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Estatísticas
Brasil tem 4,9 milhões de acidentes por ano, diz pesquisa

Divulgação DuPont
Data: 31/07/2015 / Fonte: Redação Revista Proteção

A PNS 2013 (Pesquisa Nacional de Saúde), divulgada no dia 2 de junho pelo Ministério da Saúde, apresentou dados diferenciados sobre os acidentes de trabalho ocorridos no Brasil. Pela primeira vez, o levantamento incluiu perguntas relativas a agravos no ambiente de trabalho e o resultado é surpreendente.

No ano de 2013, 4,9 milhões de pessoas com 18 anos ou mais de idade teriam se envolvido em acidente de trabalho, segundo a projeção que o Ministério da Saúde realizou em parceria com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, IBGE e Fiocruz.

Os dados que servem de base para as projeções da PNS 2013 foram obtidos em entrevistas domiciliares realizadas no período de agosto a novembro de 2013 em todo o território nacional. Foram selecionados para a amostragem 81.357 domicílios, que receberam a visita dos pesquisadores para a aplicação do questionário. Cálculos estatísticos expandiram esses dados proporcionalmente a fim de projetar o cenário nacional, considerando o total de 146 milhões de pessoas com 18 anos ou mais de idade.

Pelas contas do AEPS (Anuário Estatístico da Previdência Social) nesse mesmo ano, o país registrava 717.911 acidentes de trabalho. Não foram investigados na pesquisa do Ministério da Saúde os números de acidentes fatais.

A PNS 2013 também estima que 1,6 milhão de pessoas com 18 anos ou mais de idade deixaram de realizar quaisquer de suas atividades habituais devido a acidente de trabalho (não incluído o acidente de trânsito), 613 mil tiveram sequela e/ou incapacidade e 284 mil precisaram ser internadas.

Os números de acidentes de trajeto também foram apurados na pesquisa e calcula-se que 1,4 milhão de pessoas com 18 anos ou mais sofreram acidente de trânsito com lesões corporais quando estavam indo ou voltando do trabalho. As únicas estatísticas oficiais disponíveis até então, fornecidas pela Previdência, contabilizavam 111.601 acidentes  de trajeto em 2013.

O estudo aponta que os homens representam 70,5% das vítimas de acidentes e que a maioria é composta por jovens na faixa etária de 18 a 29 anos (33,9%) e pessoas com idade entre 40 e 59 anos (31,8%).

A região Sudeste concentra o maior número de acidentes de trabalho (1,8 milhão ou 36,4% do total nacional), seguida da região Nordeste (1,3 milhão ou 25,9%), Sul (907 mil ou 18,3%), Norte (530 mil ou 10,7%) e Centro-Oeste (431 mil ou 8,7%).

O levantamento do Ministério da Saúde é amplo e apresenta informações sobre acesso e utilização dos serviços de saúde, acidentes e violências no Brasil, grandes regiões e unidades da federação. O objetivo foi ampliar o conhecimento sobre as características de saúde da população brasileira para auxiliar na formulação, acompanhamento e avaliação de políticas públicas.


Confira a matéria completa sobre a PNS 2013 e os acidentes de trabalho na Revista Proteção de agosto.
Comentários
MARCELO GARCIA GOUVEA Denuncie este comentário
Sem dúvidas de que estamos diante de números extremamente alarmantes no sentido de proteger a vida humana, isto que ainda não estão computados os casos que não são informados ao sistema, que por sua vez fossem poderiam até dobrar este quantificado de hoje. Chegar a esta receita de bolo desastroso não é nada difícil é só colocar um pouco de descaso dos gestores e uma pitada de negligência por parte dos empregados e pronto: Temos o acidente de trabalho. Não é fácil falar de investimentos em segurança ou melhorias ambientais, isso não faz parte do lucro iminente das empresas, e pior, muitas vezes barra na recusa dos próprios trabalhadores em respeitar procedimentos, então como fazer para mudar este panorama? Em opinião acredito que a solução converge para a educação, e quando falo isso me refiro a todos, da alta direção ao operário da planta. Ter conhecimento de causa e propriedade de argumento torna estas realidades de trabalho mais seguras e sustentáveis em seus princípios dando mais força a cultura de SST e revertendo em lucro as despesas destinadas aos acidentes de trabalho, sem contar com a politica de imagem da própria empresa. Trabalhar os princípios de segurança após décadas de negligências é um constante desafio para todos, e a saída me parece ser o esforço conjunto, respeitando princípios, debatendo opiniões, respeitando regras e acima de tudo recriando a consciência de que proteger de forma racional a vida de todos, além de instintivo a raça humana, é um ato de amor e respeito ao semelhante.
Francisco de Assis Cordeiro Denuncie este comentário
O que acontece atualmente, é que existe empregadores que olham a segurança como custo, não como investimento na prevenção da base dos desvios, e o nosso maior desafio é de eliminar esses dois itens: "excesso de confiança e comportamento".
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