Gas Alert Maxt II | Honeywell - Banner 1
UVEX Carbonvision Honeywell  - Banner 1
Prêmio Proteção Brasil 2014 - Banner 1
Assinatura Emergência e Workshops Prevensul - Banner 1
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Produtos & Serviços
    Sipats
    Últimas Notícias
Hotsite Assinatura - Banner 4
Fotos Redes Sociais - Banner 5
Links Interessantes - Banner 5
Nova Loja Virtual SST - Banner 5
Curso Higiene Ocupacional - Banner 5
Prevenor 2014 - Banner 5


Você está em: Noticias / Estatísticas
Estatísticas
Aumenta número de acidentes de trajeto no Brasil
Data: 26/12/2011 / Fonte: Consultor Jurídico

Mais de um terço dos acidentes de trânsito que ocorreram no Brasil em 2010 foram computados como acidentes de trabalho. Das 252 mil pessoas envolvidas em acidentes de trânsito, 94.789 foram registradas pela Previdência Social como vítimas de acidentes de trajeto.

Classificado como acidente de trabalho, o acidente de trajeto engloba danos causados à saúde do funcionário no caminho de casa para o trabalho ou vice-versa. O número registrado em 2010 representa acréscimo de 4 mil em relação ao ano anterior.

O aumento vai na contramão do total de acidentes de trabalho, que apresentou redução de 4% (9.042 registros) no mesmo período, de acordo com dados do INSS.

O acidente de trajeto dá ao funcionário envolvido os mesmos direitos de acidentes de trabalho típicos, como estabilidade de 12 meses após receber alta pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), recebimento de salário em afastamentos de até 15 dias e auxílio-doença acidentário em afastamentos maiores que isso.

O aumento dos registros se deu, segundo o advogado especializado em Direito Trabalhista e Previdenciário Luis Augusto de Bruin, "porque a Previdência começou a computar melhor. Antigamente a própria empresa não abria Comunicado de Acidente de Trabalho (CAT) na Previdência Social, dando apenas benefícios de acidente comum ao trabalhador", explica.

Acidentes "subnotificados"
Mesmo com o aumento de registros, Bruin considera o número baixo. Alexandre Gusmão, diretor do Anuário Brasileiro de Proteção, concorda. "Se pensarmos em todas as pessoas que se acidentam no trânsito, tirando o que acontece nos finais de semana, a vítima quase sempre está se deslocando para o trabalho ou até mesmo trabalhando", afirma.

Segundo Gusmão, os acidentes são "subnotificados", registrados como acidentes normais, tornando-se, assim, menos onerosos às companhias do que os acidentes de trabalho, por não ser necessário dar estabilidade ou recolher depósitos fundiários.

O funcionário acidentado tem o direito de pedir à empresa a emissão de CAT, que também poderá ser emitida por seus dependentes, pela entidade sindical competente, pelo médico que o atendeu ou qualquer autoridade pública, explica o desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, Francisco Ferreira Jorge Neto.

Nos casos em que a companhia se nega a emitir a comunicação, é possível também recorrer à Justiça do Trabalho e pedir danos materiais e morais. "O trabalhador, em querendo, pode ir ao Judiciário Trabalhista, expondo os fatos quanto à caracterização do acidente de trajeto e requerer a condenação do empregador na obrigação de fazer quanto à emissão do CAT. Além deste pedido, o empregado deve solicitar os danos materiais decorrentes da não emissão do CAT, além de danos morais, bem como o reconhecimento judicial da estabilidade ou garantia prevista no artigo 118 da Lei 8.213/91."

O acidente no caminho entre a casa e a empresa só poderá ser descaracterizado como acidente de trabalho quando há desvio muito relevante na trajetória. "Como ida ao futebol, a uma confraternização ou a parada em um bar para tomar cerveja com amigos", exemplifica o desembargador Jorge Neto.

Foto: Divulgação NTU
Comentários
Romario Ribeiro Denuncie este comentário
Esse tipo de acidente aumentou muito onde deveria ter diminuido .
Luciano Torres ( Gerente de Segurança do Trabalho ) Denuncie este comentário
É uma tristeza saber que todos os dias, pais de família não chegam à suas residências por terem sofrido acidente indo para o trabalho prover seu sustento ou voltanto depois de um longo e desgastante dia de correria e responsabilidades, no caso de empresas isso é um grande desfalque e prejuízo, pois um funcionário afastado gera custos que poderiam ser evitados ou ao menos reduzir esses números que são assustadores, para isso é necessário que as empresas treine seus funcionários quanto a direção defenciva e segura além dos módulos básicos de segurança, assim esses colaboradores vão para suas casas mais conscientes e tentar diminuir aquela sangria desatada de voltar rapidamente para casa e colocando-se em situação de risco desnecessária, além disso deve haver mais trabalhos de instrução apoiadas pelo governo e também a intensificação do policiamento de agentes de trânsito e claro o próprio trabalhador deve valorizar a sua e vida e de outras pessoas que convive na sociedade e também tem familia.

Um abraço a todos os prevencionistas e também a todos os trabalhadores que contribuem para o desenvolvimento seguro.
Tallick Silva Moraes Denuncie este comentário
Concordo plenamente, com o senhor Luciano Torres. Por outro lado, cabe salientar que, o assunto em pauta desta matéria, lida primordialmente com outro fator que quase sempre passa desapercebido. Que é na verdade, o cultural. Há a ocorrências de ecidentes de trajeto, não só apenas devido ao desrespeito às normas de segurança, falta de utilização da prática da direção defensiva, ou ainda, desrespeito ao Código de Trânsito Brasileiro. Temos que tratar a coisa, o mais profundo e subjetivo possivel. A referida matéria, denuncia uma grande propensação, ou, inclinação cultural de boa parte das pessoas, de fazerem as suas atividades e decisões de maneira conscientemente incorreta. Conclusão: estamos tratando aqui, de algo mais sério que a simples inobservância de vários conceitos técnicos em matéria de segurança no trabalho, ou segurança de trajeto para o trabalho ou do trabalho para casa.
Os prevencionistas, devem começarem a olhar o problema, nao apenas tratando-o com algumas normas regulamentadoras, e com isso, tendo-se a sensação que estão resolvendo ou contribuindo para se resolva alguma coisa. Deve-se também, começarem a tratar e analisar nos conceitos da psicologia, antropologia, sociologia e outros campos científicos. A partir daí, estaremos sendo de fato, investigativos, e pesquisadores em matéria de segurança do trabalho rumo ao denominador comum.
Wesley Dias Denuncie este comentário
O aumento dos acidentes de trajeto se deve na grande maioria a irresponsabilidade de condutores de veiculos, a cada dia que passa o trânsito esta matando mais que Guerras ou ate mesmo tráfico.
Eu me pergunto: Até quando pessoas vão dirigir feito maluco como foi aquele caso no inicio desta semana em São Paulo Zona sul, ou aquele outro caso do cara com sua esposa gravida 8 meses que fura o sinal, que bateu naquele sujeito completamente embreagado. Mas a questão e Acidente de trajeto fato que ocorre muito na Sexta Feira. Sera por que ? Sexta, Happy hour com os amigos etc.
wellington santana da silva Denuncie este comentário
Boa Noite!!
A matéria é muita boa, tenho uma duvida se o colaborador recebe da empresa vale transporte e se acidenta com um outro tipo de transporte digo, bicicleta é caracterizado acidente de trajeto?
Grato !!
sandro silva Denuncie este comentário
Prezados,
No caso da empresa fornecer uma casa funcional, alojamento e etc., ao trabalhador, e este durante a semana normal de trabalho fizer uso desta, e aos finais de semana o trabalhador viajar para sua residência própria e retornar, também será considerado acidente de trajeto?
DILSON Denuncie este comentário
Um funcionário é contratado e na ficha consta o endereço da cidade onde passa o transporte da empresa, no entanto na realizadade ele mora no sítio e para se locomover até a cidade utiliza sua moto.
Dúvida 01- Com o registro constando um endereço e ele mora em outro e sobre uma queda do sítio para a cidade pode considerar acidente de trajeto
Dúvida 02 - O funcionário tem um histórico de várias quedas com motos, sem estar em trajeto para o serviço (estando de folga) no qual cosnta em registro de atestados entregues no RH, sendo assim o mesmo foi orientado em não tulizar a moto como meio de transporte, sabendo-se que o mesmo não respeita o limite de velocidade e que sempre saí atrasado de casa, com esses dados pode-se descaracterizar o acidente de trajeto, visto que o próprio funcionário conhecia os riscos e assumir por conta própria.
Deixe seu comentário sobre a notícia:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* E-mail, Profissão, Estado e cidade não serão publicados.
 
 
 
   
 
 
 
Código de verificação:

Repita o código ao lado:
 
 
Enviar


Notícias relacionadas
Mais de Estatísticas
 
1     2     3     4     5     6     7     8     9     10
Edição do Mês
 
Curso de Higiene Ocupacional - Banner 6
Prevenor 2014 - Banner 6
Assinatura Proteção e Workshops Prevensul - Banner 6
Prevenrio e  Expo Emergência 2014 - Banner 6
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos diretos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação Download
Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital