Banner 01 -RL USP Novembro
banner 01 - Anuario 2017
Delta Plus - Diamonddv - banner 01 - novembro
Banner 01 - Promo Natal 2017
Banner 01 - Marluvas - Novembro17
Banner 01 - Poli USP Novembro
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
P Revista Proteção Digital Banner 4
P NN Eventos - Banner 5
P Revista Emergência Digital Banner 5


Você está em: Noticias / Geral
Geral
IPT reúne-se com MPT-SP para apresentar relatório sobre a sílica
Data: 05/09/2017 / Fonte: MPT/São Paulo

São Paulo/SP - O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) reuniu-se ontem com o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho em São Paulo (MPT) Erich Vinícius Schramm e com as procuradoras Eliane Lucina e Mariana Flesch Fortes para apresentar relatório técnico sobre a sílica utilizada em processos industriais.

O documento contém análises químicas e físicas comparativas entre borrachas com sílica amorfa e com sílica cristalina. Seu objetivo era verificar qual o tamanho das partículas em amostras de sílica coletadas nas empresas, e qual o risco que representam aos trabalhadores. Os resultados serão publicados em breve.

Segundo especialistas do próprio IPT, da Fundacentro e do Hospital das Clínicas, o pó de sílica cristalina, quando muito fino, atravessa inclusive máscaras de proteção. Se for aspirado constantemente, pode causar câncer e silicose, doença irreversível capaz de matar em questão de meses.

"A sílica entra no pulmão e provoca alterações nas células, dificultando a troca gasosa", afirma Ubiratan de Paula Santos, do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas). Além do maior risco de doenças como a tuberculose, "com o tempo as artérias do pulmão ficam com a rigidez de uma pedra. Se esse processo estiver muito avançado, até o transplante de pulmão fica impossível", completou o médico.

Em 2015, o MPT abriu investigação contra quase 50 empresas fabricantes de produtos de borrachas, principalmente aros de panela de pressão. A intenção foi verificar os equipamentos de proteção coletivos e individuais que estavam sendo usados nas empresas. Até agora foram identificadas em São Paulo e região do Grande ABC, 178 empresas que utilizam a sílica para fabricação de seus produtos.

Em uma das empresas investigadas, produtora de borracha para tampas de panelas de pressão, nove de 15 trabalhadores desenvolveram silicose pulmonar subaguda. Dois morreram e três estão em estado grave após alguns meses de utilização da sílica na empresa em que trabalhavam. "Os dois trabalhadores que já morreram são aqueles dos quais temos conhecimento. É bem possível que mais tenham morrido ou adoecido e não estamos sabendo", afirmou a procuradora Eliane Lucina, uma das responsáveis pela investigação. A denúncia de que trabalhadores corriam risco de vida devido à sílica partiu da Fundacentro (Ministério do Trabalho e Emprego) após vistorias em diversas fábricas.
Comentários
Deixe seu comentário sobre a notícia:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* E-mail, Profissão, Estado e cidade não serão publicados.
 
 
 
   
 
 
 
Código de verificação:

Repita o código ao lado:
 
 
Enviar


Notícias relacionadas
Mais de Geral
 
1     2     3     4     5     6     7     8     9     10
Edição do Mês
 
Banner 06 - Praevenir - Nov
AmbLegis banner6 - 11/17
Banner 06 - PrevenirES
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Assine a Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital