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Doenças Ocupacionais
Estresse e depressão causam afastamentos no Brasil
Data: 02/06/2010 / Fonte: InfoMoney

A alta carga de responsabilidade, aliada ao pouco tempo despendido para a realização das funções, fazem do trabalhador brasileiro um alvo fácil para o desenvolvimento de problemas como estresse e depressão.

De acordo com o Ministério da Previdência, mais de 90% dos auxílios-doença acidentários concedidos em 2009, baseados na categoria "Transtornos Mentais e Comportamentais", referem-se a problemas como estresse, episódios depressivos, alternância de humor e ansiedade.

Os maiores problemas

Conforme listou o ministério, episódios depressivos e estresses são as doenças mais identificadas nos trabalhadores. Dos 12.277 auxílios-doença acidentários verificados na categoria em 2009, as duas doenças, em especial, responderam por 7.642, o equivalente a 62,24%.

"Passamos pela precarização do trabalho como um todo, sob pressão intensa, com metas e regras estipuladas", afirma a coordenadora do grupo Organizações do Trabalho e Adoecimento da Fundacentro, Maria Maeno.

Na avaliação de Maria, sintomas como depressão e estresse são decorrentes do ritmo acentuado de trabalho nas companhias. Hoje, explica a coordenadora, os profissionais trabalham mais rápido e de maneira muito mais intensa.

Para se ter uma ideia, mais de 450 milhões de pessoas são afetadas diretamente por transtornos mentais, a maioria delas nos países em desenvolvimento, segundo a OMS. As informações foram divulgadas durante a primeira Cúpula Global de Saúde Mental, realizada em Atenas, na Grécia, em 2009.

Situações

Com medo de serem demitidos ou classificados como "improdutivos", muitos profissionais escondem a doença e seus sintomas. "As pessoas trabalham com esses problemas. É um tempo longo até descobrirem algum tipo de sintoma nesse profissional, enquanto isso ele trabalha incapacitado", explica Maria.

É o caso de João Guedes, 41, empresário. Hipertenso e fumante, o executivo passou a emendar suas noites de sono com trabalho. O resultado foi cinco dias de repouso no hospital, mais o afastamento por um mês do serviço.

"O estresse acabou tomando conta de mim. Passei a tomar energéticos para me manter acordado já que tinha prazos a cumprir e não queria ficar para trás", diz Guedes.

Áreas crônicas

Entre os setores apontados por Maria como os "mais propícios" a tais doenças, estão o financeiro, o telemarketing e o comércio. "Nessas áreas específicas, a pressão é muito maior, pois trabalham com metas em curto prazo. Entretanto não podemos esquecer setores como metalurgia e a agroindústria".

Para a coordenadora, os problemas causados por transtornos mentais e suas consequências são decorrentes da falta de apoio governamental e de uma legislação rígida em torno das empresas.

"É fundamental que exista uma política pública para melhorar essa situação e ações de intervenção para trabalhar nas empresas, pois quem paga pelo prejuízo dos outros é o cidadão", ressalta Maria.

Comentários
Felipe Péreira da Silva Denuncie este comentário
Excelente noticia , mas vou além a grande causa do estresse vem antes do trabalhador chega no trabalho a vida social de quem trabalho conta muito .
Celso F da Silva Denuncie este comentário
O problema é que com as novas técnicas de gerenciamento "Toyodismo" o empregado passou a ser colaborador. A empresa passou a ser extenção da Família. O trabalhador não vende apenas a força de trabalho. Hoje ele ta "amarrado" vende a própria alma. Tudo gira em torno da empresa; amigos, lazer, família etc.
Patricia Denuncie este comentário
Fique ligada...
Rita de Cassia Rolemberg Moura Denuncie este comentário
Na area hospitalar tb acontece muito,eu me enquadro nesta siutuação e vejo que os profissionais na area cada dia que passa adoecem mais.Infelizmente a nr-3e está aí porém falta fiscalização e o que acaba acontecendo e que cuidamos da saude dos clientes("paciente e aquele que espera"),e deixamos de cuidar da nossa ,Nem todos os hospitais dispõem de atendimento psicologico para seus funcionarios.A sensação de muitos trabalhadores ao final do plantão e de estarem "sugados".O ministerio do trabalho precisa dar mais atenção a esses trabalhadores ou então os afastamentos irão cada vez mais aumentar.
EMANUEL TST Denuncie este comentário
A ADAPTAÇÃO DE LAZER NAS EMPRESAS ESTÁ SENDO MUITA USADA, COMO PASSA TEMPOS E JOGOS LEVES, PARA O COLABORADOR SAIR UM POUCO DA ROTINA DO TRABALHO E FICAR MAIS DISPOSTO, SEM ESTRESSE.
William Stein graduando em Engenharia de Produção SOCIESC/UNICA (disciplina de Ergonomia II) Denuncie este comentário
O estresse vem sendo observado cada vez mais presente nos trabalhadores. Como agravantes da carga cognitiva/mental observa-se que a depressão também promove afastamentos do trabalho. No entanto, é necessário que os trabalhadores administrem a pressão encontrada dentro das empresas não apenas para atingir metas mas também para se manter equilibrado no desenvolvimento das atividades. No entanto, vale ressaltar que somado ao estresse do trabalho ainda existem problemas da vida pessoal que dificilmente não levamos ao trabalho, e vice-versa. Estes fatos podem gerar desconforto não apenas aos trabalhadores, mas também aos colegas de trabalho. Assim, é importante que o trabalhador consiga separar a vida pessoal das atividades desenvolvidas no trabalho. Vale ressaltar que o tempo de descanso, é para descanso! Portanto, não gaste esse tempo precioso recuperando ou adiantando tempo de suas tarefas!
Bernadete Queiroz Brito Denuncie este comentário
Cada vez que vejo as estatísticas do assédio e dos transtornos mentais relacionados ao trabalho, aumenta minha responsabilidade como profissional, como pessoa e como cristã. Infelizmente tenho acompanhado empregados com transtorno mental inclusive com Síndrome de Burnout por conta do assédio moral no trabalho. Garanto a vocês é muito triste, é revoltante saber que o nosso colega de trabalho adoeceu por ser humilhado no trabalho. Colegas, está humilhação nos ambientes de trabalho tem que acabar e está em nossas mãos este desafio. O trabalhador tem direito a recusar trabalhos que põem em risco sua saúde física e também mental.
Há motivos suficientes para que autoridades regulamentem instrumentos obrigando as empresas a elaborarem Programas de Saúde Mental do Trabalhador com seriedade que merece, ao invés das empresas fazerem progamas caríssimos, apenas voltados para testagem de drogas, que tem se mostrado mais um instrumento de constrangimento e humilhação do que outra coisa, pois se o trabalhador se negar a ser testado só voltará ao trabalho após avaliação do médico ou seja recusar testagem é sinal que usou droga. Vejo também com muita tristeza os profissionais que assinam em baixo estes programas.
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