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Samarco: Plano de emergência feito em 2009 não saiu do papel

Divulgação/Agência Brasil
Data: 26/11/2015 / Fonte: G1

Mariana/MG - Um plano de ação e emergência, elaborado em 2009, nunca foi posto em prática pela Samarco, cujas donas são a Vale e a BHP Billiton, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais. A informação, confirmada pela consultoria Rescue Training International (RTI) nesta quarta-feira (25), foi noticiada pelo jornal Estado de Minas nesta terça-feira (24).

De acordo com o diretor técnico da RTI, Randal Foncesa, a empresa fez um plano consistente com a realidade da mineradora e as inúmeras atividades que ela desenvolve. Segundo ele, o projeto não era apenas relacionado às barragens.

No último dia 5, a barragem de Fundão se rompeu em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana, despejando mais de 35 milhões de m³ de rejeitos na região. A lama destruiu Bento Rodrigues e afetou Águas Claras, Ponte do Gama, Paracatu e Pedras e as cidades de Barra Longa e Rio Doce.

Os rejeitos contaminaram o Rio Doce e atingiram dezenas de cidades na Região Leste de Minas Gerais e no Espírito Santo. Até o momento, oito mortes foram confirmadas. Outros quatro corpos aguardam identificação e onze pessoas seguem desaparecidas.

Apesar de a RTI ter sido contratada, o plano elaborado não foi implementado pela Samarco, que optou por outro mais barato, de acordo com Fonseca. Ele destacou que, na época, o mercado passava por um momento ruim por conta da crise.

O plano feito pela consultoria previa os seguintes pontos: formação de um comitê técnico de profissionais de geotécnica que se reuniria mensalmente para avaliar a situação das barragens; inspeções diárias das estruturas por técnicos; acompanhamento computacional constante para apontar a necessidade de construir ou reformar diques, muros, piscinas de contenção e paredes de desvios; análise das características dos moradores que viviam a jusante das barragens; simulações com a população para treiná-la em caso de tragédia; instalação de sistema de alarme para alertar a população sobre o risco iminente de rompimento de alguma barragem.

Segundo o diretor técnico, ele não saberia estipular valores para a implantação do projeto. Entretanto, conforme Fonseca, o montante pago seria irrisório em comparação aos gastos da empresa após o desastre ambiental.
Para o diretor técnico da RTI não se pode demonizar a Samarco pelo rompimento da barragem. Ele argumenta que o governo faz exigências pífias às mineradoras.

Desde o rompimento da barragem, a mineradora tem afirmado que tem um plano de emergência aprovado por autoridades e que tudo que estava previsto foi cumprido. Apesar disso, a Samarco também reconheceu, por exemplo, que não tinha um sistema de sirenes para alertar moradores em situações como a que ocorreu no início do mês. A empresa alega que algumas pessoas foram avisadas por telefone.

De acordo com o promotor de Meio Ambiente Mauro Ellovitch, o plano de ações emergenciais também não previa qualquer tipo de treinamento externo à Samarco. "Tendo a comunidade de Bento Rodrigues tão próxima, tão afastada da Defesa Civil, é uma questão de grande preocupação e indica talvez uma falha do plano de ações emergenciais", afirmou.

A barragem Fundão, que se rompeu primeiro, tinha licença de operação de 2008 a 2012. A autorização foi renovada e valeria até 2019. Santarém, a segunda a se romper, estava com a licença - que foi concedida em 2009 - vencida desde maio de 2013. O pedido de renovação segue em análise. A Mina Germano, que engloba a maior das barragens, tinha licença de operação valendo entre 2009 e 2013 e também aguarda a avaliação da renovação.

