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Você está em: Edições / Ed. 1/2009
 
Edição 1/2009

MATÉRIA DE CAPA: COM MUITO CUIDADO
Reportagem de Marla Cardoso e Litiane Klein
Foto: Divulgação Vertical Pró

Adequação dos equipamentos, uso correto de EPIs e EPCs e treinamento são os principais aliados para assegurar quem trabalha em locais altos


Altura. O que para muitas pessoas é motivo de medo e vertigem é realidade na rotina de diversos trabalhadores que realizam as mais diferentes atividades em cima de andaimes, plataformas ou suspensos por cordas e cadeiras. A necessidade da realização de atividades em altura e, em contrapartida, os acidentes relacionados a este tipo de trabalho - em especial a queda, que normalmente gera acidente grave ou óbito - são representativos no Brasil. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) avaliou 1.783.993 CATs (Comunicação de Acidente de Trabalho) enviadas pelo INSS, para o período de janeiro de 2005 a maio de 2008. Deste universo, constatou em sua análise, que há 314.240 Comunicações referentes a quedas. E mais: dessas quedas há 205.832 que correspondem a quedas com diferença de nível.

O engenheiro Civil e de Segurança e auditor fiscal do trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP), Gianfranco Pampalon, atribui ao trabalho em altura o maior número de acidentes fatais na Construção Civil. Especialmente na cidade de São Paulo, dados do Programa Estadual  da Construção da SRTE demonstram que, no período de 2000 a 2008, ocorreram 58 óbitos resultantes de quedas de trabalhadores somente neste setor. Para contribuir na redução desses acidentes e dos riscos àqueles que atuam em altura, o uso dos EPIÂÂÂÂ’s (Equipamentos de Proteção Individual) e EPCÂÂÂÂ’s (Equipamentos de Proteção Coletiva), treinamento e cuidados com a saúde do trabalhador são essenciais. Além disso, governo, empresários e empregados têm ampliado as discussões sobre as normas que dão diretrizes sobre a Saúde e Segurança no Trabalho em altura, propondo alguns avanços que já começam a ser sentidos pelos trabalhadores.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: INTENSIFICANDO O CONTROLE
Entrevista concedida ao jornalista Juliano Rangel
Foto: Arquivo Funcoge

Gestor de SST da Fundação Coge revela ações prioritárias no setor elétrico


Composta por 63 empresas do Sistema Elétrico de Potência (geração, transmissão e distribuição de energia), a Fundação Coge (Comitê de Gestão Empresarial) produz anualmente o Relatório Estatístico de Acidentes no Setor Elétrico Brasileiro. Através destes dados, o Gerente de Segurança e Saúde da Fundação, César Vianna Moreira, revela os segmentos que mais necessitam de ações preventivas. Ele diz que a pesquisa de 2007, que reuniu informações de 76 empresas do SEP, incluindo também dados enviados por empresas que não são associadas, mostra uma redução de acidentes entre os empregados próprios e terceirizados. O estudo revela ainda que não houve acidentes fatais por queda com empregados próprios. Segundo César, este resultado comprova a eficácia das ações da Fundação em prol da Segurança e Saúde dos trabalhadores do setor.

Atuando na área desde 1973, onde iniciou como Técnico de Segurança da Light, no Rio de Janeiro, Vianna foi convidado, mais tarde, a integrar a Fundação, permanecendo, desde 2000, à frente da organização técnica do Seminário Nacional de Segurança e Saúde no Setor Elétrico (SENSE), da elaboração do Relatório Estatístico e de diversos programas e ações que visam o combate aos acidentes no setor. Vianna é engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho e Pós-Graduado em Administração para Executivos e em Gestão de RH.

PROTEÇÃO - O relatório anual de estatísticas de acidentes no setor elétrico brasileiro, com base no Sistema Elétrico de Potência (geração, transmissão e distribuição), é uma importante ferramenta em prol da segurança do trabalhador. Quando começou a ser produzido este relatório?
VIANNA
- Ele começou a ser realizado em 1976, pela Eletrobrás. Mas a partir de 1999, o relatório passou a ser feito pela Fundação COGE. É importante ressaltar que o relatório estatístico é um material que não se restringe apenas ao setor elétrico. Alguns acidentes que registramos no setor elétrico, também ocorrem em indústrias de outros segmentos. Hoje em dia, muitas indústrias possuem sistemas elétricos de potência e geração própria. Ou seja, estão suscetíveis ao mesmo tipo de acidente recorrente em nosso setor. É importante elas conhecerem estes riscos e se prevenirem de eventuais acidentes.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO NR-33: IDENTIFICANDO OS PERIGOS
Autor: Giovanni Moraes de Araújo
Foto: Acervo Stonehenge

Informação sobre os procedimentos em espaços confinados pode reduzir acidentes


Existe uma coincidência incrível nos acidentes fatais envolvendo espaços confinados: a falta de informação. A maioria das pessoas sofre acidentes pelo simples fato de não ter identificado o local como um espaço confinado. O desconhecimento resulta na dificuldade das pessoas em entender os cenários possíveis de acidente envolvendo os trabalhos realizados em espaços confinados.

Neste tipo de acidente, é muito comum a ocorrência de diversas vítimas, pois as pessoas tentam ajudar as vítimas sem os recursos adequados de salvamento. Há muitas definições sobre espaço confinado. Aqui, utilizaremos como referência a Norma ABNT 14.787, que diz que é qualquer área não projetada para ocupação contínua e que apresenta meios limitados de entrada e saída. A ventilação existente também é insuficiente para remover contaminantes perigosos e/ou deficiência e enriquecimento de oxigênio que possam existir ou se desenvolver.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO VESTIMENTAS: MATERIAIS EM ANÁLISE
Autores: Kiyoshi Yanai, Hamilton Humberto Ramos e Viviane Corrêa Aguiar

Tecidos e tratamentos para confecção de roupas para agricultura são avaliados em laboratório


De forma paralela ao desenvolvimento de normas, os técnicos ligados ao Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura (QUEPIA) vêm trabalhando na avaliação da qualidade dos materiais disponibilizados no mercado, bem como no desenvolvimento de novos materiais e tratamentos para a confecção de vestimentas de proteção para risco químico na agricultura. Isso porque apesar dos testes de desenvolvimento, na década de 90, terem sido realizados com apenas um tratamento e um material, este tratamento foi extrapolado para vários outros tipos de tecido, ou não-tecido, sem que uma avaliação complementar fosse realizada. Além disso, quando testes de lavagens são mencionados em ensaios com EPIs, tais lavagens são realizadas de forma não padronizada, o que impede a reprodutibilidade dos resultados ou a comparação entre os resultados de laboratório com aqueles obtidos no campo.

Para que tal trabalho fosse possível, foi iniciado no Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA/IAC) a estruturação do Laboratório de Avaliação da Qualidade de Vestimentas de Proteção para Risco Químico, onde não apenas a vestimenta como também a matéria-prima utilizada na sua confecção são avaliados. A variação nos resultados obtidos para um mesmo tecido, no início dos trabalhos, de pronto mostrou que outras características, que não apenas o tipo de tecido e tratamento, estavam interferindo significativamente na proteção proporcionada pelos materiais. Iniciou-se então um estudo sobre a qualidade dos tecidos e a sua interferência na proteção, através de visitas a algodoeiras, fiações, tecelagens e centros de avaliação da qualidade de tecidos, ficando claro que, para um mesmo nível de proteção, o tratamento deverá ser adequado às características e qualidade do tecido considerado. Portanto, alterando-se o tecido o tratamento deverá ser alterado.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO SAÚDE OCUPACIONAL: MAL INVISÍVEL
Autora: Dolores Sanches Wunsch
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Doenças provocadas pelo amianto precisam de mais atenção


Este artigo traz uma análise da realidade social dos trabalhadores expostos ao amianto, no Rio Grande do Sul, partindo do contexto sócio-histórico e das repercussões na contemporaneidade sobre a sua saúde. Demonstra também, que as doenças relacionadas à exposição ao mineral se manifestam após prolongado período de latência, com implicações sobre seu processo de reconhecimento e de proteção social do trabalhador.

