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Você está em: Edições / Ed. 2/2009
 
Edição 2/2009

MATÉRIA DE CAPA: O AR QUE RESPIRAMOS
Reportagem de Cristiane Reimberg
Foto: Divulgação Dräger Safety do Brasil

Proteção respiratória adequada requer avaliações ambientais, medidas coletivas e individuais, controle médico e PPR eficiente


Os riscos respiratórios estão presentes nos mais diversos ambientes. Na agricultura, nas diversas áreas da indústria, em hospitais ou na construção civil, são necessárias ações para proteger os trabalhadores. Poeiras, gases e vapores, névoas e fumos, atmosferas com deficiências de oxigênio, riscos biológicos na forma de aerossol devem ser analisados. É preciso medir as concentrações dos agentes agressivos, adotar medidas coletivas e recorrer aos Equipamentos de Proteção Respiratória (EPR) como complementação. Mas não basta comprar o EPR, a seleção deve ser adequada e haver treinamento, higienização e manutenção. Esse processo está descrito no PPR (Programa de Proteção Respiratória) da Fundacentro e deve ser seguido por todo o local em que houver necessidade do uso de máscara ou respirador como medida de controle de exposição do trabalhador. Essa obrigatoriedade existe desde 1994, através de instrução normativa do Ministério do Trabalho (IN 01).

"Sempre que houver mudanças na qualidade do ar que respiramos será necessária a investigação para determinar a necessidade ou não do uso de respiradores, seja por causa de poeiras, névoas, gases ou deficiência de oxigênio. Sempre que houver a necessidade de uma pessoa utilizar um respirador para sua proteção, um Programa de Proteção Respiratória (PPR) deverá ser implementado, pois cada Equipamento de Proteção Respiratória é utilizado por um só indivíduo", explica o especialista em Higiene Ocupacional, João Corder.

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Confira a reportagem
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: EDITH SELIGMANN SILVA
Entrevista concedida à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Psiquiatra dedicada à saúde mental dos trabalhadores há 35 anos aponta o que os aflige


Formada em Medicina em 1959, a psiquiatra Edith Seligmann Silva construiu um currículo admirável. Suas pesquisas sobre saúde mental e trabalho começaram nos anos 80, mas já nos anos 70 trabalhava no Hospital do Servidor Público Estadual em São Paulo e atendia professoras com sintomas do que hoje é chamado de burnout. Professora da Faculdade de Medicina da USP, entre os anos de 1971 e 1996, desenvolveu diversos estudos sobre as repercussões do trabalho na saúde mental de trabalhadores industriais, do setor de transportes e psicopatologia do desemprego prolongado. Atualmente trabalha como médica voluntária no Serviço de Saúde Ocupacional do Hospital das Clínicas de São Paulo. Atende trabalhadores de diversas áreas e acompanha de perto os problemas de saúde mental que mais acometem profissionais. Há 35 anos, seja no serviço público ou particular, dedica-se ao atendimento de psiquiatria clínica de trabalhadores. Também está preparando uma reedição atualizada do seu livro "Desgaste Mental no Trabalho Dominado". Nessa entrevista, a médica psiquiatra fala um pouco sobre sua experiência e os transtornos mentais relacionados ao trabalho. Também reflete sobre as relações entre aspectos físicos e psicológicos, assim como os reflexos que a recessão tem na saúde mental do trabalhador.

PROTEÇÃO - Nos anos 80, a senhora já fazia estudos sobre a saúde mental dos trabalhadores. Dessa época para cá, o que mudou?
EDITH -
A primeira pesquisa que fiz sobre a questão tratou de trabalhadores industriais de Cubatão e São Paulo, de 1980 a 1983. Entrevistamos trabalhadores de indústrias de bases siderúrgicas, fertilizantes, petroquímica. Nessa época, o Brasil vivia uma recessão. Quando fiz o projeto, não me dei conta de que isso afetaria os resultados. Fui pesquisar saúde mental, os impactos de mais automação industrial, as condições de trabalho e acabei me deparando com os impactos da recessão na saúde do trabalhador. Havia ameaça de desemprego. O trabalho era mais intenso e com menos proteção. Passados 28 anos, novamente o país passa por uma crise econômica, desemprego e ameaça de recessão. Fico imaginando se aquela situação não vai se repetir de novo. Vimos o sofrimento e o adoecimento mental do trabalhador, ligado a essa conjunção de condições precárias de trabalho. Não havia proteção adequada nem condições humanas para se exercer a atividade. As pessoas estavam trabalhando intimidadas, debaixo de muita pressão. Isso não está se repetindo na atualidade? Há um paralelismo entre o sofrimento mental e o maior risco de acidentes: cansaço mental intensificado, maior tensão emocional, o medo de não dar conta, a exigência de produção. Há o sofrimento ligado ao medo de perder o trabalho e também o gerado pela falta de possibilidades do trabalhador exercer plenamente as suas próprias capacidades e desenvolver seus potenciais. Estamos marcados pelas mudanças tecnológicas, tanto nos meios de produção como na área administrativa.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ELETRICIDADE: PERIGO DESCONHECIDO
Autor: Dilamar de Almeida
Foto: Sérgio Motto

Acidentes nas cooperativas de eletrificação rural estão fora das estatísticas do setor elétrico

O Rio Grande do Sul é composto por 15 cooperativas que atuam na geração e distribuição de energia, beneficiando um milhão de gaúchos.

As estatísticas sobre os acidentes do setor elétrico brasileiro são disponibilizadas, todos os anos, através da Fundação COGE. A referida Fundação disponibiliza somente dados das distribuidoras de energia, sem envolver as cooperativas. Portanto, não existem levantamentos estatísticos de acidentes no sistema cooperativo do RS, ou seja, não se conhecem os acidentes ocorridos. Sendo assim, não se tem dados para agir de forma a minimizar sua incidência.

Foi elaborado um questionário padrão  para todas as cooperativas envolvidas. Das quinze cooperativas, somente oito concordaram em responder as questões.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO ACIDENTE DE TRABALHO: OBRIGAÇÃO DE QUEM?
Autores: Alexandra Rinaldi e Dorival Barreiros
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

É objetiva a responsabilidade das empresas pelos danos causados aos empregados


Acidente, na linguagem corrente, é um acontecimento imprevisto ou fortuito que causa dano à coisa ou à pessoa. Essa era a definição vigorante no século 19, que considerava o acidente de trabalho como um acontecimento súbito, de obra do acaso, casual, fortuito, ou imprevisto, de causa externa. A ideia era de infelicidade e falta de sorte da vítima.

Isto não mais se sustenta nos dias atuais, porque grande parte dos acidentes decorre da ausência de cuidados mínimos e especiais na adoção de medidas coletivas e individuais de prevenção dos riscos ambientais. Além disso, há inúmeras atividades caracteristicamente perigosas, cujos acidentes não são considerados meros infortúnios do acaso. São eventos previsíveis e preveníveis. Suas causas são identificáveis e podem ser neutralizadas ou eliminadas. Não se confunde evento imprevisto com evento imprevisível. O evento imprevisível é desconhecido da comunidade humana que o observa; o evento imprevisto é indesejado tão-somente.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO HIGIENE OCUPACIONAL: CONTROLE URGENTE
Autores: Vania Eugênia da Silva, Simone Caldas Tavares Mafra, Cláudio Lísias Mafra, Amaury Paulo de Souza, Elaine Cavalcante Gomes
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Lavanderias de indústrias de abate de carne precisam de normatização específica


Muitos administradores e gestores de indústrias de abate e processamento de carne encontram-se despreparados para lidar com o setor de lavanderia, responsável pela higienização das roupas dos trabalhadores da linha de produção de alimentos. Esta realidade contribui para o aumento da insalubridade inerente a este ambiente de trabalho e compromete a qualidade do produto oferecido ao usuário, seja como demandante do uniforme ou do produto alimentício.

A inexistência de normas e/ou orientações específicas agrava ainda mais a situação de risco aos trabalhadores, podendo comprometer a QVT (Qualidade de Vida no Trabalho).

No Brasil, as informações técnicas sobre as lavanderias de indústrias de abate e processamento de carne são escassas. Algumas portarias do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), como a Portaria 711, de 1995, definem lavanderia como o local onde são realizados os trabalhos de lavagem das roupas profissionais, devendo ser mantida devidamente higienizada. Percebe-se que tal definição é vaga, afinal, ela não enfatiza aspectos importantes sobre estrutura, exigências em termos de separação de áreas e fluxo cruzado entre as roupas limpas e as sujas. Através da Portaria 711, entende-se que qualquer ambiente onde as roupas são higienizadas pode ser considerado uma lavanderia, independente de sua estrutura e organização.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO VESTIMENTAS: DIFUSÃO TECNOLÓGICA
Autores: Kiyoshi Yanai, Humberto Ramos e Viviane Corrêa Aguiar
Foto: Hamilton Humberto Ramos

Profissionais precisam se conscientizar sobre métodos seguros de trabalho


O desenvolvimento da qualidade das vestimentas de proteção para riscos químicos vem sendo proporcionado pelo Programa IAC de QUEPIA (Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura). Porém, não devemos esquecer de que dentro dos princípios básicos, a Segurança do Trabalho deve ser implementada, inicialmente, na fonte, posteriormente na trajetória e, finalmente, no indivíduo. Assim, a segurança do trabalhador deve ser complementar, controlando os riscos residuais. Apesar disso, quando o problema refere-se à aplicação de agrotóxicos, a Segurança tem sido, perigosamente, reduzida em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), principalmente em função do baixo conhecimento sobre alguns aspectos básicos por parte de técnicos e trabalhadores. Isso tem levado os técnicos do CEA/IAC (Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico), ligados à QUEPIA, a trabalhar outra importante área: a difusão de tecnologias.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO GESTÃO: TRADUZINDO A SEGURANÇA
Autores: Alexandra Rinaldi e Dorival Barreiros
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

A comunicação de risco é uma ferramenta essencial para as organizações

A comunicação de risco é um tema complexo e abrangente que envolve situações de risco, sejam elas decorrentes de ações humanas, naturais ou industriais.

Este artigo tem como objetivo evidenciar a importância da comunicação de risco para as organizações e, ao mesmo tempo, apontar os benefícios e as limitações que as corporações encontram ao incorporarem este tema nos seus processos de gestão.

A comunicação de risco é um assunto que traz intrínseco uma complexidade em razão de sua abordagem ser, geralmente, interdisciplinar. Seu escopo de abrangência é cada vez maior dentro das organizações.

Questões relacionadas aos problemas decorrentes da gestão ambiental, da gestão da Segurança e Saúde do Trabalho, de acidentes tecnológicos e mesmo as questões relacionadas com o risco do negócio da organização, podem ser melhor compreendidas pelas partes interessadas a partir da percepção da importância da comunicação de risco.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO DOENÇA OCUPACIONAL: DIREÇÃO PERIGOSA
Autor: Dirceu Rodrigues Alves Jr.
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

A vibração traz riscos à saúde dos motoristas profissionais

Já em 1862, Maurice Reynaud, médico francês, preocupava-se com a repercussão das vibrações sobre o organismo humano, que produziam distúrbios vasculares. Ele estudou, principalmente, as reações causadas nas mãos e nos braços que ganharam o nome de Fenômeno de Reynaud - Vibração Segmentar.

