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Você está em: Edições / Ed. 9/2011
 
Edição 9/2011

MATÉRIA DE CAPA: SST NO LIXO
Reportagem de João Guedes
Foto: Jean Machado Batista

Coleta de lixo urbano expõe garis a sucessivos riscos e revela necessidade de reformulação nas práticas do setor e na relação da sociedade com estes trabalhadores

Se no ano passado você morava em uma casa ou apartamento localizado em área urbana de algum município brasileiro, você certamente contribuiu para o aumento de 6,8% na geração de resíduos sólidos urbanos ocorrida no país no período. Ao todo, a população do Brasil descartou um total de 60,87 milhões de toneladas de lixo em 2010, segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais).

Na prática, isso significa que cada um de nós produziu o equivalente a 378,4 quilos de lixo por ano. Passamos em 2010 de um quilo por dia, na média, o que ajuda a tornar ainda mais pesada a carga de trabalho que diariamente compromete a saúde dos coletores de lixo que atuam no Brasil, principalmente os dedicados à coleta porta a porta de resíduos domiciliares.

São eles os que mais sofrem com a variada combinação de riscos que começa com a própria matéria-prima do trabalho dos coletores. Com o lixo orgânico, os garis têm, próximo do corpo, material que pode trazer vírus, bactérias e substâncias tóxicas perigosas.

Além disso, nas cidades que não contam com coleta mecanizada, estão expostos a agravos biomecânicos, pois precisam subir e descer do caminhão inúmeras vezes para correr até os portões de casas e edifícios para recolher as sacolas de lixo.

Ao coletar os sacos de resíduos, outro problema. O levantamento de peso, devido à falta de limites para a carga de cada recipiente e à ausência de parâmetros para o tamanho e a altura das lixeiras dispostas em frente às residências e estabelecimentos comerciais.

Os perigos trazidos pelas características operacionais da atividade são agravados por um cenário de pouca atenção da maior parte da sociedade brasileira em relação a esses profissionais, que, na visão da maioria das pessoas, seriam os personagens do estrato profissional mais baixo. Aqueles que fazem o que ninguém quer fazer.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: JOÃO BAPTISTA BECK PINTO
Entrevista à jornalista Daniela Bossle
Foto: Alexandre Gusmão

Especialista em proteção de máquinas diz que a NR 12 não ficará obsoleta

O engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho João Baptista Beck Pinto atua na área da Segurança do Trabalho há 16 anos. Traz em sua bagagem profissional a experiência com segurança de processos industriais em fábricas do ramo metalúrgico e têxtil e, nos últimos anos, vem se dedicando ao mundo da proteção de máquinas.

Ele participou de grupos de estudos ligados ao assunto na FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul) e hoje coordena grupo na Abimaq/RS (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) que está finalizando um manual detalhado sobre como aplicar a NR 12 às prensas e similares.

João Baptista participou das reuniões do Grupo Técnico Tripartite que discutiu e aprovou a NR 12, opinando e acompanhando o processo como consultor da bancada patronal. Atualmente integra a Comissão Nacional Tripartite Temática da NR 12, como titular da bancada dos empregadores "que tem a missão de dar vida à NR 12, que deverá ser discutida e revisada periodicamente para não acontecer o que ocorreu na sua primeira versão, que se tornou completamente fora da realidade", enfatiza.

De acordo com ele, a procura por parte das empresas para se adequarem à nova NR tem sido muito grande. "Uma das grandes dúvidas é a questão da capacitação. Devido à diversidade de máquinas e funcionamentos específicos, a solução encontrada pela NR foi determinar às empresas a tarefa de ministrar e decidir sobre a carga horária e o conteúdo dos cursos, delegando esta responsabilidade a um profissional legalmente habilitado", explica.

PROTEÇÃO - Como iniciou sua relação com a área de proteção de máquinas?
JOÃO BAPTISTA - O meu envolvimento mais forte com a área de proteção de máquinas nasceu com o advento da antiga Nota Técnica 16, publicada pelo Ministério do Trabalho em 2005, que trazia orientações sobre Segurança em Prensas e Equipamentos Similares. Quando ela foi publicada, houve muita interdição de máquinas no Rio Grande do Sul, o pessoal não estava entendendo o que estava acontecendo. As empresas estavam sendo interditadas e nem sabiam no que estavam erradas para poder consertar. Foi então que iniciou um movimento dentro da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul, mais especificamente no Conselho de Relações do Trabalho, para montar um grupo de estudos sobre proteção de máquinas. Tivemos contato com o pessoal do Ministério do Trabalho, com os fabricantes de máquinas e de dispositivos de segurança. Foi um aprendizado fantástico, uma grande escola. A partir disso, houve continuidade deste trabalho, por meio da Abimaq, que é a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos, que mantém esse grupo até hoje, o qual eu coordeno. Chama-se Grupo de Trabalho de Saúde, Segurança e Meio Ambiente.



Confira a entrevista na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO PERÍCIA MÉDICA: OS 10 MANDAMENTOS
Autor: José Marcelo Penteado
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Critérios auxiliam na correta análise de doenças ocupacionais

A proposta de estabelecer critérios específicos para análise de nexo causal em doenças ocupacionais baseia-se na constatação de laudos que, mesmo bem executados, deixam de considerar aspectos importantes e, muitas vezes, essenciais para a resolução do litígio. Ao seguir critérios, existe também uma relativa padronização exigindo que peritos se aprofundem no conhecimento técnico antes de emitirem seu parecer.

Hélio Gomes, especialista em Medicina Legal, afirmava que "não basta um médico ser simplesmente um médico para que se julgue apto a realizar perícias, como não basta a um médico ser simplesmente médico para que faça intervenções cirúrgicas. São necessários estudos mais acurados, treino adequado, aquisição paulatina da técnica e da disciplina. Nenhum médico, embora eminente, está apto a ser perito pelo simples fato de ser médico. É indispensável a ele: educação médico-legal, conhecimento da legislação que rege a matéria, noção clara da maneira como deverá responder aos quesitos, prática na redação dos laudos periciais. Sem esses conhecimentos puramente médico-legais, toda a sua sabedoria será improfícua e perigosa".

Para o estabelecimento de nexo causal, várias escolas internacionais criaram critérios que devem ser seguidos a fim de tornar a conclusão evidentemente correta. O próprio Conselho Federal de Medicina, no intuito de regulamentar estas conclusões, também lançou mão da Resolução 1488/98, que preconiza o estudo do local de trabalho e da sua organização do trabalho, assim como os dados epidemiológicos e a literatura atualizada, entre outros fatores. A Resolução INSS/DC/nº 10, de 23 de dezembro de 1999, recomenda incluir alguns procedimentos no raciocínio médico-pericial. Da união destes e demais estudos, propõe-se que em perícia médica exista a análise de 10 critérios, descritos a seguir, que devem ser considerados e respondidos para o estabelecimento do nexo causal em doenças ocupacionais.



Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.



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ARTIGO ERGONOMIA NO CAMPO: PROMOVENDO A SAÚDE
Autores: Elenice Barbosa Furine, Ângela Maria Alves Neves e Diego Lelis Ferreira
Foto: Romilda Andrade

Programa de ginástica laboral diminui desconforto no corte manual da cana

Nas últimas décadas, o mundo vem sofrendo várias transformações tecnológicas que trazem facilidades e benefícios para a sociedade. Porém, por outro lado, as mesmas transformações podem acarretar complicações com novas situações de trabalho e excesso de atividades, trazendo como consequência a falta de tempo e o estresse, o que acaba por modificar também os hábitos de vida dos indivíduos, ocasionando sedentarismo, má alimentação e alterações psicológicas. Essas alterações ocorridas no organismo dos indivíduos e no ambiente ocupacional, associadas à cobrança por produtividade nas empresas, fazem com que os trabalhadores exijam mais do que o corpo possa resistir, gerando problemas antes pouco observados no ambiente ocupacional. Um destes problemas são os DORTs (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) associados à insatisfação no ambiente laboral.

A LER (Lesão por Esforço Repetitivo) é um distúrbio que ocorre devido à sobrecarga biomecânica ocupacional. Os casos mais comuns ocorrem por trabalho repetitivo, força excessiva, compressão mecânica, postura inadequada e ausência de pausas durante o trabalho. Neste contexto de atenção à saúde do trabalhador, são inseridos nos ambientes ocupacionais novos aliados para proteger a saúde de quem desenvolve suas atividades. A ginástica laboral, por exemplo, auxilia na diminuição do número de afastamentos dos empregados na empresa, proporciona ganhos psicológicos, diminuição do estresse e aumento no poder de concentração, motivação e autoestima dos trabalhadores.

As modificações políticas, sociais e econômicas ocorridas contribuíram para que o profissional de Fisioterapia deixasse de atuar apenas no terceiro nível de prevenção (reabilitação) e passasse a atuar no segundo (tratamento precoce da doença) e mais recentemente no primeiro (promoção de saúde e prevenção de doenças). Surge, então, a Fisioterapia do Trabalho, especialidade do profissional fisioterapeuta que atua na prevenção e terapêutica das atividades desempenhadas de forma incorreta no ambiente ocupacional. Tem possibilidades de atuação para minimizar as dificuldades em relação à saúde dos trabalhadores.

Pode-se citar como algumas das atividades do fisioterapeuta do Trabalho: as avaliações cinético-funcionais dos trabalhadores, em paralelo com os exames admissionais e periódicos do médico do Trabalho; os programas ergonômicos e de prevenção; o treinamento e a conscientização dos trabalhadores; a terapêutica dos casos no ambiente laboral e desenvolvimento ou supervisão do programa de cinesioterapia ou ginástica laboral.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO GESTÃO DE SST: SISTEMA EFICAZ - Parte II
Fonte: Organização Internacional do Trabalho
Foto: Maillard J./ILO

Abordagem sistêmica contribui para melhor desempenho

A essência da Saúde e Segurança do Trabalho é a gestão dos riscos profissionais. Do mesmo modo, o Sistema de Gestão de SST é um método "genérico", que pode ser adaptado ao gerenciamento dos riscos específicos de uma determinada indústria ou processo produtivo. Em indústrias de risco elevado, por exemplo, a implementação de medidas preventivas e de proteção demanda uma avaliação exaustiva e organizada desses riscos e a verificação contínua da eficácia dos sistemas de controle complexos. Exemplos a seguir descrevem a aplicação do sistema a alguns desses setores de risco elevado.

O setor da construção tem uma taxa elevada de acidentes ocupacionais, sendo que o recurso a múltiplos empreiteiros e subempreiteiros é regra nos canteiros de obra. Um forte incentivo para a utilização de um SGSST neste setor é o fato de que o mesmo oferece uma matriz comum, permitindo que todos os intervenientes no empreendimento possam harmonizar planejamento, implementação e monitoração das exigências em SST, além de construir uma base para a auditoria do desempenho. Facilita também a integração das necessidades de Saúde e Segurança do Trabalho na preparação das fases de concepção e de planejamento, contratação e arranque de um projeto de construção. A adoção de um sistema de gestão integrado nesse setor é reconhecida como uma ferramenta eficaz para assegurar qualidade, questões ambientais e de SST.

No caso da mineração, um sistema coerente, progressivo e lógico pode se tornar uma ferramenta eficaz na redução de acidentes e de doenças profissionais. O setor marítimo também apresenta alto risco. Durante a Convenção sobre Trabalho Marítimo da OIT em 2006, foram estabelecidas linhas orientadoras e políticas nacionais, além de disposições, regras e manuais para a prevenção de acidentes nesse setor.



Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ACIDENTALIDADE: EM BUSCA DE PREVENÇÃO
Autor: Luiz Eduardo Alcântara de Melo
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Iniciativas da Previdência Social pretendem melhorar ambiente laboral

O conceito de acidentes e doenças do trabalho está definido na Lei de Benefícios (8.213/91) e no Regulamento da Previdência Social (Decreto 3.048/1999) que definem como compulsória a comunicação destes eventos à Previdência Social, que compartilha essas informações com todos os segmentos interessados no tema Saúde e Segurança Ocupacional.

É recorrente a avaliação, no âmbito mundial, que muitas notificações de acidentes e doenças do trabalho não são prestadas pelos segmentos competentes (empregador, no caso do Brasil) resultando em estatísticas subavaliadas. No Brasil, desde abril de 2007, a Previdência Social promoveu uma silenciosa revolução ao estabelecer mecanismos que permitiram o melhor reconhecimento da acidentalidade e que apontou índices relevantes de subnotificações de acidentes e doenças do trabalho. A série de informações da Tabela 1, Acidentes do trabalho registrados, fundamenta esta afirmação.

Observa-se que a partir de abril de 2007, quando a caracterização de um benefício como de natureza acidentária desvincula-se da obrigatoriedade da existência de uma comunicação do evento pelo empregador, a Previdência Social pôde reconhecer e contabilizar eventos que não seriam informados pelos empregadores. Apenas em três anos, de 2007 a 2009, foram reconhecidos 541.238 eventos não notificados pelos empregadores e que representaram uma redução da subnotificação na ordem de 25% em relação ao total de 2.138.955 registros contabilizados no período.



Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: COM A PARTICIPAÇÃO DE TODOS
Autor: Lívio Fábio Jácome Rêgo
Foto: ILO

Medidas efetivas auxiliam na minimização de acidentes nos canteiros de obras

O trabalho é um dos elementos que mais interferem nas condições e qualidade de vida do homem e, portanto, na sua saúde. Dessa forma, é indispensável que seja dotado de condições básicas de higiene e regras de segurança capazes de preservar a integridade física e a saúde dos empregados, com a antecipação, o reconhecimento, a avaliação e o domínio dos riscos potenciais existentes.

A falta de um planejamento adequado nas obras gera uma má qualidade do produto, dos serviços, falta de segurança tanto para trabalhadores como para civis, queda de produtividade e, consequentemente, atraso no prazo de entrega da obra. Esses aspectos negativos acabam contribuindo para que as empresas percam sua credibilidade, causando redução de sua representatividade no mercado.

É comum encontrar em uma obra riscos capazes de gerar acidentes que resultem em lesão corporal no trabalhador. Por isso, foi estabelecida a NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. Esta norma tem por finalidade estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de planejamento, de organização, para a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho. No âmbito desta regulamentação define-se que as atividades da indústria da construção incluem serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral, de qualquer número de pavimentos ou tipo de construção, inclusive manutenção de obras de urbanização e paisagismo.

O tema foi escolhido na intenção de fornecer subsídios para orientar e conscientizar empregadores e empregados quanto à importância da inserção de investimentos na área de Saúde e Segurança do Trabalho da empresa, objetivando a satisfação do empregado e do cliente, aumentando a credibilidade frente ao mercado.

O artigo fornece também subsídios para alunos e profissionais da área de SST para que estes, de forma prática e rápida, conheçam ações preventivas a serem adotadas no ambiente laboral que visem à minimização de acidentes de trabalho e à redução de passivos.



Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO RISCO QUÍMICO: PRÁTICA PERIGOSA
Autores: Franklim Rabelo de Araújo e Yara Macedo Gomes de Araújo
Foto: Franklim Rabelo de Araújo

Substâncias liberadas na despesca do camarão podem provocar a morte

A criação de camarão em cativeiro desponta como uma grande opção comercial para os empresários. O Brasil, devido a seu clima favorável e sua extensão de litoral, e principalmente a região nordestina, tem visto crescer essa atividade nos últimos anos. Dados de 2002 da ABCC (Associação Brasileira de Criadores de Camarão) apontam que o Nordeste responde por 96,5% da produção de camarão, a Região Sul por 3%, a Região Sudeste por 0,4% e a Região Norte por 0,1%. A produção brasileira total de camarão em 2002 foi de 60.128 toneladas.

A produção em cativeiro se dá em fazendas e o número desses estabelecimentos cresceu de 507 em 2001 para 680 em 2002, representando um aumento de 34% no número de fazendas em apenas um ano, segundo a ABCC. Em termos de produção em toneladas, em 2002, o aumento foi de 50% em relação a 2001. Utilizando-se a mesma taxa de crescimento, estima-se que existam 911 fazendas atualmente.

De janeiro a julho de 2003, o camarão de cativeiro contabilizou exportações de US$ 127 milhões, sendo os principais destinos: Estados Unidos, França, Espanha, Holanda, Itália, Japão e Portugal. Em julho do mesmo ano, a Superintendência Regional do Trabalho do Ceará foi comunicada pela Secretaria de Saúde do Estado da morte de um trabalhador que trabalhava em uma empresa de carcinicultura no município de Itaiçaba. A SRTE/CE participou de reuniões no Comitê Estadual Intersetorial de Vigilância Ambiental em Saúde, tendo sido comunicada do acidente. Durante a investigação, descobriu-se que um segundo acidentado se encontrava em tratamento em hospital de Fortaleza.  

O artigo tem por objetivo relatar o acidente, descrever a fórmula do produto causador, as reações que ele causa no organismo humano e a forma adequada de proteção, bem como comparar o ocorrido com outros acidentes com o metabissulfito de sódio nos Estados Unidos.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 237 da Revista Proteção.

 

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