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Confira abaixo as referências bibliográficas dos artigos publicados nas edições da Revista Proteção.
EDIÇÃO 209 - MAIO 2009
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Artigo Higiene Ocupacional - Página 60
BUSCANDO A EXCELÊNCIA
Artigo de Anis Saliba Filho e Mario Luiz Fantazzini afirma que antecipar-se, reconhecer, avaliar e controlar as exposições aos agentes ambientais são os principais objetivos da Higiene Ocupacional. Há mais de 30 anos o NIOSH já orientava sobre o assunto. |
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Referências Bibliográficas
1. DuPont do Brasil S.A. Seminário DuPont de Estratégia de Amostragem de Agentes Ambientais. Material do participante. 2. Damiano, J e Mulhausen, J. A Strategy for Assessing and Managing Occupational Exposures. AIHA Press, Fairfax, 1998 e edições de 1991 e 2006. 3. NIOSH Publication no. 77-173. Occupational Exposure Sampling Strategy Manual. Cincinnatti, 1977 4. American Conference of Governmental Industrial Hygienists – TLVs 2002 - 2007. Tradução autorizada da ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Industrias. ABHO, 2002 – 2007 |

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Artigo Proteção Auditiva - Página 70
DANO IRREPARÁVEL
Ambientes excessivamente ruidosos como as marmorarias oferecem, além do risco da perda auditiva, outras consequências danosas como a alteração da pressão arterial e da frequência cardíaca. A implantação de um Programa e Conservação Auditiva (PCA) em locais como estes previne doenças ou evita que elas evoluam. O artigo é de Pedro Ferreira Reis, Maria da Glória de Lima Mendes e Antônio Renato Pereira Moro. |
Referências Bibliográficas
COSTA.V H C.O ruído e suas interferências na saúde e no trabalho. Revista da Sobrac. 1994. BISTAFA, Sylvio R. Acústica Aplicada ao Controle do Ruído. São Paulo, editora Edgard Blücher, 23006. GRANDJEAN, Etiene. Manual de Ergonomia, Adaptando o trabalho ao homem. 4º edição, editora Bookman, Porto Alegre, 2001. MORATA, C. Thais & CARNICELLI, Maristela. V. F. Audiologia e Saúde dos Trabalhadores. São Paulo : EDUC. 1988. 45 p RIO, Rodrigo Pires do e PIRES, Licinha. Ergonomia - Fundamentos da Prática Ergonômica, 3ª edição, Ltr , São Paulo, 2001. SANTOS, Neri Os Objetivos da Ergonomia. Programa de Pós Graduação em Engenharia da Produção. UFSC, 1999. Segurança e Medicina do Trabalho. Manuais de Legislação 3º ed. São Paulo: Atlas,1996. 499p. VIEIRA, S.D.G. Análise ergonômica do trabalho em uma empresa de fabricação de móveis tubulares. Estudo de caso. Florianópolis: UFSC, 1997. Dissertação Mestrado. |
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Artigo Saúde Mental - Página 85
TRABALHO INSANO
Algumas moléstias como LER e transtornos mentais, até então restritos a nichos específicos de determinadas atividades, estão se alastrando. Psicólogo do Trabalho alerta para o fato de que programas de qualidade total e as ditas reengenharias podem estar por trás dos adoecimentos atuais. O artigo é de Hudson de Araújo Couto |
Referências Bibliográficas
FREUD, S. (1987). O futuro de uma ilusão. Rio de Janeiro: Imago. FUKUYAMA, F. (1992).The end of history and the last man. New York: The Free Press. HABERMAS, J. (1991). The Theory of Communicative Action: reason and the rationalization of society. London: Polity Press. HAMMER, M. (1990). Rengineering Work: don’t automate, obliterate. Harvard Business Review, July/Aug, 104-112. HAMMER, M.; CHAMPY, J. (1993). Reengineering the Corporation: a manifesto for business revolution. New York: Harper. HELOANI, R. (2003). Gestão e Organização no Capitalismo Globalizado: história da manipulação psicológica no mundo do trabalho. São Paulo: Atlas. MÉDA, D. (1997). Società Senza Lavoro: per uma nuova filosofia dell’occupazione. Milano: Feltrinelli. OFFE, C. (1989). Trabalho como Categoria Sociológica Fundamental?Trabalho & Sociedade, 1. TRIST, E. (1981). The Evolution of Socio-Technical Systems. Toronto:Ontario Quality of Working Life Centre. WALTON, R. (1973). Quality of Working Life: What is it?. Sloan Management Review, 15 (1), 11-21. WALTON, R. (1974). Improving the quality of work life. Harvard Business Review, 3, may-june. YAMAMOTO, O. (2000). A psicologia em movimento: entre o “Gattopardismo” e o neoliberalismo. Psicologia & Sociedade,12 (1/2), 221-233. |
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