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Amazônia registrou mais de 50% dos casos de trabalho escravo entre 2003 e 2015

Sérgio Carvalho/MTE
Data: 29/07/2016 / Fonte: EBC

Amazônia - Trinta de julho é marcado mundialmente como Dia de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2013.

Exploração sexual, trabalho escravo, transporte ilegal de órgãos, adoção irregular. Todos esses crimes estão ligados ao tráfico de seres humanos.

Relatório do escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), aponta que, em 2014, 53% das vítimas foram traficadas para fins de exploração sexual, como a prostituição, seguido do tráfico de pessoas para trabalho escravo.

No Brasil, só o Disque 100 identificou 309 vítimas de tráfico de pessoas, em 2013. O número da Secretaria de Direitos Humanos, do governo federal, recebe denúncias que envolvam violações de direitos humanos.

Nesse levantamento, o Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão estão entre os dez estados com maior número de casos.

Outro relatório, divulgado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), aponta que entre 2003 e 2015, dos quase 2.900 casos de trabalho escravo, mais da metade foram registrados na Amazônia.

O frei Xavier Plassat coordena a campanha nacional da CPT contra o trabalho escravo. Ele explica porque o crime é tão comum na Amazônia.

"É uma região de fronteira. E o trabalho escravo tem costume de ser utilizado na expansão, nas regiões de avanço do capital", afirmou o frei.

As atividades de enfrentamento ao tráfico de seres humanos têm mobilizado o mundo. Durante toda esta semana, o combate a esse crime foi reforçado com a Campanha Coração Azul.

Nos estados brasileiros, uma série de atividades acontecem em locais onde as pessoas estão mais suscetíveis ao tráfico, como aeroportos, escolas, rodoviárias e regiões de fronteira. Prédios públicos ganharam iluminação na cor azul para lembrar a data.

Diversos canais estão disponíveis para quem quer denunciar casos de tráfico de pessoas. Entre eles o Disque 100, e o Ligue 180. Em caso de tráfico internacional, qualquer vítima pode procurar as embaixadas brasileiras.

Os endereços dos consulados e embaixadas do Brasil no exterior podem ser encontrados em portalconsular.mre.gov.br.
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