Banner 1 - UniSafety
Dicionário SST - banner 01
Banner Bracol 1 Julho
Expo 2019 - Banner 01
Banner 01 - Marluvas - Dezembro
Promoção Circulação - Julho 2019
Banner 01 - Livro de Lucca
Congresso SST 2019 - Banner 01
 
 
    Acidentes do Trabalho
    Doenças Ocupacionais
    Empresas & Negócios
    Estatísticas
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Práticas de Prevenção
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
Banner - 5 - Congresso SST
P NN Eventos - Banner 5
Banner - 5 - Workshop SST


Você está em: Noticias / Doenças Ocupacionais
Doenças Ocupacionais
Benzeno, inimigo lento e mortal dos frentistas
Data: 16/04/2012 / Fonte: Jornal Agora MS

Frentistas de Mato Grosso do Sul e de todo Brasil convivem com um inimigo mortal que age lentamente na vida de trabalhadores em postos de combustíveis, especialmente frentistas que manuseiam diretamente os combustíveis (gasolina, álcool e diesel) que têm em sua composição esse produto considerado altamente cancerígeno e que comprovadamente foi responsável pela morte do frentista Gilberto Filiu, em junho do ano passado em Dourados. O problema maior é que muitos profissionais do setor podem estar contaminados por esse e outros produtos químicos.

Diante da gravidade do problema, que é de difícil diagnóstico, o Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços e Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso do Sul - SINPOSPETRO/MS encomendou um estudo sobre o problema dos hidrocarbonetos (etil benzeno, xileno, tolueno e também o benzeno) na vida dos trabalhadores em postos de combustíveis do Estado.

"A presença dos hidrocarbonetos, em especial o benzeno, na vida diária das pessoas que trabalham em postos de combustíveis, inclusive aqueles que estão mais distantes das bombas, pois também podem ser contaminados, nos preocupa muito e como liderança sindical temos feito alertas constantes e lutado também por aposentadoria especial de nossos profissionais", comentou Gilson da Silva Sá, presidente do Sinpospetro/MS.

Albertoni Martins da Silva Júnior, engenheiro de segurança do trabalho, especialista em higiene ocupacional pela Poli/USP e especialista técnico HAZMAT pela Universidade do Texas - USA e perito de insalubridade e periculosidade da Justiça do Trabalho, é quem está fazendo um estudo sobre os hidrocarbonetos em meio aos trabalhadores em postos de combustíveis do Estado.

Segundo o engenheiro, "muitos autores já estudaram a correlação entre câncer escrotal e câncer de pele, em trabalhadores expostos durante anos a vários agentes contendo hidrocarbonetos. Atualmente já é aceita como principal fonte de agente cancerígeno a presença de hidrocarbonetos em óleo mineral usados em concentrações elevadas, na pele de trabalhadores expostos há muitos anos".

No Brasil, segundo Albertoni Martins, é importante ressaltar a atividade de frentista, onde os trabalhadores estão expostos aos riscos provocados pelo contato com hidrocarbonetos aromáticos através dos combustíveis e óleos lubrificantes comercializados em postos e serviços. "Nesses ambientes é possível identificar o contato do trabalhador com os produtos químicos durante a atividade de abastecimento de veículos, lubrificação, manuseio de partes contaminadas do motor para medir níveis de óleo e água, lavagem de veículos e contato com panos e estopas contaminadas".

"Dessa forma - afirma o engenheiro - é relevante ressaltar a importância da prática sobre as ações de controle da insalubridade nos postos de combustíveis e serviços, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente do trabalho e recursos naturais para a prática do trabalho seguro com sustentabilidade."

Aposentadoria especial

Gilson da Silva Sá afirma que é de conhecimento no meio jurídico que a função de frentista, lubrificador e lavador ainda tem o direito de aposentadoria especial, ao contrário do que é vendido pelo INSS e por alguns profissionais do ramo do direito. A ideia de extinção do benefício, segundo ele, foi tão divulgada que se tornou uma "lenda jurídica".

Ocorre que a lei 9.032/95 alterou a forma de análise para fim de concessão do benefício de aposentadoria especial e estipulou que a qualificação não seria mais pelo critério de profissão e sim pela exposição a agentes químicos, físicos e biológicos, dificultando a compreensão do instituto, o que fez surgir o mito de extinção do benefício.

