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Você está em: Edições / Ed. 11/2010
 
Edição 11/2010
MATÉRIA DE CAPA: UM NOVO SESMT É POSSÍVEL?
Reportagem de Marla Cardoso
Foto: David José Cardoso / Belgo Bekaert Arames

O futuro do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho é discutido entre os prevencionistas

Quando o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) foi criado, em 1967, pelo Decreto-Lei 229 - tendo sido regulamentado em 1972 pela Portaria nº 3237 -, o hoje técnico de Segurança do Trabalho Cosmo Palásio era adolescente. "Eu não tinha a mínima ideia da relação trabalho - doença - morte, embora dentro da minha família convivesse com meu avô que, vítima de acidente de trabalho, havia perdido a ponta de um dedo", recorda. Anos mais tarde, Cosmo se dedicaria à área de Saúde e Segurança do Trabalho e acompanharia, a partir do ano 2000, os debates para a proposta de alteração da Norma que regulamenta o SESMT, a NR 4.

As discussões para a atualização do documento se estenderam por oito anos e o Grupo de Trabalho Tripartite (GTT), composto por representantes do governo, empregadores e empregados, não chegou a um consenso. Um ano e meio depois da interrupção das discussões de atualização da norma, prevencionistas de todo o país ainda divergem sobre o futuro do serviço no Brasil. Nas próximas páginas você vai conferir opiniões sobre o modelo adotado e, de acordo com quem atua na área de Saúde e Segurança do Trabalho, o que pode ser considerado um SESMT compatível com a realidade laboral do país. As opiniões vão desde inserir a participação dos trabalhadores na gestão do serviço, passando pelo controle do estado sobre a atuação e a qualidade das empresas prestadoras de serviço em SST e a multiprofissionalidade do serviço.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_entrevista.jpg

ENTREVISTA: LAURA MAFFEI
Entrevista concedida à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Especialista fala sobre gestão de substâncias químicas e problemas enfrentados

"Caminhamos para um mundo sustentável, mas muito mais devagar do que gostaríamos". Essa análise da engenheira argentina, Laura Maffei, ilustra tanto a questão dos riscos químicos presentes no mundo do trabalho quanto outros desafios ambientais, como a mudança climática. Em um modelo de desenvolvimento que prioriza o crescimento e o lucro, nem sempre a saúde e o meio ambiente ganham as discussões internacionais. Coordenadora para a América Latina da Sustainlabour - Fundação Internacional do Trabalho para o Desenvolvimento Sustentável, ela tem atuado no Brasil, no Chile e no Uruguai para a implementação do SAICM (Enfoque Estratégico para a Gestão Internacional das Substâncias Químicas) por trabalhadores. O objetivo é ter políticas para gestão dos produtos químicos, observando todo o ciclo de vida das substâncias. Isso significa a segurança química vivenciada nos ambientes de trabalho, respeitando-se princípios da prevenção, da precaução e da substituição. Nessa entrevista, a especialista fala sobre a situação dos três países da América do Sul que vem acompanhando, o papel de sindicatos, governos e empresas, além de abordar questões como nanotecnologia e química verde.

PROTEÇÃO - Como está a implementação do SAICM na América Latina?
LAURA -
Não conheço a situação na América Latina como um todo, mas estamos trabalhando em um projeto para a implementação do SAICM com os trabalhadores no Brasil,  Uruguai e Chile. São ações de formação. Tivemos um seminário internacional em julho desse ano na cidade de São Paulo, que deu continuidade à Conferência Tripartite sobre a Gestão Segura e Saudável dos Produtos Químicos, que ocorreu na Fundacentro em abril de 2009. Na reunião de 2010, os pontos focais do SAICM demonstraram o que está sendo feito nos três países. Percebemos que estão avançando, se compararmos com o que foi apresentado no ano passado, especialmente na classificação e rotulagem de produtos químicos e também na implementação dos planos de substituição e eliminação do mercúrio. Cada país tem prazos estabelecidos. Temos trabalhado integrando sindicatos, departamentos ambientais e responsáveis pela política nacional de segurança química.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_artigo_ergonomia.jpgARTIGO ERGONOMIA: DESCONFORTO NO CONSULTÓRIO
Autores: Pedro Ferreira Reis e Antonio Renato Pereira Moro
Foto: Arquivo Pessoal

Profissionais de Odontologia devem conscientizar-se para cuidarem de suas articulações

A ergonomia é percebido nos ambientes de trabalho, destacando-se as melhorias nos equipamentos odontológicos. Essa melhora do conforto do dentista, embora significativa, ainda não proporciona um ambiente totalmente livre de posturas incorretas. Em seu consultório as questões antropométricas, psicossociais e ambientais devem ser consideradas, para que não ocorra o desenvolvimento de patologias ocupacionais nesse profissional.

