Dicionário SST - banner 01
Banner 01 - Livro de Lucca
Fujiwara Banner 1
Expo 2019 - Banner 01
Congresso SST 2019 - Banner 01
Banner_assinatura
Banner 01 - Marluvas - Abril
Banner 01 - Marluvas - Maio
Banner 01 - Vulcabras - Abril
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
P NN Eventos - Banner 5


Você está em: Noticias / Leia na Edição do Mês
Leia na Edição do Mês
Segurança de Barragens de Mineração: lições ignoradas

Isac Nobrega/PR
Data: 14/03/2019 / Fonte: Redação Revista Proteção/Martina Wartchow

Em outra tragédia anunciada, Brumadinho é o maior acidente ocupacional até hoje registrado no Brasil e, mais uma vez, escancara descaso com a gestão

Pouco mais de três anos se passaram após a tragédia socioambiental de Mariana e outra barragem de rejeitos de minério de ferro se rompeu no Estado de Minas Gerais, em Brumadinho. Desta vez, levando mais vidas humanas, a maior parte trabalhadores em serviço, caracterizando este como o maior acidente de trabalho da história do Brasil. Até o fechamento desta edição, as causas da tragédia ainda eram investigadas, no entanto, assim como na anterior, indicavam liquefação da estrutura. Mas a pergunta que não quer calar é por que continuam a acontecer desastres como esses, denominados acidentes industriais ampliados, graves, envolvendo, também, comunidades próximas e meio ambiente, com impactos que se prolongarão por décadas?

Embora a barragem de Mariana ainda estivesse ativa na época do rompimento e a de Brumadinho não recebesse rejeitos desde 2016 e as consequências tenham números diferentes do ponto de vista humano e ambiental, há vários aspectos em comum nas duas ocorrências. Por exemplo, ambas barreiras eram construídas pelo método de alteamento a montante, considerado menos seguro; em ambos os casos, houve falhas nos sistemas de monitoramento e alerta de rompimento, assim como de respostas às emergências. Prevencionistas apontam uma série de fatores que contribuiu para que a história se repetisse. Entre eles, cultura de segurança precária em prol de interesses econômicos dos diferentes atores envolvidos; descumprimento de leis, normas e convenções; fiscalização inadequada e impunidade. Pelo que tudo indica, as tristes lições do passado foram novamente ignoradas.

Confira a reportagem completa na edição de março da Revista Proteção.
Comentários
Deixe seu comentário sobre a notícia:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* E-mail, Profissão, Estado e cidade não serão publicados.
 
 
 
   
 
 
 
Código de verificação:

Repita o código ao lado:
 
 
Enviar


Notícias relacionadas
Mais de Leia na Edição do Mês
 
1     2     3     4     5     6     7     8     9     10
Edição do Mês
 
Expo 2019 - Banner 06
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital