aplicabilidade das Nr`s. O lema na SST tem que ser " Falar menos, escrever menos e proteger mais"
Marcelo s silva - Tecnólogo em SST.
Cristiano Góes Denuncie este comentário
Prezados,
Na reportagem sobre NR 35, foi observado na foto o profissional não fazendo uso da julgular. Faço essa observação pq o público interessado percebe facil esse tipo de desvio.
Atenciosamente,
Cristiano Góes
jaime Barros Denuncie este comentário
Existe um grande abismo entre as Normas regulamentadoras e a prática nas diversas atavidades econômicas desse gigante Brasil. Teremos mas uma NR entre tantas outras que, como expressaram sua opinião os colegas acima, não alcançará os resultados esperados caso não exista maior comprometimento da Autoridade Competente em Matéria de Segurança e Saude do Trabalho, nessecitando também maior envolvimento das eferas federal, estadual e municipal neste assunto tão importante: "a valorização da integridade física do trabalhador brasileiro".
PEDRO RICARDO Denuncie este comentário
Eu estou de acordo com os colegas , não adianta cria NRs mas sim fiscaliza e que o ( MTE) de mas força para o proficional Tecnico do Trabalho para atuar sem medo do seu superior na apricação da Lei.

Grato.
JONAIDE BARACHO Denuncie este comentário
POIS É LI QUASE TODOS OS COMENTÁRIOS E CONCORDO COM ALGUNS E DISCORDO COM OUTROS ACHO QUE INDEPENDENTE DE CRIAR OU NAO NOVAS NRS O IMPORTANTE E SE É P/ CUMPRIR QUE CUMPRA-SE , SE NÃO HÁ COMO APLICÁ-LAS DENUNCIE QUESTIONE PROCURE COM QUEM É DE DIREITO POR EM PRÁTICA AQUILO QUE ESTÁ EXIGIDO POR LEI.
O QUE PERCEBO É QUE MUITOS DE NÓS TRABALHADORES DE QUALQUER PROFISSÃO SOMOS ACOMODADOS EM DIZER " NÃO HÁ COMO APLICAR QUE SE DANE ELES QUE TOMEM ATITUDE" NÃOOOOOO NÓS SOMOS RESPONSÁVEIS POR ISSO TEMOS QUE EXIGIR MELHOR QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO.
O QUE É CERTO É PARA SER SEGUIDO VC FAZ A SUA PARTE QUEM NÃO QUISER FAZER ÓTIMO A CONSCIÊNCIA É DE CADA UM!
sergio Denuncie este comentário
inadimissível a falta de fiscalização do governo, e quando existe fazem vista grossa.
falta é apoio do governo para os profiisionais de segurança.
não adianta aplicar a lei, sem ter apoio.
bianca Denuncie este comentário
muito bonito uma norma de gestao... espero q nao seja tao complexas como tantas, e acredito q deveriam rever algumas normas como a nr 4 que classifica uma prefeitura como grau de risco 1, onde é um local onde existem trabalhos de até grau de risco 4... deixando assim trabalhadores sem o devido acompanhamento de um tecnico por falha da NR... pensem nisso
Tiago Lomes Denuncie este comentário
Uma norma sobre gestão parece interessante, não? Principalmente para os Tecnólogos que estão loucos para tomar as funções dos Técnicos. Não se alter a NR 4 mas se cria a NR 35. Tomara que o texto desta norma seja bem redigido e não crie atritos entre os profissionais.
Jhnoes Silva Denuncie este comentário
Li todos os comentarios e observei que algumas pessoas querem que a solução caia do céu, o técnico e engenheiro de segurança tem obrigações claras, com papel prevencionista que busca nas normas o cumprimento de suas atividades, relatar e se tornar OBRIGATÓRIO a aplicabilidade das normas dentro da empresa é um deles, se o tecnico ou engenheiro não os consegue então o porque deles pertencerem ao quadro de funcionário da mesma?
Wagner Sete Denuncie este comentário
Prezados.
Realmente confere boa parte das declarações aqui expressas pelos colegas.
Sou profissional da área há cinco anos, infelizmente a desmotivação é fator inevitável quando se trabalha em empresas que não possuem uma Política de SST sólida, o que demonstra a falta de interesse no assunto, por parte de muitas delas.
Penso que, enquanto o SESMT for algo administrado pela própria empresa, o que o torna dependente da consciência social destas, dificilmente este cenário terá mudanças positivas.
Talvez se não fossemos funcionários das empresas (pois é como se o possível infrator autofiscaliza-se sua empresa, e de certa forma isso não tem lógica) o governo poderia reunir esforços para criar um setor onde os profissionais de SST fossem qualificados e avaliados.
O MTE recebe o CAGED das empresas, por meios eletronicos facilmente cruzaria os dados do dimensionamento do SESMT e encaminharia os profissionais para as empresas.
Estas por sua vez poderiam pagar isso para o próprio MTE.
A vantagem dessa ideia?
Não sofreríamos com coerções, pressões ou retaliações, pois não dependeríamos da empresa diretamente.
Não serviríamos como auditores, mas sim como indicadores para os AFTs atuarem com maior eficiência, pois não seria necessária uma auditoria surpresa, mensalmente enviaríamos relatorios com informações gerenciais que poderiam servir de ferramenta indicadora.

