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Você está em: Edições / Ed. 5/2010
 
Edição 5/2010

MATÉRIA CAPA: VISÃO SISTÊMICA
Reportagem de Cassiana de Oliveira
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Em busca de melhores resultados na prevenção de acidentes e na promoção da saúde dos trabalhadores, empresas adotam modelos internacionais ou desenvolvem seus próprios Sistemas de Gestão. Além de atender às exigências legais, indicam oportunidades de melhoria e, assim, contribuem com a sustentabilidade da organização.

Reunir as ações de prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho em um só programa possibilita monitorar os indicadores que compõem a SST e, a partir destes resultados, traçar estratégias de melhoria contínua. O conhecido PDCA (em inglês: planejar, fazer, avaliar e agir) é a base para um Sistema de Gestão eficaz.

Com o advento do FAP (Fator Acidentário de Prevenção), a temática prevencionista passou a ser ainda mais importante no mundo corporativo. Portanto, o momento é ideal para demonstrar o quanto este trabalho contribui com o negócio da empresa, com seus resultados econômicos e com sua imagem institucional. "Historicamente, os primeiros Sistemas de Gestão foram destinados a assegurar um determinado padrão de qualidade dos produtos e serviços. Mas uma `qualidade` no sentido relativo, de satisfazer necessidades do cliente, não a qualidade no sentido absoluto. Em outras palavras, a organização queria assegurar que seu produto ou serviço tivesse as características que se afirmava ou prometia ter. A satisfação do cliente era um valor com consequências óbvias em termos de lucro para o negócio", relembra Gilmar da Cunha Trivelato, doutor em meio ambiente e pesquisador titular da Fundacentro/MG.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ENTREVISTA: CECÍLIA ZAVARIZ
Entrevista ao jornalista Juliano Rangel
Foto: Cristiane Reimberg

Auditora fiscal vem lutando pela erradicação do mercúrio desde 1986

Entre 2010 e 2013, o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) conduzirá os trabalhos de elaboração de um documento internacional que regulamentará diversos aspectos relacionados ao mercúrio, metal pesado altamente tóxico à saúde humana e ao meio ambiente. Para o processo de construção deste instrumento, o PNUMA contará com a participação de governos de mais de 100 países, de organismos internacionais relacionados ao tema como a OMS (Organização Mundial da Saúde), ONU (Organização das Nações Unidas) e OIT (Organização Internacional do Trabalho) e de representantes da sociedade civil e do setor privado. Entre eles estará a auditora fiscal da SRTE/SP e coordenadora do Programa Nacional de Mercúrio Cecília Zavariz, convidada pelo PNUMA para participar da primeira reunião de elaboração desse documento, que está agendada para junho. Lutando pela erradicação do mercúrio desde a década de 80, quando iniciou seu trabalho de fiscalização na então DRT de São Paulo, Cecília esteve à frente da campanha que eliminou o uso de aparelhos com mercúrio na área hospitalar da capital paulista. Atualmente, seu objetivo é a proibição dos aparelhos com mercúrio na área de saúde de todo o País. O trabalho da médica do Trabalho vem sendo conduzido por palestras e eventos, bem como por intensas reuniões e diálogos com representantes das instituições, assim como com as direções de órgãos municipais, para conscientizá-los sobre a necessidade de se trocar aparelhos com mercúrio por outras tecnologias livres desse agente tóxico.

PROTEÇÃO - Terá início, em junho, a elaboração de documento internacional que regulamentará a utilização do mercúrio. Qual a importância desta regulamentação para a segurança do trabalhador?
CECÍLIA - A constituição desse documento não será um benefício exclusivo para esse ou aquele indivíduo, ou para esse ou aquele país. Será um marco importante para toda população mundial, pois a utilização do mercúrio é um problema que afeta a todos, sendo a eliminação de seu uso a única forma segura de prevenir o risco para o trabalhador. Por ser um agente que não se restringe a um local, o mercúrio vem se dispersando no planeta, seja transportado pelas correntes aéreas ou marítimas. É para minimizar esse risco que se pensou na criação dessa regulamentação, porque tudo o que já foi lançado está presente no meio ambiente, não se tornando inerte na natureza. Por isso que a contaminação está tão elevada, particularmente nos peixes de todas as regiões. É preciso uma união global, pois não adianta um país tomar providências e outros usarem o mercúrio indiscriminadamente. A tentativa do Programa das Nações Unidas para a redução/eliminação do mercúrio no meio ambiente já vem sendo empregada desde 2002. Só que de lá para cá poucas medidas concretas foram feitas. Isso mostra a necessidade de uma regulamentação internacional para que se possa exigir que os países participantes a cumpram. Por isso, a importância deste documento.


Confira a entrevista
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ANÁLISE DE RISCOS: METODOLOGIA AMPLIADA
Autores: Antonio Carlos Silva Petersen, Regina Ferreira Vianna e Osvaldo Andrade Souza
Foto: Antonio Carlos Silva Petersen

Utilização do gás natural possibilita análise otimizada de níveis de risco ao homem

Acidentes em sistemas e unidades que operam com produtos perigosos, como produtos inflamáveis, tóxicos, explosivos, poderão incorrer em sérios danos às pessoas e/ou às instalações que estejam em suas proximidades, em virtude da possibilidade de ocorrência de eventos indesejáveis e do comportamento dos efeitos decorrentes de liberações destes tipos de produto. Estudos relativos a acidentes desta natureza são conhecidos como análises ou estudos de risco.

O risco associado a um determinado cenário de acidente é calculado segundo sua frequência de ocorrência e sua severidade. A frequência de ocorrência é calculada segundo a probabilidade de ocorrência do evento iniciador causador da liberação do produto perigoso como ruptura de um trecho de linha ou transbordamento de um tanque, por exemplo. Já a severidade, considerando segurança pessoal, é a capacidade dos efeitos físicos, decorrentes da liberação de produto associada ao evento iniciador analisado, em causar fatalidades, relativo ao potencial de dano relacionado a esse efeito. O risco social total relativo a uma determinada instalação, o qual pode ser definido como o risco a que uma comunidade externa à instalação está sujeita por sua presença nas vizinhanças, pode ser calculado como o somatório dos riscos de todos os eventos iniciadores decorrentes da instalação.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO ERGONOMIA: SOBRECARGA INTENSA
Autores: Laurinda Maria Coutinho, Iandra Paula Soares Santos, Francisco Paula Antunes Lima e Eugênio Paceli Hatem Diniz
Foto: Alcatel-Lucent

Empresas devem atentar para a atividade de instaladores de antenas de celular


A coluna vertebral é um segmento complexo e funcionalmente significativo do corpo humano. Muitos pesquisadores apresentam um grande interesse na região lombar da coluna vertebral, pois a dor lombo sacra é um dos principais problemas médicos e socioeconômicos dos tempos modernos.

A lombalgia é uma das grandes aflições humanas e, atualmente, as estatísticas mundiais mostram que quase todos os indivíduos apresentam grande chance de sofrer uma lesão incapacitante nas costas, independente de sua ocupação.
As posturas estereotipadas, assim como a sobrecarga estática e o excesso de força para a resolução de tarefas podem ser considerados fatores que contribuem para o aparecimento de enfermidades músculo-esqueléticas, como é o caso da dor lombar.

Uma pesquisa foi realizada com o objetivo de analisar a atividade de trabalho dos instaladores de antenas em várias empresas do setor de telefonia móvel com tecnologia GSM (Group Special Mobile - Grupo Especial Móvel) em Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. Procurou-se identificar se os técnicos apresentavam queixas de dor na região lombar buscando compreender como e por que isso acontecia.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO SEGURANÇA VIÁRIA: RESPOSTA VITAL
Autor: Mauri Adriano Panitz
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Motoristas devem atentar para a influência de fatores psíquicos e fisiológicos

O fator humano é, indiscutivelmente, o maior responsável pela ocorrência de acidentes de trânsito, razão pela qual se traz à discussão alguns aspectos psicofisiológicos nos campos da Ergonomia, da Semiótica e da Sinalética. É o caso da recepção e da percepção de estímulos visuais pelo ser humano na circulação de veículos.

Do processo de desempenho do fator humano no trânsito fazem parte algumas funções psicofísicas: recepção, percepção, intelecção, controle e resposta. Nesse contexto inserem-se os aspectos físicos (visual, cinestésico, vestibular e auditivo) assim como os aspectos psíquicos (motivação, nível de inteligência, processo de aprendizagem, atenção, atitude, maturidade e reações condicionadas).

O estudo das características humanas torna-se de extrema importância na análise do desempenho de conduzir veículos, pois o tempo de resposta a uma situação do tráfego tende a ser maior quando o condutor está afetado pela fadiga, pelo uso do álcool e outras drogas e, também, sob certas características e circunstâncias psicológicas e fisiológicas.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO SAÚDE MENTAL: RESPONSABILIDADE EXTREMA
Autores: Osmar de Oliveira Cardoso, Josiane de Pádua Arantes, Maida Martins Leal Modesto e Aline Gonçalves 
Foto: Serv Foto Ltda

Atenção excessiva dos trabalhadores da saúde pode ocasionar síndrome de burnout

O profissional ligado a recursos humanos vem se preocupando já há algum tempo com as influências que o ambiente de trabalho pode exercer sobre o bem-estar e a saúde do trabalhador.

