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Estatísticas
Diminuem os acidentes de trabalho na construção civil
Data: 18/01/2013 / Fonte: CBIC - Câmara Brasileira da Indústria da Construção

A construção civil ocupa o terceiro lugar no número de acidentes de trabalho. Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, em 2012, até novembro, ocorreram 65 acidentes graves em Minas Gerais, com 88 mortes. Em Belo Horizonte foram registrados 15 eventos que deixaram 11 mortos.

O ministério vem registrando desde 2008 sensível redução nos acidentes no trabalho, em geral, em todo o país. Dados de 2010 indicam 701.496 emissões de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT). Em 2008, esse número chegou a 755.980 casos. O número de óbitos foi de 2.712 em 2010, contra 2.817 em 2008.

Na análise de setores específicos da indústria, os que apresentaram maior número absoluto de acidentes de trabalho em 2010 foram as atividades de produção de alimentos e bebidas, com 59.976 ocorrências, e o setor da construção civil, com 54.664 registros.

O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-MG) criou em 1992 o Serviço Social da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG) por iniciativa de empresários do setor, visando a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores na construção e de seus dependentes.

Entre as diversas ações da entidade está o investimento nos canteiros de obra, de forma a garantir a segurança e, consequentemente, aumento da produtividade, fomentando a adoção de comportamento de prevenção permanente voltado para a redução substantiva dos riscos que possam comprometer a saúde e colocar em risco a segurança do trabalhador.

São palestras, treinamentos, cursos de formação para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), avaliações preventivas de riscos, distribuição de material educativo, requalificação e controle médico e saúde ocupacional, entre outros.
 

 

Comentários
Adriano Denuncie este comentário
As atividades de produção de alimentos e bebidas são melhores organizadas em relação a Segurança e Saúde no Trabalho, há abertura de CAT por exemplo em caso de acidente no trabalho, por ser raro a comunicação do acidente de trabalho na construção civil os dados acima relatados são maquiados.
Ricardo Denuncie este comentário
É muito bom saber que os acidentes reduziram no setor, acredito que foi associado a frequentes fiscalizações pelo Sindicato e CEREST juntamente com o MTB.
Embora são poucas as fiscalizações surtem efeitos quando são aplicadas.
Roberto Denuncie este comentário
Muito bom saber quem vem diminuindo os acidentes de trabalho nesse ramo de atividade.
Os canteiros de obra hoje, estão mais bem estruturados,maior informação aos colaboradores e maior fiscalização dos profissionais da area de segurança e medicina do trabalho.
Mas a situação não e a mesma em obras pequenas,funcionarios sem registro,falta de EPI,falta de instrução,falta de fiscalização e falta de fiscais.Vejo no interior de Goias e em outros estados que passo a total despreocupação com a saúde e eintegridade fisica do colaborador.Tenho certeza que em muitos acidentes se encontra uma verdadeira maquiagem,sem abertura de CAT.
Enfim,precisamos mudar,acreditar,vibrar e o mais importante,precisamos de ajuda,tanto por parte dos empregados,empregadores,M.T.E e M.P.T,para que assim,possamos alinhar um estilo de trabalho seguro,proporcionando cada vez mais segurança a todos nos coloboradores.
Que Deus os ilumine.

Adão Jorge Eisermann Denuncie este comentário
Parece que o governo federal esta fazendo a sua parte, apesar da grande falta de fiscais do MTE por todo o Brasil, Outra questão é quando lemos os autos de infração dos novos auditores ja sabemos suas formações... É, a grande maioria não é Engenheiro!. Em 2013 O Governo Federal cobrará R$ 411 milhões de empresas que não cumpriram ou negligenciaram as normas de segurança do trabalho, será que vai investir em prevenção?

FAP (Fator Acidentário Previdenciário), A legislação em vigor estabelece ainda alíquota de 1% a 3% sobre a folha de pagamento do Seguro de Acidente de Trabalho, dependendo do risco da atividade exercida pela empresa, no ano passado foi criado um fator de prevenção que possibilita dobrar ou reduzir pela metade o valor da alíquota, de acordo com o número de acidentes registrados. Assim, é possível que uma empresa do mesmo setor pague até quatro vezes mais que uma concorrente.
A pegunta é: Quanto eles vão investir em prevenção? porque o governo federal não cria campanhas publicitárias para os jovens em idade escolar, criando uma "cultura prevencionista"? O acidente só acontece quando a prevenção falha - máquina segura, acidente zero.
Adão Jorge Eisermann Denuncie este comentário
Parece que o governo federal esta fazendo a sua parte, apesar da grande falta de fiscais do MTE por todo o Brasil, Outra questão é quando lemos os autos de infração dos novos auditores ja sabemos suas formações... É, a grande maioria não é Engenheiro!. Em 2013 O Governo Federal cobrará R$ 411 milhões de empresas que não cumpriram ou negligenciaram as normas de segurança do trabalho, será que vai investir em prevenção?

FAP (Fator Acidentário Previdenciário), A legislação em vigor estabelece ainda alíquota de 1% a 3% sobre a folha de pagamento do Seguro de Acidente de Trabalho, dependendo do risco da atividade exercida pela empresa, no ano passado foi criado um fator de prevenção que possibilita dobrar ou reduzir pela metade o valor da alíquota, de acordo com o número de acidentes registrados. Assim, é possível que uma empresa do mesmo setor pague até quatro vezes mais que uma concorrente.
A pegunta é: Quanto eles vão investir em prevenção? porque o governo federal não cria campanhas publicitárias para os jovens em idade escolar, criando uma "cultura prevencionista"? O acidente só acontece quando a prevenção falha - máquina segura, acidente zero.
Sonielber Vieira Leite Denuncie este comentário
Não sei porque tem pessoas que fazem questão que os fiscais/auditores sejam engenheiros? O importante é ser qualificado e honesto. Parece até que somente os engenheiros são qualificados e honestos. Conheço inúmeros profissionais téc. de segurança ou tecnólogos, bem capazes e honestos. Creio que a questão é; abrir concursos para os profissionais de segurança, independentemente de ser engenheiro, tecnólogo ou técnico. Tem que ser capaz e honesto somente.
Sonielber Vieira Leite Denuncie este comentário
Não sei porque tem pessoas que fazem questão que os fiscais/auditores sejam engenheiros? O importante é ser qualificado e honesto. Parece até que somente os engenheiros são qualificados e honestos. Conheço inúmeros profissionais téc. de segurança ou tecnólogos, bem capazes e honestos. Creio que a questão é; abrir concursos para os profissionais de segurança, independentemente de ser engenheiro, tecnólogo ou técnico. Tem que ser capaz e honesto somente.
marcio pereira de sa Denuncie este comentário
Que bom! mais ainda tem empresa que esta camuflando muito a segurança dos empregados, temos que denuciar essas empresas que so pensam no dinheiro.
wendi Denuncie este comentário
Na verdade meus caros colegas,no meu conceito o MTE deveria ser mais presentes e incisivos como fiscalizadores,pois um dos motivos que os empregadores deixam a segurança do trabalho em segundo plano,nao se importando quanto a preservaçao da integridade fisica e pscologica do trabalhandor,desta forma os mesmos marcaram acidentes,nao realizando investigaçao,abertura de CAT,e assim um efeito cascata.
Mauricio Denuncie este comentário
....milagres, já chegamos ao Paraíso??? Porque somente lá isso se tornaria realidade...!
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