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Você está em: Edições / Ed. 9/2010
 
Edição 9/2010
MATÉRIA DE CAPA: COM A PALAVRA OS MÉDICOS
Reportagem de Marla Cardoso
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Profissionais avaliam o desenvolvimento e os desafios da profissão no País


Quando ingressou na Medicina do Trabalho, em 1969, Jorge da Rocha Gomes, um dos mais antigos médicos do Trabalho do País, mantinha cinco empregos, começando sua jornada às 7h da manhã e encerrando às 20h, além das atividades que exercia nos intervalos e aos sábados. A rotina extenuante era reflexo de um mercado com poucos profissionais, embora apenas empresas de grande porte ou estrangeiras mantivessem atividades nessa área. "Dependia muito de o profissional executar ou não, as atividades de Medicina do Trabalho, uma vez que não havia obrigatoriedade legal e, até diria, social para tal. Também não existia uma cobrança efetiva destas ações, seja de empresas, Governo ou sindicatos de trabalhadores. Assim, qualquer iniciativa na área, sempre repercutia bem porque eram ações opcionais", recorda Gomes.

Nesses 40 anos, muita coisa mudou transformando o papel do médico do Trabalho. Foram criados os SESMTs (Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho), os cursos de formação e especialização se atualizaram, diretrizes foram estabelecidas para os procedimentos profissionais e éticos a serem cumpridos por todos os médicos que atendem trabalhadores e o campo de atuação desses profissionais foi ampliado.

Nas próximas páginas você vai acompanhar como, ao longo dos anos, a Medicina do Trabalho se desenvolveu no Brasil, como os profissionais avaliam a qualidade da atuação da categoria, as principais dificuldades que os médicos encontram para o exercício de sua atividade, os novos desafios para esses especialistas e qual a avaliação de quem atua na área sobre o modelo de formação adotado hoje em dia no Brasil.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: REMÍGIO TODESCHINI
Entrevista concedida à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Valdir Lopes

Diretor de SST na Previdência fala do FAP e mostra vocação prevencionista do Ministério

Remígio Todeschini ficou conhecido no cenário nacional como diretor de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério de Previdência Social. Ocupando o cargo desde 2007, ele tem sido responsável pela implementação do FAP (Fator Acidentário de Prevenção), do RAT (Riscos Ambientais do Trabalho - é o novo nome do SAT) e do NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário). Temas polêmicos que defende com segurança, mostrando como eles podem contribuir para a prevenção de doenças e acidentes no trabalho. Também é defensor da revitalização da reabilitação profissional e de uma perícia médica que não veja o segurado como fraudador. Formado em Direito pela USP e mestre nessa mesma área pela PUC/SP, Remígio também atuou no Ministério do Trabalho como secretário de Políticas Públicas de Emprego, de 2003 a 2007, e teve uma rápida passagem pela presidência da Fundacentro. A sua relação com a saúde e segurança do trabalhador, no entanto, é anterior às atividades públicas que passou a exercer no Governo Lula. Foi dirigente sindical da CUT (Central Única dos Trabalhadores), entre os anos de 1994 e 2002; do Sindicato dos Químicos do ABC entre 1984 e 1994; e ainda atuou no Diesat (Departamento Intersindical de Estudos e Pesquisas de Saúde e dos Ambientes de Trabalho), entre 1984 e 1994. O passado de sindicalista parece ter dado a Remígio uma sensibilidade maior às necessidades de melhores condições laborais. Com o olhar de quem viveu ao lado dos trabalhadores, defende o diálogo social que deve começar no ambiente de trabalho.

PROTEÇÃO - O Ministério da Previdência tem se destacado nos debates de segurança e saúde com ações como o FAP, o NTEP e a criação do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional, que o senhor dirige. Diante disso, como o senhor vê hoje o papel da Previdência nas questões prevencionistas?
REMÍGIO
- A Previdência deixou de ser mera pagadora de benefícios, ou seja, mera indenizadora. Na visão estratégica da Previdência, é preciso que ela dê sustentabilidade para as futuras gerações com melhores condições de trabalho, com qualidade de vida no trabalho. A Previdência tem que se preocupar em ser de fato uma seguradora social, que vá pagar o benefício no futuro, de uma aposentadoria em virtude da velhice, e não simplesmente pagar o benefício em função do risco da acidentalidade e da doença. Precisamos aumentar a saúde do segurado. Essa intervenção é fundamental e não é exclusiva da Previdência Social. Sem uma ação integrada da Saúde, do Trabalho e da Previdência, não se consegue o objetivo central: estar com saúde no ambiente do trabalho.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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PRÊMIO: TOP OF MIND DE PROTEÇÃO
Foto: Valdir Lopes da Silva

Top of Mind premia marcas do setor a partir da opinião dos prevencionistas


O Top of Mind chegou a 15ª edição, premiando as marcas mais lembradas pelos prevencionistas na área de Segurança e Saúde no Trabalho. A solenidade de entrega reuniu cerca de 150 pessoas na Fundacentro, em São Paulo, no mês de julho. Foram ouvidos 1.161 profissionais, que escolheram as 10 marcas mais lembradas do setor e as mais lembradas em 18 categorias.

