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Leia na Edição do Mês
Trabalho em ambiente frio: cuidados essenciais

Supermercado Nordestão
Data: 08/08/2018 / Fonte: Redação Revista Proteção/Martina Wartchow

Seja em câmaras frigorificadas ou outros ambientes climatizados com baixas temperaturas, é preciso ficar atento à SST

O labor em ambientes frios, que pode afetar a saúde, o conforto e a eficácia do trabalhador, é rotineiro e engloba diferentes setores econômicos, com ênfase no alimentício, para conservação de alimentos perecíveis, como frigoríficos, indústria de laticínios, supermercados, restaurantes, açougues, centros de distribuição, portos e até caminhões e contêineres refrigerados. Nesses locais, a pessoa pode ser exposta a temperaturas que variam de zero a 10 graus Celsius, como em câmaras de armazenagem de produtos resfriados; superiores a 10 graus, como em câmaras refrigeradas para armazenagem de verduras ou em salas climatizadas para desossa e corte de carnes; e até mesmo próximas a 20 graus negativos, como em câmaras frias para produtos congelados, ou 70 graus negativos, como em túneis de congelamento.

As possíveis consequências ao corpo humano de se trabalhar em ambientes frios variam de desconforto, perda de destreza, calafrio e tremores até enregelamento, hipotermia e morte. O ideal, portanto, conforme prevencionistas, é evitar o trabalho em temperaturas muito baixas. Mas quando isso não for possível, a proteção desses trabalhadores passa pelo cumprimento da legislação de Segurança e Saúde no Trabalho, o que inclui elaboração e cumprimento de adequados PPRAs (Programas de Prevenção dos Riscos Ambientais), PCMSOs (Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional), AETs (Análises Ergonômicas do Trabalho), treinamentos, uso de EPCs (Equipamentos de Proteção Coletiva) e EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) corretos e pausas para recuperação térmica do organismo.

Confira a reportagem completa na edição de agosto da Revista Proteção.
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