Banner 01 -RL USP - Junho
Banner 01 - Congresso SST
Banner 01 - Casa do EPI - Junho
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
P Revista Proteção Digital Banner 4
P NN Eventos - Banner 5
P Revista Emergência Digital Banner 5


Você está em: Edições / Ed. 12/2011
 
Edição 12/2011

MATÉRIA DE CAPA
GOVERNO APROVA POLÍTICA DE SST

 

Reportagem de Cristiane Reimberg
Capa: Beto Soares/Estúdio Boom

 

Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho finalmente é publicada e promete ações integradas entre Trabalho, Saúde e Previdência

 

A publicação da PNSST (Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho) foi considerada por muitos prevencionistas uma importante conquista para a área. O texto saiu por meio do Decreto 7.602, de 7 de novembro, e contou com as assinaturas da presidenta da República, Dilma Rousseff, e dos ministros do Trabalho, da Saúde e da Previdência, respectivamente, Carlos Lupi, Alexandre Padilha e Garibaldi Alves Filho. Construída de forma tripartite, a política promete integrar as ações de SST dos três ministérios e traz entre os seus princípios a universalidade. Ela propõe que a segurança e a saúde alcancem a todos os trabalhadores, incluindo informais e o servidor público. Outro princípio é o diálogo social, que passou a ser exercido já na construção do texto.

A CTSST (Comissão Tripartite de Segurança e Saúde no Trabalho) foi criada em 2008 com formação tripartite e paritária. Representantes do governo, dos empregadores e dos trabalhadores tiveram a atribuição de revisar e avaliar a proposta da PNSST elaborada anteriormente. A proposta original datava de 2005 e uma minuta chegou a passar por consulta pública. Foi em cima desse texto, elaborado pelo GEISAT (Grupo Executivo Interinstitucional de Saúde do Trabalhador), que a política atual foi construída.

Um dos objetivos dessa nova elaboração foi atender às diretrizes da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e ao Plano de Ação Global em Saúde do Trabalhador da OMS (Organização Mundial da Saúde). 

"Consideramos a PNSST um marco histórico para a área, pois, além de fortalecer o sistema tripartite por meio da CTSST, fortalece também as ações governamentais e de outras entidades de prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. É importante ressaltar que a política contribui para a implementação da Convenção 155 da OIT, já ratificada pelo Brasil, e cria as condições necessárias para a implementação da Convenção 187 da OIT", avalia o diretor técnico da Fundacentro e membro da CTSST, Jófilo Moreira Lima Júnior.

 

Confira a reportagem completa
na edição de dezembro
da Revista Proteção                             

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


ENTREVISTA
ESPAÇO CONQUISTADO

 

Por Juliano Rangel
Foto: Juliano Rangel

 

Fisioterapia do Trabalho quer atuação multiprofissional e inserção na NR 4

 

Enquanto esteve à frente da Abrafit (Associação Brasileira de Fisioterapia do Trabalho), gestão 2010/2011, o fisioterapeuta do Trabalho Eduardo Ferro dos Santos procurou fortalecer uma aproximação com as demais entidades da área prevencionista como, por exemplo, o Ministério do Trabalho, as associações profissionais, dentre outras de interesse mútuo, com o intuito de instigar a participação multiprofissional. A ação vem ao encontro do desejo da categoria de ser incluída na NR 4. Eduardo, que considera a NR 4 uma norma defasada, acredita que a inserção dos profissionais da Fisioterapia do Trabalho agregaria valor ao SESMT, visto a sua competência em questões ergonômicas e de acessibilidade. Segundo ele, este é o novo foco da Abrafit que, até então, estava mais concentrada em ações para regulamentar a profissão.

A resolução que reafirma a competência do fisioterapeuta para a prática da ginástica laboral estava entre estas conquistas. De acordo com ele, a atividade vive um momento de grande desenvolvimento, principalmente depois da publicação da nova NR 12 (Máquinas e Equipamentos), que dedica em torno de 50% do seu texto para questões de caráter ergonômico. Para poder se dedicar com maior ênfase ao planejamento de eventos técnicos de aperfeiçoamento profissional da categoria, Eduardo Ferro optou por passar o cargo de presidência da Abrafit ao seu então vice-presidente Arquimedes Augusto Penha durante o 3º Congresso da entidade, realizado entre os dias 20 e 21 de outubro. Com a mudança, ele passa a ser o diretor científico.

Revista Proteção: Como o senhor analisa a Fisioterapia do Trabalho atualmente, considerando que ela tem evoluído muito nos últimos anos?

Eduardo Ferro dos Santos: A Fisioterapia do Trabalho começou com uma prática mais genérica da fisioterapia com a presença do fisioterapeuta nas empresas. Agora ela caminha para a especialidade. Temos os especialistas em Fisioterapia do Trabalho. Com isso, nós não colocamos nas empresas profissionais que não sejam realmente capacitados. Para ser um fisioterapeuta do Trabalho, é preciso buscar toda a especialização, qualificação, titulação, que vai diferenciá-lo da Fisioterapia tradicional, que é uma área de bastante valor, porém, para entender os problemas dentro de uma organização é preciso capacitar-se. Buscamos a qualidade dessa capacitação, com propostas de certificação de curso e de pessoas, e nossa futura inserção dentro da NR 4.

 

Confira a entrevista completa
na edição de dezembro
da Revista Proteção                             

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

 

ARTIGO - CONSTRUÇÃO CIVIL
GESTÃO INTEGRADA

 

Autores: Jófilo Moreira Lima, Sonia Maria José Bombardi, Maria Cristina Félix e Artur Carlos da Silva Moreira
Foto: Divulgação/AG

 

Sistemas implementados devem seguir orientações da OIT e OMS

 

O Brasil atingiu 764,9 mil acidentes em 2008, registrando um aumento de 12,2% em relação ao ano anterior, segundo o MPS (Ministério da Previdência Social). Neste mesmo período, a assistência médica simples cresceu 7%; a incapacidade temporária, 12,9%; a incapacidade permanente, 28,6%; e os óbitos decresceram 3,1%. O setor agrícola teve aproximadamente 3,9% dos acidentes registrados; a indústria, 46,1%, e o setor de serviços, 50%, excluídos os dados de atividade ignorada.

As empresas do setor da construção ocupavam, em 2008, aproximadamente 1,8 milhão de pessoas. A expansão do setor acompanhou o crescimento de 5,1% do PIB (Produto Interno Bruto), aumentando 8,9%. Segundo a PAIC 2008 (Pesquisa Anual da Indústria da Construção), a elevação foi alavancada por vários fatores:

a) crescimento da renda familiar e do emprego, com taxa de desemprego de 6,8% em dezembro (a menor desde 2002);

b) aumento nas operações de crédito para habitação e de desenvolvimento do BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico);

c) manutenção da redução de imposto sobre produtos industrializados de vários insumos;

d) continuidade do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) com aumento de obras para o setor público.

No mesmo período, o ritmo de criação de empregos formais na construção civil dirigidos a obras de infraestrutura superou o da contratação de trabalhadores para edificações residenciais e comerciais. Há grande demanda para qualificação de mão de obra destinada à infraestrutura, em especial com relação às áreas de construção de hidrelétricas e setor de petróleo. Além da importância estratégica para o país, a indústria da construção também se caracteriza por ser uma atividade de alto risco, devido à dinâmica do processo produtivo, à falta de uniformidade no tamanho de empresas, máquinas e equipamentos, diversidade das técnicas construtivas, entre outros quesitos.



Veja a bibliografia usada neste artigo.


 

Confira o artigo completo
na edição de dezembro
da Revista Proteção                             

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


ARTIGO - SAÚDE MENTAL
DOCENTES SOB PRESSÃO

 

Autora: Jaqueline Brito Vidal Batista
Foto: Arquivo Proteção

 

Más condições ambientais e excesso de tarefas geram sofrimento psíquico

 

"Meu trabalho é muito estressante, muito estressante. Meu sofrimento é o meu trabalho." Essa frase foi dita por uma professora do ensino fundamental ao tentar relatar o que o trabalho representava para ela, em um estudo que avaliou a prevalência da Síndrome de Burnout nos professores da primeira fase do ensino fundamental das escolas municipais do município de João Pessoa/PB.

