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Estatísticas
AEPS revela queda no número de acidentes de trabalho no País

Beto Soares | Estúdio Boom
Data: 18/10/2013 / Fonte: Redação Revista Proteção

Brasília/DF - O Ministério da Previdência Social (MPS) acaba de divulgar o AEPS 2012 - Anuário Estatístico da Previdência Social com as estatísticas de acidentes de trabalho ocorridas no ano passado. A pesquisa revela dados positivos, como a redução no número de acidentes no ambiente ocupacional em relação a 2010 e 2011. Ao todo, foram registrados 705.239 casos, contra 720.629 em 2011 e 709.474 em 2010. Os óbitos também apresentaram uma pequena redução, com 2.731 em 2012, sendo que em 2010 foram 2.753 e 2.938 em 2011.

O número de acidentes com CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) registrados em 2012 foi de 541.286, seguindo uma média parecida com a de 2011, que contou com 543.889 CATs emitidas. Do total de acidentes, os considerados típicos alcançaram 423.935, enquanto os de trajeto chegaram a 102.396 e os motivados por doenças ocupacionais atingiram 14.955. O número de acidentes de trabalho não registrados por meio da CAT foi menor que nos anos anteriores, ficando em 163.953.

O AEPS ainda traz informações sobre os CIDs (Classificação Internacional de Doenças) mais presentes entre os trabalhadores no ano. Os principais se referem a problemas nas mãos, como ferimento do punho e da mão (69.383), fratura ao nível do punho e da mão (49.284) e traumatismo superficial do punho e da mão (33.908), dorsalgia (35.414) e luxação, entorse e distensão das articulações e ligamentos ao nível do tornozelo e pé (28.802), entre outros. Já as partes do corpo mais atingidas foram dedos (132.735), pé (41.437), mão (40.445), joelho (27.623), além de partes múltiplas (21.590).

A maioria das regiões apresentou queda no índice de acidentes de trabalho em relação a 2011, exceto o Centro-Oeste. Em 2011 a região teve 49.701 subindo para 50.318 em 2012. A região Norte contabilizou 32.273 acidentes de trabalho, a Nordeste 92.257, a Sudeste 395.669 e a Sul 153.652.

Além disso, houve redução no número de óbitos em todas as regiões do País. O Sudeste contou com o maior índice, reduzindo de 1.376 em 2011 para 1.299 acidentes em 2012. As demais regiões atingiram números parecidos com o ano anterior. O Norte teve 200 óbitos, o Nordeste, 384; o Sul, 535 e o Centro-Oeste, 313.

Todos estes dados podem ser acessados no site do Ministério da Previdência Social (www.previdencia.gov.br).  

Leia também:

Acidentes em 2012 diminuem, mas a preocupação continua

Comentários
isac castro Denuncie este comentário
Muiro bom saber que os esforços pela segurança vem dando resultados.
Narnyo Gardinalle Domingos da Silva Denuncie este comentário
Vejo estes dados com olhar de quem visualiza vidas que foram perdidas e trabalhadores que foram incapacitados, más entendo que tratando-se de um problema social que é o acidente do trabalho podemos acreditar em um futuro melhor com estas reduções na mortalidade e doenças ocupacionais.
alexandre estante Denuncie este comentário
MUITO DESSES DADOS VEM DE UM TRABALHO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA PARABÉNS E VAMOS TORCER PARA QUE CONTINUE BAIXANDO MAIS AINDA
juarez josé marins junior Denuncie este comentário
É claro que há melhorias, mas se alguém acha que 2.731 óbitos é um número a ser comemorado precisamos rever nossos conceitos. Temos muito que melhorar é um número absurdo de óbitos decorrente do trabalho.
Paulo Felipe Matos de Souza Denuncie este comentário
Enfim uma excelente notícia, um fato a ser comemorado por todos prevencionistas.
Edsandro Carvalho Denuncie este comentário
Concordo com a linha de raciocínio do colega Juarez; 2.731 óbitos é ainda um número estarrecedor. As estatísticas quando otimistas podem mascarar os fatos. Não podemos esquecer das subnotificações da informalidade etc...que escondem o iceberg dos acidentes e doenças ocupacionais. É animador sim ver que ao menos houve um freio nas mortes e que as medidas tomadas para isso sejam novamente aprimoradas, e assim o que não deu certo, seja planejado de forma mais eficiente. Porém, tomemos muito cuidado, mortes sempre será morte, são vidas ceifadas enquanto se busca o sustento para si e para família.
Flávio Denuncie este comentário
Vejo este dado, penso que as empresa precisam valorizar mais os responsáveis pela área de segurança, não só o tec., mais também da área de saúde.
Se valorizarmos melhor e der condições de trabalho com certeza esse numero irá reduzir consideravelmente.
Edith Santos Denuncie este comentário
Bom sinal a queda dos números estatísticos. Para seguir nesta queda temos que formar uma corrente de conscientização das pessoas quanto ao uso correto dos epi´s e atentar para as normas de segurança. Não adianta dar treinamentos e orientações, se o ser humano ainda é resistente a este aprendizado. Exemplo: ainda vemos pessoas dirigindo ao celular, sem cinto segurança e sob efeito de bebida alcoolica. Ainda vemos pessoas trabalhando sem os devidos epi´s (recebidos) porque incomodam, ou incorrendo contra as normas preventivas de segurança para ganhar mais tempo ou agilidade na execução de determinado serviço. Como prestadora de serviços terceirizados oriento meus colaboradores a recusarem a execução de qualquer serviço se este não estiver seguro em todos os seus pontos. Nem sempre sou ouvida. Este é o ponto chave que devemos acompanhar incansavelmente.
Josival Antonio da Silva Denuncie este comentário
Boa tarde,

Acho que a redução dos acidentes, mortes e doenças do trabalho, ainda continua com números altíssimos, devemos trabalhar forte a questão da conscientização sobre Segurança nos ambientes de trabalho principalmente a classe trabalhadora. como exemplo observem os números das regiões Nordeste ( 92.257 ) e região sul (153.652), esta ultima com bem mais pessoas envolvidas nas atividades. E onde que no Nordeste bem menos pessoas e número alto de acidentes.
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