Porém, a lei 8213/91 que rege as normas previdenciárias garante o direito à aposentadoria ora referida. Sendo assim, o frentista/lubrificador/lavador, por estar exposto aos agentes químicos agressivos à saúde, deverá obrigatoriamente aposentar-se com 25 anos de contribuição especial, sob risco de ter sérios problemas de saúde, uma vez que no combustível estão presentes substâncias como benzeno, alcoóis e hidrocarbonetos.

"Portanto, a aposentadoria especial é um direito dos trabalhadores de postos de combustíveis, mas é necessário exercê-lo de fato. Para tanto, o Sinpospetro disponibiliza toda a assessoria necessária, tanto para os pedidos administrativos, como nas questões judiciais", explicou Gilson Sá.

Foto: João Batista da Silveira

Comentários
Flavio Barros Denuncie este comentário
No meu ponto de vista atividade de frentista é perigosa e não insalubre, pois, tecnicamente o frentista permanece permanentemente durante sua jornada de trabalho dentro da área de risco (será que todo frentista tem a liberdade de impedir atos inseguros de clientes dentro da área de risco). A solução deve ser levada para extinção da profissão, que não apenas levaram em conta as questões de insalubridade e periculosidade, mas como também os aspectos sociais e ambientais.
THIAGO Denuncie este comentário
DE FATO A NORMA REGULAMENTADORA NR - 16 ALINEA M DO ANEXO 2 E POR CLASSIFICAÇÃO DA AREA DE RISCO, RELATA JURIDICAMENTE O ADICIONAL DE 30% DE PERICULOSIDADE, GERANDO ASSIM, A APOSENTADORIA ESPECIAL. COMO DITO PELO ENTREVISTADO, É NECESSARIO AINDA A VERIFICAÇÃO E REALIZAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES DE AMBITO LABORATORIAL PARA VERIFICAÇÃO DOS ELEMENTOS QUIMICOS QUE PODEM CONTAMINAR OS COLABORADORES DO SETOR. NÃO VERIFICAMOS A IMPORTANCIA DESSES PROCEDIMENTOS NO PCMSO ELABORADO POR MEDICOS DO TRABALHO, NEM SE QUER, UM HEMOGRAMA COMPLETO É SOLICITADO. BANIR A PROFISSÃO NÃO É O MEIO CORRETO. O MEIO CORRETO É A IMPLANTAÇÃO DE UMA POLITICA PREVENCIONISTA NOS POSTOS DE COMBUSTIVEIS, VISANDO UMA QUALIDADE DE VIDA E UM GERENCIAMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS CONFORME DESCRITOS NO PPRA.
Narnyo Gardinalle Denuncie este comentário
Os frentistas de postos estão sim comprometendo a saúde aos poucos, a exposição contínua a produtos químicos pode sim gerar no futuro problemas sérios e até a morte de alguns trabalhadores, é preciso criar medidas mais eficazes de controle dos riscos ambientais e também reduzir a jornada de trabalho destes trabalhadores, assim será possível minimizar os efeitos que estes agentes podem causar a longo prazo.
PAULO-TSMA Denuncie este comentário
Estão começando agir corretamente neste assunto de saúde complexo, em analisar a questão salubre através de laudos técnicos específicos quantificando e qualificado a exposição a estes produtos. Dizer simplesmente que é ou não, é muito subjetivo e sem amparo técnico e clínico. A exposição a agentes insalubres, tem sua origem na classificação QUIMICA, FISICA e BIOLÓGICA, é é nestes parâmetros que deve ser feita a análise de exposição humana. Dizer que os combustíveis automotivos são AROMÁTICOS é uma afirmativa forte, justamente porque o que se encontra nos mesmos, são misturas e impurezas, o que não dá a classificação em 100% desta natureza. A GASOLINA NÃO É BENZENO e etc. Os hidrocarbonetos combustíveis e inflamáveis tem sua tendência química na cadeia de ALIFÁTICOS e orgânicos. Se legalmente estes combustiveis forem considerados AROMÁTICOS, a população consumidora corre riscos. Sabemos que a INSALUBRIDADE pode ser eliminada com medidas de SMS administrativas, uso de EPI adequado e também PROTEÇÕES COLETIVAS. Depois que será analisado o direito ou não a INSALUBRIDADE e através do LTCAT e PPP ATRIBUIR APOSENTADORIA ESPECIAL, NÃO é tão simples assim.
Ailton Fraga Denuncie este comentário
Os trabalhadores de postos de combustíveis de todo o Brasil, são esquecidos no que diz respeito a Segurança e Saúde ocupacional. Precisamos mudar essa realidade.

