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Você está em: Edições / Ed. 6/2011
 
Edição 6/2011

MATÉRIA DE CAPA: TENSÃO EM ALTO MAR
Reportagem de Marla Cardoso
Foto: Agência Petrobras

Ambientes offshore são repletos de riscos que exigem medidas diferenciadas para proteger a saúde e a segurança da coletividade

Era 0h30min do dia 15 de março de 2001 quando um vazamento de gás na P-36, então a maior plataforma do mundo em capacidade de produção de petróleo, provocou uma explosão seguida de incêndio. Outras duas explosões se sucederam na estrutura correspondente a um prédio de 40 andares e a largura de um quarteirão, instalada na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, deixando 11 mortos. O acidente, considerado o pior em plataforma de petróleo no País desde 1984 - quando uma explosão na plataforma de Enchova, na mesma Bacia, fez 37 vítimas fatais - alertou prevencionistas para a necessidade de reforçar a segurança nesses ambientes. De acordo com entidades de trabalhadores do setor, a questão já vinha sendo discutida em função do perigo que rondava essa atividade profissional. Passados 10 anos desta, e de muitas outras tragédias que se sucederam em plataformas ao redor do mundo, quem atua na área reconhece que o trabalho requer medidas de saúde e segurança diferenciadas.

Foi pensando nessa questão que governo, empregadores e empregados se reuniram para formatar o texto do Anexo II da NR-30 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário). Publicado em maio do ano passado, o documento estabelece os requisitos mínimos de saúde e segurança a bordo de plataformas de exploração e produção de petróleo e gás. Como lembra o engenheiro de Segurança do Trabalho José Roberto Aragão, coordenador da extinta Subcomissão de Plataformas, encarregada de discutir a NR-30, antes da publicação do Anexo não havia uma norma regulamentadora que pudesse ser diretamente aplicada a plataformas. "Isso acarretava um vácuo normativo que permitia que as instalações e o trabalho a bordo se desenvolvessem a critério das empresas", recorda.

A publicação do Anexo II da NR 30 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário), é considerada um importante avanço. Além de propor ações preventivas contra acidentes do trabalho, estabelece as condições adequadas de vivência a bordo, trata do dimensionamento do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), institui a criação da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) dentro das plataformas e determina a criação de um programa de controle médico e controle de riscos, entre outros avanços. O documento ainda é considerado uma conquista significativa para a mão-de-obra terceirizada, uma vez que as exigências também beneficiarão esses trabalhadores. Ao longo da reportagem você vai conhecer o funcionamento e as características que fazem de uma plataforma um ambiente repleto de riscos, bem como compreender de que forma as empresas do setor estão atuando para minimizar o perigo, além das mudanças que estão promovendo para adequarem-se à nova regulamentação.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: MARCO AURÉLIO LUTTGARDES
Entrevista ao jornalista Juliano Rangel
Foto: Juliano Rangel

Higienista desvenda os segredos da Higiene Ocupacional nos cursos que realiza pelo País

Considerado um dos maiores especialistas na área de instrumentação, o higienista ocupacional Marco Aurélio Luttgardes vem percorrendo diversos estados brasileiros com seu curso de Higiene Ocupacional - Operação Prática de Instrumentos. Em seus cursos, Luttgardes transmite, de forma didática e clara, toda fundamentação técnica que existe por trás do universo da Higiene Ocupacional. Isto inclui uma análise minuciosa das vantagens e desvantagens de mais de uma centena de instrumentos de avaliação disponibilizados no mercado e das metodologias e estratégias de amostragem de riscos físicos, químicos e biológicos a serem adotadas pelos profissionais. Por adotar a filosofia do ensino "sem segredos", o higienista já foi criticado por alguns colegas de profissão por entregar o "pulo do gato", além de despertar a fúria de alguns fabricantes e comerciantes da área de instrumentação por apresentar e mostrar, ao longo de seu curso, quais os instrumentos e fabricantes sérios.

A trajetória profissional de Luttgardes inclui uma passagem pelo Banco do Estado do Rio de Janeiro, quando atuou como escriturário e pela Kodak e Johnson & Johnson como engenheiro de segurança. Depois, prestou concurso para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho, onde se aposentou. Em paralelo ao seu trabalho como auditor, especializou-se em Higiene Ocupacional para poder compreender e conhecer melhor o universo da exposição ocupacional, descobrindo aí sua verdadeira paixão profissional.

PROTEÇÃO - Como você visualiza a Higiene Ocupacional hoje em dia?
LUTTGARDES - A Higiene Ocupacional é uma área que vem crescendo muito dentro da Segurança do Trabalho. As empresas estão mais conscientes quanto aos riscos ocupacionais presentes no meio ambiente de trabalho, o que fez com que elas passassem a investir fortemente na implantação de um gerenciamento adequado de Higiene Ocupacional, começando pelo reconhecimento, avaliação e controle destes riscos. 



Confira a entrevista na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO MEDICINA DO TRABALHO: SINTOMAS PRESENTES
Autoras: Mônica de Assis Salviano Silva e Thalita Galindo de Melo
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Pesquisa avalia risco de infecção urinária na função de operador de caixa

Considera-se como infecção das vias urinárias a presença e multiplicação de microorganismos na urina, com possível invasão e reação das estruturas tubulares ou parenquimatosas do aparelho urinário ou órgãos anexos.

A ITU (Infecção do Trato Urinário) é a infecção bacteriana mais comum no âmbito comunitário. São mais frequentes na mulher, por causa da uretra mais curta e da maior proximidade do ânus com o vestíbulo vaginal e uretra. No homem, o maior comprimento uretral, maior fluxo urinário e o fator antibacteriano prostático são protetores. O papel da circuncisão é controverso, mas a menor ligação de enterobactérias à mucosa do prepúcio pode exercer proteção contra ITU, a presença do prostatismo é que irá torná-lo mais suscetível. Nas mulheres, a roupa pode contribuir para o surgimento de cistite, como ocorre com a roupa íntima sintética e meia calça, jeans apertados e ficar muito tempo com trajes de banho úmidos. A falta da ingesta de líquidos e o fato de "segurar" a urina também é um fator de predisposição.

PREVENÇÃO
A utilização dos conceitos de Ergonomia no projeto de postos de trabalho auxilia na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, pois esta atua para adequar o trabalho ao homem, de modo a garantir o máximo conforto, segurança e eficácia de ferramentas, máquinas e dispositivos utilizados pelo trabalhador. Este artigo visa a esclarecer sobre a prevenção da infecção urinária em operadores de caixa de supermercados de ambos os sexos e investigar se eles apresentam os sintomas. Outro objetivo é verificar se esta prevenção acarretará em diminuição do número de afastamentos por doenças ocupacionais, orientando os funcionários quanto aos seus direitos e deveres trabalhistas e conscientizando as empresas sobre os benefícios de manter seus funcionários saudáveis.

Qual a dificuldade encontrada em relação à falta de informação e prevenção de ITU em operadores de caixas de supermercados? O tema em questão surgiu por meio da leitura do relatório geral de observação do Instituto Observatório Social, em que sindicalistas de redes de supermercados deram destaque aos frequentes problemas de saúde nessa atividade. Eles citaram a ITU, julgando que o trabalho de prevenção não está sendo realizado de acordo com as necessidades.


Confira a bibliografia usada neste artigo.

 



Confira o artigo

na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.



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ARTIGO ENSINO: PUBLICAÇÃO NA SALA DE AULA
Autores: Mário César Ferreira, Janaina Bosa Daniel, Polyanna Peres Andrade e Veruska Albuquerque
Foto: Mário César Ferreira

Projeto pedagógico utiliza revista na formação profissional universitária

No limiar do século XXI, inúmeras questões configuram grandes desafios postos à formação profissional nos campos das ciências do trabalho. Quais são os referenciais teóricos pertinentes para se analisar as informações presentes nas organizações? Como diagnosticar as situações de trabalho apreendendo a sua complexidade e, ao mesmo tempo, promovendo saúde, segurança e efetividade dos trabalhadores? Quais são as implicações éticas inerentes às intervenções nos ambientes corporativos? Qual é a importância estratégica da atualização permanente dos estudantes para uma profissionalização de excelência nas universidades?

O objetivo do artigo é realizar um relato de caso sobre o uso da Revista Proteção no contexto da formação universitária da UnB (Universidade de Brasília). Ao abordar a temática do artigo, a expectativa é disponibilizar aos leitores nossa experiência de integrar o conteúdo da revista em um projeto pedagógico mais amplo de capacitação teórica, metodológica e ética dos alunos.

A revista foi utilizada como recurso didático durante a disciplina de Ergonomia 1 no segundo semestre de 2010. A disciplina é oferecida há cerca de 22 anos no Instituto de Psicologia e o público-alvo são alunos dos cursos de graduação da UnB. As turmas são habitualmente formadas por estudantes dos cursos de Desenho Industrial e Psicologia. Como não há a exigência de pré-requisitos, a configuração das turmas tem sido heterogênea e, portanto, interdisciplinar, como a própria Ergonomia.

A disciplina tem como objetivos principais: descrever as noções teóricas básicas da interrelação humano-trabalho, caracterizar a Análise Ergonômica do Trabalho e utilizar técnicas de análise de situações do trabalho. Os temas centrais trabalhados durante o semestre são: Ergonomia da Atividade (história, conceito e objetivos), noções teóricas básicas (contexto de produção de bens e serviços, trabalho prescrito e atividade, custo humano do trabalho, qualidade de vida no trabalho) e Análise Ergonômica do Trabalho (pressupostos, etapas, instrumentos e procedimentos).



Confira o artigo na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO RUÍDO: MÉTODO ADAPTADO
Autor: Francisco Sérgio Ribeiro
Ilustração: Francisco Sérgio Ribeiro

Alternativa qualifica escolha de equipamentos de proteção auditiva

O Método Longo Adaptado é uma ferramenta implantada pelo SESMT (Serviço Especializado de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) de uma indústria têxtil no processo de seleção de equipamentos de proteção auditiva. Tem como objetivo assegurar e manter íntegra a saúde auditiva de seus colaboradores e, consequentemente, sua competência e eficiência profissional, e a manutenção das capacidades salubres em seu convívio familiar e social.

Pela leitura e interpretação da Ordem de Serviço n° 608 do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de 5 de agosto de 1998, a contínua exposição ocupacional do trabalhador a NPSE (Níveis de Pressão Sonora Elevados), contínuos ou intermitentes, em jornadas de trabalho igual ou superior a oito horas diárias, cuja intensidade de Nível de Ruído Equivalente (média ponderada em TWA - Time Weighted Average) seja maior que 85 dB(A) pode causar PAIRO (Perda Auditiva Induzida por Ruído Ocupacional), sendo, então, o ruído considerado pelo Ministério do Trabalho e pela Previdência Social agente causador de doença profissional, dispensando a comprovação de nexo causal (relação causa-efeito).

A PAIRO é uma alteração dos limiares auditivos do tipo neurossensorial, caracterizada por ser irreversível, pela gradual progressão com o tempo de exposição ao risco e por sua representação típica nos audiogramas, comprometendo primeiramente os limiares auditivos em uma ou mais frequências na faixa de 3 mil a 6 mil hertz, sendo que as frequências mais baixas poderão levar mais tempo para serem acometidas. Além disso, é quase sempre bilateral, com limiares auditivos simétricos em ambos os lados.

GERENCIAMENTO
Para a preservação da saúde auditiva do trabalhador são imprescindíveis o fornecimento e o tratamento de condições de trabalho salubres, a anamnese ocupacional, a eficiência do PCA (Programa de Conservação Auditiva), a utilização dos métodos e dos critérios propostos pela Portaria n° 19 do MTE de 9 de abril de 1998 no acompanhamento periódico dos audiogramas e na avaliação da evolução audiológica da PAIRO, a utilização de medidas de controle administrativas, de engenharia, de proteção coletiva e individual.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: ACIDENTES ATUALIZADOS
Autores: Miguel Coifman Branchtein e Giovani Lima de Souza
Foto: Arquivo Seconci/Rio

SRTE-RS reuniu dados de ocorrências de 2002 a 2009

O presente artigo pretende ser uma contribuição aos profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho que visam construir um meio ambiente de trabalho decente, seguro e saudável. Nele, são abordadas as análises de acidentes do trabalho desenvolvidas pela Seção de Segurança e Saúde do Trabalhador da SRTE-RS (Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul) no período de 2002 a 2009.

Analisar e investigar as causas dos acidentes do trabalho e das doenças ocupacionais constituem atribuições dos Auditores Fiscais do Trabalho, tendo como objetivo a prevenção de outros eventos do gênero. As medidas de controle preconizadas nas conclusões de cada análise servem para orientar empresas, trabalhadores e profissionais de SST, a fim de melhorar a própria fiscalização e aprimorar a legislação.

A partir de 2001, os dados das análises passaram a ser registrados no SFIT (Sistema Federal de Inspeção do Trabalho) possibilitando que, além do aprendizado a partir de cada análise, o conjunto dessas pudesse ser estudado estatisticamente de modo a permitir conclusões mais abrangentes. O presente trabalho objetiva descrever a incidência dos fatores imediatos de acidentalidade e dos fatores causais dos acidentes na indústria da Construção Civil, sua evolução no tempo e determinar se há associação entre esses dois tipos de fatores.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO MEIO AMBIENTE: VISÃO AMPLIADA
Autores: Antonio Fernando de Araújo Navarro Pereira e Gilson Brito Alves Lima
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

A correlação entre ética ambiental, percepção e gestão de riscos

Riscos são todos os insucessos ocorridos em uma determinada fase ou época e não de todo esperados. A partir dessa primeira abordagem, iremos estabelecer uma correlação entre os métodos tradicionais de gestão de riscos, com base em pesquisa, coleta de dados, análise, percepção de sentimentos, medos, informação anterior e comprometimento de pessoas e questões baseadas na ética ambiental.

Pretende-se correlacionar a eficácia das duas formas de avaliação e consolidá-las por meio da interpretação de que não basta somente informar as pessoas sobre os riscos, inerentes ao meio e à atividade desenvolvida. Deve-se levar em consideração também, a sensação de segurança ou insegurança e as questões ético-ambientais envolvidas.
As técnicas de gestão de riscos têm evoluído com a incorporação de conceitos adotados em programas de qualidade e em confiabilidade de processos, assim como evoluem as técnicas de avaliação de riscos, com novos softwares e conceitos de percepção de riscos. As técnicas de gerenciamento trabalham com números, evidências e prognósticos, ao passo que a percepção trabalha com o sentimento das pessoas.

As técnicas e conceitos relacionados à gestão de riscos foram introduzidos com o objetivo de avaliar prematuramente os riscos, por meio da aplicação de conceitos físico-matemáticos. Com a proximidade dos riscos a áreas povoadas e a interação entre populações vizinhas e empreendimentos, passou-se a valorizar a percepção de riscos pelas pessoas no entorno do empreendimento.

Grandes projetos de Engenharia sempre alteraram fundamentalmente o meio ambiente, como no caso de usinas hidrelétricas, portos, túneis, pontes, indústrias químicas e petroquímicas, mineradoras. Algumas vezes, os empreendimentos chegam primeiro e as populações chegam depois devido a oferta de empregos e facilidades geradas pelo poder púbico, pela proximidade de rodovias, aeroportos e portos. Em outros casos, os empreendimentos vêm depois, atrás de facilidades geradas pelos governos e pela disponibilidade de mão-de-obra. Assim como os grandes empreendimentos, o licenciamento para a construção de casas em encostas também podem afetar o meio.

Muitos empreendimentos são implantados sem a devida preocupação com as pessoas e o meio ambiente e acabam virando notícia em jornais por acidentes ambientais ou outros problemas gerados por sua atividade. Uma indústria de papel em Minas Gerais teve rompida uma barreira de uma lagoa de rejeitos, causando danos ecológicos e comprometendo o abastecimento de água de cidades, incluindo o Rio de Janeiro. O inusitado é que os atuais donos afirmaram que ao adquirir a indústria, as bacias já existiam, como se não fossem responsáveis por seus passivos ambientais.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo na íntegra na Edição 234 da Revista Proteção.

 

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Edição do Mês
 
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