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Você está em: Edições / Ed. 2/2011
 
Edição 2/2011

LEGISLAÇÃO: NR 12 - MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Nova NR 12 traz detalhamentos sobre instalações e dispositivos de segurança

A espera acabou. A aguardada revisão da NR 12 foi apresentada pelo Ministério do Trabalho e Emprego no dia 17 de dezembro de 2010, por meio da Portaria 197, e publicada no Diário Oficial da União no dia 24 de dezembro, obtendo uma retificação no DOU do dia 10 de janeiro. Com uma série de mudanças com relação à versão anterior, a nova NR 12 surpreende, inicialmente, pelo seu tamanho. O texto que antes englobava apenas seis itens principais e mais dois anexos (motosserras e cilindros de massa), agora passa a especificar 19 itens principais, contando com três apêndices, sete anexos e um glossário. A atualização traz explicações bem mais detalhadas sobre instalações e dispositivos de segurança, o que deve revolucionar a forma como a segurança dos trabalhadores em relação às máquinas era vista até então.

Resultado de um intenso processo tripartite, a nova redação da Norma contemplou peculiaridades de diferentes modelos de máquinas e equipamentos presentes nos distintos setores de atividades. "O que diferencia esta nova versão é o fato de termos conseguido inserir informações detalhadas sobre instalações e dispositivos de segurança para que a máquina seja concebida de forma segura para o trabalhador", salienta a coordenadora do GTT da NR 12 e auditora fiscal da SRTE/RS, Aida Becker.

Dentro desta premissa, foram concebidos anexos específicos para a proteção de motosserras, prensas e similares, máquinas para panificação e confeitaria, açougue e mercearia, calçados e afins, injetoras de materiais plásticos e máquinas e implementos para uso agrícola e florestal. "Por ter sido revista junto com os fabricantes de máquinas dos respectivos setores, com o setor patronal e com os trabalhadores, a norma obteve uma concepção de segurança em máquinas que se iguala às exigências internacionais, apresentando esclarecimentos mais pontuais sobre os requisitos de segurança", avalia Roberto do Valle Giuliano, representante da bancada do Governo no GTT da NR 12.



Confira a legislação
na íntegra na Edição 230 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: JORGE COLETTO
Entrevista à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Cristiane Reimberg

Profissional precisa falar a linguagem do empresário e criar indicadores pró-ativos

O engenheiro de segurança Jorge Coletto tem em seu currículo empresas como a Volkswagen e o Banco Itaú, onde foi responsável pelos sistemas de gestão de SST. Para aprender a falar a linguagem do empresário decidiu cursar Administração. Com essas duas formações, procurou envolver a alta direção das empresas na gestão, criar indicativos pró-ativos de saúde e segurança e mostrar os ganhos monetários do investimento em prevenção. Essa visão, aliada à experiência de ter participado de discussões da OIT (Organização Internacional do Trabalho), fez com que hoje assumisse mais uma bandeira: a construção de uma Norma Brasileira de Gestão de SST. Foram dois anos de trabalho para criar a NBR 18801, de Requisitos, que envolveu mais de 120 profissionais prevencionistas. A missão do grupo agora é criar uma NBR que traga orientações para implementá-la. Para uma gestão efetiva ainda defende a participação do trabalhador, que é quem conhece os problemas, e que todas as mudanças de uma empresa, antes de efetivadas, sejam analisadas pela área ocupacional. Como professor de Pós da UNIP e coordenador do curso de Engenharia de Segurança na região do Vale do Paraíba, Coletto defende a revisão do conteúdo programático, que está desatualizado no País. Já para o futuro, o engenheiro vislumbra a integração da SST com a gestão da qualidade, do meio ambiente e da responsabilidade social.


PROTEÇÃO - Você participou da construção da NBR 18801: Sistema de Gestão de SST: Requisitos. Como foi esse processo?
COLETTO
- Foi um processo muito difícil e discutido amplamente com um grupo grande de profissionais. Tivemos no início alguns problemas de direcionamento da norma, mas depois conseguimos superá-los. Seguimos como eixo o que preconizava a recomendação da OIT e OSHA, de 2001. O que facilitou foi que participei da recomendação da OIT em Genebra e depois da Convenção 187, discutida em 2005 e 2006.

PROTEÇÃO - Como foi a experiência em Genebra?
COLETTO
- Em Genebra, participei da plenária, das discussões e depois do primeiro congresso em que foram aprovados os documentos. O trabalho de negociação foi muito amplo entre os países para que se tivesse uma visão clara de como o mundo vê um sistema de gestão. Essa participação me ajudou muito. Agora vemos que a CTPP está discutindo uma NR de gestão, o que acho um absurdo. Uma lei não pode definir como uma empresa deve gerir os seus negócios. Quando definimos o sistema de gestão da 18801 pensamos em uma gestão que seja integrada ao negócio da empresa. Como é possível criar uma lei que vai definir como gerir isso? Gestão é algo estratégico para uma empresa, não se define por meio de lei.



Confira a entrevista
na íntegra na Edição 230 da Revista Proteção.

 

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PRÊMIO PROTEÇÃO BRASIL: INFORMAÇÃO QUE PREVINE
Foto: Divulgação Andrade Gutierrez

Análise dos indicadores de Segurança do Trabalho motivou o investimento em campanhas educativas

Enquanto saúde, segurança, meio ambiente e responsabilidade social ganham cada vez mais espaço nas corporações, a Gestão Corporativa da Construtora Andrade Gutierrez deu um passo à frente. Dentro de seu contexto de grandes obras, a empresa de construção civil pesada, lançou mão de uma estratégia desafiadora. A identificação dos principais agentes de Segurança do Trabalho na análise crítica do SGI (Sistema de Gestão Integrada) motivou o trabalho de conscientização.

Batizado de "A Gente Trabalha com Segurança", o projeto buscou prevenir riscos associados à segurança dos trabalhadores, com base na avaliação dos indicadores de Segurança do Trabalho: TFCA (Taxa de Frequência com Afastamento), TFSA (Taxa de Frequência sem Afastamento) e TG (Taxa de Gravidade). Essa visão estratégica e o comprometimento da Construtora para garantir a segurança e a saúde dos funcionários foram reconhecidos pelo Prêmio Proteção Brasil 2010 como Melhor Case de Capacitação em SST.

"Identificamos a necessidade de definir uma forma de comunicação que facilitasse o entendimento da cultura de prevenção pelos funcionários e subcontratados", destaca Érico da Gama Torres, representante da direção do SGI. Em 2008, por meio do acompanhamento dos indicadores de Segurança do Trabalho, a empresa constatou quais eram as atividades mais representativas. Na lista estavam tarefas que poderiam causar lesões nas mãos e membros superiores, práticas envolvendo trabalhos em altura, máquinas e equipamentos, e serviços com eletricidade.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 230 da Revista Proteção.

 

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PRÊMIO PROTEÇÃO BRASIL: TECNOLOGIA PARCEIRA
Foto: Divulgação Monsanto do Brasil

A substituição do treinamento presencial por aulas online ajudou na redução de gastos e otimizou o trabalho

O sucesso da utilização de computadores nos treinamentos de Segurança do Trabalho da fábrica de São José dos Campos/SP da Monsanto do Brasil rendeu à empresa Menção Honrosa na categoria Capacitação em SST, no Prêmio Proteção Brasil 2010. Com o case "Treinamento E-Learning na Capacitação e Prevenção de Acidentes", os funcionários trocaram as aulas presenciais por orientações online nos computadores da empresa, eliminando a necessidade de horas-extras para a realização destas atividades.

A fábrica de São José dos Campos iniciou suas atividades em 1976 produzindo aditivos para borracha e fosfatos. Hoje, a indústria química conta com cerca de 400 funcionários. Acostumada aos bons resultados obtidos em Saúde e Segurança do Trabalho, a empresa percebeu que a carga de treinamentos relacionados à SST aumentava a cada ano, sempre com aulas presenciais. A gerência identificou crescimento significativo em horas-extras onerando a folha de pagamento e, por outro lado, diminuindo a disponibilidade dos funcionários para realizarem outras atividades extras em sua área. Fato que estava diretamente relacionado à dificuldade em conciliar as tarefas diárias com a carga horária de treinamentos.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 230 da Revista Proteção.

 

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