"A apuração dos votos do Prêmio Top Of Mind de Proteção leva em conta critérios técnicos desenvolvidos pela Abipeme (Associação Brasileira de Pesquisas de Mercado), utilizados pelos principais institutos de pesquisa brasileiros. A votação acontece através de formulários impressos e votação eletrônica", explica o diretor da Revista Proteção, Alexandre Gusmão.

Assim, foram ouvidos profissionais de todas as regiões do País. A tabulação dos dados segue critérios de proporcionalidade em relação ao número de trabalhadores de cada estado, segundo dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho. "Isto permite que exista um equilíbrio maior entre todos os estados brasileiros, fazendo com que cada região tenha peso proporcional ao número de trabalhadores e evitando distorções regionais", completa Gusmão.

A abertura da premiação contou com palestra do médico do Trabalho René Mendes sobre as perspectivas da SST no Brasil. Na ocasião, foi anunciada uma nova premiação que será realizada a partir de 2011: o Prêmio Top de Mídia Proteção. O objetivo é reconhecer o talento dos profissionais da área de marketing das empresas. Outro importante anúncio para o próximo ano é a realização da Prevenor Bahia, que acontecerá em Salvador.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ENFERMAGEM: RISCO ACENTUADO
Autor/Foto: Fábio José Santos Santana

Acidentes com perfurocortantes são muito frequentes e pouco divulgados


A saúde do trabalhador carrega a particularidade de ser uma área que institui práticas inovadoras. Práticas que, na verdade, estão em construção, que perseguem a integralidade da atenção à saúde e à modificação de uma situação dada, conseguindo, muitas vezes, desfazer a dicotomia existente entre assistência individual e coletiva, entre vigilância epidemiológica e sanitária, entre ações preventivas e curativas.

No momento atual, é fundamental implementar a articulação intrassetorial com os demais níveis e instâncias do SUS (Sistema Único de Saúde); com a atenção básica, especializada secundária e hospitalar; com a vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental, no sentido de incorporar a saúde do trabalhador em sua concepção no processo saúde-doença e em suas práticas, de considerar o trabalho como um importante determinante deste processo.

O risco do trabalhador da saúde adquirir infecções transmitidas por material biológico é comprovado pela literatura. No ambiente hospitalar esse risco acentua-se devido à grande quantidade de procedimentos realizados com objetos perfurocortantes e suas condições.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ERGONOMIA: POSTURA NA OFICINA
Autores: Márcio Antônio Alves de Oliveira Sobrinho e Moacyr Machado Cardoso Junior
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Reparação e manutenção de veículos são atividades carentes de prevenção


O mecânico automotivo é um profissional exposto a diversos riscos no trabalho. Entre eles estão os riscos ergonômicos, os quais se mostram acentuados no aspecto físico, mais precisamente na questão postural, quando induzido a trabalhar com as mãos acima do ombro, com as costas flexionadas ou torcidas. São diversas as posturas que esses profissionais adotam para exercer sua profissão, podendo causar-lhes fadiga, dores ou até mesmo afastamento do trabalho por doença ocupacional.

As atividades que esse trabalhador pode realizar no seu ambiente laboral são várias. Entre elas encontra-se a troca de peças do sistema de escapamento, sendo semelhante às demais em relação aos riscos posturais que apresenta.

Com o intuito de avaliar as posturas adotadas pelo mecânico automotivo na troca de escapamentos, é necessário identificar as tarefas e ações, bem como o ambiente laboral desse profissional, aplicando o método de análise postural OWAS (Ovako Working Posture Analyzing System), de modo a identificar possíveis transtornos ou desvios posturais ao longo da atividade.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: PRÁTICAS INCENTIVADAS
Autores: Dilene Fonseca da Rocha e Paula Fernandes de Aguiar
Foto: Mariana Maia

Premiação obtém melhores resultados para a sustentabilidade das empresas


Atualmente, temas como sustentabilidade e responsabilidade social vêm ganhando mais espaço no mundo corporativo, com as empresas se envolvendo em questões que extrapolam a função básica de ofertar produtos e serviços. Não devemos supor, porém, que a geração de lucros deixou de ser umas das principais metas de uma empresa. A grande mudança é que o caminho para atingi-la, a satisfação dos consumidores, passa cada vez mais pela associação de uma imagem pública a ações de cunho social e de respeito ao meio ambiente.

Permanece, portanto, válido o princípio básico de Michael Porter, economista dos Estados Unidos, de que a vantagem competitiva é decorrente do valor criado pela empresa e percebido por seus compradores, ultrapassando o seu custo de fabricação. No entanto, enquanto nos anos 90 atributos de produtos baseados no trinômio preço versus qualidade versus tempo eram suficientes para garantir a competitividade empresarial, os principais diferenciais de hoje são a gestão ambiental e a responsabilidade social.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO GESTÃO DE SST: MÉTODO RECOMENDADO
Autores: Fernando Argolo dos Anjos e Luiz Carlos de Martini Junior
Foto: Enivaldo Pedro Bilar

DDS dissemina princípios importantes para a cultura da prevenção


Há dez anos, seria inimaginável pensar que no início da jornada de trabalho, ao invés de se debruçar prontamente nas suas tarefas operacionais e de produção, o trabalhador passasse 15 minutos conversando sobre assuntos relacionados ao meio ambiente e à segurança. Afinal, o ditado já dizia que tempo é dinheiro e, nesse sentido, quanto maior o tempo trabalhado, maior também seria a produção.

No entanto, cada vez mais, empresas percebem que um desempenho ambiental e de segurança melhor também reflete positivamente no balanço financeiro anual e, por isso, buscam eliminar ou reduzir os riscos aos quais os empregados e outros colaboradores possam estar expostos, assim como procuram atingir um desempenho ambiental adequado.

Para atingir esses objetivos é fundamental conscientizar os trabalhadores sobre os efeitos da gestão de Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional. Essa não é uma tarefa fácil, pois os empregados e demais colaboradores, de qualquer nível e função, só poderão contribuir eficientemente para a gestão de segurança, meio ambiente e saúde caso compreendam suas responsabilidades e sejam competentes para desempenhar as atividades, incluindo os trabalhadores administrativos, os terceirizados e os temporários.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



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na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO FISIOTERAPIA: REALIDADE PROMISSORA
Autora: Gabriela de Souza
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Inserção da Quiropraxia traz benefícios para os funcionários


Os programas de saúde do trabalhador têm como objetivo a promoção e a proteção da saúde por meio do controle de riscos presentes no ambiente laboral, da avaliação constante com procedimentos de diagnóstico, tratamento e reabilitação. As doenças ocupacionais têm sido motivo de preocupação para muitas empresas e também um grande desafio para os trabalhadores, profissionais da saúde e recursos humanos.

Os DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) vêm crescendo nos últimos anos, sendo responsáveis pelo principal fator de agravo à saúde dos trabalhadores e a segunda causa de afastamento do trabalho no País.

Os danos causados por LER (Lesões por Esforços Repetitivos) ou DORT podem ser classificados como muscular, ósseo, articular, de ligamento, de tendões e de nervos. Dessa forma, o sistema osteomuscular apresentará desconforto (quando forem executados movimentos repetitivos por um longo tempo sem descanso), contribuindo para o surgimento de doenças e para a redução da produção.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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JURISPRUDÊNCIA: OMISSÃO CULPOSA
Autor: José Luiz Dias Campos
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Empresa deve proporcionar a segurança necessária para o funcionamento do local


Cuida a espécie de acidente do trabalho ocasionado por assalto a banco demonstrando a culpa da empregadora em não fornecer a necessária segurança aos empregados e clientes.

Diz a Ementa:
Recurso de Revista - Dano moral - Assalto a banco - Indenização devida
Comprovada a omissão culposa da reclamada pelo dano moral sofrido pelo autor, bem como evidenciado o nexo causal entre o ato e as perturbações psíquicas sofridas pelo autor em face de não ter a reclamada proporcionado a segurança necessária para o funcionamento do estabelecimento. É de se manter a decisão que condenou a reclamada no pagamento de reparação por danos morais. Recurso de revista não conhecido.
Infere-se do acórdão regional que, ao reduzir o valor fixado para indenização, foram observados os critérios da razoabilidade e proporcionalidade com a extensão do dano causado ao reclamante. Tal decisão reveste-se de caráter subjetivo e a avaliação do juízo a quo deve ser respeitada quando proferida dentro dos limites da razoabilidade. Recurso de Revista não conhecido.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição 225 da Revista Proteção.

 

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Edição do Mês
 
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