Mais tarde, Loriga e Alice Hamilton exploraram o tema e constituíram a base das pesquisas que evoluem, até hoje, caracterizando danos importantes ao organismo causados pela vibração segmentar e de corpo inteiro. As pesquisas mais recentes constatam que os motoristas estão expostos a níveis perigosos de vibrações, principalmente, na faixa de frequência de ressonância da coluna vertebral.

Revisando pesquisas sobre o assunto elaboradas por engenheiros de Segurança e médicos do Trabalho, em centros como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, concluiu-se que a vibração no transporte público chega a ser 70 por cento maior do que deveria. Tanto usuários e, especialmente, operadores de transporte, são submetidos ao risco durante todo o trajeto e toda a jornada de trabalho, sujeitos aos sinais e sintomas do viajante e doenças ocupacionais.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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ARTIGO ASSESSORIAS: PROCURA-SE QUALIDADE
Autor: Antônio Carlos Vendrame
Foto: Edson da Cruz Maria

Empresas precisam ter mais cuidado ao escolher prestadoras de serviços em SST


Quando a empresa resolve contratar os serviços de Segurança do Trabalho de uma consultoria, tendo em vista somente o menor preço sem levar em consideração o seu histórico e seu aparato técnico, pode estar comprando um trabalho inadequado e em desacordo com os preceitos das NRs (Normas Regulamentadoras).

Atualmente, a área de Segurança e Saúde do Trabalho passa por alterações significativas e assume, cada vez mais, um papel de importância nas companhias que pretendem se destacar no mercado. Infelizmente, o quadro é crítico. Muitas empresas acreditam que a SST é algo meramente figurativo e que existe somente para cumprir determinada legislação.

Então, o que acontece? Muitas empresas contratam quaisquer serviços e, nem ao menos, se preocupam com os resultados que, às vezes, podem ser catastróficos. Pior ainda é o fato da contratação destes serviços não estar condicionada ao crivo do setor de SST, mas sim aos departamentos de suprimentos ou compras, cuja única preocupação é somente com os menores valores.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

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JURISPRUDÊNCIA: CONDENAÇÃO CONFIRMADA
Autor: José Luiz Dias Campos
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Havendo negligência do empregador torna-se caracterizada a culpa

Responsabilidade Objetiva Inadmissível em face do disposto no artigo 7º, inciso XXVIII, da Constituição Federal. Cuida a presente decisão de aplicação da responsabilidade subjetiva aonde se exige a prova da culpa do causador do dano. No caso em tela esta culpa, na modalidade de negligência restou comprovada. Condenação confirmada em segundo grau. Trata-se de Recurso Ordinário interposto originalmente na 51ª Vara do Trabalho de São Paulo, julgado pelo TRT da 2ª Região. 

EMENTA
Acidente do Trabalho. Responsabilidade Subjetiva. Nexo Causal entre dano e ação/omissão da empregadora. Obrigação de indenizar. Compete ao tomador dos serviços empreender as providências necessárias à segurança do trabalhador, cuja omissão caracteriza-se em negligência, dela decorrendo o dever de indenizar os danos materiais e morais que tenham atingido o obreiro. Inconformados com a referida sentença (fls. 85/88), que julgou parcialmente procedente a reclamação trabalhista, recorreram ambas as partes. A reclamada, no mérito, insistiu na culpa exclusiva da vítima pelo ocorrido, o que a isentaria do dever de indenizar, subsidiariamente, requerendo a redução no valor arbitrado à indenização devida ao reclamante. Batalhou, ainda, pela reforma da mencionada sentença e a exclusão da condenação ao pagamento de diferenças de saldo de salário, porque já houvera pago. O autor, em recurso adesivo, pleiteou a majoração do valor atribuído à indenização por danos morais, em razão da gravidade do acidente e suas conseqüências. Contra-razões (fls.126/136 e 144/149), sem parecer ministerial.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 206 da Revista Proteção.

Edição do Mês
 
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