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Vale diz que funcionários devem ser maior parte das vítimas do rompimento de barragem em Brumadinho
Data: 26/01/2019 / Fonte: G1

Brumadinho/MG - A Vale informou que havia 427 de funcionários trabalhando no momento em que uma barragem de rejeitos se rompeu em Brumadinho (MG), na tarde desta sexta-feira (25). Até perto das 21h desta sexta, 279 haviam sido resgatadas vivas.

Em entrevista a jornalistas, o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, disse que o restautrante da companhia foi soterrado e que, entre as pessoas que estavam no local, havia empregados da própria Vale e terceirizados. Ele afirma que essas pessoas devem ser as principais atingidas pela tragédia.

"A maioria dos atingidos são nossos próprios funcionários", disse Schvartsman.

Rompimento
A mineradora diz que o rompimento foi na barragem 1 da mina de Córrego do Feijão, que estava inativa há três anos, e que isso levou ao transbordamento de uma segunda. Já o Ministério do Meio Ambiente fala em três barragens estouradas.

Imagens aéreas mostram que um mar de lama destruiu casas da região do Córrego do Feijão.

Presidente da Vale pede desculpas
Em vídeo divulgado pela Vale no Youtube, o presidente da mineradora, Fabio Schvartsman, pediu desculpas pelo acidente, que ele mesmo classificou como "indesculpável". "A Vale inteira vai fazer o que for possível para ajudar as pessoas que foram atingidas", afirmou.

O executivo disse ainda que, após o desastre de Mariana, há três anos, a empresa fez um esforço tecnológico "imenso" para deixas suas barragens estáveis e seguras.

"Não tenho palavras para descrever o meu sofrimento, a minha enorme tristeza, o meu desaponto com o que acaba de acontecer. É algo acima de qualquer coisa que eu pudesse imaginar", declarou.

Veja a íntegra da nota enviada pela mineradora na tarde desta sexta:
"A Vale informa que, no início desta tarde, ocorreu o rompimento da Barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho (MG). A companhia lamenta profundamente o acidente e está empenhando todos os esforços no socorro e apoio aos atingidos.

Havia empregados na área administrativa, que foi atingida pelos rejeitos, indicando a possibilidade, ainda não confirmada, de vítimas. Parte da comunidade da Vila Ferteco também foi atingida.

O resgate e os atendimentos aos feridos estão sendo realizados no local pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil. Ainda não há confirmação sobre a causa do acidente.

A prioridade máxima da empresa, neste momento, é apoiar nos resgates para ajudar a preservar e proteger a vida de empregados, próprios e terceiros, e das comunidades locais.

A Vale continuará fornecendo informações assim que confirmadas."


Comparações com Mariana
O rompimento da barragem em Brumadinho ocorre pouco mais de três anos após a tragédia de Mariana (MG), na qual 19 pessoas morreram quando um reservatório de rejeitos da Samarco estourou, em novembro de 2015. A Vale e a BHP Billiton, controladoras da Samarco, se tornaram alvo de ações na Justiça por conta do desastre, cujos afetados ainda esperam por reparação.

Segundo Schvartsman, 12 milhões de metros cúbicos de lama vazaram no acidente de Brumadinho. O volume é menor do que os 50 milhões de metros cúbicos que varreram Mariana, segundo o Ibama estimou em entrevista à GloboNews.

O presidente da Vale disse que a tragédia de Mariana foi pior na questão ambiental, mas que a atual é maior do ponto de vista humano.

Investidores reagiram negativamente à notícia do envovimento da Vale em uma nova tragédia. As ações da empresa despencaram em Nova York - em dia de pregão fechado na bolsa brasileira em razão de feriado em São Paulo.
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