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Estatísticas
Queda de pessoas e materiais ainda é o maior problema na construção civil
Data: 10/08/2010 / Fonte: Revista Proteção

Em diferentes regiões do País, é comum ouvir notícias sobre acidentes em construção. No mês de julho, em Itaituba/PA, 20 trabalhadores se acidentaram na construção de uma plataforma em uma fábrica de cimento. A estrutura partiu ao meio e, com a queda, seis trabalhadores morre­ram e 13 foram internados em estado grave. Já em São Luis/MA, um servente de pe­dreiro morreu na obra de um condomínio após ser atingido por uma viga de ferro. Em outro caso, no mesmo mês, um eletricista caiu do 13° andar de um prédio. Na cidade de Ribeirão Preto/SP, também em julho, três funcionários da construção civil ficaram feridos após serem soterrados por um muro que desabou.

Os últimos dados divulgados pela Previdência Social, relativos ao ano de 2008, apontam 49 mil acidentes trabalho no setor da construção. No contexto atual, percebe-se uma prevalência dos acidentes com queda de pessoas e de materiais. No caso do município de São Paulo, segundo o auditor fiscal Antonio Pereira, essas questões são graves e responsáveis por cerca de 50% das mortes na construção civil.

Um estudo da APS Associados, baseado na observação de 58 mil situações de riscos em cinco grandes obras de diferentes pontos do Brasil, mostrou que o ­maior índice de desvios se refere ao risco de que­das de pessoas e materiais, com destaque para os trabalhos em altura. Os problemas abrangem falhas na construção, na utilização de dispositivos para proteção con­tra quedas de pessoas, materiais e pe­quenos equipamentos. Houve 12.359 situações de desvios dos padrões recomen­dados, só neste item, o que representou 22% do total de situações analisadas.


Confira na íntegra na Edição 224 da Revista Proteção.

Comentários
Daniel Denuncie este comentário
" excelente comentário!
Esses resultados deixam bem claro a necessidade de revermos nossos métodos de trabalho e desenvolver dispositivos que atendam os interesses da produção.....
LEONARDO GOMES SCIAMMARELLA SANT´ANNA Denuncie este comentário
Isso, é porque poucas pessoas levam a sério a Segurança no Trabalho..
Robson Santos Denuncie este comentário
Infelizmente as políticas públicas voltadas para a proteção do trabalhador da construção civil é muito escassa e vulnerável. Ademais não existe ainda punição severa para as empresas que matam, considerando a culpa objetiva inerente a suas atividades. Embora o FAP (Fator Acidentário Previdenciário) venha para incentivar o investimento privado na prenvenção é necessário todas as vezes que houver um óbito parar as atividades da empresa mantendo todo efetivo remunerado e só retornar quando finalizar as investigações das causas raízes que levaram ao infortúnuio e estabelecer os planos de ação para evitar recorrência.
Gilson Francisco Costa e Silva Denuncie este comentário
Aos colegas TST e todos os envolvidos na luta pela prevenção nas nossas obras, com todo respeito, vamos parar de nos enganar - nada que temos no mercadi evita queda de pessoas ou materiais de maneira efetiva.As bandejas (plataformas de proteção), telas fachadeiras, redes de proteção, proteções em madeira ou metálicas em periferias e poços de elevadores ou shafts, etc, nada disso protege o trabalhador em tempo real e, o pior é que na hora de montarem, fazerem a manutenção ou desmontarem,também só se protegem quando tem um Técnico de Segurança acompanhando (e isso nunca ou raramente acontece), assim, estou afirmando e todos devem concordar que com essses sistemas de proteção atuais não há segurança.
Estou pronto para dialogar com os envolvidos e conhecedores do assunto e, o mais importante, tenho uma idéia que com as devidas inserções de Engenheiros mecânicos e empresas especializadas interessadas, podemos incluir um sistema nas obras que realmente proteja o trabalhador e o nome que pretendo colocar em tal sistema é "SISTEMA EFETIVO DE PROTEÇÃO" e só não fiz o encaminhamento necessário ainda por não ter tempo, apoio ou condições favoráveis estando disposto a conversar a respeito...

ATENCIOSAMENTE, GILSON - TÉCNICO DE SEGURANÇA
GATTAZ ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA
3050-0700
2988-8801
7123-3245
jemerson Lima Denuncie este comentário
Senhores,
O principal objetivo da segurança, e cuidar da vida dos trabalhadores, é a saúde no trabalho, para isto mudamos rotinas de trabalho, implementamos novos procedimentos, e ate a mentalidade de pessoas, utilizando técnicas através de processo educativo. acredito que com um investimento maior nos treinamento e gerenciamento de segurança, estes quadro negativo tende a melhorar, e cada vez menos acidente aconteçam,
edimar maximo dos santos Denuncie este comentário
o governo federal deveriam valorizar mais nos profissionais de segurança do trabalho com piso salarial melhor com um sindicato atuante para que mais pessoas possam vir para essa area afim de trabalhar porque segurança do trabalho e um trabalho que lidamos com vidas e por isso devemos nos responsabilizar por tudo e por todos na empresa na parte de segurança do trabalho.
alexfarias Denuncie este comentário
a protecao do homem primeiro vem de Deus,o trabalhado sabio se protege para trabalha com satisfacao .
trabalho com redes de protecao e fico atento na seguranca dos meus funcionarios
(email(impactos7911@yahoo.com.br /////(98)32487461 /87243725 /////sao luis -ma
alexfarias Denuncie este comentário
voce trabalhador da contrucao civil ,tenha amor a voce.
se da seguranca a outro porque nao da a si mesmo,Jesus te ama e te mantem vivo porque tem um proposito para tua vida(Jesus abencoe todos os trabalhadores do mundo.amem

email:impactos7911@yahoo.com.br (98-3248-7461 /87243725 /redes de protecao/sao luis -ma
SÉRGIO FILHO Denuncie este comentário
Infelizmente as empresas de construção civil que trabalham extra industria não levam a serio a segurança do trabalho, entendem que é custo ter um técnico para fiscalizar e treinar seus colaboradores sobre a segurança do trabalho e os riscos daquelas atividades executadas naquela obra.E as poucas empresas que contratam técnicos querem pagar um salário defasado e não dão suporte e condições de trabalho.Pensam que ter PCMSO e PCMAT, salvam a vida de alguém se não tiver um profissional pra cumpri e fazer cumprir o que esta descrito nos programas sem falar sobre os EPI`s.
O fator humano é também um ponto crucial no controle desses acidentes, pois a segurança é feita coletivamente e temos muitos casos de acidentes nessas atividades por conta de atitudes comportamentais.
maria darlene costa rosa Denuncie este comentário
concordo com vc sérgio, o fator humano é o elemento crucial, pois os acidentes eles são provocados e não acontecem por acaso, há de se investir no fator humano, conscientizar o trabalahador dos riscos que ele corre em uma atividade.
welton carvalho damasceno Denuncie este comentário
muitas empresas ,não respeita o funcionário.não educa,não padroniza e nem da treinamento.
é muita falta de humanismo com os pais de familia que ali trabalha para dar sustento a familia e a empresa principalmente.sou tec. em segurança do trabalho.pindobaçu-ba.
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