Delta Plus - Diamonddv - banner 01 - julho
ExpoProteção - 01
Fujiwara - banner 1 - JUL
USP banner 01 - JUN - JUL
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
P Revista Proteção Digital Banner 4
P Revista Emergência Digital Banner 5
P NN Eventos - Banner 5
Banner - 5 - Blog Segurança do Trabalho


Você está em: Noticias / Geral
Geral
Pesquisadores da Fundacentro/RJ abordam ações integradas para prevenção
Data: 07/07/2017 / Fonte: Fundacentro

Rio de Janeiro/RJ - O tecnologista Flavio Bentes e os analistas em ciência e tecnologia Emerson Teixeira e Renata Viaro, da Fundacentro/RJ, publicaram o artigo "Perspectivas de ações integradas no campo da prevenção" na Revista Augustus, publicação do Centro Universitário Augusto Motta - Unisuam. O objetivo do periódico científico é divulgar temas de relevância social que apontem para o desenvolvimento científico e tecnológico, não deixando de contemplar pesquisas que explorem a cultura.

Os autores apontam que os acidentes de trabalho poderiam ser poderiam ser evitados se medidas adequadas fossem adotadas desde a concepção do projeto. Além disso, é preciso considerar que o ambiente produtivo traz desafios constantes ao trabalhador.

"A necessidade de produzir, atingir metas empresariais, cobranças das mais variadas em termos de competitividade, produção de resultados, dentre outros, fazem com que o ambiente de trabalho seja estressante e os riscos existentes passem a ser tratados como algo irrelevante desde que existam e não venham a interromper a produção ou prejudicá-la, até que em um determinado momento o acidente ocorre", afirmam os pesquisadores da Fundacentro/RJ.

É importante que riscos sejam associados também aos fatores psicossociais e não somente àqueles já tradicionalmente abordados no campo da engenharia - como os relacionados aos agentes químicos, físicos e biológicos, os ergonômicos e os de acidentes, por exemplo, quedas, choques elétricos, queimaduras e cortes. Assim, defende-se uma visão ampliada desde a concepção do projeto.

Os acidentes e doenças do trabalho ocorrem, em geral, como resultado de um somatório de fatores e não apenas de um evento isolado e inesperado. Um dos apontamentos feitos é de que pesquisas europeias indicam o aumento de riscos psicossociais (pressão no trabalho, intensificação, ameaça do desemprego) e a manutenção dos riscos tradicionais (físicos, químicos, biológicos).

"Os riscos tradicionais são identificados de modo objetivo, e as intervenções se dão através da aplicação das normas regulamentadoras que preconizam, invariavelmente, a segurança e a saúde do trabalhador. Sob esta ótica as incongruências observadas são imediatamente confrontadas pelo arcabouço legal e técnico produzido para o alcance das melhores práticas do processo produtivo nos diferentes setores da economia", avaliam os autores.

Já os riscos psicossociais abrangem a complexidade das relações de trabalho e humanas com toda sua subjetividade. "Muitos deles são pouco previsíveis, por isso nem sempre conseguimos identificá-los ou mensurá-los antes que seus efeitos apareçam", afirmam.

"Os fatores psicossociais evidenciam-se em diferentes nuances do trabalho. Encontramos suas manifestações na dimensão da psiquê, nos aspectos sociais, estruturais, na simbólica e imaginária, nos aspectos econômicos. Estes fatores são percebidos quando trabalhadores sofrem a opressão e a injustiça no trabalho. Quando há a manifestação de diferentes formas de violência no trabalho, como o abuso de poder, o qual se manifesta através da força física, da coação psíquica, moral e normativa, exercidas pelos sujeitos individuais ou coletivos", completam Bentes, Teixeira e Viaro.

Os autores destacam que as ações de violência no trabalho existem porque as organizações adotam modelos de gestão, muitas vezes, apoiados em valores distorcidos e disformes à natureza humana, que perpetuam uma racionalidade instrumental. Valoriza-se apenas aquilo que possui utilidade para a organização. O ritmo de trabalho não considera as limitações humanas. São estabelecidos mecanismos de controle que afetam os processos de trabalho.

Neste cenário, é preciso estabelecer ações preventivas que considerem todos esses aspectos do trabalho e sua totalidade, visando à construção de uma cultura de prevenção, pensada desde o início do projeto, analisando tanto os riscos tradicionais quanto os psicossociais.
Comentários
Deixe seu comentário sobre a notícia:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* E-mail, Profissão, Estado e cidade não serão publicados.
 
 
 
   
 
 
 
Código de verificação:

Repita o código ao lado:
 
 
Enviar


Mais de Geral
 
1     2     3     4     5     6     7     8     9     10
Edição do Mês
 
banner 06 - Anuario 2017
Banner 06 - verdeghaia - julho
AmbLegis banner6 - 07/17
Banner 6 Mavaro - 03
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Assine a Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital