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Edição 7/2011

MATÉRIA DE CAPA: SOB PRESSÃO
Reportagem de João Guedes/Cartola - Agência de Conteúdo
Foto: Centro de Comunicação Social - PM/SP / Setor de Comunicação Visual

A difícil tarefa de garantir a segurança pública requer mobilização urgente por  melhores condições de trabalho na polícia

Ao expor na ficção mazelas da vida policial que normalmente ficam restritas ao mundo dos quartéis e delegacias, o filme Tropa de Elite, do diretor José Padilha, apresentou nas telas dos cinemas brasileiros uma face tão comum quanto desconhecida da vida policial: a dos problemas de saúde trazidos pelo desgastante trabalho de defesa da segurança pública.

Na história, o protagonista Capitão Nascimento, vivido pelo ator Wagner Moura, dá claros sinais do intenso estresse vivido ao ser designado para chefiar uma equipe com a missão de aplacar a violência no Morro do Turano, no Rio Janeiro. Cansado e pressionado, o militar passa a consumir remédios contra a ansiedade e a ter problemas no relacionamento com a esposa Rosane (Maria Ribeiro), que pede sua saída do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

A imagem do homem emocionalmente fragilizado pela rotina é um pequeno resumo cinematográfico dos problemas vividos diariamente pelos servidores da linha de frente das forças de segurança pública civis e militares no País. Imersos em uma combinação explosiva de fatores como criminalidade em alta, cobrança da sociedade, salários baixos e jornada dupla de trabalho, os policiais sofrem com os raros investimentos das corporações em equipes de atendimento psicológico e psiquiátrico e na atenção preventiva aos distúrbios mentais.

O quadro se agrava com a incipiente legislação sobre Saúde e Segurança do Trabalho para a função. Por serem funcionários públicos, os policiais não contam com o extenso arcabouço legal que protege a maioria dos postos de trabalho regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

A Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública), órgão do Ministério de Justiça, realiza um trabalho para tentar criar um conjunto de regras, por exemplo, para o uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). A Secretaria, entretanto, não fixa prazo para apresentar o projeto, que precisa de uma "ampla discussão", de acordo com Tatiana Severino de Vasconcelos, coordenadora do Projeto Qualidade de Vida da Senasp.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: EDUARDO DE AZEREDO COSTA
Entrevista à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Édson dos Anjos

Presidente da Fundacentro quer estreitar relações com Governo e valorizar a instituição

Formado em medicina no Rio Grande do Sul e com doutorado pela Universidade de Londres, Eduardo de Azeredo Costa teve a vida marcada pela atuação em saúde pública. Antes de atuar na Fundacentro, construiu uma carreira na Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), onde desenvolveu atividades ligadas à educação e à gestão. Muitas coisas que vive hoje na instituição voltada para a Segurança e Saúde no Trabalho, diz já ter vivenciado anteriormente. "Nunca saí frustrado de nada que gerenciei. Sempre coloquei as coisas em outro patamar", garante. Nesta nova gestão, um dos objetivos é ter a sede em Brasília. O presidente também afirma trabalhar para dar mais visibilidade ao órgão. Uma das ações nesse sentido foi a realização da Bienal da Fundacentro, também na capital federal. Ele ainda prevê a ampliação das atividades em território nacional, o acompanhamento de novos eixos do desenvolvimento econômico no país, especialmente no Nordeste, no Centro-Oeste e na Amazônia e uma verdadeira inserção no processo social. Nesta entrevista, o presidente da Fundacento relata quais parcerias têm sido desenvolvidas e aponta a necessidade de se pensar a inovação tecnológica e levar o componente da SST às grandes obras, às pequenas e microempresas e para o setor informal. "Temos uma pauta para recriar essa instituição, sem desvalorizar, exatamente o que foi feito até agora. O propósito é adequar a Fundacentro aos novos tempos", diz.

PROTEÇÃO - Como funcionarão os trabalhos da Fundacentro em Brasília?
COSTA - Primeiro é preciso entender por que a Fundacentro deve ir para Brasília e como foi decidido. Existe um processo de estagnação da instituição. Estamos com os quadros de servidores diminuindo. Isso é um processo antigo. O quadro projetado para a instituição era de 849 servidores, e nós temos hoje, 279. Aliás, um pouco menos, pois mais uns seis se aposentaram depois que assumi. Embora os recursos financeiros tenham, nominalmente, aumentado, foi à custa de melhoria salarial. Os programas se mantiveram praticamente os mesmos, com pouca alteração, ao longo de 17 anos. Não houve um aumento no quadro de pessoal. Se este setor é tão importante, que fator faz com que a instituição sofra este processo? A Fundacentro está muito longe do eixo do governo federal. Precisamos ter uma fundação federal para servir todo o país, mas ela está concentrada em São Paulo e dispersa nos outros diversos locais, sem uma efetiva articulação, dando respostas a demandas. A decisão de mudar para Brasília não foi tomada individualmente, nem é nova. Todos os documentos anteriores internos da Fundacentro já apontavam à ida, só que ninguém agia. Levamos a decisão ao Conselho Curador e não houve rejeição. A mudança será gradativa. Utilizaremos os recursos institucionais existentes em Brasília, e os próprios concursos vão trazer gente. Na primeira etapa, não haverá aumento dos custos administrativos da Fundacentro. Como vamos fazer? Ganhamos um andar inteiro, de um prédio, em Brasília, do Ministério do Planejamento, para localizarmos, inicialmente, a nossa sede. Ele nos dará o conforto necessário para a primeira etapa. Temos um terreno em Brasília e conseguiremos sensibilizar as autoridades para ter uma sede própria maior e diferenciada. A ideia é construir um prédio que simbolize a luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho e de saúde, com um grande espaço, como um museu das lutas, para visitação pública. Temos um projeto que chegamos a encomendar numa primeira licitação. Como este ano foram suspensas as contratações visando obras, guardamos para quando o governo achar que é um bom momento. É importante chamar atenção sobre o fato de que não queremos, de jeito nenhum, esvaziar São Paulo, por causa de uma razão muito simples, em São Paulo está a concentração técnica. 



Confira a entrevista na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO PERÍCIA MÉDICA: AVALIAÇÃO DA DOR
Autores: Marcos Leal Brioschi, Francisco Silva, Daniel Colman, Eduardo Adratt e Cristiane Laibida
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Termografia infravermelha auxilia na verificação de síndrome dolorosa

As Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, também denominados LER/DORT, abrangem diversas enfermidades, sendo mais conhecidas as tendinites, tenossinovites e epicondilites, que comprometem milhares de trabalhadores. Elas prejudicam o trabalhador no auge de sua produtividade e experiência profissional, com maior incidência na faixa etária de 30 a 40 anos, sendo as mulheres mais frequentemente acometidas. A abordagem preventiva é o meio ideal e deve incluir aspectos multifatoriais relacionados ao ambiente de trabalho, uma vez que estas afecções costumam estar associadas a riscos ergonômicos oriundos de movimentos repetitivos excessivos e posturas inadequadas.

Como são múltiplos os fatores envolvidos na etiologia das LER/DORT, existe um consenso de que uma avaliação biopsicossocial, a mais completa possível, é a forma mais adequada de tratar esta questão. No entanto, em certas ocasiões, mesmo com tratamento medicamentoso há situações de difícil julgamento quanto ao retorno ao trabalho, por uma queixa persistente de não melhora dos sintomas ou quando associados a outras comorbidades, como síndrome fibromiálgica. Esta avaliação é fundamental para a Previdência Social, pois auxilia na diferenciação entre fatores relacionados a ganhos secundários e à permanência da invalidez. O que torna imprescindível ao perito lançar mão de todos os recursos que os avanços médicos colocam a sua disposição. Partindo da necessidade de se estabelecer um diagnóstico diferencial entre LER/DORT, síndrome fibromiálgica e outras doenças reumatológicas, tem sido discutida a utilização de alguns parâmetros clínicos e exames complementares que concorrem para um diagnóstico mais preciso.

A termometria cutânea por termografia infravermelha é um método relativamente novo em perícia médica e tem contribuído na avaliação neuromusculoesquelética de pacientes com dores crônicas, auxiliando na identificação etiológica da dor, especialmente quando acometidos os tecidos moles.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.



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ARTIGO PROTEÇÃO DE MÁQUINAS: DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
Autores: Rômulo Maziero, Clovis E. Hegedus, Vinicius Peixoto Tinti e Wendel Pianca Demuner
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Alternativas evitam amputações na operação de serras e tupias

A atividade de operação de equipamentos industriais, como serras, típicas do segmento, tem mostrado uma face terrível, ao ser um dos principais contribuintes para a incapacitação de muitos trabalhadores, seja pela perda de horas trabalhadas, ou pela real amputação de partes dos membros humanos superiores.