Atualmente temos a PORTARIA N.º 252 DE 04 DE AGOSTO DE 2011 que Constitui a Subcomissão de Postos Revendedores de Combustíveis. Com o objetivo de avaliar a exposição do trabalhador nas atividades desse segmento à substância benzeno.
A Subcomissão terá o prazo de 12 meses para conclusão dos trabalhos, prorrogáveis
mediante apresentação de justificativa pela Subcomissão.
jorge gomes da silva Denuncie este comentário
Parabéns à todos pelos comentários, quando focaram o tema de forma muito séria e, aprecio muito isso, chamando de amadurecimento. Fico muito feliz em poder participar desta forma.
Primeiro, gostaria de considerar que:
a)-segundo a legislação, não será possível o somatório de ganho da periculosidade e insalubridade, portanto, optou-se pela periculosidade com o aval de muitos enrtendidos no assunto;
b)-a FUNDACENTRO realizou um trabalho muito bem feito na época, quando o tema foi abordado e, sugeriu o uso de diversos EPIs e exames médicos para acompanhamento;
c)-Houve uma época em que as bombas estavam sendo preparadas para uso pelo interessado, quando houve um movimento sindicalista para eliminar esta possibilidade.
Cito estes fatos para não serem esquecidos e formarem bases para uma nova discussão. Acredito que possamos retornar ao tema, com a participação dos trabalhadores e representantes, de forma inteligente e racional.
O que vejo atualmente é a total respobsabilidade dos empregadores e trabalhadores sobre as recomendações de segurança ocupacional. Tanto é que, a lavagem dos veículos ainda usa-se o solupam sem a menor preocupação com a proteção respiratória tanto por parte do usuário quanto do Gerente do Posto.
lauriene Denuncie este comentário
TRABALHEI QUATRO ANOS EM POSTOS DE COMBUSTÍVEL, QUANDO FUI TRABALHAR EM OUTRA EMPRESA, SOLICITARAM EXAMES ADMISSIONAIS, A MINHA CARGA DE LEUCÓCITOS ESTAVA MUITO BAIXA, A MEDICINA DO TRABALHO DISSE QUE EU ESTAVA COM LEUCEMIA OU OUTRA DOENÇA DO SISTEMA IMUNOLÓGICO, FIZ TRATAMENTO , MAIS ESTOU SEMPRE COM LEUCOPENIA, NÃO TRABALHO MAIS NO RAMO HÁ 10 ANOS, SERÁ QUE TENHO DIREITOS PREVIDENCIÁRIOS??
Tiago Simas Denuncie este comentário
Sobre a matéria, acho fantástica a iniciativa do SINPOSPETRO/MS em solicitar avaliações de BTX nos postos de gasolina. Precisamos urgentemente mostrar a todo e qualquer segmento de trabalho a importância da Higiene Ocupacional, não importando se é uma empresa de pequeno, médio ou grande porte.

Independente do atendimento dos requisitos legais, é importante que sejam aplicadas técnicas eficazes para controle de doenças ocupacionais, principalmente considerando a fragilidade de nossa legislação.

Prezado xará Thiago, periculosidade não dá direito a aposentadoria especial, nem mesmo o direito ao adicional de insalubridade pode ser visto como perfeitamente equiparado ao direito à aposentadoria especial. O que não faltam são situações onde o trabalhador tem direito a insalubridade e não direito de se aposentar mais cedo (ex.: calor por fontes naturais, frio, umidade, radiação não ionizante, diversos agentes químicos, etc.)

Prezado colega Paulo, gasolina não é benzeno, mas possui benzeno e outros aromáticos, isto é normal, atuam como antidetonantes na gasolina. A gasolina possui em sua composição maior percentual de hidrocarbonetos alifáticos, porém existem aromáticos. Não há "afirmativa forte" nisto, apenas conhecimento.

