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Você está em: Edições / Ed. 2/2012
 
Edição 2/2012

MATÉRIA DE CAPA
EXAUSTOS

Reportagem de Lia Nara Baú / Colaboração: Diego Rosinha
Capa: Beto Soares / Estúdio Boom

Nos últimos seis anos, o número de afastamentos por transtornos mentais e do comportamento subiu em quase 2.000%

Considerado um dos grandes males do século XXI, o estresse é um transtorno que acomete milhões de trabalhadores em todo o mundo. Falta de segurança, jornadas estendidas, prazos exíguos, pressão por metas e/ou produtividade, falta de gestão por parte de chefias estão entre as principais causas do estresse no trabalho. Em decorrência disso tem-se trabalhadores exaustos, deprimidos, agressivos, com baixa produtividade, desmotivados, entre tantas outras consequências. Um quadro preocupante para quem trabalha e um desafio para a área de Saúde e Segurança do Trabalho.

O estresse, por si só, não é considerado uma doença relacionada ao trabalho. Somente a Síndrome de Burnout integra o rol dos Transtornos Mentais e do Comportamento Relacionados ao Trabalho (CID 10 - Código Internacional de Doenças). Segundo o Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde, do Ministério da Saúde (disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/02_0388_M1.pdf), a sensação de estar acabado (Síndrome de Burnout ou Síndrome de Esgotamento Profissional) é um tipo de resposta prolongada a estressores emocionais e interpessoais crônicos no trabalho. Tem sido descrita como resultante da vivência profissional em um contexto de relações sociais complexas, envolvendo a representação que a pessoa tem de si e dos outros.

O médico do Trabalho, professor e coordenador da Pós-Graduação em Medicina do Trabalho da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Hudson de Araújo Couto, explica que burnout é o termo utilizado hoje na literatura de língua inglesa para o quadro bem conhecido de esgotamento físico-mental ou estafa, que geralmente acomete quem vive estresse prolongado. "Nesse quadro de esgotamento, a capacidade produtiva da pessoa cai enormemente, praticamente chegando a zero. São casos que vêm com grande componente emocional, pois muito do nosso sentido de valor está relacionado a nossa capacidade produtiva; e quando o indivíduo se dá conta de que sua capacidade produtiva está baixíssima, isso costuma vir acompanhado de crises de angústia e períodos de depressão", aponta.

O trabalhador sujeito a fatores estressantes por períodos prolongados já apresenta um quadro de estresse. Nessa fase é possível reverter tal situação de mal-estar no trabalho mais facilmente do que no nível do burnout. Daí a importância do diagnóstico precoce e de intervenções efetivas e eficazes nas empresas.


Confira a reportagem completa
na edição 243 
da Revista Proteção                                  


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ENTREVISTA
INQUIETUDE PERMANENTE

Entrevista ao jornalista Juliano Rangel
Foto: Juliano Rangel


Diretora do centro gaúcho da Fundacentro ressalta importância da educação continuada

Pedagoga por formação, a diretora do Centro Estadual da Fundacentro no Rio Grande do Sul, Maria Muccillo, adentrou ao mundo da Saúde e Segurança do Trabalho por convicção. Para ela, que também é técnica de Segurança do Trabalho, o profissional de Segurança e Saúde tem a obrigação de estar sempre em busca de conhecimento e informação atualizada. Isto porque o mundo do trabalho permanece em constante movimentação. Quando se encontra um recurso para contornar um determinado risco, outro surge em seu lugar. Por este motivo, ela exalta a importância da educação continuada, pois o profissional que se doa à área prevencionista não pode se contentar com soluções brandas, devendo interiorizar uma inquietude permanente por respostas.

Além de dirigir o centro estadual gaúcho da Fundacentro, a pesquisadora, que possui trabalhos científicos na área de Segurança do Trabalho publicados no Brasil, Espanha e Suíça, atua como colaboradora do Comitê Permanente Regional do Rio Grande do Sul de SST na Indústria da Construção, coordenadora pedagógica e docente do Projeto Nacional de Proteção Coletiva de Máquinas e Equipamentos, sendo também integrante da Comissão Permanente Nacional do Trabalho Portuário.

Revista Proteção: Quais são os maiores desafios enfrentados atualmente pelo profissional de SST para atuar em prol da prevenção?

Maria Muccillo: Vejo duas vertentes completamente diferentes. Uma é o ambiente no qual ele vai trabalhar. Se não houver, por parte de quem tem poder de decisão, uma compreensão mínima sobre a importância da segurança para os negócios de sua empresa, ele vai ter dificuldade de implantar qualquer medida que venha favorecer a Segurança do Trabalho. A outra é ele estar realmente preparado para esse tipo de inserção. Ou seja, ele pode optar por ser um profissional medíocre, se contentar com isso e, também, não avançar em relação à segurança. Ou gostar, se identificar, querer fazer e encontrar uma série de barreiras. Quanto mais ele se submeter a pressões externas, que não permitam que ele faça aquilo que acredita ser o melhor para a empresa, na situação confrontada, tendo como base a legislação, maior a chance de frustração e de se tornar um profissional adoentado. Por isto, ele precisa saber que existem uma série de medidas além da legislação, pois se ele se der conta de que só poderá fazer o mínimo que a legislação permite, e não for um profissional medíocre, com certeza entrará em processo de sofrimento.


Confira a entrevista completa
na edição 242
da Revista Proteção                                  


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ARTIGO
DIVÃ DO GESTOR

Autor: Roberto Aylmer
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Geração Y requer nova postura de gerentes de Segurança do Trabalho

Recebi um e-mail de um aluno de um curso sobre "Liderança em Contexto de Baixa Hierarquia" que dizia o seguinte: "Caro Dr. Aylmer. Sou Gerente de Segurança há quase 20 anos. Sou dedicado e estudo muito, mas, por mais que eu me esforce, me sinto insuficiente diante de tantas demandas. Parece que o jogo ficou ainda mais complexo com a chegada de novos funcionários que parecem não entender como funciona uma empresa. Eles questionam as regras o tempo todo, perguntam o porquê das coisas e querem feedback quase que diário. Meus superiores tratam esses jovens como se fossem grandes talentos criativos. Talvez até sejam, mas na minha equipe preciso de pessoas que entendam, sigam e difundam regras e protocolos. Não preciso de gênios criativos na área de segurança, aliás, eu fujo deles. Dr. Aylmer, eu não sou psicólogo, sou engenheiro! Por favor, me ajude a entender como sair dessa sinuca".

Diante desse depoimento, respondo publicamente a questão:

Caro Gerente de Segurança Sênior, tenho uma boa e uma má notícia. Qual você quer primeiro? A boa é que você escolheu ser um gerente porque você gosta de desafios. Você gosta de ver resultados e se chegou onde está hoje é porque você cresceu com os desafios que enfrentou. Você é um gerente porque gosta de resultados. Você é viciado em resultados, certo? Então, agora segure a má notícia.

A má notícia é que, enquanto você era um técnico, seu trabalho dependia do seu esforço e competência. Sua vida era mais previsível. Se trabalhasse bem, seguindo os procedimentos e atendendo as demandas do seu gerente, tudo ia bem. Você aprendeu a obedecer e a cumprir o que era o seu dever. Mas agora a vida mudou. Como gerente, seu resultado é a combinação de muitos fatores intangíveis. A maior parte deles parece mais com o trabalho de um psicólogo do que de um engenheiro.

Liderança seria fácil se não fosse pelas pessoas. E quando você já estava se acostumando com a rotina gerencial, começaram a chegar uns seres estranhos, com comportamentos estranhos. No começo eram um ou dois, mas o número foi explodindo como milho de pipoca e agora cada um que chega tem o mesmo DNA: inquieto, destemido, questionador, aspirante a salvador do mundo. Essa é a Geração Y, jovens que estão provocando uma revolução silenciosa, sem os slogans e agitações dos anos 60 e 70, mas com uma força singular como a que vimos na Primavera Árabe, no movimento Ocupe Wall Street, que tem se espalhado por outras capitais, ou ainda como os protestos de jovens em Madri, mobilizando milhares de pessoas sem uma liderança formal.


Confira o artigo completo
na edição 242
da Revista Proteção                         


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ARTIGO
NO VOLANTE

Autores: Adriano Colusi e Lamartine Diniz Barazzutti
Foto: Adriano Colusi

Motoristas de ônibus estão expostos a altos níveis de pressão sonora

Devido ao crescimento da população brasileira e à necessidade de locomoção por distâncias maiores em menores intervalos de tempo era de se esperar um aumento da produção e utilização dos veículos automotores com o passar dos anos. Isso acentuou-se a partir de 1950, provocando uma nova demanda de serviços de transporte.

Uma das soluções encontradas para a condução das pessoas foi a utilização de ônibus como transporte coletivo. Essa solução se consolidou como um dos serviços mais essenciais à sociedade, tanto nas grandes e médias cidades como nas pequenas. O transporte por meio de ônibus urbano é uma prestação de serviço essencial na sociedade atual, ajudando na movimentação da população, desde a ida para o trabalho ou à escola até o uso em atividades de lazer.

Nos ônibus, toda a responsabilidade da condução da viagem recai sobre uma única pessoa, o motorista. Fatores como condições de vida (origem, grau de instrução, moradia, alimentação), condições de trabalho (assistência médica, características dos ônibus, duração da jornada de trabalho), ambiente laboral (ruído, vibração, temperatura elevada, poluentes químicos) e outros podem influenciar no estado de saúde desses trabalhadores.

O ruído é um desses fatores que pode ser danoso para a saúde dos motoristas. Ele consiste em um som indesejável, sendo que sua percepção depende do ouvinte e de seu interesse. Um mesmo estímulo sonoro pode ser considerado agradável ou desagradável. O que para algumas pessoas pode ser apreciado como uma fonte sonora agradável, para outros pode não passar de um ruído insuportável. Podemos encontrar o ruído em vários ambientes, em atividades de lazer, esporte, no ambiente de trabalho, etc. Estima-se que, em várias cidades do mundo, o nível de ruído aumente na razão de 2 dB(A) por ano.


Confira o artigo completo
na edição 242
da Revista Proteção                        


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ARTIGO
RISCO INVISÍVEL

Autor: Alexandre Crespo Coelho da Silva Pinto
Foto: Dräger Safety do Brasil

Agentes agressores no ambiente de trabalho podem provocar reação pulmonar

A função do sistema respiratório é, primeiro, captar e suprir oxigênio para os tecidos e, segundo, remover o gás carbônico. As principais estruturas que compõem este sistema são: o nariz, a glote, a traqueia e os pulmões. Os pulmões contêm milhões de alvéolos, que são pequenos sacos cheios de ar, conectados pelos bronquíolos e pela traqueia com o nariz e a boca.

Durante o processo de inspiração o ar percorre a cavidade nasal, onde é aquecido, umidificado e limpo, passando pela glote. A glote possui uma "válvula" que controla a distribuição do ar e alimento, denominada epiglote, que obtura o esôfago para a passagem de ar. Este fechamento é controlado pelo sistema nervoso central. Quando o ar atinge os pulmões, passando pelos brônquios principais, irá percorrer os bronquíolos até chegar aos alvéolos. A chegada do ar aos alvéolos se dá por uma pressão negativa dentro dos alvéolos e no espaço intrapleural, ocorrendo a sua distensão. Na expiração, devido à compressão da caixa torácica em torno dos pulmões, pelo aumento da pressão alveolar, ocorre a saída do ar alveolar em direção às vias aéreas superiores. Assim, ocorre uma renovação contínua de ar nos alvéolos, processo chamado de ventilação pulmonar.

Para que ocorra um adequado controle da ventilação pulmonar, alguns elementos básicos são necessários: sensores quimiorreceptores centrais, periféricos, pulmonares e outros que captam a informação e a alimentam para o controlador central (tronco cerebral e córtex, sistema límbico e hipotálamo) no cérebro que coordena a informação e, por sua vez, envia impulsos para os efetores (músculos respiratórios) que causam a ventilação.

Deposição

O trato respiratório está em direto contato com o meio ambiente. O ar ambiente é composto por gases e aerossóis, sob a forma líquida ou sólida. A constituição da fase gasosa é relativamente constante, variando apenas as pressões parciais de O², N, CO² de acordo com a pressão atmosférica. Os aerossóis variam com a umidade relativa do ar, a estação do ano, proximidade de zonas urbanas ou rurais e a industrialização da área. A fase sólida é bastante variável, entretanto, os efeitos da poluição atmosférica nestas regiões sobre o trato respiratório são modestos quando comparados aos efeitos do tabagismo e da poluição do ar no ambiente de trabalho.


Confira o artigo completo
na edição 242
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PRÊMIO PROTEÇÃO BRASIL 2011
REVOLUCIONANDO COMPORTAMENTOS

BAXTER HOSPITALAR /
Melhor Case na categoria Ações Preventivas em SST
Foto: Divulgação Baxter

Projeto mudou o modo de pensar e agir dos funcionários e promoveu uma reviravolta na saúde e segurança


Zero acidente, zero lesão e zero dano ambiental. Este é o desafio proposto pela Baxter Hospitalar, de São Paulo/SP. Mas o que fazer para conseguir alcançar o resultado esperado? Para a empresa, o caminho encontrado foi investir na mudança comportamental de seus colaboradores. Da necessidade de consolidar a cultura do comportamento seguro, reduzindo o número e a gravidade dos acidentes, surgiu o programa Revolução em EHS (Environmental Health and Safety). Iniciado no final de 2009, o projeto mudou a maneira de pensar e agir de todos os funcionários e promoveu uma verdadeira reviravolta no planejamento em EHS. Foram redefinidas prioridades, criadas e implementadas diversas ferramentas preventivas, capacitadas equipes e ainda promovidos programas motivacionais para criar a estratégia na busca do zero acidente.

Eleito o melhor case em Ações Preventivas em SST do Prêmio Proteção Brasil 2011, o programa tem como foco o comportamento preventivo. "Começamos o processo com as lideranças da empresa, destacando suas responsabilidades em relação à saúde e segurança dos trabalhadores, e depois trabalhamos com o pessoal da produção", conta Ildimar Oliveira Rocha, técnico em Segurança do Trabalho. Segundo ele, todo o planejamento em EHS foi refeito após uma análise das necessidades observadas. E muitos foram os projetos criados. Entre eles o estabelecimento do Comitê Bimestral de EHS, uma nova comunicação em segurança e saúde; implantação da ferramenta de DDS (Diálogo Diário de Segurança); treinamentos mensais; e inspeções semanais de segurança pelos supervisores com apoio do departamento de EHS.

O plano

O pontapé inicial foi dado em um evento de sensibilização, o Dia D. Como forma de atrair seus colaboradores, a Baxter utilizou o teatro para lançar o seu programa Revolução em EHS. Um ator especializado e idealizador do monólogo Minha Vida com Segurança proporcionou uma reflexão sobre o comportamento seguro. No final do espetáculo, todos descobriram que se tratava de uma encenação teatral, mas entenderam que a cena fictícia é real para muitos trabalhadores e todo o esforço tem o objetivo de evitar que outros profissionais sejam lesionados. "Alguns se emocionaram com a história. Conseguimos tocar o coração deles", diz Rocha.


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na edição 242
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PRÊMIO PROTEÇÃO BRASIL 2011
MUITO ALÉM DA FISCALIZAÇÃO


CONSTRUTORA NORBERTO ODEBRECHT / Menção Honrosa em Atuação da CIPA
Foto: Daniela Manhães


A CIPA decidiu reformular seu programa e alcançou resultados bem melhores na área da prevenção

Partir de uma ação apenas fiscalizadora para uma atuação na prevenção e, principalmente, na conscientização foi o caminho escolhido pela CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) da Odebrecht Site Camaçari para melhorar os resultados na área de saúde e segurança de seus trabalhadores.

Visto como um divisor de águas, o processo iniciou em 2005 e segue até hoje na unidade da Odebrecht Site Camaçari, na Bahia. Considerada uma empresa de grande porte, emprega mais de 900 pessoas, que trabalham no contrato de prestação de serviços da Odebrecht Engenharia Industrial para a Unidade da Braskem, iniciado em 2004. Contrato de aliança que ganhou o nome Odebrecht Engenharia Industrial - Projeto Braskem, Site Camaçari e que atua na prestação de serviços no segmento de construção, montagem e intervenções industriais.

O projeto denominado Campanhas de Conscientização e Ações Preventivas promovidas pela CIPA recebeu Menção Honrosa na categoria Atuação da CIPA no Prêmio Proteção Brasil 2011. De acordo com o engenheiro de segurança Marcelo Marçal, Gerente de SSMA & RS & COM, a ideia era trazer os colaboradores para iniciativas que ajudassem a criar uma mudança de cultura na empresa. "Toda e qualquer mudança traz movimentos, tanto a favor, como contra. Como o planejamento e divulgação foram muito bem elaborados, sabíamos que os ruídos não seriam muito grandes e, em 2005/06, implantamos o Programa Mais Ação", destaca.

Ele explica que a iniciativa é baseada em um programa motivacional que tem como foco a melhoria da produtividade, como consequência da operacionalização de um conjunto integrado de "decisões, ações e peças". Isso provocou na prática uma mudança na cultura local baseada em quatro pilares: comunicação, educação, realização e integração. "Esse programa alavancou todas as ações e programas já existentes. Portanto, ajudou e muito na reformulação e foco do Programa da CIPA", salienta.


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