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Leia na Edição do Mês
Desastre reflete `engenharia da pressa’ e fracasso na gestão de grandes obras

Fernando Frazão/Agência Brasil
Data: 08/09/2016 / Fonte: Ildeberto Muniz de Almeida

A queda da ciclovia Tim Maia no Rio de Janeiro em abril deste ano recoloca no centro da agenda política do País, o tema dos desastres e grandes acidentes, com ênfase para sua análise e prevenção. O que mais chama a atenção é a famigerada "engenharia da pressa", ou o escancaramento de efeitos perversos provenientes de uma mistura fatal. Trata-se da contratação de obras a serem executadas em caráter de urgência com processos construtivos que, por sua vez, associam a permissão de início das obras apenas com projetos básicos. Isto muito antes da existência de um projeto executivo, com múltiplas terceirizações, pulverização de responsabilidades e criação de desafios à gestão de riscos com a priorização do lucro rápido em detrimento do respeito às boas práticas de engenharia.

Exemplos recentes não faltam, como no caso de obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas, que quando entregues à sociedade já embutiam uma fatura trágica. Notadamente em número de mortes de trabalhadores e, no caso da ciclovia, de usuários que acreditaram que o Estado contratante das obras tivesse a competência de assegurar que o produto recebido oferecesse a segurança esperada.

Os prejuízos não se encerram aí. Vale lembrar que o viaduto Guararapes que desabou em Belo Horizonte, Minas Gerais há dois anos, não chegou a ser inaugurado. Além disso, houve casos de obras entregues depois do prazo ou que, até hoje, "estão na fila".

Explicações apressadas sobre o que ocorreu com a ciclovia, notadamente de autoridades públicas que podem ser responsabilizadas pelo ocorrido, mas também de alguns experts entrevistados, insistem em uma primeira "estória" centrada no entendimento do ocorrido como algo "pontual, extemporâneo, sem história e que, por isso mesmo, poderia ser atribuído exclusivamente ao inesperado de uma onda (SIC!), ou a uma suposta ressaca sem precedentes na história do País.


Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Proteção.
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