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Edição 6/2010

MATÉRIA DE CAPA: ESPAÇO A CONQUISTAR
Reportagem de Sabrina Auler
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom


Cursos na área de Saúde e Segurança precisam ser aprimorados para atender ao mercado que promete expandir-se e tornar-se cada vez mais exigente

Edgar Morin, um dos mais importantes pensadores franceses da atualidade, já dedicou algumas de suas obras à educação. Para o intelectual, "o ensino deve favorecer a arte de agir". E foi justamente a necessidade de ação que impulsionou a criação dos primeiros cursos da área de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) no Brasil. Com índices de acidentes laborais que ultrapassavam a marca de um milhão, o País se viu obrigado a desenvolver estratégias para conter o mal que dizimava seus trabalhadores nos idos de 1970. O estabelecimento de instituições formadoras de prevencionistas foi uma delas. A medida, emergencial, teve seu êxito uma vez que, gradativamente, os percentuais de acidentes foram sendo reduzidos com o passar do tempo.

Quase 40 anos depois, o cenário de acidentabilidade mudou, assim como o mercado e o perfil dos profissionais dedicados à SST - o ensino, para alguns, no entanto, não parece estar acompanhando as transformações da sociedade.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: CHRISTOPHE DEJOURS
Entrevista à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Psicanalista francês fala sobre a relação entre os adoecimentos mentais e o trabalho

"A psicodinâmica vai bem, mas temos um paradoxo, o trabalho vai mal". A frase foi dita pelo psiquiatra e psicanalista francês, Christophe Dejours, em sua passagem pelo Brasil. Dejours publicou o seu primeiro livro sobre Psicopatologia do Trabalho em 1980. De lá para cá, o mundo laboral foi sacudido por mudanças organizacionais. Entre elas, a avaliação individual que traz grande impacto na saúde mental. Com a individualização do desempenho, o sujeito é isolado e fica mais fragilizado. Nesse cenário, não conta com a solidariedade dos colegas. Não há a cooperação que havia no passado. Os adoecimentos mentais, a incidência de assédio moral e até mesmo suicídios relacionados ao trabalho crescem. Por isso, o trabalho vai mal. Mas as mudanças não ficam apenas nos problemas. A área estudada por Dejours se amplia com uma nova denominação nos anos 90: Psicodinâmica do Trabalho. Nos anos 80, o pesquisador usa a Psicopatologia do Trabalho para estudar como as pessoas estão adoecendo em uma organização fundamentalmente taylorista. No entanto, o trabalho que pode ser fonte de sofrimento patogênico e desequilíbrios, pode também ser construtor da saúde mental. Essa situação dialética entre sofrimento e prazer no trabalho passa a ser abrangida pela psicodinâmica. Christophe Dejours é professor do Conservaitore National des Arts et Métiers em Paris, onde dirige o Laboratório de Psicologia do Trabalho e da Ação. Esteve em São Paulo no final de abril para participar do VI Colóquio Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho e do I Congresso da Associação Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho. Foi a primeira vez que esse evento ocorreu fora da França. Durante a estadia, o psiquiatra falou com a Revista Proteção sobre os problemas do mundo do trabalho atual e como superá-los.

PROTEÇÃO - A forma como o trabalho vem sendo organizado tem possibilitado um ambiente propício para o maior aparecimento de doenças e transtornos mentais? Existe um conflito entre a organização do trabalho e o funcionamento psíquico?
DEJOURS - Há quarenta anos sabemos que é importante distinguir a relação entre corpo e as condições de trabalho, as quais abrangem riscos químicos, físicos e biológicos. Temos que entender o corpo das pessoas. Para isso, contamos com pelo menos três grandes disciplinas, que seriam a Medicina do Trabalho, a Ergonomia e a Higiene Industrial. Outra relação a ser compreendida é a organização do trabalho de um lado, e a saúde mental de outro. A organização do trabalho sempre vai trazer reflexos para a saúde mental. Na última década, vemos que os constrangimentos ligados a esta organização mudaram bastante. Antes já havia problemas de saúde mental ligados ao trabalho, mas, atualmente, existe uma evolução da patologia mental relacionada ao trabalho. Vemos, por exemplo, o acréscimo das patologias de sobrecarga, principalmente das patologias pós-traumáticas. Há um crescimento também das patologias depressivas e o aparecimento de suicídios no local de trabalho. Algo mudou na organização do trabalho. Uma dessas mudanças é a questão da avaliação, que implica em transformações na forma como o  trabalho está organizado. Esse é um tema importante, que estamos discutindo nesse evento VI Colóquio Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho e I Congresso da Associação Internacional de Psicodinâmica e Psicopatologia do Trabalho.


Confira a entrevista
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ERGONOMIA: DIFERENCIAL COMPETITIVO
Autores: Jesus Manuel Choren Noya, Luis Celso da Silva, Osvaldo Luiz Gonçalves Quelhas e Francisco Másculo
Foto: Divulgação Herval

Empresas devem implantar práticas ergonômicas de maneira plena

As empresas estão permanentemente vivenciando diferentes práticas organizacionais, o que tem criado novas filosofias de trabalho. A partir dos anos 80, a ideia de manter as organizações bem-sucedidas a longo prazo, bem como a competitividade decorrente da globalização dos mercados, levou as empresas a incorporar o aspecto sustentabilidade social na gestão dos negócios. Além disso, acredita-se que o diferencial competitivo de uma organização decorrerá do comprometimento das pessoas. Dessa forma, tem ocorrido um grande investimento no ambiente de trabalho.

Um bom ambiente de Segurança e Saúde Ocupacional, por onde permeia a Ergonomia, se tornou um desses investimentos e segundo pesquisadores da área, é uma das principais responsabilidades sociais de uma empresa. 

A Ergonomia se desenvolveu a partir da II Guerra Mundial devido aos esforços de profissionais de diversas áreas de atuação como fisiologistas, psicólogos, antropólogos, médicos e engenheiros.

Na prática, os objetivos da Ergonomia, de acordo com o doutor em Engenharia de Produção Itiro Iida, são a segurança, a satisfação e o bem-estar dos trabalhadores no seu relacionamento com sistemas produtivos. A eficiência viria como um resultado acessório uma vez que a Ergonomia visa, em primeiro lugar, o bem-estar do trabalhador.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: PROCESSO SIMPLIFICADO
Autores: Marcos Paulo Cielo, Aline P. Gomes, Adalberto Pandolfo, Marcele S. Martins, Regis C. da Silva e Sérgio Bordignon
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Alvenaria estrutural reduz riscos de acidentes de trabalho

No Brasil, o Ministério da Previdência Social constatou que durante o ano de 2002 foram registrados 393.071 acidentes de trabalho, sendo 28.484 (7,3% do total) relacionados à indústria da construção. Dessa forma, torna-se importante a busca por alternativas que diminuam os riscos a que estão sujeitos os trabalhadores da construção civil.

As Normas Regulamentadoras de Saúde e Segurança do Trabalho, bem como os programas de prevenção de riscos, restringem-se às obras de alvenaria convencional, nas quais a execução da estrutura de concreto armado necessita da montagem de fôrmas de madeira, expondo o trabalhador a riscos de acidentes de trabalho constantes, tanto na montagem quanto na retirada das fôrmas da estrutura.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO GESTÃO DE SST: IMPACTO IMPORTANTE
Autor: Aitemar Nunes Fernandes
Foto: Arquivo 3M

A entrada do Fator Acidentário torna a prevenção vital para as empresas

No atual estágio global da economia é indiscutível que as empresas conheçam, adotem, pratiquem e continuamente aperfeiçoem o seu modelo de gestão. Isto para que possam sobreviver em um cenário de mercados extremamente competitivos e protegidos por diversos tipos de barreiras, sejam de natureza tarifária (com forte tendência de queda em sua importância) ou impostas por exigência de sistemas de qualidade na produção de bens e serviços ou para atendimento a requisitos ambientais (madeira de origem certificada, produtos orgânicos, etc.), e, ainda, sociais (respeito à infância, às minorias raciais, ausência de acidentes de trabalho, etc.).

Para manter-se com sustentabilidade neste cenário, o modelo de gestão adotado por cada empresa, deve considerar de maneira integrada, sistêmica ou holística, as melhores práticas mundialmente concebidas e aceitas dos sistemas de Gestão da Qualidade, do Meio Ambiente e da Segurança e Saúde Ocupacional.

Enquanto a utilidade da implantação de sistemas de gestão da qualidade é, na maioria das empresas, inquestionável e os valores envolvidos considerados como investimento, o oposto ocorre quando se avalia a implantação de SGSSO (Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional), considerados de resultado duvidoso e o valor envolvido em sua operação como custo.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS: PROGRAMA CONSISTENTE
Autor: Reinaldo Moura
Foto: Killing S.A. Tintas Adesivos

Auditorias e Treinamentos garantem correta execução das atividades em armazéns


A empilhadeira é um dos mais básicos equipamentos do armazém e também um dos mais perigosos. Existem diferentes modelos e estilos, cada um com sua capacidade de carga e centro de gravidade. Cabe ao gerente do armazém a responsabilidade de assegurar que os equipamentos apropriados estejam disponíveis para a função.

Empilhadeiras a contrapeso, por exemplo, são funcionalmente projetadas para executarem as mesmas tarefas que já faziam há um século. Contudo, como todos esses equipamentos de movimentação de materiais, existem algumas atividades que os veículos a contrapeso executam bem e outras que são adequadas para equipamentos especiais.

Como exemplo, podemos considerar a diferenciação entre as empilhadeiras com operador em pé e sentado. Os modelos com operador sentado ocupam mais espaço de corredor do que os veículos com operador em pé, exceto alguns modelos específicos para corredores estreitos.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
222 da Revista Proteção.

 

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Edição do Mês
 
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