Wagner Sete
Moreira José Denuncie este comentário
Ao invés de criar novas NRs, acho que o MTE deveria fiscalizar e fazer valer as já existentes, pra depois pensar em novas NRs.
Leandro Will Denuncie este comentário
O respaldo para aplicar e se fazer cumprir as NR`s, NBR`s, IT`s , etc.. tem como base uma ampla divulgação associada a uma ficalização eficiente e continua.
Tenho visto muitos empresarios que desconhecem as NR`s e os que conhecem não cumprem por conveniencia e falta de ficalização.
Concordo que alguns temas devem ser aprofundados e devam gerar uma NOVA NR especifica como ocorreu com a NR-33, mas sem descuidarmos das já existentes.
Denise Fraga Denuncie este comentário
Acho excelente que a fiscalização brasileira trabalhe, conforme está estabelecida na Constituição Federal e CLT (preservar os direitos e integridade física dos trabalhadores), não é porque a fiscalização muitas vezes não consegue estender seus braços a todas as áreas que não devemos fazer o que é certo. Os profissionais da área de segurança devem saber fazer a Gestão da Área, como qualquer outra qualidade, engenharia, recursos humanos... acho que chegou tarde a nova NR 35, parabéns a todos que trabalham na execução de tais normas, que só servem para garantir a dignidade do trabalhador.
jessyca Denuncie este comentário
saber sobre isso é muito importante pra quem ta começando a se especializar nessa area, vc fica bem informado.....
luiz rocha Denuncie este comentário
concordo com alguns colegas sobre a aplicação das nrs furas,mas de que adianta tantas palavras difíceis e até bonitas impressa num pedaço de papel,se as empresas não estão nem ai de fato para a segurança de seus colaboradores,é claro não vamos generalizar pois existem empresas sérias em nosso pais,mas acho que isso tudo de fato deveria ser revertido em lei federal que obrigassem as empresas independentemente do numero de funcionário,a manter um técnico de segurança do trabalho,isso com certeza melhoraria em muito nas questões da prevenção. é isso.


um forte abraço aos meus colegas



luiz rocha
Cesar Miranda Denuncie este comentário
Esse MTE ta de brincadera, vai raxar uma lenha, coar um café para as vizitas. Pode ter 1.000 NR em funcionamento. Ma a realidade nunca vai mudar. Enquanto as Empreas acharem a Segurança do Trabalho é um custo, ou os órgãos competente não fiscalizarem direito, nada nem novas NR`s iram funcionar.
A NR 35 na realidade vai só mais uma NR inutil, só para dizer que há.


Cesar Miranda Denuncie este comentário
Só quem atua na Área sabe entende o que eu to falando
valmir Ap. Denuncie este comentário
Boa noite a todos colegas que atua na área de segurança no trabalho.
Vejo sim que a uma falha do MTB, mas se não criar as normas não tem como gerar fiscalização...
Referente a visita de fiscais do trabalho nas empresas á um grande buraco bem profundo... Mas será a culpa somente deles???? será que nos não devia trabalhar mais e mostrar para nossos superiores que segurança do trabalho não é uma gasto e sim uma grande economia para empresa?!
Se nos profissionais da área mostrar em números o que seria gasto em investir em segurança e o que é gasto em uma indenização. acredito que muitas empresas pensaria diferente do que pensa hoje em dia.
José Reinaldo M.Oliveira Denuncie este comentário
Sim devemos Inovar melhorar e quando o existente não nos atende, concordo em CRIAR novas normas, para que possamos acompanhar os avanços Tecnologicos;
Porém vejo que no Orgão Principal de Fiscalização (M.T.E/GRTE ou SRTE); Já se vai mais de uma decada que não há Concurso para Repor os Fiscais que ora se aposentam, Afastam para Tratamentos etc.., e a lacuna fica e os trabalhos se multiplicando e os Acidentes na mesma proporção:
Bom o que eu proponho é que a Figura (Tecnico de Segurança do Trabalho), fosse semelhante aos Fiscais Sanitarios em Frigorificos, Trabalham para e pela Vigilancia Sanitaria e Controle; Dentro dos Abatedouros, Frigorificos e similares; Porem tem o poder de decisão, quanto aos Animais a serem abatidos, Condições do Frigorifico, controle das pessoas que trabalham etc...;
Então por que nao acontece o mesmo com os Tecnicos em seguranças do Trabalho (a empresa contrata mas estes tem poder de Decisão) não sendo submetidos a Administrativos e ate mesmo Encarregados Truculentos.... Pensem
fabricio caldas mendes Denuncie este comentário
oximo com visão de aguia
Márcio Pereira de Sousa Denuncie este comentário
Caros companheiros prevencionistas, concordo com aqueles que diserem que, deve-se haver procedimentos e normas para toda e qualquer atividade que exponha o trabalhador ao minimo de risco possível a sua integridade física e mental, e mais ainda quando se fiscaliza-se efetivamente e de maneira proátiva essas atividades, possibilitando aos empresários condições diversas para adequações das mesmas, não como ferramenta de intimidação ou repressão, mais como forma conciente do trabalho seguro, desta maneira as normas passarão a ser mais bem aceitas e aplicadas pelos empregadores, que passarão a perceber que na segurança do trabalho a aplicação do barato muito possivelmente saíra caro, e o efeito de modificação de seu sistema de trabalho será instantaneo e posteriormente expontaneo, à todos os colegas de luta uma boa tarde com saúde e segurança.
Robson Thomaz da Silva Denuncie este comentário
Nós como profissionais em SST devemos ter claro que as normas que já existem devem ser cumpridas em sua totalidade, portanto, a NR 35 já existe NBR 18801 e caso o MTE não tenha utilizado essa normativa como base teremos no mesmo país legislação divergente sobre o mesmo assunto. Devemos como TST estar atentos aos novos rumos que estão tomando a SST no nosso país e exercer plenamente o direito de opinar, dando ao gorverno a correta visão, que é necessário fiscalizar e nos dar condições de trabalho, pois reclamam da nossa atuação mas não perguntam se não somos pressionados a não exercemos a nossa função devido a custos e que no final o Auditor Fiscal do Trabalho ainda dará um prazo para a empresa se adequar, então quando ele vir a empresa gasta e se adequa.