O G1 entrou em contato com a Samarco nesta quarta e aguarda um posicionamento.
Comentários
JOÃO GOMES Denuncie este comentário
Diante as fortes criticas feitas pela ONU ao Governo brasileiro e a Vale, anunciada pelos pelos especialistas como um ato de negligencia, governo e empresários tem negado negligencia no caso; afirmando por sua vez, que sua operações eram regulares, licenciadas e monitoradas dentro dos melhores pedrões de monitoramento de barragens.
Acredite se poder, melhores padrões; sei..., já deu para perceber.
MARCOS PAIXÃO Denuncie este comentário
Absurdo essa omissão das empresas parceiras com a Samarco por não terem o mínimo de ética aos valores humanos e ambientais. Licenças vencidas e órgãos ambientais coniventes com o quadro de impactos à comunidade, o bem mais valioso, porque vidas humanas não tem preço. CADÊ A PAIXÃO PELAS PESSOAS E PELO PLANETA? DANE-SE O AR, O SOLO E A ÁGUA , E TUDO PELO LUCRO - PAIXÃO PELO LUCRO É TUDO QUE O SISTEMA MINERÁRIO QUER - OS FATOS MOSTRAM ISSO CLARAMENTE.Os investimentos na tecnologia para multipiicar os lucros são bilionários e as medidas de emergência/corretivas nas barrragens? Dizem que vão fazer e nunca fazem - omissão e desrespeito com o serhumano, e o meio ambiente? HIPOCRISIA PURA - UMA CRISE DE VALORES NUNCA VISTO NA HUMANIDADE E CADA VEZ MAIS DECADENTE- AONDE VAMOS PARAR COM TANTA GANÂNCIA E SEDE DO LUCRO? SOS DEUS NOSSO PAI - SÓ TI PRA NOS SALVAR DESSE CAOS AMBIENTAL...O HOMEM CADA VEZ MAIS EGOCÊNTRICO E ÁVIDO DO LUCRO E A POBRE NATUREZA NO SEU LIMITE DE ESGOTAMENT/RECURSOS A ESCALA ZERO - QUEM PODERÁ NOS DETER? OXALÁ!
ernani Denuncie este comentário
São diversas empresas no Brasil que estão no mesmo estado, só no papel, agora as autoridades do governo seria muito importante que forme um grupo técnico de especialistas do governo e entidades para fiscalizar todas as empresas de porte médio e grande, que tem a obrigação de apresentar todas as documentações, treinamentos específicas, plano de contingencia, plano de ação, plano de comunicação, plano de sinalização, plano de evacuação de área incluído vizinhança(comunidade), plano mútuo entre empresas da mesma região, manter simulado entre diretores, gerência, supervisores, encarregados, líderes e colaboradores em gerais, promover reuniões entre colaboradores e comunidades, manter um programa de inspeção e auditórias de campo, manter uma gestão bem aplicada e ainda a gestão da Vale e ótima e não sei porque chegou no que aconteceu, faltou um única palavra em tudo que aconteceu e a todos os planos que por hora tivesse elaborado, " Coloque a vida sempre em primeiro lugar", e mais ainda uma forte palavra, sem ela não acontece nada e ATITUDE, um grande abraço a todos e meus sinceros votos de esperança, saúde e bola para frente, Ernani (palhinha), técnico em segurança, tecnólogo em segurança do trabalho e pós graduado em segurança do trabalho
Pedro Luiz Candido Denuncie este comentário
UMA ABORDAGEM ORGANIZACIONAL DO ACIDENTE DE MARIANA
COM BASE NOS GRANDES ACIDENTES OCORRIDOS QUE DEIXARAM EXPERIÊNCIAS PROFUNDAMENTE ENRIQUECEDORAS, CABE AOS EXPERTS ANALISAR CRITICAMENTE QUAL É A GÊNESE DO ACIDENTE DE MARIANA. AINDA QUE SEJAM DIVERSAS AS CAUSAS DIRETAS DESSES ACIDENTES, TODOS ELES TEM UMA DIMENSÃO ORGANIZACIONAL, OU SEJA, AS SUAS CAUSAS PROFUNDAS DEVEM SER BUSCADAS PARA ALEM DAS FALHAS TÉCNICAS E HUMANAS QUE OCASIONARAM O ACIDENTE.
SABEMOS QUE NO CALOR DAS DISCUSSÕES SOBRE UM DETERMINADO EVENTO, NUNCA FORA O MOMENTO IDEAL PARA ELUCIDAR OU PERCEBER OS FATORES QUE GRAVITA OU GRAVITARAM EM TORNO DESSE. O MOMENTO IMEDIATO É MUITO ESPECULATIVO E COM UMA INFLUÊNCIA MIDIÁTICA COM TENDÊNCIAS DE APONTAR CAMINHOS NÃO MUITO PRECISO PARA SE CHEGAR A VERDADEIRA GÊNESE E QUE É PRECISO IR ALÉM, OUVIR OS MURMÚRIOS, O COCHICHO DAS FALHAS EM CURSO E PERCEBEREM QUE OS ACIDENTES SÃO SEMEADORES DE INQUIETAÇÕES PORQUE ELES DESESTABILIZAM NOSSAS REPRESENTAÇÕES SOBRE A SEGURANÇA E A PREVENÇÃO. ABALA NOSSAS LEGISLAÇÕES E NORMATIVAS, ORGÃOS REGULADORES, CONCEITOS DE ENGENHARIA E MEDICINA OCUPACIONAL, CORPO TÉCNICO, PROGRAMAS DE SSMA.
A GÊNESE É O LOCAL ONDE ESPECIALISTAS DEVEM SE REUNIR E PERMANECER, AFIM DE COMPREENDER PROFUNDAMENTE A SUA CAUSA RAIZ, NÃO COM O INTUITO DE ENCONTRAR E APONTAR CULPADOS, CABENDO ISSO AOS ESPECULADORES, E ENTÃO CONSTRUIR DIRETRIZES E MATERIAL DE ESTUDO COM ABORDAGEM DA SEGURANÇA DE TODOS OS SISTEMAS QUE COMPÕE UMA ORGANIZAÇÃO QUE CRIA RISCOS. PROMOVER UM DEBATE ABERTO E CONSISTENTE SOBRE A SEGURANÇA, ABORDANDO, POR UM LADO, A VAGA QUE NÃO PODE SER PREENCHIDA COM ABORDAGENS ACADÊMICAS E UNIVERSITÁRIAS E, POR OUTRO AS FORMAS INSATISFATÓRIAS DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE SEGURANÇA POR ENGENHEIROS, TÉCNICOS E TOMADORES DE DECISÃO.
ACIDENTES COMO O DE MARIANA, COM A MESMA GRAVIDADE ACONTECEM PERIODICAMENTE E POR SER GRAVES E ESPETACULARES FAZ COM QUE SE FALEM DELES E A VOZ QUE ECOA DEIXA EM ABERTO UMA BRECHA NA CONFIANÇA TRANQÜILA DO PÚBLICO, LEGISLADORES, ORGÃOS CERTIFICADORES, GESTORES, GERENTES E EXPERTS.
NÃO PRECISA SER UM EXPERT PARA SE FAZER UMA ANÁLISE COM UMA ABORDAGEM NA CAUSA ORGANIZACIONAL DO ACIDENTE, PARA ENCONTRAMOS NO ACIDENTE DE MARIANA ECO DOS ACIDENTES:
VAZAMENTO MACIÇO DE ISOCIANATO DE METILA NA USINA DE BHOPAL (ÍNDIA), 3 DE DEZEMBRO DE 1984, MAIS DE 5.000 MORTOS, DE 200.000 A 500.000 PESSOAS FERIDAS OU ATINGIDAS POR SEQÜELAS.
EXPLOSÃO DO NÚCLEO DO REATOR N. 4 DA CENTRAL NUCLEAR DE TCHERNOBYL (UCRÂNIA, NESSA ÉPOCA
NA URSS), 26 DE ABRIL DE 1986, CONTAMINAÇÃO CONSIDERÁVEL. O NÚMERO DE VÍTIMAS É POUCO CONHECIDO E, AINDA HOJE, OBJETO DE CONTROVÉRSIA.
EXPLOSÃO DA USINA AZF EM TOULOUSE, 21 DE SETEMBRO DE 2001, 30 MORTOS E MAIS DE 10.000 FERIDOS, ESTRAGOS MATERIAIS ESTIMADOS EM 2 BILHÕES DE EUROS.
EXPLOSÃO E INCÊNDIOS NA REFINARIA BP DO TEXAS CITY, NOS ESTADOS UNIDOS, 23 DE MARÇO DE 2005, 15 MORTOS E 180 FERIDOS,
NAUFRÁGIO DA PLATAFORMA PETROLEIRA DEEPWATER HORIZON NO GOLFO DO MÉXICO, 20 DE ABRIL DE 2010, 11 MORTOS E 17 FERIDOS, NA ORIGEM DE UMA MARÉ NEGRA CATASTRÓFICA PARA OS ESTADOS UNIDOS.
E CONCLUIRMOS QUE TEMOS EM TODOS OS CASOS A APLICAÇÃO DA FAMOSA FÓRMULA ANGLO-SAXÃ - UM ACIDENTE ESPERANDO PARA ACONTECER. O PERÍODO DE INCUBAÇÃO É QUE VARIA DE ORGANIZAÇÃO PARA ORGANIZAÇÃO.
PELOS ACONTECIMENTOS, SABE-SE QUE AS VARIANTES QUE COMPÕE A GÊNESE DO ACIDENTE É O MENOR DOS PARADOXOS, POIS AS ORGANIZAÇÕES QUE PRODUZEM RISCOS SE INTERESSAM MUITO POUCO PELOS ACIDENTES E, ACABAM POR ESQUECÊ-LOS.
Cicinato Gonçalves Maciel Denuncie este comentário
É triste a gente ver que enquanto uns lutam pelo bem do próximo, outros se valem da miséria dos menos favorecidos e fazem o que bem querem.O caso de Mariana, é de indignar e revoltar quem tem vergonha e caráter. Vemos na TV o CEO da Sanmarco quase debochando das pessoas que perderam não só os bens e tudo que tinham de mais sagrado, seus lares, alguns perderam as vidas, e cadê as multas aplicadas, cadê a punição?
Isso só reforça meu ceticismo de que a vida não tem tanto valor assim, principalmente se for pobre, assalariado e semiletrado.
Não vi nenhum jornal, revista, falando desse desastre hoje. É como se a lama já tivesse levado o que restou do lugar. Passou o vento, novas aragens virão.
E o povo, nós, vamos ficar ai esperando uma nova chuva negra, que virá arrasando todo. Como sempre.
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