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Acidentes do Trabalho
Número de pedidos de afastamento por acidente e doença de trabalho cai em região de SP
Data: 06/03/2018 / Fonte: G1

São Paulo - O número de afastamentos por acidentes e doenças de trabalho caiu nas três maiores cidades da região, de acordo com dados do Ministério Público do Trabalho e Emprego. Apesar de registrar a maior queda, Rio Claro (SP) continua sendo a cidade com o maior número de pessoas que solicitam o benefício, que é mais frequente com os empregados da indústria.

Em 2017, 448 trabalhadores foram afastados, quase 16,88 % a menos do que no ano anterior, quando foram registrados 539 afastamentos. O custo com esses pedidos na cidade, no ano passado, foi de quase R$ 3 milhões.
Em São Carlos (SP), o número de afastamentos passou de 359, em 2016, para 343 em 2017, diminuição de 4,4%. Em Araraquara (SP), a queda foi de 390 para 332, ou seja, 14,8%.

Os dados acompanham a realidade do estado, que registrou queda de 15% na quantidade de trabalhadores afastados.

Indústria
Em Rio Claro, o setor metalúrgico é o que tem o maior número de afastamentos, com 18% dos funcionários parados por causa de acidentes ou doenças do trabalho. Os motivos mais frequentes são inflamações nas articulações e nos tendões.

"Isso acontece por causa do ritmo acelerado de produção, produzindo mais em um espaço de tempo menor, eles têm que trabalhar mais rápido, fazer vários movimentos repetitivos que acabam ocasionando doenças", disse o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, Nilton Pires.

Foi por causa de movimentos repetitivos que a operadora de produção Daniele Lamanna teve que ficar três meses afastada do trabalho. Ela trabalha em uma metalúrgica há oito anos e teve inflamações no punho, no ombro e no cotovelo. Voltou a trabalhar, mas ainda sofre com as dores e tem que tomar remédios.

"Perde o movimento, a força, sente dor para dormir, não conseguimos mais fazer serviços domésticos, para fazer alguma coisa precisa tomar remédios antes e depois porque a dor é muito intensa", disse a operadora de produção.

Queda negativa
Para Pires, os motivos da queda não são positivos: a política previdenciária e a diminuição dos postos de trabalho.
"Desde 2016 observamos uma grande dificuldade dos trabalhadores se afastarem por doença ou acidente por conta das mudanças na política previdenciária, de orientação do governo federal ter reduzido a concessão de benefícios, e isso fez gerar um dado mostrando a redução", explicou Pires.
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