Nas tarefas laborais executadas pelos dentistas uma das articulações mais sobrecarregadas são as articulações dos ombros, destacando-se a articulação glenoumeral. Conforme o médico do Trabalho, Hudson de Araújo Couto, a articulação do ombro é bastante complexa, especialmente o manguito rotador. Seus movimentos permitem ao indivíduo significativas mudanças posturais e posições técnicas. No entanto, todos os movimentos extremos do ombro somente podem ser executados poucas vezes e contra pequena resistência. Caso contrário, poderão vir a sofrer de sobrecarga e, consequentemente, originar uma lesão.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_artigo_riscos_ocupacionais.jpgARTIGO RISCOS OCUPACIONAIS: TOLERÂNCIA LIMITADA
Autores: Aldiney Pinheiro e Rafael Costa
Foto: Arquivo Pessoal

Levantamento ambiental analisa condições de trabalho em uma indústria de café

O café é importante para o Brasil desde a época do Império. O produto se adaptou tão bem ao solo e clima brasileiro que quatro anos após o estabelecimento da cultura no País, em 1727, já ocorriam as primeiras exportações.

Segundo a ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café), o Brasil ainda é o principal exportador do produto, com uma exportação média, nos últimos três anos, de 28,3 milhões de sacos.

Em indústria de torrefação e moagem de café não é necessário um enorme parque industrial devido ao processo de produção não apresentar grandes complexidades, porém, como qualquer outro processo, requer prática intensa e largos conhecimentos técnicos.

Fornalha, torrador, moinho e embaladores são, em geral, os equipamentos utilizados no processo industrial.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_artigo_protecao_maquinas.jpgARTIGO PROTEÇÃO DE MÁQUINAS: EVOLUÇÃO POSSÍVEL
Autor: Leonardo Nascimento
Foto: Divulgação Krafix

Tecnologias seguras e produtivas possibilitam transformação em forjarias

O sonho de grande parte dos profissionais de Segurança do Trabalho é atuar em ambientes limpos, com boa iluminação e livres de situações perigosas ou danosas à saúde e à integridade do ser humano. Ora, este é o objetivo destes profissionais, mas, a realidade é muito diferente. Somos um país em crescimento, finalmente em crescimento, e isto nos trás as mazelas da ausência de planejamento estratégico em Segurança e Saúde do Trabalho. Muito se busca em produtividade e qualidade, mas pouco se direciona para este setor tão importante para a qualidade de vida dos trabalhadores. Na maioria das vezes não é descaso dos executivos das empresas. É, sim, ausência de cultura em segurança e conhecimento técnico que acumulamos ao longo de décadas por conta de uma legislação ambígua e simplista. Felizmente esta é uma característica em fase final de ser corrigida: a nova NR 12 já está praticamente pronta para publicação e nós prevencionistas estaremos mais cobertos por informações e embasamento legal.

Entre os ambientes fabris perigosos estão as forjarias, muito propensas a falhas mecânicas especialmente pelo ambiente agressivo e perigoso. Inevitavelmente quem estiver envolvido em processos de segurança neste seguimento industrial vai se deparar com problemas extremamente difíceis de solucionar do ponto de vista laboral.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_artigo_mineracao.jpgARTIGO MINERAÇÃO: CONCEITOS DEFINIDOS
Autores: Sérgio Médici de Eston, Wilson Siguemasa Iramina, Alessandra Isabella Sampaio Martins e Reginaldo Pedreira Lapa
Foto: Sílvio Simões

Programa de gerenciamento de riscos define termos para diminuir erros de comunicação

Quando se fala em gerenciamento de risco, é importante que as pessoas envolvidas nesse processo entendam corretamente os principais conceitos e definições associados. É preciso que todos falem a mesma linguagem, de forma a não haver lacunas no processo de comunicação que possam contribuir para a ocorrência de um evento indesejado.

No entanto, homogeneizar conceitos e definições pode se tornar uma tarefa muito complicada, em função da variedade de termos que vem sendo usada, tanto por profissionais da área de meio ambiente, quanto por aqueles que atuam direta ou indiretamente em atividades associadas à Segurança do Trabalho, Saúde e/ou Higiene Ocupacional.

No Brasil, os termos perigo e risco têm sidos utilizados de modo confuso e com deficiente correspondência com o significado dos termos em inglês.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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http://www.protecao.com.br/upload/protecao_edicao/227_artigo_amianto.jpgARTIGO SAÚDE: EM DEFESA DA VIDA
Autor: João Carlos Duarte Paes
Ilustração: Beto Soares/Estdúdio Boom

Indústrias de fibrocimento devem substituir o amianto por outras fibras alternativas


Ao longo da História, a humanidade desenvolveu soluções que a ajudaram a prosperar. A evolução é marcada pela melhoria da solução anterior ou a criação de uma nova que a substitua com maior eficácia. Durante a Pré-História, por exemplo, a pedra era a principal matéria-prima na fabricação de ferramentas. Com o passar do tempo, a humanidade descobriu como utilizar metais para os mesmos fins (cobre, ferro, bronze, entre outros). O homem passou, então, a desenvolver uma ciência capaz de estudar e até modificar a matéria-prima fornecida pela natureza.

De acordo com alguns especialistas, a palavra química se origina da palavra chyma, que significa "fundir" ou `moldar um metal`.

Mais adiante, em 1880, Thomas Edison construiu a primeira lâmpada incandescente utilizando uma haste de carvão que aquecida passava a emitir luz. Como o filamento de carvão tinha pouca durabilidade, Edison começou a fazer experiências com ligas metálicas. A necessidade de maior durabilidade e rendimento nos trouxe a lâmpada como conhecemos hoje: com filamento de tungstênio.



Confira o artigo
na íntegra na Edição 227 da Revista Proteção.

 

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