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Doenças Ocupacionais
Vibrações podem desencadear sérios problemas ao trabalhador exposto
Data: 06/10/2009 / Fonte: Revista ProteçãoÂÂÂÂ



Fonte: Revista Proteção


Mais de 10 anos depois de iniciar sua trajetória no ramo florestal, A.C.*, 43 anos, sentiu o primeiro sintoma de um problema que em seguida seria responsável por seu afastamento do trabalho. A "queimação" no ombro direito, inicialmente encarada apenas como um desconforto muscular, era indicativo de um quadro de bursite. Poucos meses depois do sinal, a licença para tratamento foi inevitável. Com o retorno ao trabalho, na mesma função - de operador de máquina de processamento de árvores - outros problemas foram deflagrados. O ombro esquerdo de A.C. igualmente foi acometido por inflamação. O trabalhador diz ter sido afetado, ainda, por hérnias de disco, sofrendo com dores cervicais e lombares. "Passei a tomar remédios para dor, mas eles me deram problemas de estômago. O médico me recomendou cirurgia, mas, como agora estou com pressão alta, não posso fazer", relata. "O perito me afastou e disse que eu não tenho mais condições de trabalhar em tarefas que exijam qualquer esforço. Não consigo ficar nem muito tempo em pé, nem muito tempo sentado", continua. "Sempre fui uma pessoa bastante ativa. Agora não posso levantar o mínimo de peso e, às vezes, fico com o pescoço duro, sem conseguir movê-lo", desabafa.

O nexo entre a causa e a deterioração da saúde de A.C. é complexo. Entretanto, a atividade desempenhada por ele dá alguns indícios: A.C. operou maquinário com altos níveis de vibração, em jornadas de mais de oito horas por dia, sem pausas (exceto as de almoço), por mais de 10 anos. "Manobrávamos em terrenos desnivelados. Quando passávamos por cima de algum toco, a máquina sacudia ainda mais", detalha. "Quando comecei a trabalhar lá, tinha noção de que aquilo tudo, aquela vibração toda podia me causar problemas, mas quando você é jovem e tem mulher e filhos para sustentar, não pensa muito no depois", lamenta.

Ainda pouco debatida no setor prevencionista, a vibração é considerada um agente de risco físico ocupacional. Conforme o membro-associado do Instituto Internacional de Acústica e Vibração (IIAV - International Institute of Acoustics and Vibration, em inglês), Rui Miguel Bettencourt Melo, de Portugal, o conceito de vibração é consensual no mundo.
De acordo com Melo, PhD em Ergonomia e mestre em Engenharia Humana, "a vibração ocupacional é entendida como toda a oscilação do corpo humano provocada por uma superfície vibrante do local de trabalho e com a qual se está em contato". "Esta superfície pode ser o pavimento de um recinto, o assento de um veículo, as pegas de uma ferramenta portátil, ou até mesmo um material que está sendo processado manualmente", explica o especialista em entrevista à Proteção.

Segundo Marcos Domingos da Silva, higienista ocupacional e pesquisador sênior da Fundacentro, as vibrações transmitidas ao corpo humano são classicamente divididas em dois grupos: Vibrações de Corpo Inteiro (VCI) e Vibrações de Mãos e Braços (VMB) ou Vibrações Localizadas (VL). "Operadores de veículos como caminhões fora de estrada, tratores e empilhadeiras são avaliados do ponto de vista das Vibrações de Corpo de Inteiro, enquanto os trabalhadores que manejam ferramentas pneumáticas e elétricas são verificados sob a ótica das Vibrações de Mãos e Braços", esclarece. Portanto, a operação de veículos, por exemplo, pode provocar VCI, transmitida através do assento das máquinas. Já o simples trabalho com ferramentas elétricas e pneumáticas pode ser fator desencadeador de VMB. Como complementa o chefe do Serviço de Agentes Físicos da Fundacentro, Irlon de Ângelo da Cunha, um outro tipo de exposição de corpo inteiro pode também ocorrer quando a

Comentários
otima alerta para nos tecnicos Denuncie este comentário
oi tudo bem saudades.obrigada pela reportagem,me mande mais gostei foi muito bom pra avaliaçao em meu trabalho!!
voce nao sabe de nada de tecnico de enfermagem, por favor se souber me avise!
tudo de bom muito obrigada beijos
Lázaro elveci de oliveira Denuncie este comentário
Este assunto apesar de toda importância ainda é pouco debatido. Talvez pela falta de conhecimento do assunto ou pelos "lobes". Pois êle é muito mais abrangente e prejudicial do que se imagina.
Tenho avaliado níveis vibracionais constantemente. Tenho vrificado que trabalhadores das mais diveras atividades estão expostos a esse nefasto agente. Infelizmente a maioria dos médicos ainda não relacionam grande parte das queixas à vibração. Tenho encontrado níveis elevados em:
motoristas de caminhões, ônibus coletivos, máquinas agrícolas, motocicletas. Na indústria canavieira a questão é generalizada.
Infelizmente o que mais vemos são até mesmo profissinais da área prevencionista fazer "vista grossa" ao assunto e nem mesmo qualificá-lo nos PPRAS e LTCATS da vida.
O INSS , Ministério Público e Ministério do Trabalho praticamente ignoram o assunto.
A vibração associada a estres, ruídos elevados, tensão, volante, formam sinergia complexa .
Paulo Roberto Denuncie este comentário
Primeiro definam o que é uma vibração ocupacional. Depois vamos comparar com atividades que sacodem o trabalhador e comparar com as atividades que vibram no trabalhador, Talvez esta ai a dúvida dos MT e TST EM NÃO RELACIONAR NOS PROGRAMAS E LAUDOS ESPECÍFICOS. Se todo tipo de movimentos variados que sofrermos no nosso corpo no dia a dia for VIBRAÇÃO a população vais sofrer desta doença mindialmente. Tudo vibra em torno da vida.
Wanderley Carvalho de Brito Denuncie este comentário
Assunto de suma importãncia que merece exclusivamente um TCC bem aprimorado propondo soluções de imediato a este problema.
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