Paradoxalmente, os mecanismos de vigilância e monitoramento da população exposta são incipientes. A falta de proteção social dos trabalhadores expostos ao amianto se apresenta duplamente invisível. Por um lado, mascara-se a história ocultando todo o processo de insegurança ocupacional e, em consequência, o reconhecimento das doenças relacionadas e os direitos decorrentes. Já por outro lado, a fase pós-banimento do mineral, embora possa representar um avanço imprescindível nessa luta, poderá constituir em outra forma de ocultamento dessa realidade, na medida em que poderá ampliar os níveis de falta de informação sobre seus agravos.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ERGONOMIA: ALIADAS NA PREVENÇÃO
Autores: Pedro Ferreira Reis, Antonio Renato Pereira Moro e Leila Amaral Contijo
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Ergonomia e ginástica laboral andam juntas na luta contra as doenças ocupacionais


Com a modernidade das organizações, veio também o aumento de patologias no meio laboral, com índice de repetitividade cada vez maior e, muitas vezes, sem a possibilidade de se aplicar rodízios fisiologicamente adequados, afetando a saúde dos trabalhadores com determinação de pausas inadequadas.

O importante é não deixar a doença alcançar a fase clínica para que a cura não fique difícil. A tenossinovite tem alguns estágios de agravamento e ressalva a necessidade de verificar a organização do trabalho da empresa e de suas atividades de risco.

Entender a tenossinovite quanto às suas consequências, causas e precauções é um fator indispensável para a melhoria dos ambientes de trabalho, principalmente quando for repetitivo. Através dos anos, vários estudos apontam que as tendinites são mais frequentes nas mãos e nos punhos dos trabalhadores que executam tarefas repetitivas, ou seja, uma incidência 29 vezes maior do que em trabalhadores que executam atividades lentas.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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JURISPRUDÊNCIA: INDENIZAÇÃO PREVISTA
Autor: José Luiz Dias Campos
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

O valor milionário dá-se por danos causados a interesses difusos e coletivos


Em nossas palestras sobre as responsabilidades civis e criminais decorrentes dos acidentes e doenças do Trabalho, ministradas em todo o Brasil, alertamos os empregadores sobre a possibilidade do Ministério Público do Trabalho ingressar com ações coletivas, com o objetivo de impedir a exposição de trabalhadores a doenças profissionais. Isso, por estarem mantendo seus ambientes de trabalho sem as mínimas condições de Segurança e Saúde, mandando às favas as normas regulamentadoras, as instruções normativas existentes exatamente para prevenir danos à saúde dos colaboradores. Até pouco tempo as empresas que não cuidavam da Saúde e Segurança de seus colaboradores estavam acostumadas a ações indenizatórias individuais, ajuizadas por este ou aquele ajudante mais lúcido e que se dispunha a enfrentar um processo demorado.

Todavia, o Ministério Público, até então Estadual e agora o do Trabalho, passou a ter um instrumento processual fulminante por meio da Ação Civil Pública, com o objetivo de prevenir acidentes e doenças do Trabalho previsíveis e evitáveis. Não apenas objetivando o colaborador individualmente, mas sim a coletividade de trabalhadores expostos a um meio ambiente do trabalho adulterado. Os direitos deixaram de ser apenas individuais e passaram a ser protegidos os coletivos inclusive, ou seja, a totalidade de trabalhadores expostos.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 205 da Revista Proteção.

 

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