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Você está em: Edições / Ed. 8/2010
 
Edição 8/2010
MATÉRIA DE CAPA: PARA ONDE VAMOS
Reportagem de Sabrina Auler / Colaboração: Lia Nara Bau
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

O descaso para com a prevenção tem sido uma constante nos últimos governos. Novamente, a apatia dos candidatos à presidência com relação ao assunto se repete

2010 é ano de eleições e, mais uma vez, voltam-se as atenções para as propostas e as mudanças esperadas para a Saúde e a Segurança do Trabalho. Daqui a dois meses, no dia 3 de outubro, iremos escolher nossos representantes no governo e precisamos ter em mente que futuro queremos para a SST. Por isso, é importante lembrar o que alguns deles já prometeram. Na última corrida presidencial, por exemplo, o presidente Lula reconheceu que a saúde do trabalhador e a Segurança do Trabalho eram questões técnicas e políticas. Ele afirmou, em entrevista à Revista Proteção na época, que o assunto deveria ser tratado com muita responsabilidade. "Entendemos que é preciso, com a maior urgência, reestruturar e fortalecer os órgãos do Governo responsáveis por esse setor", afirmou. Além disso, prometeu interligar os esforços do Ministério do Trabalho e da Fundacentro, do Ministério da Previdência Social, do SUS e da Vigilância Sanitária. "Esses órgãos não podem continuar isolados uns dos outros, como acontece atualmente, devem trabalhar integrados para aumentar a eficiência das suas ações", assinalava o então candidato Lula.

O que vemos hoje, porém, é que muitas promessas não foram cumpridas e a área continua com questões pontuais a serem resolvidas. Certamente por esta razão é que a pesquisa realizada e publicada pelo Anuário Brasileiro de Proteção 2010 mostra que os profissionais andam desgostosos. Em um levantamento que envolveu 1.225 prevencionistas, 50,4% deles avaliaram as ações governamentais ligadas à SST de forma negativa; 39,95% como regular, e 10,61% como positiva.

A esperança é que, independentemente de quem seja eleito nestas próximas eleições, a Segurança e Saúde do Trabalhador ocupe um espaço mais importante entre as prioridades do Estado. Ainda que nossa reportagem tenha procurado os três principais candidatos à presidência da República, nem Serra, nem Dilma, nem Marina Silva apresentaram propostas específicas para a área. A falta de ideias para o campo poderia ser um indício de que a SST segue sem ter a visibilidade que merece.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: HARUO ISHIKAWA
Entrevista concedida à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Executivo do Sinduscon/SP incentiva a SST nas obras e a conscientização dos empresários

O envolvimento do engenheiro civil e empresário Haruo Ishikawa com a área de Segurança e Saúde no Trabalho começou há cerca de 10 anos. O presidente do Sinduscon/SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) da época sugeriu que ele fosse acompanhar a reunião do CPR/SP (Comitê Permanente Regional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção). "Fui de peito aberto numa reunião e gostei. A coordenação era do sindicato dos trabalhadores". Há cinco anos foi convidado a participar do CPN (Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção). Neste mês de agosto, o compromisso com a SST fica ainda maior, pois ele assume a coordenação do comitê nacional. O  vice-presidente de Relações Capital-Trabalho do Sinduscon/SP promete se empenhar para aproximar CPN e CPRs. Também deseja que as discussões avancem com a tecnologia. "Não sou especialista em segurança, mas sou um motivador de vários grupos", garante. Além de falar dos seus planos para a coordenação, Ishikawa analisa a situação da SST na construção civil e defende que as empresas invistam em treinamentos e em ações que vão além do simples fornecimento de EPIs. "Ter uniforme, capacete, bota, óculos, luva tem que ser natural. Temos que avançar e sermos pró-ativos. Não dá para ir atrás só depois que acontece o acidente", afirma.

PROTEÇÃO - Os dados da Previdência Social apontam um crescimento no número de acidentes de trabalho no setor da construção. Em 2008 foram 49 mil, número maior do que nos anos anteriores. O que levou a este crescimento? Qual o impacto do aumento de obras realizadas no País?
ISHIKAWA - O número de acidentes de trabalho, proporcionalmente, não aumentou tanto quanto a contratação de mão de obra. O aumento de contratação foi muito grande, alcançando o recorde em 2009. Lógico que a construção civil tem um histórico de contratar a mão de obra menos qualificada possível. Muitos trabalhadores não têm qualificação, não tem nível educacional e cultural, o que eleva um pouquinho essa questão. Mas se você investe no treinamento, isso muda. Grandes empresas fazem esse investimento. Muitos acidentes aconteceram em pequenas obras. Houve um aumento desse tipo de construção. Além disso, as pequenas obras não têm uma infraestrutura de treinamento em Segurança do Trabalho.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO SEGURANÇA DE PROCESSO: ELEVANDO O PADRÃO
Autor: Elisio Carvalho Silva
Foto: Arquivo Brasken

Programas fornecem sistemas de gestão de riscos para produtos perigosos


As décadas de 70 a 90 foram marcadas por grandes acidentes na indústria química, petroquímica e de óleo e gás. O acidente de Bhopal, na Índia, foi o mais grave de todos os acidentes e marcou tragicamente a história industrial. As causas principais desse acidente foram um grande estoque da substância metil isocianato e um padrão baixo de gerenciamento de segurança de processo. O produto entrou em contato com a água e gerou uma imensa quantidade de gases que vazou para a atmosfera. O efeito foi a contaminação de uma área extensa, que incluiu a cidade localizada a poucos quilômetros da fábrica. Por causa da alta toxicidade do metil isocianato, milhares de pessoas não resistiram ao efeito tóxico da substância e morreram. Outras ficaram com sequelas permanentes.

Além do acidente de Bhopal, os acidentes de Flixborough, ocorrido na Inglaterra em 1974; de Seveso, na Itália em 1976; Piper Alpha, na Escócia em 1988; e Longford, em 1998 na Austrália, chamaram a atenção dos governos de vários países porque ficou demonstrada a fragilidade da segurança nos meios industriais. Por isso, os governos e organizações decidiram lançar programas a fim de gerenciar os riscos de processo. Entre eles destacam-se: a Diretiva de Seveso I, na Europa; os padrões da OSHA (Occupational Safety and Health Administration) e da EPA (Environmental Protection Agency), nos Estados Unidos; o sistema de gerenciamento COMAH (Control of Major Accident Hazard), na Inglaterra; os padrões da API 750 (American Petroleum Institute), conhecidos como Recommended Practice for the Management of Process Hazards, também nos Estados Unidos; e a Convenção 174 da OIT (Organização Internacional do Trabalho)  sobre a prevenção de grandes acidentes industriais.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO TRABALHO RURAL: SAÚDE AFETADA
Autores: Sirlei Pezzini Rodrigues e Gabrieli Cristini dos Santos
Foto: Hamilton Humberto Ramos

Utilização incorreta de agrotóxicos prejudica agricultores


O uso de agrotóxicos, na maioria das vezes, é necessário para o cultivo da lavoura, entretanto, sua composição pode trazer consequências prejudiciais à saúde dos trabalhadores rurais. A não utilização de EPIs por parte de muitos agricultores contribui diretamente para esta questão, sendo a falta de informação sobre a correta manipulação dos agrotóxicos fator preponderante para a contaminação do operador.

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população censitária do município de Missal, no Estado do Paraná, é de 10.433, sendo que 4.972 vivem na área urbana e 5.461 na área rural.

O município de Missal tem sua economia baseada na agricultura, sendo elevado o cultivo de soja, milho, trigo e fumo. Estas culturas necessitam do uso frequente de agrotóxicos. Por este motivo, agricultores que utilizam agrotóxicos de forma incorreta estão diretamente expostos às substâncias nocivas presentes nesses compostos, submetendo-se muitas vezes ao risco de uma intoxicação, seja ela aguda ou crônica.

A conscientização do agricultor sobre a utilização correta do agrotóxico se faz necessária em todos os aspectos, uma vez que esses produtos são nocivos tanto à saúde do trabalhador quanto ao meio ambiente. Geralmente as consequências são condicionadas por diversos fatores como o uso inadequado dos agrotóxicos, a alta toxicidade de alguns produtos, a falta de utilização de equipamentos de proteção e a precariedade dos sistemas de vigilância. Este quadro é agravado pelo baixo nível socioeconômico e cultural da maioria dos agricultores.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO PROTEÇÃO DE MÁQUINAS: PERIGO IMINENTE
Autor: Leonardo Andrade do Nascimento
Foto: Clodoaldo Novaes

Riscos de acidentes em açougues e padarias devem ser evitados


Quando pensamos em acidentes de trabalho logo lembramos de construção civil e indústrias metalúrgicas. O que não salta aos olhos são o seguimento varejista e a indústria alimentícia. No entanto, são muitos os postos de trabalhos que apresentam riscos potenciais de acidentes graves nessas áreas, inclusive, em alguns casos com possibilidade de óbito. E por que esse seguimento está apresentando um número tão elevado de acidentes?

O aumento da produção e o crescimento da automatização dos processos produtivos são responsáveis pelos índices expressivos. No entanto, as máquinas não foram feitas para facilitar a vida do homem? Essa não é uma verdade absoluta.
As máquinas e os processos produtivos foram criados para buscar o lucro, somos uma sociedade capitalista e a nossa grande motivação é produzir e lucrar cada vez mais com isso. Por maior que seja o posicionamento de algumas empresas na questão segurança de seus trabalhadores, não há nada que supere o objetivo final, o lucro. Tendo conhecimento disso podemos avaliar o contexto em que estamos inseridos.

Ao mesmo tempo em que temos discursos voltados para segurança, procedimentos rígidos, normativas corporativas e certificações específicas de segurança, somos críticos de normas como a nova NR 12, questionamos a atuação de fiscalizações e pensamos ser demasiadamente alto o investimento em equipamentos de segurança.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ERGONOMIA: ESFORÇO INTENSO
Autores: Fernanda G. Fortes, Aline P. Gomes, Adalberto Pandolfo, José E. de Moraes, Marcele S. Martins, Dayane Muhammad e Sérgio Bordignon
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Atividade exercida no setor de quebra de canal deve ser reavaliada pelas empresas


A indústria de fundição tem grande importância na economia do País e é considerada um setor estratégico no contexto econômico. Atualmente são 1.254 empresas localizadas especificamente nas regiões Sudeste e Sul do País que geram 58 mil empregos diretos.

A indústria de fundição destina 53% da sua produção para o setor automotivo e atende os segmentos de máquinas e equipamentos industriais, implementos agrícolas, indústria naval, siderúrgica, redes de abastecimento de água e saneamento básico.

A base da fundição consiste em obter peças moldadas, empregando o método da fundição do metal, derretido em moldes. Para preparar um molde, no qual mais tarde irá receber o metal, é preciso um modelo que tenha as formas da futura peça. As cavidades interiores dessa peça se formam colocando dentro do molde machos preparados com as misturas correspondentes. Os machos são empregados para formar na peça moldada as cavidades necessárias. Além da cavidade, o molde deve conter canais e aberturas que permitam verter o metal líquido em seu interior e alimentar a peça fundida durante o processo de solidificação.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 


Confira o artigo
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO EDUCAÇÃO EM SST: FORMAÇÃO RESPONSÁVEL
Autor: Antonio Élcio Padilha do Amaral
Foto: Arquivo

Jovens e adultos do Proeja precisam ampliar seus conhecimentos no conteúdo de SST


O mundo do trabalho está sofrendo transformações rápidas e profundas, determinadas, especialmente, pelos avanços tecnológicos, apontando, entre outras coisas, para a criação de novas profissões assim como para a mudança nos processos de trabalho.

Para fazer frente a essas mudanças há que se reformular conceitos e modelos educacionais, particularmente, os que vêm inspirando a educação profissional. Jovens e adultos buscam por meio do Proeja (Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos) sua profissionalização. Futuros técnicos em edificações, precisam, a partir de suas práticas nos canteiros de obras, ampliar seus conhecimentos para atuarem não só como profissionais interativos, mas como agentes multiplicadores do tema segurança e saúde do trabalhador em uma perspectiva crítica-reflexiva, emancipadora e libertária, como preconizava o filósofo brasileiro Paulo Freire.

Com a substituição gradativa dos processos de trabalho rígidos, o conceito de formação profissional dos modos de fazer tem mudado para a articulação entre conhecimentos, atitudes e comportamentos, dando ênfase às competências e habilidades cognitivas, comunicativas e sobremaneira criativas. Ou seja, não precisa apenas aprender conhecimentos técnicos e procedimentos operacionais, mas sim "saber, saber fazer, saber ser e saber conviver". Aliado a tudo isso, o aluno deve associar os saberes psicomotores, socioafetivos e cognitivos no sentido de ter capacidade para resolver determinado problema em uma situação ocorrida, principalmente, no ambiente laboral.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 

Confira o artigo
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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JURISPRUDÊNCIA: INDENIZAÇÃO MERECIDA
Autor: José Luiz Dias Campos
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Empregador deve reparar reclamante quando comprovada sua culpa


No dia 2 de junho, a 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, pelo voto do ministro Caputo Bastos, negou provimento a recurso interposto pela empresa mantendo decisão proferida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (conforme o processo TST-AIRR-170540-02. 2006.5.12.0038).

Trata-se de doença ocupacional (Lesões por Esforços Repetitivos) na qual houve condenação da empregadora uma vez provada sua culpa.

Confira a jurisprudência
na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

 

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