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Edição 5/2011

MATÉRIA DE CAPA: TENSÃO NAS ALTURAS
Reportagem de Paula Bosi Pregnaca
Foto: Paulo Pereira

Com quase 100 mil pilotos, copilotos e comissários, o Brasil está em franco crescimento no transporte aéreo de cargas e passageiros. Para os profissionais, os riscos também aumentaram, sobretudo psicossociais, como sobrecarga de trabalho, estresse e fadiga. Investir em fatores humanos e segurança operacional é a melhor prevenção.

O espaço aéreo brasileiro é um dos mais movimentados do mundo. Anualmente, são mais de 2,6 milhões de pousos e decolagens em nossos 2.500 aeroportos e aeródromos (pistas simples). Entre 2005 e 2010, o número de embarques e desembarques de passageiros no país cresceu 60%, passando de 96 milhões para 154 milhões por ano. Desde 2002, o setor cresce, em média, 20% ao ano. Porém, sem o correspondente investimento em infra-estrutura aeroportuária. "Aumentou o número de aeronaves - 13,3 mil no total, segundo a ANAC -, mas não houve construção de novos aeroportos. Muitos deles, em situações adversas, podem não oferecer boas condições de segurança, por exemplo, o de Joinville (SC), Ilhéus (BA), Caxias do Sul (RS) e até mesmo o de Congonhas, em São Paulo", afirma Carlos Camacho, diretor de Segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

A aviação civil nunca esteve num momento tão favorável no país. Com a facilidade de crédito, a cada ano aumenta o número de pessoas que podem viajar de avião. Algo positivo, mas que traz consequências para os "trabalhadores do ar". "Esta popularização trouxe sobrecarga significativa de trabalho para os aeroviários e os aeronautas; ficou mais estressante", explica Roberto Heloani, doutor em psicologia social e professor da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Com o crescimento acelerado do setor nos últimos anos - pilotos, copilotos e comissários - enfrentam a sobrecarga de trabalho, alterações na escala, pressão psicológica, fadiga e estresse, que refletem em problemas de saúde e colocam em risco a segurança de voo. É preciso investir mais e adotar programas que priorizem a saúde e a qualidade de vida dos aeronautas. 



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: BERENICE GOELZER
Entrevista à jornalista Daniela Bossle
Foto: Divulgação

Higienista ocupacional fala da situação da prevenção no mundo e no Brasil

Berenice Isabel Ferrari Goelzer faz parte da história da Higiene Ocupacional no Brasil e no mundo. Engenheira formada na década de 60 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com mestrado e pós-graduação em Higiene Ocupacional nos Estados Unidos, trabalhou por 25 anos no Escritório de Saúde Ocupacional da Organização Mundial da Saúde, em Genebra. Lá foi responsável pela área de Higiene Ocupacional, o que lhe trouxe experiências valiosas pelo seu contato com a realidade laboral em diversos países. Um de seus maiores orgulhos em sua trajetória foi ter sido responsável pelo documento "O desenvolvimento da Higiene Ocupacional na Europa", que levou a um consenso quanto ao perfil do higienista ocupacional e aos requisitos para formação nesta especialidade no continente europeu.

Porém, ela faz questão de frisar que sua vida profissional iniciou no Brasil, onde deu aulas de Higiene no Curso de Engenharia da UFRGS e foi a primeira chefe da Divisão de Higiene Ocupacional da Fundacentro de São Paulo. Mais tarde retornou aos Estados Unidos para participar de uma pesquisa e de lá foi para Genebra.
Atualmente, a higienista está aposentada da OMS, mas mantém-se como editora da Newsletter da IOHA (Associação Internacional de Higiene Ocupacional), consultora e palestrante em diversos eventos e cursos da área. "Hoje faço somente coisas que eu acho que valem a pena, que eu gosto de fazer", comemora.

PROTEÇÃO - Como era seu trabalho na OMS? O que ficou de mais importante em mais de duas décadas atuando junto a este importante órgão internacional?
BERENICE - Fiquei na OMS por 25 anos. O trabalho lá tinha dois aspectos básicos. Um deles era a preparação de documentos científicos que eu mesma fazia ou então contratava um consultor para fazer. Depois, isso circulava por profissionais reconhecidamente competentes no mundo inteiro, em seguida vinham os comentários, nós finalizávamos o documento, e aí, ocorria uma reunião com especialistas de várias partes do mundo para discutir e finalizar o documento. O outro tipo de trabalho era a atividade de campo, em que nós íamos aos países para atender seus chamados. Trabalhávamos nos países que queriam iniciar um programa, criar um instituto, desenvolver uma divisão numa universidade, um laboratório. Quando vinha alguma demanda para a Higiene Ocupacional eu estava envolvida. Um trabalho que me marcou muito foi em Macau, onde fiquei por um mês. O governo da época era português e não existia lei alguma de Saúde Ocupacional. O país era completamente desregrado, o trabalhador ficava doente, vinha outro e tomava o seu lugar. Eu nunca tinha visto uma coisa assim. Lá realmente foi a coisa mais desregrada que conheci.  Eles queriam desenvolver uma lei e fui para lá, visitei 78 pequenas indústrias com condições terríveis e conseguimos fazer uma lei. Era até simples, mas para quem não tinha nada, já era alguma coisa. Visitei também muitos países da África para desenvolver serviços, para elaborar legislação específica ou algum curso.



Confira a entrevista na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO EPI: ATENÇÃO AO ARCO ELÉTRICO
Autor: Roberto Venhofen Rodrigues
Foto: Altiseg/Ritz

Determinação de vestimenta de proteção aos eletricistas requer avaliação técnica

Entre os Equipamentos de Proteção Individual para realização de trabalhos em eletricidade, a vestimenta de proteção contra os efeitos térmicos do arco elétrico é a de especificação mais complexa. A edição da NR 10 em 2004 incluiu esse EPI, até então inédito na indústria nacional, tornando obrigatório também que os técnicos envolvidos na sua especificação obtenham informações detalhadas da instalação elétrica e de seu funcionamento. Ao longo dos estudos para determinação do grau de proteção da vestimenta, a documentação elétrica e os procedimentos de manutenção devem ser consultados. Nesse processo é ratificada a validade da documentação, sua necessária atualização, bem como a verificação de outros EPIs e EPCs prescritos na NR 10, oportunizando sua revisão ou, até mesmo, sua implantação.

Na maioria das indústrias, o trabalhador não está protegido adequadamente, nem mesmo por outras medidas de segurança obrigatórias. O objetivo deste artigo é mostrar como a implementação da vestimenta de proteção dos eletricistas apura e oportuniza a correção de falhas nas proteções individuais e coletivas dos trabalhadores na indústria, que, de outra forma, seriam percebidas somente quando acidentes as evidenciassem.

A base teórica para os cálculos que levam à especificação da vestimenta de proteção dos eletricistas baseia-se em normas nacionais e internacionais de organizações como a NFPA (National Fire Protection), o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) e o IEC (International Eletrotecnical Comission). Apesar de as normas da ABNT fundamentarem-se, de um modo geral, nas recomendações do IEC, o tratamento matemático para determinação das características das vestimentas de proteção baseia-se em normas e estudos realizados nos Estados Unidos, em especial NFPA e IEEE; principalmente pelo fato de as empresas norteamericanas instaladas no Brasil já estarem familiarizadas com este EPI.

Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo

na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO TRABALHO EM HOSPITAIS: ATIVIDADE INTENSA
Autores: Georgia Raymundo e Claudia Dias Ollay
Foto: Georgia Raymundo

Estudo analisa tarefas de copeiros em cozinha hospitalar

Nos hospitais há diversos tipos de profissionais com turnos contínuos, devido a tratamentos, cirurgias e acompanhamentos de pacientes, o que por vezes gera condições de trabalho inadequadas. Nas cozinhas hospitalares não é diferente: há prestação de serviço diária e ininterrupta aos pacientes.

As atividades exigem rapidez, exatidão e sincronia da equipe. Dependendo da função e local, os trabalhadores são submetidos a fatores de risco ambientais e de organização do trabalho, como ruídos, umidade, riscos de acidentes, esforços físico e mental, ritmo de trabalho intenso, monótono e repetitivo com sobrecargas musculares. Os absenteísmos e afastamentos de trabalhadores de uma cozinha hospitalar se devem principalmente a doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo.

Entre os profissionais de uma cozinha hospitalar estão os copeiros, que realizam atividades predominantemente em pé, movimentos repetitivos e que exigem força muscular. Eles são responsáveis por preparar e entregar comida em bandejas no desjejum, almoço, café e janta; higienizar carros de transporte de refeições e preparar sacos de talheres e guardanapos. A ocorrência de doenças e de acidentes apresenta uma estreita relação com as condições ergonômicas existentes nessa função específica. Vários estudos epidemiológicos apresentam os profissionais que trabalham em hospitais com problemas musculoesqueléticos, pois é um local em que a postura predominante é a de pé. Além disso, as funções de empurrar, puxar, carregar peso são comuns nesse ambiente.

Para melhorar condições de trabalho, segurança e conforto de profissionais, deve ser feita uma AET (Análise Ergonômica do Trabalho). Assim, pode-se analisar o trabalho e determinar as informações que um trabalhador dispõe para realizar seu trabalho, definindo características essenciais de uma nova situação de trabalho (dispositivos técnicos, meios de trabalho, ambiente e organização de trabalho, além de competências e de representações dos trabalhadores).

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO GESTÃO DE SST: PARA CHEGAR AO TOPO
Autores: Alessamdra Isabella Sampaio Martins, Sérgio Médici de Eston, Reginaldo Pedreira Lapa e Wilson Siguemasa Iramina
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Modelo criado para empresa de mineração considera evolução em cinco estágios

É sabido que segurança e saúde tem sido uma preocupação para boa parte das empresas, independentemente de seu ramo de atuação. Por essa razão, esforços consideráveis vêm sendo desenvolvidos na abordagem da Segurança e Saúde Ocupacional. Entretanto, apesar do progresso que se percebe, o número de pessoas que perderam suas vidas ou que sofreram ferimentos durante o trabalho nos últimos anos ainda não apresenta uma clara tendência de queda e está longe de atingir a marca zero.

Em função dessa preocupação, em janeiro de 2008, a empresa de mineração Anglo American indicou o professor Jim Joy, do MISHC (Mineral Industry Safety and Health Centre), da Universidade de Queensland, para assessorar a empresa na estruturação de seu processo de gerenciamento de risco. Dessa parceria, foi desenvolvido o conteúdo para um programa global de treinamento para cerca de 140 mil funcionários da empresa. Foi criado um modelo de "Jornada de Maturidade em Gerenciamento de Risco de Segurança", que considera a evolução da gestão de riscos em cinco estágios, abordando pessoas e sistemas, como ilustra a Figura 1, Maturidade em níveis.

NÍVEIS
No nível "básico", os riscos de segurança na indústria de mineração são aceitos como uma consequência natural e se tem uma perspectiva fatalista. Essa mentalidade pode ser expressa de forma frequente como: "Mineração é rude e pessoas morrem". No nível "reativo", os riscos e a necessidade de controlá-los são reconhecidos, mas as pessoas ainda não conseguem perceber que estão expostas a diversas condições perigosas. Neste nível de maturidade as pessoas tendem a afirmar: "Acidentes não acontecerão comigo". No terceiro nível, chamado de "cumpridor", as pessoas seguem os procedimentos específicos de segurança sempre que possível, exceto quando a produção "está em jogo". Existe uma aceitação para atalhos enquanto nada acontecer. A mentalidade que predomina nesse estágio é: "Eu sigo os procedimentos e regras apenas quando sei que alguém está me observando". Quando se está no nível "pró-ativo", as pessoas não se colocam intencionalmente em perigo e sempre seguem o procedimento. Atalhos não são vistos como uma opção. Nesse nível, a mentalidade é: "Eu sigo os procedimentos porque eu quero".



Confira o artigo na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO PROFISSÃO: ATUAÇÃO EM FOCO
Autores: Wellington Maycon S. Bernardes, Karine Paro, Gabriel Tronconi, Lorena F. Cunha, Cristiane P. Lima, Celso L. S. Nogueira e Cleonice Pereira
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Técnicos zelam pela saúde e segurança no ambiente laboral

O Brasil, nas décadas de 70 e 80, ocupava o primeiro lugar no ranking mundial em acidentes de trabalho. Em 1999, passou para o décimo quinto lugar, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho. Percebe-se que uma ação é decisiva para essa árdua conquista: a atuação do TST (Técnico de Segurança do Trabalho), que contribui para a promoção da saúde e proteção do trabalhador. É provável que a teoria auxilie no desenvolvimento profissional, no entanto, acredita-se que a prática cotidiana também é responsável pelo aperfeiçoamento de suas técnicas. Este artigo aborda a realidade desses profissionais e os fatores que influenciam na SST (Saúde e Segurança do Trabalhador).

Para que o técnico tenha eficácia em seu trabalho, é necessário que possua as seguintes características: adaptação a novas situações, capacidade de análise, desejo de resolver pequenos problemas, paciência, capacidade de lidar com pessoas menos instruídas, levantamento de dados e noções de liderança. A maneira como ele lida com pressões e múltiplos serviços será decisiva para definir e administrar suas prioridades, organizar seu tempo e realizar suas ações. Além das competências comportamentais, deve ter amplo conhecimento técnico para atuar em qualquer espaço com eficácia. Ele pode atuar em todas as esferas da sociedade onde houver empregados, como fábricas de alimentos, construção civil, hospitais, empresas comerciais e industriais, grandes empresas estatais, mineradoras e de extração.

É necessário ter, no mínimo, nível médio, estar devidamente capacitado e habilitado. Existem diversos cursos técnicos no país para formação profissionalizante. Cada um adota uma ementa de disciplinas que deve ser seguida a fim de que o discente conclua o curso com louvor. Por exemplo, o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) de Uberlândia/MG adota atualmente três módulos no curso de Segurança do Trabalho, totalizando 1.321 horas, como ilustra a Tabela Ementa do Senac Uberlândia/MG. Algumas empresas já possuem profissionais com graduação ou pós-graduação lato sensu (especialização) nesse ramo.

Outro ponto a ser destacado é que as empresas percebem, cada vez mais, que investimentos em SST têm alto retorno em termos de redução de causas trabalhistas e aumento da satisfação dos empregados. Diversas certificações, como a ISO 18000, passaram a ser um critério muito importante na avaliação das empresas pelos clientes para a aquisição de seus respectivos produtos. Dessa maneira, exige dos empregadores uma maior atenção às questões de SST.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO NANOTECNOLOGIA: NANOCIÊNCIA E SAÚDE
Autor: Sérgio Spezzia
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Vantagens e riscos das novas tecnologias devem ser atentamente analisados

Nanociência é o estudo dos fenômenos e a manipulação de materiais nas escalas atômica, molecular e macromolecular, em que as propriedades diferem significativamente daquelas em uma escala maior. As nanotecnologias são o design, a caracterização, a produção e a aplicação de estruturas, dispositivos e sistemas controlando forma e tamanho na escala nanométrica. Nanociências e nanotecnologias se referem, respectivamente, ao estudo de técnicas com aplicabilidade das nanotecnologias e às aplicações tecnológicas de objetos e dispositivos que tenham ao menos uma de suas dimensões físicas menor que, ou da ordem de, algumas dezenas de nanômetros.

Para se ter uma ideia de tamanho, um fio de cabelo tem cerca de 100 x 10   m por 0,1 mm de diâmetro, ou seja, é 100 mil vezes maior que um nanômetro. "Nano", portanto, é uma medida e não um objeto.  A nanociência estuda os princípios fundamentais de moléculas e estruturas de dimensões no intervalo entre 1 e 100 nanômetros. Nano do grego "anão" é um prefixo usado nas ciências para designar uma parte em um bilhão. Um nanômetro (1nm) corresponde a um bilionésimo de um metro. Transcorre que a nanociência tem cunho essencialmente transdisciplinar, envolvendo aspectos que se relacionam à química, física, biologia, farmácia e engenharia, dentre outras.

O tamanho das partículas em voga é importante, pois pode transformar a característica das interações de forças entre moléculas, configurando de forma alterada a relação de processos ou produtos manipulados nessa escala com o meio ambiente e a saúde humana. As nanopartículas possuem grande área de superfície e exibem propriedades mecânicas, ópticas, magnéticas e químicas distintas de partículas e superfícies macroscópicas. Em escala nanométrica e em dimensões inferiores a 100 nanômetros, as propriedades dos materiais e elementos químicos alteram-se drasticamente, produzindo os chamados "efeitos quânticos".

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 233 da Revista Proteção.

 

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