A área definida pela CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CONCLA, 2009) para as atividades 16.10-2 (Desdobramento da madeira), 16.22 (Fabricação de estruturas de madeira), 16.23 (Embalagens de madeira), 16.29 (Fabricação de artefatos de madeira) e 31.01-2 (Fabricação de móveis com predominância da madeira) apresenta, no relatório 2006/2007, um alto índice de acidentes, inclusive com acréscimo de aproximadamente 20% de um ano para outro, segundo o MTE.

Sabe-se que as principais responsáveis por acidentes, com lesões permanentes com perdas de dedos e mãos, são duas das mais comuns máquinas utilizadas no processo de desdobro e processamento da madeira: a serra circular e a serra destopadeira. Um estudo feito entre 1998 e 2001 pela Secretaria da Saúde do Estado do Paraná mostra que a indústria da madeira é a que alcançou maior número de acidentes com amputações no período, destacando-se a serra circular, responsável por 15% de todas as amputações registradas. O mesmo ocorre em relação a marcenarias no Distrito Federal.

Essa percepção levanta a preocupação para a condução de um estudo mais aprofundado sobre a proposição de dispositivos simples, que evitem ou reduzam de maneira significativa, as causas dos acidentes de trabalho nas pequenas e médias empresas do setor de processamento da madeira na região de Jerônimo Monteiro/ES.

O projeto levantou as empresas processadoras de madeira na região e em seguida quantificou os acidentes, suas consequências e impactos, e ainda procurou compreender como o acidente ocorre nas empresas inicialmente identificadas e acompanhou métodos utilizados na operação dos dois tipos de serras, procurando propor e testar formas simples de solução quanto à segurança da operação, sem perda de produtividade.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: MELHORIA CONTÍNUA
Autores: Luís Alves Dias e Roque Puiatti
Foto: Alexandre Gusmão

Auditorias técnicas contribuem para redução dos acidentes nos canteiros de obras

As auditorias técnicas de SST (Saúde e Segurança no Trabalho) em obras de construção criam valor, ajudando as organizações envolvidas a cumprirem os objetivos de SST, por meio de uma abordagem sistemática de avaliação da eficácia das medidas implementadas. No presente artigo, apresenta-se uma proposta de metodologia para a realização dessas auditorias em canteiros de obras, contribuindo para a melhoria contínua e para a redução dos acidentes de trabalho e doenças ocupacionais na indústria da construção.

Na maioria dos países, há muitos anos, a Saúde e Segurança Ocupacional tem sido tratada por meio de leis e/ou normas regulamentadoras de aplicação obrigatória. As normas técnicas nacionais ou internacionais nesse âmbito têm aplicação voluntária, mas se tornam, muitas vezes, imprescindíveis por complementarem as exigências legais e regulamentares, que têm introduzido em seu arcabouço, cada vez mais, a exigência de aplicação de muitas dessas normas. Elas são, por natureza, de aplicação voluntária, a menos que uma lei ou regulamento as tornem obrigatórias.

Por outro lado, o crescente conhecimento de novos perigos e correspondentes riscos a que estão expostos os trabalhadores resultam, em geral, na produção de novas leis, regulamentos e normas técnicas ou adaptação das existentes à nova realidade, levando em conta a evolução tecnológica dos processos produtivos de cada atividade econômica. Nos países, o número de leis, regulamentos e normas técnicas em Saúde e Segurança do Trabalho vem aumentando, assim como o número de empregados e empregadores no setor da construção.

Em conjunto, essas leis, regulamentos e normas técnicas formam um Sistema de Gestão da SST, que, em determinados casos, pode ser de difícil articulação, por causa de documentos em constante adaptação. Há profissionais da área que veem as frequentes alterações nas leis e regulamentos como um problema, quando o objetivo é estabelecer soluções-padrão que perdurem no tempo. Para facilitar essa articulação, muitas empresas utilizam sistemas já organizados ou sistematizados, como a ABNT NBR 18801:2010 e as Diretrizes da OIT (ILO-OSH 2001), essas de reconhecimento internacional e publicadas pela Fundacentro em 2005; ambas de aplicação voluntária, por qualquer organização.



Confira o artigo na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO QUÍMICOS: ANÁLISE PREOCUPANTE
Autores: José Roberto da Rocha Moreira, Osvaldo Luiz Gonçalves Quelhas e Robson Spinelli Gomes
Foto: Digital Stock

Estudo avalia norma brasileira de limites de exposição ocupacional

A legislação sobre Segurança do Trabalho teve sua origem na Inglaterra entre 1760 e 1830, quando ocorreu o movimento que representou um divisor de águas na historia da humanidade: a Revolução Industrial, com o aparecimento das primeiras máquinas de fiar. Naquele momento, o consumo da força de trabalho, resultante da submissão dos trabalhadores a um processo acelerado e desumano de produção, exigia uma intervenção, sob pena de tornar inviável a sobrevivência e reprodução do próprio processo.

A mão de obra era subjugada e o trabalhador prestava serviços de sol a sol, para receber migalhas de pão ou um prato de comida. Vale lembrar que mulheres e crianças participavam do mercado de trabalho. Esses fatos motivaram a ocorrência de diversos acidentes que muitas vezes alcançavam famílias inteiras, vindo a provocar problemas sociais extremamente graves.

Tal situação impactou a opinião pública e o Parlamento Britânico, que aprovou em 1802 o documento Health and Morals of Apprentices Act (Lei de Saúde e Moral dos Aprendizes). Posteriormente, entre os anos de 1831 e 1901, foram aprovados na Inglaterra os chamados Factory Act, que constituíram o primeiro conjunto consistente de legislações voltadas para a proteção dos trabalhadores. O Factory Act de 1864 exigia o uso de ventilação diluidora para reduzir os contaminantes; o Factory Act de 1878 especificava o uso de ventiladores para exaustão.

As leis instituídas na Inglaterra serviram de modelo para vários países industrializados da época. Na Alemanha, em 1869, e na Suíça, em 1877, foram aprovadas as leis precursoras que responsabilizavam os empregadores por lesões ocupacionais. Este movimento estava alinhado com manifestações populares da época e com a ideia emergente da "Questão Social", que refletia um conjunto de ações de juristas e filósofos na busca de soluções para os problemas relacionados com as relações de trabalho vigentes e suas consequências para a segurança e saúde dos operários.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO AMBIENTE DE TRABALHO: APERFEIÇOANDO O PROCESSO
Autores: Andrew Renan Lopes Alves, Diego Ramon de Sousa Oliveira, André Luiz Dantas Bezerra e Milena Nunes Alves de Sousa
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Profissionais examinam mobiliário, repetitividade e carga laboral em indústria

É crescente a preocupação com a saúde do trabalhador. Independente da classe social, formação, raça, área de trabalho, a saúde compreende um dos elementos a ser considerado prioritário para todos os seres humanos e, portanto, uma preocupação inerente a toda sociedade. Para evitar o adoecimento do trabalhador, é necessário adaptar o ambiente de trabalho ao homem, sendo este o objetivo da Ergonomia. Tal ciência representa o conjunto dos conhecimentos científicos relativos ao homem, onde a mesma se faz necessária para a concepção de meios (ferramentas, máquinas e dispositivos) que possam ser utilizados pelos trabalhadores com o máximo de conforto, segurança e eficácia.

A Ergonomia foi edificada após a Segunda Grande Guerra, pois foram percebidas falhas decorrentes da interface homem e máquina. Os danos decorrentes da má utilização de instrumentos e a forma errada de se executar determinadas tarefas, fez com que fossem aprofundados estudos e métodos ergonômicos, de maneira a oferecer uma maior segurança e salubridade ao trabalhador, já que o ramo científico arquiteta a relação trabalhador versus equipamento de trabalho.

Na publicação "Ergonomia: Projeto e Produção", Itiro Lida afirma que tal ciência é como um "sub-produto" do esforço bélico, quando os conhecimentos adquiridos nesse período passaram a ser aplicados na vida "civil" a fim de melhorar as condições de trabalho e a produtividade dos trabalhadores e da população em geral. Assim, Pequini (2005) afirma que fora edificada com propósitos práticos, direcionados para a segurança, satisfação e bem-estar dos trabalhadores em seu ambiente laboral.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 235 da Revista Proteção.

 

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Edição do Mês
 
 

 
 
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