Banner 01 - Ansell
Banner 1 - UniSafety - 3
Fujiwara Banner 1 Outubro
Banner 1 Marluvas - Set/Dez
Banner 01 - Marluvas - Dezembro
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
P NN Eventos - Banner 5


Você está em: Edições / Ed. 3/2010
 
Edição 3/2010

MATÉRIA CAPA: Prevenção Ameaçada
Reportagem de Sabrina Auler
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom


Mecanismo implantado pela Previdência Social flexibilizando a alíquota para acidentes de trabalho divide opiniões. Em vigor desde janeiro, a nova sistemática está provocando uma verdadeira guerra entre as empresas e o Governo

Para alguns o FAP (Fator Acidentário de Prevenção) é coerente, justo, revolucionário. Para outros, controverso, distorcido, inconsistente. Os posicionamentos frente ao mecanismo que flexibiliza a alíquota para acidentes de trabalho são os mais diversos. Enquanto a Previdência classifica o FAP como um "divisor de águas" no campo da SST (Segurança e Saúde no Trabalho) brasileira, a CNI (Confederação Nacional da Indústria), percebe o modelo em vigência como confuso. Mais que isso: para a entidade patronal, o FAP, da forma como está, se apresenta como recurso puramente arrecadatório.

Previdência e CNI, portanto, não se entendem - ou não querem se entender. A confusão começa com duas perguntas simples feitas pela reportagem de Proteção: quantas empresas vão pagar mais ou menos alíquota a partir do FAP? Quantas elevaram ou reduziram sua classificação no grau de risco neste último reenquadramento? As respostas da CNI são: reduções de FAP aquém e muitas ampliações de grau de risco. A Previdência garante que com o Fator Acidentário de Prevenção 92,37% (879.933) das 952.561 empresas que integram 1.301 subclasses foram bonificadas enquanto que 7,62% (72.628) tiveram aumento da alíquota. O número de quantas atingiram FAP 50% menor ou duplicado, entretanto, ainda é uma incógnita. O órgão diz que só terá esse dado em 90 a 120 dias. A Previdência tampouco sabe precisar quantas tiveram aumento ou diminuição no enquadramento de risco.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ENTREVISTA: JOSÉ ORLANDO GOMES
Entrevista ao jornalista Alexandre Gusmão
Foto: Alexandre Gusmão


Presidente da Abergo fala do papel da ergonomia para a qualidade de vida

José Orlando Gomes, atual presidente da Associação Brasileira de Ergonomia, conseguiu conciliar a atividade acadêmica com a experiência do chão de fábrica, o que certamente influenciou sua forma de avaliar o tema. Ele destaca nesta entrevista ao jornalista Alexandre Gusmão o quanto a ergonomia pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Este paulista de Riversul adotou, há mais de 20 anos, o Rio de Janeiro onde é professor do Departamento de Engenharia Industrial e do Programa de Pós-Graduação em Informática da UFRJ, além de pesquisador do Grupo de Pesquisa em Engenharia do Conhecimento. Ergonomista certificado, José Orlando fez Engenharia de Produção pela USP, além de mestrado e doutorado na mesma área pela UFRJ.

Entre 2002 e 2004 foi pesquisador visitante no Cognitive Systems Engineering Lab da Universidade de Ohio, no Estados Unidos. Lá trabalhou com o professor David Woods, destaque na área de Ergonomia Cognitiva. Teve também experiência na França onde fez especialização em Ergonomia no Conservatoire National des Arts et Metiers, orientado pelo professor Tahar Hakin Benchekroun. Antes de assumir a presidência da Abergo, no início do ano passado, atuou no Conselho Fiscal e como secretário geral entre 1997 e 2001. Seu mandato vai até dezembro de 2011.

Entre os trabalhos desenvolvidos pela atual diretoria da Abergo este ano está o 16º Congresso Brasileiro de Ergonomia, que ocorre em agosto no Rio de Janeiro, paralelamente à feira PrevenRio. José Orlando aposta em sucesso do evento que é tradicional nesta área e convida os profissionais envolvidos com o tema para participarem da programação, que reunirá especialistas brasileiros e internacionais durante cinco dias.