Robson Thomaz da Silva
Técnico em Segurança no Trabalho
Juliana Denuncie este comentário
Concordo com os colegas quando é dito que faltam condições favoráveis para executar nosso serviço. Em Recife também falta controle dos cursos de seg. do trab. que em cada esquina tem um e muitos desses tem formado profissionais desqualificados, tendo ainda mais dificuldades. Acho que deveria exisitr uma graduação em segurança pois 1 ano e 6 meses considero um período curto para abordar toda a norma que vem crescendo dia a pos dia. Deveríamos ser mais unidos, como agora, expressando opinião em conjunto, tendo sindicatos atuantes para podermos ser ouvidos e levarmos nossas opiniões a público.
Ane Reis Denuncie este comentário
Concordo com todos os comentários, a minha opinião é que, somente a fiscalização irá mudar esse quadro de tantos acidentes e mortes no Brasil. Temos que trabalhar na prevenção não na remediação que é muito mais cara e dolorosa para muitos.
Temos que buscar novas conquistas , porque as Nr"s são ótimas criações , muito bem elaboradas,mas acabam se tornando uns fracassos diante de tantos noticiários de acidentes de trabalho, temos que lutar para mudar esse conceito entre funcionários e empresas onde a mentalidade atrasada só vê o programa de prevenção e segurança do trabalho como gasto e o valor da vida humana é custo zero. ACORDA BRASIL VAMOS CRIAR MAISSSSS POSTOS DE FISCALIZAÇÃO NO MTE PARA A FILA ANDAR!!!
TST Denuncie este comentário
Endosso a todos os comentários .Entretanto o tempo gasto em criar normas ou discutir suas aplicações .
Os resultados trágicos de acidentes nos boeiros no Rio de Janeiro e obras intermináveis nos estádios ,enxames de construtoras que migram nas cidades que sediaram a Copa do Mundo e ao Rio de Janeiro que duplamente sofre também com as obras para as Olimpíadas . É ultrajante que maiorias das empresas com receitas estratosféricas alegam não ter profissionais qualificados . Resultado são multas aplicadas quando essas são manifestadas pelos trabalhadores DESCONTENTES e que manifestam através de meios de comunicação como este . Em suma NÃO BASTA CRIAR NR`S tem que re-estruturar as atuais NR`S e ajusta-las com o atual cenário .
heliton Denuncie este comentário
no meu ponto de vista o profissional da area de seguranca deveria ter algum tipo de estabilidade de emprego como um cipeiro o que lhe daria condicões de confrontar com o empregador,as escolas formam diversos profissionais com pouca capacidade técnica o que acaba banalizando a profissao. deveria ter uma prova mte tipo OAB e os que passarem ter vinculo direto com o MTE.
Luciano Denuncie este comentário
Não adianta começar a casa pelo telhado. Tem que começar pela base, e a base é o cumprimento irrestrito das normas já existentes juntamente com forte ação fiscalizadora, aí sim poderiamos redigir outras normas. Temos que ter qualidade e aplicabilidade das leis, e não quantidade sem aplicação.
Felipe Denuncie este comentário
Sucinto, simples e direto:
Se não fiscaliza não inventa.
Valdima Denuncie este comentário
Senhores, realmente é interessante a criação de novas Normas Regulamentadoras, e que as tais sejam para protejer nossos colaboradores, mas como disse os colegas acima, se não houver fiscalização e principalmente autuação e cobrança firme nas empresa, principalmente de Construção Civil, se não mexer no bolso deles, não adianta a criação de novas normas, se as antigas não são cumpridas, trabalhei em empresas que tiveram diversas notificações e posterior autuações, erntão a empresa entra com recursos e esses recursos rolam eternidade e a empresa continua nos mesmos erros. Vamos criar novas mas cobremos as velhas para começar a dar certo e assim os técnicos deixarão de ser meros cumpridores de legislação e passarão a ter valia e trabalhar corretamente.
Alexandre Denuncie este comentário
Senhores, é de extrema importância a criação de novas NRs, porém a fiscalização deveria ser realmente fundamental e eficaz; Porque hoje eu vejo a SST como um mau necessário pelos gestores das organizações.
antonio Denuncie este comentário
Acho importante esta NR, concordo com todos os comentários tem que ter mais fiscalização.
ROSICLEIA Denuncie este comentário
CONCORDO COM OS DEMAIS COLEGAS DA ÀREA, NÃO ADIANTA CRIAR NOVAS NR`S, SE NÃO TEM PROFISIONAIS SUFIENTE PARA FAZER FISCALIZAÇÃO. E POR OUTRO LADO, AS PRÓPRIAS EMPRESAS DIFICULTÃO O TRABALHO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA. FAZENDO COM QUE MUITOS DESISTÃO DESSA PROFISSÃO QUANDO AINDA ESTÃO NA SALA DE AULA.
Edson Vítor Denuncie este comentário
Amigos prevencionistas. Admiro muito a quem esta à frente da elaboração de normas regulamentadoras, normas técnicas entre outras. Iniciamos de forma errada, seguimos de forma errada, somos vítimas de situações estruturais ineficientes e assistimos a ocorrência de acidentes indo ao topo dos gráficos, inertes e com discussões sem finalidade objetiva. Nossa legislação ´muito bem elaborada para SST, assim com oa legislação ambiental, mas não funcionam. Os interesses das empresas sobresaem em relação às leis e a nossa estrutura administrativa descrita em lei é ruim. Um exemplo disso são os Engenheiros de Segurança que em sua maioria não detém conhecimento além de uma especialização de 18 meses e assumem cargos de supervisão e gerência nas empresas enquanto técnicos experientes, ficam à mercê de mudanças e mudanças sem eficácia sempre que ocorre mudanças de engenheiros na empresa. É simplesmente impossível assumir tal responsabilidade com essa baixa experiência, pois a figura do engenheiro, é tão somente discreta, que a grande maioria, contrata todos os serviços com empresas externas e não os realiza nas empresas. A legislação não garante nem estabelece o tipo de conhecimento para esta função, e as empresas não permitem que os técnicos experientes assumam a dianteira da administração de SST. A palavra gestão assusta engenheiros, técnicos e médicos do trabalho. Não pe suficientemente ensinado nas universidades no momento da formação de engenheiros e médicos do trabalho para que os mesmo tenham segurança para fazer prevalecer a segurança. NR 35? Vamos pagar para ver, pois estas NRs somente servem para empresas prestadoras de serviços, enxerem os bolsos com seus cursos complicados, embaraçados e em muitas vezes sem a mínima competência para ministrá-los. Mas parece que isto tudo não é tão importante, afinal faz muito tempo que estamos desse jeito, então, Que venha a NR 35 e vamos para mais uma bateria de requisitos, sem controle de fiscalização, sem profissionais competentes, e sem o mínimo de preocupação em ter que dar certo. Salve-se quem puder!! ou Adiante os oportunistas que buscam as novas leis para os seus negócios.
FLÁVIA LUCIANO Denuncie este comentário
Caríssimos colegas prevencionista, realmente normas a cada dia surge uma, e o seu não cumprimento é algo explicito pelos empregadores. Já que estão criando mais e mais Normas, então fica a dica criar também uma norma que obrigue aos empregadores respeitarem os PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA.
Elifas Aurelio - EST Denuncie este comentário


Qualquer mudança que venha realmente de encontro a melhorias será sempre bem vinda, porém concordo com algumas opiniões acima, no que tange a criar novas NRs, sem que haja uma real fiscalização por parte do MTE, todos nós sabemos que será mais uma forma de engessar processo produtivo (pois as que ai estão, muitas das vezes são até mesmo ignoradas), tem sim, que ocorrer por parte dos empregadores uma maior conscientização e por parte dos AFTs uma maior fiscalização.

É importante frisar que o governo por sua vez, deveria sim, comprar definitivamente esta briga (lutar por melhores condições de trabalhos nas empresas), realizar alguns programas e/ou campanhas educativas, utilizando o espaço na mídia televisiva, para levar ao conhecimento da nossa população (patrões e empregados) das reais situações e condições de trabalho no nosso pais. Devendo esta campanha, estar focada na segurança do trabalho e suas reais necessidades junto à exposição aos riscos a que nossos trabalhadores possam estar expostos.

E se tratando da criação de novas NRs, é necessário que as empresas privadas e publicas (como exemplo, as Prefeituras dos interiores dos nossos Estados) estejam também consciente da real necessidade das mesmas, e que façam sua parte, pois temos ai no mercado, como exemplo, o próprio SESMT-NR4, que é composto muita das vezes para se fazer cumprir a composição do Quadro II, da respectiva NR.

Acho eu que, todos aqueles interessados por um trabalho de qualidade e sério, a todos os níveis, devam buscar profissionais bons e capacitados para desenvolver um trabalho realmente eficaz, diga-se de passagem, que sejam pessoas que realmente tenham conhecimento da materia e/ou processo, ou que no mínimo tenham interesse pela área que assim fez opção.
Antônio César da Rocha Denuncie este comentário
Ah algum tempo estou trabalhando na area de segurança no trabalho,ándei boa parte do Brasil e nunca me deparei com um fiscal do trabalho,as empresas estão fazendo o que acham que deve fazer nem mesmo sabe se estão fazendo certo ou errado pois não tem ninguem para cobrar nada nem auditoria,as empresas que pelo menos tentam fazer sua parte meus parabéns agora ja ao Governo misericordia que decepção tem muito trabalhador para morrer,pois eles não dão conta das 33NRs e seguem criando mais.Fiscalização ja!
Mario Lira Denuncie este comentário
Caros colegas

Não há como discordar de cada um dos comentários que lemos acerca da NR 35. É fato que falta fiscalização, assim como faltam recursos para a saúde, para a educação( olha aí o nosso calcanhar de Aquiles), para a infra-estrutura e para uma série infindável de necessidades que temos, enquanto povo. Que tal olharmos a coisa por outro lado? Será que a sistematização proposta pela NR 35, inclusive prevendo a flexibilização para as empresas de pequeno/médio porte, não trará a simplificação tão desejada por aqueles que abominam a montanha de documentos, procedimentos etc tão comuns aos pesados sistemas de gestão? Um dos comentários acima sugere que devemos tentar entender e aplicar o que propõe esta NR e ver no que dá. Se não tentarmos aplicar estas diretrizes jamais saberemos se funcionam. Se nos detemos a reclamar da falta de fiscais não temos tempo para exercer nosso principal papel que é o de estabelecer novos patamares de consciência( de todos) sobre as questões de SST. Somos, sim, educadores! É obrigação do cidadão cumprir as leis e elas já existem. Por que não racionalizar e simplificar?

Mario Lira - Eng. de Segurança
Amanda Ganhadeiro Denuncie este comentário
Todas as Normas existentes e implantadas tem como objetivo e foco o cumprimento de todos, os técnicos de segurança devem exigir e auxiliar no cumprimento das mesmas, ninguém coloca no papel uma ação inexequível, sendo assim o papel do TST nunca será mera ilustração quando realmente existir o comprometimento de fazer acontecer dentro das Normas, que nos ampara nos auxilia na segurança como um todo.
Antonio Clinger Téc. Segurança do Trabalho Denuncie este comentário
O que adianta criar várias NRs se as empresas não cumbrem nem as que estão aprovadas, sem fiscalização será apenas mais uma noticia no DOU
Enquanto não haver fiscalização as empresas nunca irão cumbrir as NRs.
beNso Denuncie este comentário
Concordo que as NRs tem que ser bem elaboradas e de fácil aplicabilidade, mas quem tem a postura e pensa que a fiscalização é exclusivamente do Ministério do trabalho está bastante equivocados, como profissionais de segurança, somos também fiscais responsáveis por segurança saúde e vida, existimos para construir segurança da empresa e do empregado, estamos no mesmo barco, mas se alguns tem medo de dar a cara a tapa preferindo a sua própria segurança no que se refere a estabilidade de emprego a ficar do lado do empregado que dever ser fielmente protegidos, sugiro a estes que mudem de atividades. "Que tal serem leiteiros?"

beNso
DIONES DOS SANTOS OLIVEIRA Denuncie este comentário
É louvavel a criaçao de novas normas de segurança mas e necesssario medidas mas energicas do MTE,não quero discarregar culpados por não serem mais rigidos com as empresas,que só tomam medidas energicas quando acontecem algo ruim na empresa, e pior mexem no bolso,dai e tarde de mais.O que falta para os profissionais de SST e valorização pois somos atuantes no campo e no chão de fabrica e seja em qualquer área que envolva prevençao de acidentes,aos meus colegas de segurança do trabalho faço um pedido não cruzem os braços lutem por melhores condiçoes dos trabalhadores e valorizem sua profissão,pois tem fiscais da auditoria que não faz jus o que ganha,e nem se quer aparecem para dar apoio aos técnicos e vão diretamente com o empreededor e lá são comprados,e triste essa situação pois quem mais sofre são os empregados e o proprio governo.
Nágela Santos Denuncie este comentário
Boa tarde!

Sou estudante em Segurança do Trabalho, falta pouco para formar-me cheguei aos comentáros dos senhores atraves da pesquisa da nova Nr 35 achei muito interesse ver que a categoria se preocupa com o futuro ao passo que mais Nr estão sendo aprovadas mas a fiscalização se restrigem a cada dia dificultando para os profissionais TST que já estão na labuta e também para os que querem entrar para fazer parte de um grande time de profissionais que são os Técnicos em Segurança do Trabalho o importante é não desistir.Nagela Santos/Estudante
Revistas na Área de Segurança do Trabalho Denuncie este comentário
Meus parabéns aos redatores do texto, falar em segurança do trabalho é um assunto de extrema importância para o Brasil. O Governo precisa intensificar e incentivar novas politicas na área de Segurança do trabalho. Atualmente estou cursando o curso, técnico em segurança do trabalho no colegio Seta em Osasco-SP, gostaria de conhecer revistas especificadas na área de segurança, higiêne e saúde ocupacional. Obrigado a todos pela atenção.
Denilson Oliveira Denuncie este comentário
Prezados,é maravilhoso a intenção dos profissionais do MTE,porém de que adianta tantas normas se a fiscalização é deficiente e os empregadores deitam e rolam ,fazem o que quer e bem entendem.Defendo a tese de que o tecnico de Segurança do trabalho devia ser um agente do governo dentro de cada empresa com autonomia para parar atividade e interditar áreas e locais que possam ofereçer riscos grave e iminente à vida do trabalhador.Colegas do MTE vamos valorizar mais a vida do trabalhador,vamos fiscalizar a aplicar as penalidades.
Helio de Lima Denuncie este comentário
muito boa a tentativa do mte em padronizar o trabalho em altura mas concordo plenamente com os colegas acima que acima de tudo o que se deve e fiscalizar e dar apoio a sst , alias o que não ocorre na civil , pois como ja disseram manda quem pode , obedece quem tem juizo , fazer leis e facil mas cumpri-la sempre sobra para os desamparados tecnicos de segurança . FISCALIZE AS GRANDES EMPRESAS E VCS VERAM SE EXISTE SEGURANÇA DO TRABAHO REALMENTE .l
mikaella Denuncie este comentário
não entende nada .não dava para explicar de forma mais clara
Natan Balbino Denuncie este comentário
Concordo com a criação e regularização de normas do pautadas no MTE, entretanto, não entendo porque foi criada a NR 35, sendo que já existe a NR 34 tratando sob escalada em altura industrial.
A NR 35 foi criada com intuito meramente Político/Econômico, para assim beneficiar Associações que estão querendo ingressar no mercado de Certificação e cobrando valores absurdos do trabalhador JÁ certificado, com exigências que se não cumpridas farão o laboro do escalador profissional (alpinista) ser paralisado por falta de "certificação" (segundo estes).
Penso ainda, que esta norma deva ser revogada de liminarmente, não afetando assim o trabalho e sustento de milhares de trabalhadores CERTIFICADOS por uma Certificadora Internacional treinados em Centros de Treinamentos Brasileiros filiados a esta Certificadora sempre aceita pela Petrobrás.
Defendendo meus sindicalizados que estão sofrendo intensa pressão por parte da PETROBRÁS para ingressar nesta nova "Certificadora Nacional", peço ao MPT, PF, MPF que busquem informações e investiguem possível interessado empregado da PETROBRÁS responsável pelos contratos de acesso por corda, que faz parte do Comitê de Acesso por Corda da Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos “ABENDI”.
Este contexto exposto é um manifesto de repúdio a tudo que esta acontecendo e afetando os trabalhadores que não aceitam fazer parte desta nova "Certificadora Nacional", por já serem certificados, e ainda, estarem no prazo de suas certificações; além de tudo os trabalhadores estão sendo obrigados a pagar a TAXA DE TROCA DE CERTIFICAÇÃO, sob pena de não conseguirem mais seu SISPAT, deixando assim de poder embarcar pela PETROBRÁS.
Sindicalista - Macaé/RJ
osmar vieira de vasconcelos Denuncie este comentário
PARABENS AUTORES DESTA NR, MAIS UM DOCUMENTO A SER ARQUIVADO AGUARDANDO A FISCALIZAÇÃO, DEPOIS DE FINALISADA A OBRA VAI PRO LIXO, NÓS VAMOS PARA OUTRA OBRA E COMEÇA TUDO DE NOVO.
josé dário da silva Denuncie este comentário
Meus amigos temos que abrir uma grade de discução, e ouvir os profissionais da área.Chega de fabricar normas com ténogratas do mte é preciso ouvir os profissionais com vivencia de obra, e fiscalizar as enpresas , não ha necessidade de criar tantas normas basta ser rigoroso nas suas aplicações.
Janio Bergamin Denuncie este comentário
Assim como nós MTE é mais uma vitima de um governo que só visa lucros sem investimentos, lucros em impostos, taxas entre outros e não investe em fiscalização e em desburocratização dos sistemas para que o país ande a passos largos! Mas o principal culpado somos nós mesmos que indicamos para cargos de muitissima importância no governo quem? Tiririca, Franck Aguiar (o cachorrinho dos teclados).....etc, etc, etc!
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