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Acidentes do Trabalho
Sindicato responsabiliza Band pela morte de cinegrafista
Data: 06/11/2011 / Fonte: Agência Brasil

Rio de Janeiro/RJ - O Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro responsabilizou a TV Bandeirantes pela morte do repórter cinematográfico Gelson Domingos, de 46 anos, ocorrida hoje (06). Ele foi atingido no peito por um tiro de fuzil durante a cobertura de uma operação da Polícia Militar contra o tráfico de drogas na Favela de Antares, em Santa Cruz, na zona oeste da cidade.

Gelson Domingos usava um colete à prova de balas, mas o projétil ultrapassou a proteção. Para a presidenta do sindicato, Suzana Blass, a morte do cinegrafista foi uma tragédia anunciada, porque os coletes fornecidos pelas empresas de comunicação não resistem a tiros de fuzil. Ela disse que o sindicato pode recorrer à Justiça para obrigar a Bandeirantes a amparar a família de Domingos.

"Isso [o colete] é uma maquiagem. Os coletes não oferecem segurança para o profissional porque não protegem contra os tiros de fuzil, a arma mais usada pelos bandidos e também pela polícia no Rio. E as emissoras só dão o colete porque a convenção coletiva de trabalho estabeleceu que o equipamento é obrigatório em coberturas de risco."

Suzana Blass disse que o sindicato propôs às empresas de comunicação a criação de uma comissão de segurança para acompanhar a cobertura jornalística em situações de risco, mas que a proposta não foi aceita. "Sabemos que as condições oferecidas são precárias, mas as empresas alegam que a comissão seria uma ingerência no trabalho delas e que iriam sugerir um outro formato, mas até agora nada ofereceram."

"Também  já pedimos que as empresas de comunicação façam um seguro diferenciado para as coberturas de risco, mas elas responderam que já protegem seus funcionários e classificaram a proposta do sindicato como uma interferência em seu trabalho", acrescentou Blass.

Outro problema, segundo ela, é que muitas empresas contratam operadores de câmera externa para exercer a função de repórter cinematográfico, porque os salários são menores, o que acarreta em prejuízos no resultado do trabalho.

Para Suzana Blass, além da falta de condições de trabalho, o profissional de comunicação convive diariamente com uma questão cultural, pois está sempre em busca da melhor imagem. "Com isso, ele acaba aceitando o trabalho sem pensar no risco que vai correr, sem pensar na necessidade de se prevenir contra os acidentes e também para não ficar com fama de `marrento` caso se recuse a cumprir a pauta."

Gelson Domingos, 46 anos, também trabalhava na TV Brasil e deixa mulher e três filhos. Ele e o repórter Paulo Garritano ganharam, no ano passado, menção honrosa na 32ª edição do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria TV Documentário, com a série sobre pistolagem no Nordeste, exibida no programa Caminhos da Reportagem.

Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

Comentários
Raphael Denuncie este comentário
Estamos em um processo de evolução no prevencionismo em nosso país, mas infelizmente ainda encontramos entidades e empresas que não enxergam esta evolução com bons olhos, colocando em situação de riscos os profissionais. Situações como estas devem ser tratadas com maior rigor e os planos de ação avaliados e aplicados com certa agilidade.

Faremos de forma segura; ou não faremos.
Fernando Denuncie este comentário
Fiquei impressionado com a resposta da emissora, "...tomávamos todas as medidas de segurança". Percebe-se que estão carente de conhecimento técnico, pois o colete utilizado pelo profissional no momento do acidente não era o adequado para o risco em questão. Existem coletes balísticos de vários níveis de proteção, de acordo com a característica de cada arma, inclusive fuzil.
Antonio de Pádua e Silva Denuncie este comentário
Até onde tenho conhecimento, os níveis de absoção de impatos nos coletes salva-vidas ou à prova de balas, são liberados pelo Exérto Brasileiro, assim como tambem as armas para uso das policias estaduais, seguranças particulares, etc.
Neste caso, se o colete do jornalista vitimado estava dentro das especificações autorizadas, nada há que se responsabilizar a emissora, pois tudo tem que estar dentro das Leis e normas vigentes. Temos, apenas, que lamentar a fatalidade e consolar à familia, até onde isso é possivel.
daniela bossle Denuncie este comentário
Do ponto de vista legal, creio que o Antonio tenha razão, mas, por outro lado, não seria adequado que o cinegrafista tivesse a mesma proteção que os policiais? Se ele estava exposto ao mesmo risco não seria coerente que utilizasse um colete igualmente seguro? E, ainda, que tipo de capacitação/treinamento jornalistas que se expõem a este tipo de risco estão tendo? E, indo um pouco mais longe: é realmente necessário este tipo de exposição? Deixo aí para discussão...
Laerte Denuncie este comentário
Acho que a notícia deve chegar atodos nós mas partir ao extremo e mandar seus profissionais cobrir ação policial contra estes bandidos é demais. Tudo isso pelo que pela ganancia em vender imagens e ver qual a melhor cobertura jornalistica. Deixem que a polícia tomem conta deste bandidos.
Henrique Assunção Denuncie este comentário
Como Técnico de Segurança do Trabalho e 6º Conselheiro Fiscal do SINDITEST-PE, penso e vejo como seria um seminário voltado para cinematográfico e cada um olhando para o outro dizendo: quem será o próximo a ser noticia nacional ou até mesmo mundial. Portanto para acaba com isso temos que amar a nós mesmo e ao próximo, pois aprendi num seminário de espaço confinado a fazer uma pergunta, quando você autoriza ou solicita a uma pessoa a ir a um lugar de risco e lhe fornece os EPI’s para o ambiente indicado, então perguntamos: Você confiaria que sua mãe, filho ou um parente querido usaria esta proteção neste ambiente de risco.
Raimundo Nonato Soeiro Brasil Denuncie este comentário
O nalfrago dos acidentes está nas empresas que invertem em sonhos e posturam modernas, exploram mseus profissionais, onde suas classes são combradas a cada dia e os direitos humanos olham com panos escuros e só apnham quando feren-se a sociedade de violências anunciadas.
O prevencionismo é uma ação dificil as empresas, ao governo e sociedade que até no seculo atual escondam suas armas da inverdades e não se defruta o amoir ao próximo.
Florisvaldo dos Santos Vilarino Denuncie este comentário
Boa tarde concordo com a grande maioria, ocorre que, em quanto alguns empresários estiverem pensando com o bolso, este problema vai sempre existir, irão comprar sempre os EPIs mais barato, atender as Normas regulamentadoras, na medida do possível, fugir da fiscalização burlando documentos e assim por diante, a segurança sempre estará em segundo plano para a grande maioria, hoje nos trabalhamos no sentido curativo e não preventivo, tenho certeza que as autoridades agora irão correr atrás e começar a cobrar uma maior prevenção destes profissionais que expõem a risco a integridade física para sustentar a família.

Rafaela Denuncie este comentário
Florisvaldo disse tudo.
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