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Leia na Edição do Mês
SST em pequenas e médias empresas: fora de controle

Beto Soares/Estúdio Boom
Data: 10/01/2018 / Fonte: Redação Revista Proteção/Raira Cardoso

Difundida no decorrer dos séculos, a ideia de que `saber é poder’ ganha ainda mais sentido quando considerada em relação às questões de Saúde e Segurança do Trabalho. Ao adotarem medidas preventivas de forma equivocada ou não terem nenhum controle dos riscos, empregadores e gestores expõem seus funcionários a adoecimentos, acidentes de trabalho e, até mesmo, à morte.

É justamente a desinformação o principal desafio, apontado pelos especialistas, a ser superado nas micro, pequenas e, muitas vezes, até nas médias empresas de todo o país. Sem a obrigatoriedade de constituir um Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, em sua grande maioria, esses estabelecimentos também encontram dificuldade para assimilar a complexa legislação brasileira relativa à saúde e segurança do trabalhador. Outra realidade encontrada é a chamada `indústria do papel’, em que programas como PPRA e PCMSO viram apenas documentos feitos para serem guardados na gaveta e apresentados em caso de fiscalização ou processo judicial.

Nesta reportagem profissionais experientes expõem o cenário encontrado nas MPMEs (Micro, Pequenas e Médias Empresas) quanto à gestão de SST, ou com relação à sua falta. Também abordam medidas que poderiam colaborar para ambientes de trabalho mais seguros, apresentando práticas que têm dado bons resultados.

Confira a reportagem completa na edição de janeiro da Revista Proteção.
Comentários
José Clodoaldo Denuncie este comentário
Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar o trabalho da Revista Proteção durante todos estes anos - Excelente!

Agora, no intuito único de corroborar com o autor da matéria, quero deixar-lhes a minha contribuição: Tenho 25 anos de experiência na industria de petróleo, dos quais, 15, atuando como profissional de Segurança e Saúde Ocupacional. E, o que venho presenciando nos últimos anos é que, de fato, a "industria do papel" vem prevalecendo sobre as boas práticas. O Jeitinho para se apresentar aos auditores, sempre é a parte na qual se consegue sem nenhuma dificuldade, o apoio dos executivos das empresas, e, não apenas das Micro, Pequenas ou Médias, com raras exceções, é isto que se presencia dentro da grande maioria das empresa. Os discursos estão sempre muito bem alinhados com as regras mas, infelizmente, na hora de executar os Planos de SSO os recursos são propositalmente negados aos profissionais. (lembrem-se... com raras exceções).

Enfim, Para os profissionais de SSO conseguirem os resultados esperados com a implementação das políticas de SSO, é necessário que ele esteja preparado para enfrentar inúmeras outras aversidades as quais vão muito além do simples fato de ele ter ou não competência para desenvolver suas funções. As nossas práticas (dos nossos empresários) estão muito mais alinhadas com o que se ver na política atual do nosso país, do que com a mais simples das Normas Regulamentadoras que temos a seguir.


PEDRO qUEIROZ Denuncie este comentário
DEVERIA SER OBRIGATORIO QUALQUER EMPRESA E ORGÃO QUE TEM PESSOAS TRABALHANDO TER O SESMT INSTALADO C/ EQUIPES NECESSÁRIAS DE PROFISSIONAIS P/ CUIDAR DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR.
POREM COMO ESTAMOS VENDO, A JUSTIÇA AUTORIZANDO UMA PESSOA COMO ESTA QUE VAI ASSUMIR QUE É TOTALMENTE DESEQUILIBRADA E S/ CONHECIMENTO ALGUM, ESSE PAÍS NUNCA DARÁ VALOR A SEGURANÇA DO TRABALHADO. NÃO DEVEREMOS ESPERAR NADA DE BOM DESTA TAL MULHER.

PEDRO qUEIROZ
Andreia Denuncie este comentário
Atuo na prestação de serviços de SST para indústrias na minha região e o que vejo é o descaso dos representantes legais da maioria das empresas (independente do porte) com relação às normas de SST. É complexa a interpretação e aplicação das normas, sim, porém, muitos dos que as conhecem, não aplicam nada, preferindo assumir o risco aguardando a fiscalização ou ação trabalhista. Espero que o eSocial realmente entre em vigor para impor as melhorias em segurança e saúde que é obrigação de cada empregador. Porém, também é nítido que a NR 4 não consegue atingir diversos cenários que precisariam de atenção especializada em SST, por não exigirem o especialista para atuar nas questões técnicas. Infelizmente o preço é alto e quem paga são os trabalhadores com acidentes e doenças. A indústria do papel é realmente uma realidade que precisa urgentemente ser mudada.
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