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Estatísticas
Números retratam a segurança do trabalho no Brasil
Data: 02/09/2013 / Fonte: TRT 16ª Região

São Luís/MA - Conforme o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho de 2010, do Ministério da Previdência Social (MPS), na esfera do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região, o Maranhão registrou 5.036 acidentes de trabalho, com 49 mortes. Na Justiça do Trabalho do Maranhão, de 2009 a 2013, foram movidas 88 ações trabalhistas, decorrentes de acidente de trabalho, conforme informações da Corregedoria e Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicações.

De acordo com os dados do MPS, no âmbito dos TRTs da 2ª Região (SP) e da 15ª Região (Campinas-SP), o Estado de São Paulo registrou 242.271 acidentes de trabalho, dos quais resultaram 710 mortes. Com esses números, São Paulo participa de 34,53% do total dos acidentes de trabalho no país e de 26,17% das mortes decorrentes desses acidentes. Só esses números já amedrontam e chamam a atenção para tragédias como a que aconteceu, na terça-feira (27), em São Paulo, onde nove trabalhadores maranhenses morreram vítimas de um desabamento num prédio em construção (foto).

Assim, os números estão de sobreaviso, em razão das peripécias da morte em canteiros de obras da construção civil e podem traduzir o descaso dos empregadores em relação à segurança de quem trabalha. Os números não calam; eles denunciam. Pedem providência. A prova é que os dados estatísticos de Acidentes de Trabalho de 2011, do MPS, revelam que o total de acidentes registrados no Brasil subiu de 709.474, em 2010 para 711.164, em 2011. O número de óbitos também registrou o aumento de 2.753 mortes em 2010 para 2.884 em 2011. Essas informações podem ser encontradas no site do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, criado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Conselho Superior da Justiça (CSJT).

A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-MA), Ilka Esdra Silva Araújo, em nota de pesar pelo falecimento dos nove trabalhadores maranhenses, vítimas da tragédia em São Paulo, lembrou que a segurança no trabalho é prioridade da Justiça Trabalhista e fez menção ao Programa Trabalho Seguro. Mas destacou que é preciso que toda a sociedade abrace a causa em favor de ambientes laborais saudáveis, para que se possa garantir a dignidade da pessoa humana e, em especial, a dignidade da classe operária.

O Programa Trabalho Seguro vem sendo desenvolvido pelo TST e CSJT, em parceria com outras instituições públicas e privadas. A proposta é formular e executar projetos e ações nacionais que previnam acidentes de trabalho e contribuam para o fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. O programa abraça campanhas que envolvem material audiovisual, vídeos, materiais educativos, simpósio, exposições, parcerias, como a do Serviço Social da Indústria - SESI  para o lançamento de uma revista em quadrinhos para o público infantil, tratando do assunto.

Outra iniciativa do programa são os atos públicos em canteiros de obras. Só em 2012/2013 foram realizados 14 em canteiros de  grandes obras de todo o país, que chamaram a atenção da sociedade para a importância de serem adotadas medidas de segurança e saúde do trabalho na construção civil para prevenir acidentes. Em São Luís, o ato promovido pelo TST/CSJT, em parceria com o TRT-MA e a Vale, ocorreu em 15 de fevereiro deste ano, na sede da empresa Vale, no Bairro Anjo da Guarda. O ato reuniu cerca de 3 mil trabalhadores da construção civil.

O trabalhador da construção civil Raimundo Benedito Amaral Martins, falecido em 5 de agosto de 2011, em decorrência de acidente de trabalho que ocorreu em São Luís, hoje dá nome ao Foro da Vara do Trabalho de Bacabal. A denominação do Foro foi aprovada pelo Pleno do TRT-MA em sessão ordinária de 28 de fevereiro de 2013.  O TRT-MA também fez campanhas voltadas para o Trabalho Seguro; editou cartilha e calendário institucional, ilustrado com charges e mensagens elaboradas por servidores da instituição sobre o trabalho seguro; e fez a exposição dessas peças.

Em abril deste ano, o TRT promoveu o II Fórum de Prevenção de Acidente de Trabalho, cumprindo a Meta 09 do Programa; realizou ação no canteiro de obras do Condomínio Lago azul, no bairro Renascença-II, atividade da qual participaram 48 operários. A visita ao canteiro foi motivada pela necessidade de esclarecer operários da prevenção e necessidade de uso dos Equipamentos de Proteção Individual - EPIs. Naquele dia, o operário Josafá Costa, membro da CIPA, foi exemplo vivo dos resultados sociais e o humano a que o programa se destina: "Nós nos sentimos felizes com a visita do TRT, pois isso mostra que somos realmente importantes", declarou o operário.

Foto: Valdir Lopes - Revista Proteção

 

Comentários
Narnyo Gardinalle Domingos da Silva Denuncie este comentário
É complicado saber que temos uma legislação tão boa em Segurança e Saúde do Trabalho, más ela sozinha não é capaz de evitar acidentes e mortes em nosso país, é preciso rever conceitos, além de aumentar o número de fiscais é preciso capacitá-los para que as Leis sejam cumpridas.

Eliana Maria Benedetti Denuncie este comentário
Os profissionais da Segurança e Saúde do Trabalho, são incansáveis na busca de mudança de cultura, Segurança é investimento não é custo. Quando não é possível esta conscientização, para evitar acidentes e mortes só há um meio ,a punição com elevadas multas, algumas empresas só entendem a linguagem da fiscalização punitiva, não é o que queremos, mas é o que precisamos fazer quando já esgotamos todas as outras tentativas. Os Sindicatos de Trabalhadores devem urgentemente abraçar a causa, ainda há muita omissão deSindicatos dos Trabalhadores em SST.
Eliana Maria Z. Benedetti-TST.
Dejair Gomes de Oliveira Denuncie este comentário
Enquando nossos legisladores fecharem os olhos para nossa situação atual, iremos ver esses numeros cada vez aumentar. Um país onde se investe milhões em estádios afim de visar estatos para países exteriores esquecendo a população exausta e sofrida, a qual luta por beneficios quem tem por direito, direitos esses que são omitidos pelos nossos políticos fazendo os brasileiros engolir garganta abaixo, e sim, encutir nas suas familias, que: precisamos de alegria" futebol e carnaval" para esquecer os sofrimentos e problemas...Pura demagogia e imcompetência de quem brinca com vidas. Precisamos sim de pessoas competentes na área de SST no palácio do planalto, afim de lutarem por propostas de melhorias na área de SST, precismos de mais fiscais do trabalho atuantes, precisamos sim do apoio do GOVERNO( Presidência) afim de que as políticas de segurança e saúde ocupacional sejam respeitadas pelos empregadores e beneficiem os empregados, precisamos sim que os profissinais da SST( Engº de Seg, Méd do Trabalho, Técnicos de Segurança do Trabalho, Aux e Enfermagem do Trabalho) consigam respeitosamente trabalhar embasados e Normas de Segurança em prol da vida e saúde dos trabalhadores e familiares.Hoje o que vemos são profissionais que usam jogo de cintura dentro das empresas para sua atuação ja que muito dependem do seu trabalho para sustentar suas familias, tudo por não terem apoio nem segurança em seus cargos para atuarem. Enquanto esses profissionais serem tratados com hipocresia e desrespeito os resultados sempre serão os mesmos ou pior, e não estou falando de numeros e sim de familias que irão perder seus entes queridos, até quando vamos conviver com isso???

Dejair Gomes de Oliveira
Técnico de Segurança do Trabalho
Construtora Sultepa S/A
POA-RS
Isaias N. Campista Denuncie este comentário
As empresas precisam se conscientizar que uma gestão eficaz em SST trarão beneficios superiores ao seu investimento.Que dizer dos gastos exorbitantes que acidentes de trabalho geram?Ao passo que se as empresas se preocupassem mais com a saude e integridade fisica de seus colaboradores respeitando e executando as normas e procedimentos de segurança do trabalho, com certeza esta triste estatistica de acidentes e mortes no trabalho diminuiriam.Muitas vezes os profissionais de SST são hostilizados pela empresa e por ate mesmo funcionarios. Pocha vida, nós trabalhamos para que o trabalhador trabalhe de forma segura pelo seu proprio bem, mas as vezes eles não entendem e preferem se arriscar.Mas mesmo assim prefiro não desistir e pretendo continuar lutando por mais segurança no trabalho.
Antonio Soares Denuncie este comentário
Grande parte da culpa disso tudo remete a nós técnicos de segurança,ue deiamos nossos sindicatos na mão de negociadores e portanto fraco, deixamos sem interferir a criação de centenas de pseudos cursos de TST que cospem técnicos mal formados e a um custo barato para os empregadores. dai a citação em alguns comentários da falta de segurança nossa nos cargos que exercemos,pois o empresário prefere um técnico barato que a um conhecedor de suas reais funções.
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