E, por fim, prezado colega Flavio, a atividade do frentista pode, tranquilamente, ser perigosa e insalubre ao mesmo tempo. Não confunda a vedação do pagamento dos dois adicionais ao mesmo tempo como se fosse impossível que uma atividade possa receber ambas as caracterizações e classificações de risco.
PAULO-TSMA Denuncie este comentário
Tentando ajudar o colega acima, direito previdenciário todo trabalhador tem, independente da origem da sua doença ou ocupação. Agora ter direito retroativo a possível causadora da doença em termos ocupacionais, eu acho difícil, deves consultar um bom advogado e tudo é válido. Neste momento que foi qualificado o seu problema no novo emprego, deve consultar um médico especialista e ver qual a orientação neste sentido, sendo que futuramente poderá te dar problemas sérios de saúde. Pelo diagnóstico ocupacional constatado no novo emprego, o seu problema é preexistente, não caracterizado doença do trabalho e/ou ocupacional atual, mas tens direitos legais a saúde sim, procura e vá em frente.
Leandro Santana Denuncie este comentário
O assunto é bem interessante e requer uma atenção especial para estes profissionais que ao longo do tempo, vem desempenhando essas atividades sem nenhuma instrução de segurança.
HEITOR SANTOS BORDALLO Denuncie este comentário
Prezados, os assuntos relativos a SSO são sempre caracterizados pelas controvérsias, por isso, o mais importante é a real e objetiva aplicação sobre os diversos problemas inerentes as atividades laborais, das avaliações e ações exaradas nos Programas de caratér preventivo usados como ferramentas indispensáveis à manutenção da Saúde como um todo da massa trabalhadora.
Trata-se de uma postura digna na aplicação dos conhecimentos de quem realmente tem foco na questão e não na simples ótica mercantilista do exercício das atividades profissionais relacionadas a SSO.
paulo duque estrada Denuncie este comentário
Inicialmente identifico um sensacionalismo na matéria. Existe algum estuto que comprove que frentistas estão morrendo por exposição a agentes oriundos do abastecimento com combustíveis? Ou que adquiriram doenças relacionadas a exposição? Qual a fonte?
Todos deveríamos ler atentamente a NR15 e a NR16 para só então fazermos algum tipo de comentário.
O frentista ou quem exerça suas atividades nas áreas de riscos de abastecimento podem exercer suas atividades em condições de periculosidade e insalubridade concomitantemente; entretanto caso se confirme, por avaliações ambientais, que os agentes estão acima dos limites estabelecidos na NR 15 ou na ausencia o que estabelece a ACGIH, na carga horária definida na legislação.
Segundo a NR16 caberá ao trabalhador optar por receber o adicional de insalubridade ou periculosidade. Caso opte por periculosidade por, talvez, ser mais vantajoso, economicamente, nada o impedirá de solicitar a aposentadoria especial caso tenha ficado comprovado a exposição a agentes insalubres acima dos limites estabelecidos. Note que os agentes em questão estão estabelecidos na NR 15 e necessitam expor os trabalhadores com concentrações acima de seus limites e em conformidade com carga horária semanal.
É possível que algum frentista possa, no passado, ter adquirido quaisquerdoenças relacionadas a exposição aos agentes uma vez que havia o hábito de abastecer com a zona respiratória na altura do abastecimento onde inalavam os vapores. Atualmente os abastecimentos são automáticos e as áreas são abertas com grande fluxo de oxigênio o que reduz drasticamente a possibilidade de concentrações elevadas. No entanto somente através das avaliações ambientais, com equipamentos devidamente aferidos e calibrados e de procedência poderemos ter a condição de definir se existe a exposição em condições de riscos iminentes a saúde do trabalhador; inclusive devendo incorrer em exames médicos rigorosos que são estabelecidos pelo Médico Coordenador do PCMSO que poderá, identificar, a princípio, quaisquer desvios que possam requerer um controle mais aprofundado e estabelecer medidas de ordem administrativa e até de proteção individual.
Sem sensacionalismo e fundamentado em dados técnicos gostaria que me fosse fornecido os dados estatísticos que possam sustentar e dar credibilidade a matéria.
Marcos Denuncie este comentário
É uma situação preocupante, pois a exposição a agentes químcos por longos períodos pode causar várias doenças, inclusive câncer.

Nos EUA, a própria pessoa abastece seu veículo, como é uma exposição rápida, os riscos quase não existem, deviam seguir esse modelo aqui no Brasil também.
PAULO SERGIO Denuncie este comentário
O CERTO SERIA APOSENTADORIA COM 10 ANOS DE PROFISSAO PORQUE QUANDO ELE APOSENTAR COM OS ANOS QUE O GOVERNO PEDE ELE NAO MAIS VAI DESFRUTAR DE UMA VIDA NORMAL ISSO E FATO
keyla-cavoli@hotmail.com Denuncie este comentário
Sou frentista a quatro anos e posso comprovar que a profissao realmente muda muito os aspectos de saude, a pele fica muito oleosa, o cheiro as vezes e tao forte que chega causar nauseas, ressecamento das maos, cabelos, sem contar cheiro que empreguina
Alguma medida devia ser tomada para melhorar a situaçao dos profissionais desse setor.
Aladalé Denuncie este comentário
Quão importantes são todas essas informações, trabalhando com os alunos do curso técnico em segurança do trabalho, abordo a disciplina de Doenças Ocupacionais, e confesso que citamos muitos exemplos de postos de trabalho que contém substancias tóxicas, e jamais pensamos na gravidade que representa a profissão de frentista, autoridades, políticos, responsáveis por essa classe trabalhista, por favor façam valer seus esforços enquantos defensores da ética humana, está na hora de mudarmos as leis trabalhistas, avaliarmos as NRS, pois muita discordancia está em pauta!!!
jonas Denuncie este comentário
trabalhei 4 ANOS como lavrador e ja faz 25 QUE TRABALHO COMO FRENTISTA DIZER QUE COMBUSTIVEL NAO FAZ ESTRAGOS NA SAUDE DO TRABALHADOR PUXA ESSE QUE ASSIM DIZ NAO DEVE GOSTAR DE FRENTISTA POIS UM MEDICO QUE E A MAIOR AUTORIDADE EM SI TRATANDO DE SAUDE JAMAIS TERIA TAL OPINIAO.
Jose nilton Teixeira Serafim Denuncie este comentário
eu trabalho em posto de combustivei ha 30 anos só que fiquei 06 anos sem contribuir e em 2013 vou conpletar 25 anos de contribuição e tenho 48 anos de idade passei por todas as atividades apara chegar a gerente fui lavado, trocador de oleo, enxugador, frentista e hoje sou gerente. e quando falo em aposentadoria com algumas pessoa o ramo aqui aresposta que tenho e que vou ter muita difilculdade e que vou ter que trabalhar mais 5 anos porque eu não tenho idade suficiente ainda.
parabens para o sindicato do mato grosso por esse iniciativa por esta lutando por seus filiados gostariam muito que o nosso sindicato aqui tivesse essa visão para bens.
Fernando Santos Denuncie este comentário
Sds.

Trabalho há 4 anos como Líder de Lubrificação onde também gerencio todo o estoque de Inflamáveis e lubrificantes da fábrica além de realizar toda a manipulação necessaria em inflamaveis e lubrificantes. As atividades com inflamaveis são desde descarregar tambores e caminhoes com combustíveis, (Gasolina Especial - Alta Octanagem) e (Álcool - Benzina) e também temos em estoque volumes consideraveis (Acima de 200L) de Álcool Isopropílico, Hexano PA e Querosene entre outros.

Perguntas:

- Trabalho a 4 anos sendo que somente a partir do 2º ano de casa comecei a receber o adicional de 30% de periculosidade apesar de sempre realizar as mesmas atividades.
Tenho direito a receber os primeiros 24 meses?

- Essa atividade gera Aposentadoria Especial, 25 anos?

Att:

FERNANDO SANTOS.
Claudia Denuncie este comentário
Estou tentando encontrar alguma legislação específica sobre uso de EPI pelos frentistas, mas não encontro nenhuma que afirme a obrigatoriedade de tais e tais equipamentos.
Sabemos da necessidade de máscaras, roupas adequadas, botas, luvas, etc. Mas gostaria de saber se existe uma norma que regulamente de forma clara o uso desses equipamentos pelos frentistas?
observei leis municipais e estaduais específicas, mas continua a dúvida... o que eles são obrigados pela lei a utilizar?
Agradeço antecipadamente a colaboração.
charles kielek do nascilmento Denuncie este comentário
boa noite,achei muito interessante o assunto, já que sou da proffisão de frentista e exerço também a função de lavador, gostaria de saber se o risco é maior? obrigado.
Ricardo Denuncie este comentário
Chega de pensar é hora de agir em favor dos frentista.
antonio manoel ferreira Denuncie este comentário
Os trabalhadores(as) em postos de combustíveis, precisam ser olhado pelas instituições governamentais, com um olhar mais pra o foco, das doenças ocasionadas pela lida dos produtos altamente insalubre e periculoso e, também pela má falta de estrutura das empresas que tem a concessão pra explorar este tipo de negócio, A maioria dos Revendedores , não levam a sério os riscos do seu empreendimento, é hora do braço do governo atuar. para que se cumpra as condicionantes da legislação em vigor e por vir.
luiz carlos buchelt Denuncie este comentário
eu luiz ja tenho vinte e cinco de posto eu queria saber poque pedem laudo tecno ou ppp para a aposentadoria se na carteira ja esta especificado como frentista estou tentando me aposentar mas nao consigo os papeis estao desde foz ate em alta floresta entao se torna dificil
anesio Denuncie este comentário
trabalho a dez anos como frentista noturno e ouvi falar que quem trabalha a noite aposenta mais cedo isto e verdade se for com quanto tempo trabalhando a noite aposento
jose ribeiro Denuncie este comentário
Gostaria de saber: trabalho a 14 anos de frentista e trabalhei tambem em outros ramos...
Tenho direito a aposentadoria com 25 anos de carteira?
Tenho que entrar com advogado para tentar me aposentar ??
Obrigado...
José...
Robelvan Alves dos santos Denuncie este comentário
trabalho em posto de gasolina como frentista noturno,de agosto de 1986 at;e os dias de hoje.sendo dois vínculos; um de agosto de 1986 a agosto de 2010 e o outro de março de2011 aos dias de hoje dois vínculos porque o posto foi vendido,mas graças adeus continuei na mesma função. quando completei 25 anos de serviço dei entrada na aposentadoria,aqual 6meses depois recebi o resultado negado pelo inss. fiquei muito triste,mas resolvi pôr na justiça e tempo depois saiu a decisão do juiz, concedendo como especial só o período trabalhado de 1986 a 1995 . feito a conversão o total de tempo trabalhado e de 30 anos, faltando assim 5 anos para o tempo exigido pelo inss que é de 35 anos. o meu advogado disse que esta esperando o processo voltar para ele dar entrada novamente, sendo que desta vez iria remeter o processo para os desembargadores. ai eu pergunto para quem entende ? é correto isto.
David do Vale Menezes Denuncie este comentário
Fico feliz pela preocupação dos demais amigos pela nossa classe trabalhista, porem fico triste também por todos aqueles que não tem acesso a tais informações como a de vocês.Sou sincero em dizer que essas tais informações fique sabendo somente agora, e digo mais fora o prejuízo de insalubridade e perigosidade sofremos pelas descriminações.Não me faço de coitado, mais sim de lesado. Principalmente por algumas empresas que aproveitam da não atitude dos colegas de trabalho, será que não cabe as empresas passar essas informações aos seus trabalhadores.Digo também que alem dos frentistas/lubrificador e lavador aquelas pessoas que trabalham nas lojas de conveniência ficam expostos a tais elementos químicos e não recebem perigosidade nem insalubridade, ISSO É UM VERDADEIRO DESAFORO.
Deyvid Denuncie este comentário
Realmente eu sabia o quanto era nocivo a saúde, mas não achava que era tão grave. Temos cobrar providencias dos órgãos responsáveis e que nosso sindicato lute mais por essa causa.
magno da silva Denuncie este comentário
trabalho á 12 anos de frentista,as vezes fico decepcionado com a empresa onde trabalho.
pois não temos segurança do trabalho,vendemos combustíveis em recipiente não autorizados,por ex;
tambores plásticos garrafas de refrigerantes, de água mineral etc.
ficamos expostos aos gases todo o tempo sem nem uma proteção.
estou com problema de saúde á mais de um ano o problema é no intestino já fui a vários gastros já fiz vários exames e os médicos não chegam a um diagnóstico. acho que estou com alguma doença relacionado a combustível.
gostaria que alguém que lessem isto me dessem uma opinião do devo fazer.
sofro com muitas dores no intestino não sei o que fazer mais.
obrigado a todos
José luiz vasconcellos Denuncie este comentário
Trabalhei de 1974 até 2000 com benzina pura para limpar o papel vegetal e tirar a gordura do mesmo,
porque se não fizesse isto a tinta da caneta não fixava no papel.
Depois de alguns anos comecei a sentir dores no peito e na perna, em meados de 2009 as dores aumentaram, fiz ressonancia e ficou constatado um câncer (sarcoma), só restou uma saída a amputação da perna direita e duas cirurgia no pulmão direito e uma no esquerdo, achei que tudo isto foi provocado pela benzina. Fiz um documento para o meu orgão de trabalho(presidência da república). com laudos e tudo mais, porém me foi negado a insalubridade. Digo aos desenhistas desta época para que fiquem atentos, e com relação a presidência tenho que me lamentar pois dei literalmente o meu sangue para que pudesse exercer um bom trabalho, de 1980 a 2010, quando me aposentei.
magno da silva Denuncie este comentário
Trabalho com frentista ha 12 anos e também estou com problemas no intestino,sofro com muitas dores e cólicas intestinais. Fiz vários exames de imagens mas não costa nada.
Meu medico me disse não tem muito o que fazer.Por isso pergunto!
Quais exames de sangue tenho que fazer para mostrar algum resultado?
pelo o amor de Jesus Cristo me deem uma respostas por favor.
Tenho um amigo que trabalha á mais de 15 anos aqui no mesmo posto de gasolina comigo que está com o mesmo problema.

me respondam por gentileza.
MAGNO.




Jose Francisco Da Silva Denuncie este comentário
gasolina,faz tanto mal que derrete um copo descartavel.Imagine ,nos pulmoes vias respiratorias.Em mim causa uma ENXAQUECA danada .
francisco alves da silva Denuncie este comentário
trabalho a 04 anos como frentista de segunda a sábado de 06 as 20hs e só recebo 45hs extras, tenho direito a essas horas restantes?
sandra regina martins Denuncie este comentário
sou frentista estou gravida de 5 meses continuo nas bombas gostaria de saber melhor meus direitos a bomba tá sempre com vazamento e as minhas mãos sai toda a pele por causa disso o cheiro por causa da gravidez parece mais forte tento não respirar encanto abasteço


Edmilson Nunes Denuncie este comentário
Curioso é que nenhum posto investe na saude dos empregados, em sua maioria dão ao empregado o mínimo de EPI ( somente roupas e botas que são extremamente desconfortáveis) não dão local para o frentista descansar e exigem que este descarregue gasolina quando chega o caminhão tanque ao posto, serviço este que deve ser feito pelo chefe de pista ou gerente. Falta ainda não apenas periculosidade de 30% mas INSALUBRIDADE.
ROGERIO BATISTA Denuncie este comentário
BOM DIA : ESTOU TRABALHANDO HÁ 2 MESES COMO FRENTISTA , TENHO 48 ANOS E ME SINTO MUITO CANSADO , COM NÁUSEA VOMITO E DOR DE CABEÇA CONSTANTE . CONFESSO QUE TENHO MEDO DESTAS REAÇÕES QUE ESTOU TENDO . ESTOU TRABALHANDO NESSE EMPREGO POR QUE ESTOU NECESSITADO, E TENHO FAMÍLIA PARA SUSTENTAR GOSTARIA DE MAS INFORMAÇÃO QUANTO AO ASSUNTO ABORDADO. ESTOU NO AGUARDO . DESDE JÁ MUITO OBRIGADO.
Direcu Luzni Denuncie este comentário
Caros amigos: Quanto aos combústiveis sem dúvidas são todos de proporção enormes de maleficios a saúde dos colaboradores; Quanto aos exames comlementares e avaliação médica cabe a empresa verificar com seu SESMET, como esta sendo feito a sua avalição, onde nossa empresa presta assessoria ninguem entra sem passar por vários tipos de exames complementares (hemograma completo; àcido metil ; àcido hipurico; Adiometria). Quanto a aposentadoria não tens como o INSS negar. O PPP deve ser fornecido sem custo algum ao colaborador, pois este é a prova do labor em condições especiais...Amigos caso precisem de mais informações posso ajudar quando tiver ao meu alcançe...
tatiani de oliveira Denuncie este comentário
não basta todos os riscos a que estamos expostos, ainda tem muitos patros principalmente no interior que nao pagam horas extras feriados e ainda consideram o salario minimo como base para pagar seus funcionarios, é uma exploração sem tamanho. eu trabalho desde 2010 em postos de combustivel e nunca vi nem ouvi falar de fiscalização referente a direitos salarias de trabalhadores de postos.
mario b silva Denuncie este comentário
eu sou frentita tenho 14 anos na funcao ja fiz contagem para aposentar por tempo de trabalho pois tenho ao todo + de trinta e quatro anos de contribuicao mai estou precisando de um laudo de um medico do trabalho para que o in ss reconhaca que eu ja tenho direito ou melhor ja passa dos 35 anos de trabalho de que forma eu posso cosiguir este laudo
MONIQUE AZEVEDO DE PAULA Denuncie este comentário
Boa tarde,sou secertaria em um posto de gasolina a 10 anos,trabalho a menos de metro da bomba,respiro os vapores dos combustiveis,tenho direito a aposentadoria especial?
Henrique Denuncie este comentário
Trabalho de frentista desde 1995
Quantos anos falta para me aposentar
maria jose da silvalima Denuncie este comentário
trbalho de frentista ha 2 anos ha uns meses atraz estou mim sentimo muito mal, fu au menico ele solicitou os exames deu uma lesao no pumao e no figado sera do combutivel
adriana Denuncie este comentário
TIAGO SIMAS, PODE ME PASSAR SEU CONTATO?

ABRAÇOS
abdoral afonso oliveira neto Denuncie este comentário
Ao analisar uma dada exposição, temos que ter em mente a pirâmide de BIRD e que antes de qualquer iniciativa temos que agir naquelas situações corriqueiras que podem levar a um evento grave. É bom analisar o risco pelo pior cenário e em cima desta avaliação traçar a melhor estratégia para controla-lo. Não cabe ao avaliador questionar se é isto ou aquilo, mas tomar as devidas providencias.
Cecy Lima de Morais Denuncie este comentário
Boa tarde

Prezados,

Gostaria de saber quias são os cursos obrigatórios, que os postos de gasolina teram que fornecer para seus funcionários , referentes ao BENZENO?

No mais obrigada,Cecy.
Jones Denuncie este comentário
Verdadeiramente,esta é uma classe que não tem muita atençao dos orgãos públicos,os sindicatos de postos são uma vergonha,não tem força e nem interesse para lutar pelos mesmos,trabalho á mais de 10 anos no meio,e o único benéficio que temos do sindicato,é uma vale gás de 3 em 3 meses.Lamentável,todos só visam seus interesses próprios.
Douglas Vieira da Rosa Denuncie este comentário
Infelizmente não existe vontade política para a introdução plena de energias limpas. Quanto tempo mais estaremos expostos às consequências maléficas de combustíveis derivados do petróleo?
Nilza Bayer Denuncie este comentário
Gostaria de saber se o benzeno, ele não deixa o cabelo crescer,por que meu cabelo faz um ano que meu cabelo não cresce,e eu trabalho em posto de gasolina,vai fazer 5 anos,e se eu devo procurar algum médico para resolver esse meu problema.
Deixe seu comentário sobre a notícia:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
* E-mail, Profissão, Estado e cidade não serão publicados.
 
 
 
   
 
 
 
Código de verificação:

Repita o código ao lado:
 
 
Enviar


Mais de Doenças Ocupacionais
 
1     2     3     4     5     6     7     8     9     10
Edição do Mês
 
Expo 2019 - Banner 06
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Proteção. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Revista Proteção Outras Publicações Nossos Eventos Eventos SST SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Download Entidades Galerias Fale Conosco
Loft Digital