Como todo equipamento, as cintas de elevação e amarração exigem cuidados para garantir a durabilidade e a segurança na operação. Para o uso seguro, antes da movimentação é fundamental:

  • Inspecionar as cintas antes de cada uso observando se há danos, e assegurar que a identificação e a especificação estejam corretas (etiqueta e produto);
  • Inspecionar todos os encaixes e acessórios usados em conjunto com a cinta;
  • Retirar a cinta de serviço e enviá-la ao responsável qualificado para exame, se houver dúvida quanto à adequação para uso, ou se quaisquer marcações forem perdidas ou se tornarem ilegíveis;
  • Nunca utilizar cintas danificadas! Verificar a existência de cantos vivos e preparar proteções para evitar danos à cinta;
  • Proteger a cinta de bordas cortantes, fricção e abrasão, utilizando-se proteções complementares;
  • As cintas de poliéster não devem ser usadas em ambientes agressivos, tipo alcalinos, e em temperaturas acima de 100ºC;
  • Conhecer o peso e o centro de gravidade da carga;
  • Observar as condições de embalagem ou de amarração da carga;
  • Preparar o local de destino;
  • As áreas de movimentação devem proporcionar condições para que o trabalho seja realizado com total segurança e serem sinalizadas de forma adequada;
  • Obter catálogos técnicos para melhorar o entendimento sobre o produto;
  • Manter em arquivo próprio o registro de inspeção de cintas em uso;
  • Consultar a empresa fabricante para esclarecimentos adicionais, quando houver dúvida no procedimento a ser realizado;
  • Jamais exceder as especificações técnicas.

ATENÇÃO!

Durante a elevação e movimentação de cargas deve-se providenciar a segurança do pessoal. As pessoas em circulação na área de perigo deverão ser alertadas sobre a operação e mantidas a uma distância segura (normalmente um raio mínimo de três a cinco metros). Se necessário, conforme avaliação do responsável pela atividade, os trabalhadores deverão ser retirados da área de movimentação.

Fonte: Adaptado de ‘Cartilha em Movimento Inspeção e Manuseio’

Revisão: Oswaldo Biltoveni, instrutor de rigger no Instituto Opus – Sobratema e no IBC

Arte: Beto Soares/Estúdio Boom