Vários fatores contribuíram para despertar esse comportamento: o absenteísmo, a produtividade que se tornou baixa e com qualidade prejudicada, a onerosidade com a previdência social, etc.

Cientistas sociais consideraram necessário pesquisar sobre os fatores que mais pesavam para o trabalhador. Colocaram-se de um lado condições ambientais do trabalho e de outro a saúde do trabalhador. Assim, houve uma preocupação não apenas com a saúde física, mas principalmente com a saúde mental. Para a maioria dos estudiosos, a saúde mental dependia mais de características pessoais, fatores da genética, influências da vida familiar, etc. Os fatores relacionados ao trabalho não eram levados em consideração e para os transtornos mentais não se analisava a organização do trabalho das várias profissões existentes. O assunto ficou esquecido por muito tempo.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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ARTIGO RESPONSABILIDADE EM SST: DIREITO GARANTIDO
Autor: Luiz Damasceno Brasil
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Leis e normas asseguram integridade dos trabalhadores


Na leitura histórica das relações entre o capital e o trabalho percebe-se o quanto foi colocado em segundo plano os temas e as questões relacionadas com a segurança e a saúde do trabalhador. Embates de natureza econômica e política arrastaram-se ao longo dos séculos e perpetuam-se no século XXI, sem atender ao favorável ponto de equilíbrio, pelo menos no aspecto humano, com vistas ao resgate da dignidade e natureza do Ser.

Centenas de textos e livros foram e serão escritos com o objetivo maior de despertar a sensibilidade dos poderosos para o respeito aos mais carentes. Todavia percebe-se que os cinco "E" ditam a continuação da regra do `homem lobo do próprio homem` motivando: escravidão, exploração, extorsão, exclusão e exceção. Da lida do escravo ao assalariado, da exploração de mulheres e crianças pelo lucro desenfreado, da extorsão representada pela monetização dos riscos (leia-se adicionais de insalubridade e periculosidade), da exclusão, do robô roubando cada vez mais os já parcos empregos deste século e a exceção de ter um emprego ou trabalho sem a garantia de direitos fundamentais.


Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira o artigo
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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JURISPRUDÊNCIA: CONDENAÇÃO SUSTENTADA
Autor: José Luiz Dias Campos
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Omissão e negligência do empregador levam à indenização da vítima

A 8ª Turma do TST voltou a aplicar a responsabilidade subjetiva em ações indenizatórias, dando a esta interpretação do Artigo 7º, inciso XXVIII, da Constituição Federal, que na sua origem aboliu expressamente a responsabilidade sem culpa, aplicável apenas nas ações de prestações por acidentes do trabalho ajuizadas contra a Previdência Social. Contra o empregador, mesmo em atividades de risco, só com prova de dolo ou culpa. Essa decisão ocorreu no dia 12 de março no Recurso de Revista TST-RR-9953900-80. 2006.5.09.0242.

Assim descreve a ministra relatora Maria Cristina Irigoyen Peduzzi: "O MM. Juízo Primeiro, após analisar os elementos constantes nos presentes autos, concluiu que a ré não se desincumbiu de demonstrar a adoção de providências para evitar acidentes, bem como que a autora tenha dado causa ao infortúnio, motivo pelo qual declarou a responsabilidade da ré pelo acidente de trabalho envolvendo a recorrida. Insurge-se a recorrente alegando que o acidente ocorreu, segundo depoimento da testemunha Carlos Martins, em decorrência de ato de imprudência da autora que utilizou luvas para efetuar a limpeza de peças - o que é proibido pela ré. Entende que a conduta negligente e imprudente da autora `não pode ser transferida à reclamada que não deu causa ao acidente em questão, asseverando que `sempre a advertiu da proibição quanto ao uso de luvas, tanto é que não consta nenhuma entrega de luvas nas fichas de EPIs da reclamante, justamente para que ela não as utilizasse.

Asseverando, ainda, que o Artigo 7º, inciso XXVIII, da Constituição Federal, condiciona a responsabilização do empregador por acidentes de trabalho à ocorrência de culpa ou dolo, o que, segundo seu entendimento, não restou comprovado nos presentes autos, requer seja excluída a responsabilização que lhe foi imputada no que concerne ao dano material e moral. Sucessivamente, na hipótese de entendimento diverso, requer ao menos seja considerada a existência de culpa concorrente da vítima para fins de minoração de sua responsabilidade e consequente redução do valor indenizatório".

Confira a jurisprudência
na íntegra na Edição
221 da Revista Proteção.

 

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