Nos últimos anos, o trabalho docente tem sido objeto de estudo de vários segmentos. De forma geral, os problemas identificados na categoria são relacionados a sua origem, ao seu desenvolvimento histórico e à valorização social da atividade. Um exemplo disso pode ser encontrado na análise das condições de trabalho dos professores, que mobilizam suas capacidades físicas, cognitivas e afetivas, gerando esforço e hipersolicitação de suas funções psicofisiológicas. O professor ampliou sua prática profissional para além da sala de aula, incluindo, além do ensino, atividades de cuidado para com o aluno e a missão de garantir a articulação entre escola e comunidade. Esse conjunto de demandas atinge diretamente não só seu desempenho, mas principalmente sua saúde.

A OIT (Organização Internacional do Trabalho) identificou a profissão como de alto risco, considerando-a como segunda categoria profissional em nível mundial a portar doenças de caráter ocupacional. Entre os agravos mais recorrentes encontram-se os transtornos mentais. No Brasil, a lista de Doenças Profissionais e Relacionadas ao Trabalho do Ministério da Previdência Social contém um conjunto de 12 categorias diagnósticas de transtornos mentais. Elas incluem transtornos mentais e de comportamento relacionados ao trabalho, os quais podem ser determinados pelo local, pelo tempo e pelas ações do trabalho.


Veja a bibliografia usada neste artigo.

 

Confira o artigo completo
na edição de dezembro
da Revista Proteção                             

 

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


ARTIGO - ERGONOMIA
INCLUSÃO EM FOCO

 

Autores: Laura Bezerra Martins, Béda Barkokébas Júnior e Bruno Maia de Guimarães
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

 

Trabalhadores com deficiência precisam de postos de trabalho adaptados

 

A Ergonomia se torna indispensável tanto para maximizar as capacidades da pessoa com deficiência, como para que as ocupações disponíveis para estes trabalhadores ofereçam condições ideais de trabalho em termos de acessibilidade e na adequação do ambiente (estrutura física e organizacional), evitando principalmente o agravamento da incapacidade ou deficiência existente e/ou o surgimento de novas.

Para que haja uma adequada inserção laboral, deve ser feita uma avaliação precisa e detalhada, enfocando dois importantes aspectos. Um deles é centrado na avaliação do indivíduo e se baseia no interesse pelo trabalho e nas capacidades e incapacidades que poderiam afetar o desempenho deste trabalhador. O outro aspecto é fundamentado em questões ergonômicas como as exigências do trabalho e as características das tarefas.

Dessa forma, é preciso comparar as demandas do trabalho e as capacidades da pessoa com deficiência, ou seja, avaliar as habilidades do indivíduo e determinar as necessidades e requisitos da atividade de trabalho. A meta é que as demandas não superem as capacidades funcionais do trabalhador com deficiência e o posto seja acessível e seguro.


Veja a bibliografia usada neste artigo.


 

Confira o artigo completo
na edição de dezembro
da Revista Proteção                             

 

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO EPI: USO ADEQUADO
Autores: Adriana Alfieri de Carvalho, Michela Correa Franciscati, Simone Oliveira de Carvalho e Elisabete Castelon Konkiewitz
Foto: Hamilton Humberto Ramos

Enfermeiros do Trabalho podem contribuir na conscientização dos trabalhadores

Este artigo traz uma pesquisa quantitativa de corte transversal em que se utilizou como método uma revisão literária de artigos científicos, revistas eletrônicas de Enfermagem do Trabalho e artigos do Scielo. Conforme ilustra o Quadro 1, Questionário, foram elaboradas questões semiestruturadas com perguntas objetivas aplicadas aos trabalhadores de uma usina de cana de açúcar no município de Naviraí/MS, após a autorização do Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos, atendendo à Resolução 196/96.

Esta pesquisa tem como hipótese a não adesão aos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) por falta de treinamento ou de informações necessárias aos trabalhadores, assim como a falta de sensibilização quanto à importância dos equipamentos. O objetivo proposto foi identificar se os trabalhadores não aderem aos EPIs por falta de informações sobre sua importância ou se não são devidamente sensibilizados e conscientizados para a importância dos EPIs na prevenção de acidentes de trabalho.

Percebe-se uma benéfica e crescente intenção em prevenir acidentes de trabalho com a implantação cada vez maior de políticas de saúde, para melhoria da qualidade de vida e Segurança no Trabalho. Uma das atitudes mais comumente encontrada é o investimento em EPIs e a obediência das normas vigentes não apenas pelo receio de punições, mas pela consciência de que a prevenção é melhor e menos dispendiosa, uma vez que um trabalhador saudável proporciona a diminuição dos custos com afastamentos, atestados e processos trabalhistas, e a melhora na produção em termos de qualidade e produtividade.

Para eliminar ou minimizar comportamentos inadequados, são necessárias campanhas prevencionistas, educativas e inspeções mais frequentes, que ajudarão a reduzir a ocorrência de acidentes. Nesse quesito, o foco da Enfermagem do Trabalho está voltado para a prevenção dos problemas de saúde relacionados ao trabalho, principalmente em relação aos acidentes de trabalho que poderiam ter seus índices reduzidos por meio de atitudes preventivas como o uso correto de Equipamentos de Proteção Individual. O princípio da integralidade deve condizer com o trabalho do profissional de saúde, que tem o papel de reconhecer situações de risco e realizar ações de prevenção.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 240 da Revista Proteção.



--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO SAÚDE BUCAL: ATENÇÃO NECESSÁRIA
Autor: Sérgio Spezzia
Foto: Simone Pizzatto

O absenteísmo por causa odontológica prejudica a produtividade

O reconhecimento da relação entre o trabalho e as condições de saúde das populações nem sempre se constituiu como foco de atenção da sociedade, existindo em determinados períodos históricos a concepção de naturalização do trabalho, bem como das suas consequências para a vida humana. Pode-se observar tal fato durante a escravidão e também no regime servil, quando as classes dominantes queriam difundir a idéia de que o trabalho era um estigma, um castigo, e que os trabalhadores eram peças naturais pertencentes à terra, cuja função no mundo era a de dedicar-se única e exclusivamente ao trabalho. A constatação dessa relação tornou-se evidente na Revolução Industrial, quando os modos de produção tornaram-se ainda mais perversos e inadequados ao bem-estar e à saúde humana.

Muitos fatores interagem na determinação do nível de saúde de uma população, dentre eles a relação entre o grau de desenvolvimento do país em questão e as condições de trabalho de seu povo. Cada vez mais, a saúde e a segurança dos trabalhadores vêm atraindo a atenção das empresas, tornando-se dessa forma assunto pertinente à saúde pública, justificando a adoção de políticas públicas, em virtude da abrangência de suas consequências, como o elevado custo social e o comprometimento do processo produtivo.

O crescimento do passivo trabalhista ameaça a saúde financeira das organizações. Dessa forma, as normas de certificações nacionais ou internacionais vieram ao encontro da necessidade das empresas de demonstrarem seu compromisso com a redução dos riscos ambientais e com a melhoria contínua de seu desempenho em Saúde Ocupacional e segurança de seus trabalhadores.

As questões de saúde são de interesse de todos os setores da sociedade. Percebe-se que, desde o início da era da globalização, muita coisa mudou na vida das pessoas e nas organizações, que passaram a encarar seus funcionários como o ativo mais importante, procurando maneiras de mantê-los felizes e produtivos. Convém frisar que padrões de produção inseguros, desenvolvimento de novas tecnologias industriais e o estilo de vida são fatores que geram impactos na saúde pública. Logo, as organizações devem atentar para que suas atividades, seus produtos e serviços reflitam na saúde da população, buscando eventual solucionamento.


Confira a bibliografia usada neste artigo.




Confira o artigo na íntegra na Edição 240 da Revista Proteção.



--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Edição do Mês
 
AMB - Junho/2018
Banner 06 - Congresso SST
Banner 06 - Saúde e Vida - Junho
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Assine a Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital