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Rio Grande do Sul tem maior incidência de trabalho infantil
Data: 15/06/2015 / Fonte: Jornal do Comércio

Rio Grande do Sul - Marcando o Dia Mundial do Combate ao Trabalho Infantil (12 de junho), o Poder Judiciário gaúcho apresentou, na sexta-feira, números relativos ao problema no Estado. A apresentação foi feita por representantes do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul (MPT/RS), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Segundo o Censo de 2010, dos 100 municípios brasileiros com maiores índices de trabalho de pessoas de 10 a 17 anos, 54 são gaúchos. Além disso, das dez cidades em que foi registrada maior quantidade de trabalhadores com essa faixa etária no Brasil, seis são gaúchas - Novo Xingu, Itapuca, Bozano, Ubiretama, Lagoa Bonita do Sul e Sério.

Segundo Roberto Padilha Guimarães, auditor fiscal do Trabalho e coordenador fiscal do Trabalho Infantil na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), órgão vinculado ao MTE, entre 2004 e 2014, houve queda de 65% no número de trabalhadores no Rio Grande do Sul com cinco a 13 anos de idade, de 51% com 14 a 15 anos e de 22% com 16 a 17 anos. As atividades econômicas com maior quantitativo de pessoas trabalhando com idade entre dez e 15 anos são agricultura (28,7%), pecuária (12,3%), comércio (11,1%), serviços domésticos (6,4%) e construção civil (3,6%).

De 2012 a maio de 2015, 1.645 crianças e adolescentes foram flagrados em situações irregulares de trabalho em 357 municípios do Estado. "As áreas mais difíceis de se fiscalizar são as fronteiras, pois no Uruguai, por exemplo, a idade em que o trabalho é permitido é diferente da do Brasil", aponta Guimarães. De maio de 2014 a maio deste ano, auditores do MTE libertaram 6,4 mil crianças e adolescentes.

O secretário estadual adjunto da Saúde, Francisco Paz, trouxe dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). A quantidade de crianças e adolescentes entre cinco e 17 anos teve redução de 60% entre 1992 e 2013, caindo de 8.423.448 para 3.188.000. Em 2013, havia 61 mil trabalhadores com cinco a nove anos de idade. A média registrada para trabalhadores menores de 18 anos é de dois acidentes de trabalho por dia e um óbito por mês.

"A criança, por não estar fazendo o que deveria, que é aprender, brincar e estudar, passa a ter atitudes diferentes da que teria em relação à vida. Normalmente, se trabalhando, desenvolve dificuldades de aprendizagem, fobias sociais e demonstra falta de curiosidade", afirma Paz. O secretário também ressalta que o ser humano ainda em desenvolvimento possui uma visão periférica menor do que a do adulto, o que aumenta o risco de acidentes de trabalho. As crianças também têm a audição mais sensível e são mais propensas a desenvolver problemas auditivos se sujeitas a volumes altos.
Comentários
Fiquei pasmo ao ler o texto acima sinceramente Denuncie este comentário
È triste em sabermos que ainda existe pessoas que se aproveito da exploração do trabalho infantil.
E que ainda há famílias que não aproveitam de forma correta os incentivos que o governo oferece aos pais para manter as crianças nas escolas, o pior que a matéria fala de um centro mais desenvolvido, se fosse a região Norte ou Nordeste onde a dificuldade de fiscalização é maior, ainda bem que existe o órgão, e homem dispostos a encarar o desafios.
parabéns pelo trabalhos do Ministério do Trabalho da proteção divulgar .para o nosso conhecimento.
Jocelino
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