PROTEÇÃO - O senhor assumiu a presidência da Abergo em janeiro do ano passado e comandará a entidade até dezembro de 2011. Quais os objetivos?
GOMES
- Estamos num processo de incorporar as diferentes correntes que fazem parte da entidade. A Abergo deve reunir todas as concorrentes da Ergonomia. Trabalhamos também para ter uma Abergo em cada estado. Precisamos ter uma estrutura porque não pode um grupo de dez pessoas dirigir uma associação nacional num país continental, com milhões de habitantes. Nossa campanha de filiação teve uma resposta muito grande. As pessoas querem Ergonomia e eu acho que a gente está neste caminho no sentido de avançar e criar uma descentralização da Abergo, com eventos regionais e com maior dinamicidade. Estamos desenvolvendo uma política de publicações, agora com a nossa revista, com o site que vai ser restrito aos nossos sócios, além das parcerias que pela primeira vez estamos fazendo. Temos parceria com editoras e outras empresas para reduzir os preços de produtos para nossos associados. A Abergo compreende três organizações juntas. Ela é uma sociedade científica, é uma associação profissional, que tem que responder do ponto de vista da proteção do nosso associado, e ao mesmo tempo, em termos de qualidade, é uma instituição certificadora. Acho que isto é um desafio, mas nós estamos caminhando nesta direção.


Confira a entrevista
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.


----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO CONSTRUÇÃO CIVIL: PLANEJAMENTO CONSCIENTE
Autores: Marcos Gonçalves da Silva e Moacyr Machado Cardoso Junior
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Áreas de vivência devem ser gerenciadas para o conforto e a segurança dos trabalhadores

Com a abolição da escravidão no Brasil, a mão de obra remunerada permitiu o desenvolvimento e a industrialização do País. No entanto, somente após o final da Segunda Guerra Mundial é que foi criada uma legislação abrangente para atender as necessidades dos trabalhadores e disciplinar a relação entre empregadores e empregados. Hoje essa legislação é conhecida como CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que dedica seu capítulo V inteiramente à Lei 6.514/78, Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego e suas NRs (Normas Regulamentadoras).

Atualmente, com o desenvolvimento da industrialização e da tecnologia, há uma grande preocupação por parte das empresas em aplicar Segurança no Trabalho não somente por imposição legal, mas especialmente por fazer parte da gestão do negócio. Existem até mesmo normas de conformidade em Segurança do Trabalho já seguidas por muitos empregadores, entre as quais se destaca a OHSAS 18001, cuja conformidade propicia às empresas mercado consumidor internacional e parcerias muito interessantes para a sobrevivência e sucesso do negócio.

Segundo a Fundacentro, uma das mais importantes conquistas dos trabalhadores da indústria da construção foi a obrigatoriedade, prevista na NR 18, de implantação de áreas de vivência nos canteiros de obra. São nesses locais que o trabalhador faz suas refeições, toma banho, passa horas de folga e muitos deles moram durante a construção.

Confira a bibliografia usada neste artigo.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO ERGONOMIA: PRODUTIVIDADE COM SAÚDE
Autor: Robson José de Oliveira
Foto: IFT 2008


Evolução nos trabalhos florestais proporciona melhorias aos operadores

A ergonomia é uma ciência que visa melhorar as condições de trabalho para o ser humano com o objetivo de minimizar possíveis problemas de saúde. Com o passar dos anos e com a ajuda da tecnologia vários trabalhos manuais vêm sendo substituídos por máquinas e vários equipamentos ultrapassados vêm sendo melhorados com o objetivo de diminuir esforços sobre o corpo humano e racionalizar as perdas de tempo reduzindo gastos.

Com o apoio de pesquisas, o setor florestal vem se adaptando para oferecer aos trabalhadores da área um trabalho menos perigoso e cada vez mais seguro no que se refere à exploração e colheita florestal. Métodos empregados antigamente para abater e extrair árvores estão sendo deixados de lado para dar lugar a inovações tecnológicas. Com isso a qualidade de vida de trabalhadores no setor florestal vem melhorando. Atualmente, operadores que trabalhavam cortando e extraindo árvores manualmente ou com motosserras, em sua grande maioria, operam máquinas grandes como Feller-buncher, harvester ou slingshot que picam ou cortam várias toras do tamanho desejado otimizando o tempo gasto e gerando lucros para a empresa.

A máquina Feller-buncher derruba uma árvore em torno de 16 segundos e corta até seis árvores de uma vez. A harvester corta e processa as árvores, porém, apenas uma árvore por vez é cortada. Já a slingshot pode ser usada para corte e derrubada, mas não é muito utilizada devido ao seu cabeçote que força muito e pode levar a quebras, sendo sua função mais voltada para o processamento.

Os operadores das máquinas investem em estudos, pois para operar qualquer delas é necessário entender um pouco de mecânica e de dirigibilidade, além de ter habilidade. Se, por um lado, as inovações geram desemprego ao substituir o trabalho manual de muitos empregados por uma máquina, por outro geram melhoria de vida no que se refere aos estudos para trabalhar com os equipamentos.

Confira a bibliografia usada neste artigo.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO EXPLOSÃO DE PÓS: CUIDADOS PRÁTICOS
Autor: Gilmar Tadeu Guerreiro Barbosa
Foto: Gilmar T. G. Barbosa

Prevenção e controle em unidades armazenadoras de grãos evitam explosões

No Brasil, não há muita informação sobre ocorrências de sinistros envolvendo explosões de pó agrícola nas unidades armazenadoras. Isso tem acarretado uma total desinformação sobre as causas desses acidentes, bem como as consequências normalmente desastrosas desses acontecimentos. Essa desinformação tem resultado em abusos excessivos quanto à segurança das instalações armazenadoras devido à descrença com relação ao perigo de incêndio ou explosões de pó.

Atualmente, devido ao aumento da capacidade armazenadora do País, como também ao processamento em maior escala desses produtos, ocorrem acidentes tão graves que se tornam difíceis de passar despercebidos pela população.

Temos observado alguns noticiários de sinistros envolvendo explosões de pó agrícola com perdas materiais inestimáveis, bem como de muitas vidas. Face a esse tipo de acidente, mais do que nunca, é importante formar e treinar colaboradores para que tenham consciência na aplicação de normas de segurança nas áreas de armazenagem de grãos para evitar possíveis ocorrências envolvendo explosões de pó.

Este artigo busca apontar as causas das explosões de pós, e as medidas de prevenção, controle de pó, controle da fonte de ignição e sistemas supressores de explosão.

Confira a bibliografia usada neste artigo.



Confira a reportagem
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO SAÚDE: DIREÇÃO DEFENSIVA
Autores: Ana Maria Kerr Saraiva Szymanski, Jack Szymanski e Claudia Roberta de Castro Moreno
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom


Fadiga ocupacional de caminhoneiros deve receber mais atenção

Os acidentes de trânsito são responsáveis por um grande número de mortos, feridos e incapacitados. Pesquisadores da área evidenciam o papel da sonolência do motorista nos acidentes de tráfego e sua relação com a fadiga.

A fadiga pode ser causada pela sonolência excessiva e por outros distúrbios do sono. Além disso, o trabalho noturno associado aos horários irregulares de trabalho é também apontado como causa dos acidentes.

A evidência sobre o papel desempenhado pela fadiga em acidentes de trânsito é fraca, mas sugestiva. Esse tem sido um alerta constante do Ministério do Trabalho e Emprego, no que se refere à segurança e saúde no transporte, por meio de informativos próprios.

A causa médica mais comum de sonolência excessiva é a apneia do sono, que tem recebido uma considerável atenção. A prevalência na população em geral é estimada em aproximadamente de 2 a 4% em homens e de 1 a 2% em mulheres.

Apesar do crescente número de pesquisas acerca da fadiga e apneia do sono em motoristas de caminhão, a fadiga ocupacional tem recebido pouca atenção. Pesquisas recentes têm evidenciado que a fadiga em motoristas contribui para a ocorrência de acidentes de trânsito com ferimentos.

Trabalhadores em turnos de qualquer segmento do mercado podem ter distúrbios do sono, que prejudicam o seu desempenho físico e cognitivo.

Confira a bibliografia usada neste artigo.


Confira o artigo
na íntegra na Edição
219 da Revista Proteção.

 

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Edição do Mês
 
banner6-promo-protecao-outubro02
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital