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Acidentes do Trabalho
Dois operários feridos em explosão na Gerdau recebem alta, diz empresa
Data: 16/08/2017 / Fonte: G1

Ouro Branco/MG - Dois feridos na explosão da usina Gerdau, em Ouro Branco, na Região Central de Minas Gerais, receberam alta, de acordo com a siderúrgica. Eles estavam internados no Hospital Fundação Ouro Branco (FOB), onde dois operários permanecem sob cuidados médicos. A unidade de saúde não passa dados sobre pacientes. A explosão nesta terça-feira (15) deixou dois mortos e dez feridos.

A Polícia Civil periciou o local e abriu inquérito para investigar o caso. As vítimas atuavam na área de coqueria, que é uma das etapas da produção do aço. Segundo a Gerdau, a área estava em manutenção preventiva quando aconteceu a explosão. A causa ainda não foi esclarecida.

Os outros seis feridos estão em hospitais de Belo Horizonte, sendo quatro em estado grave no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII. A unidade de saúde informou que os pacientes são do sexo masculino, com idades de 35, 38, 50 e 60 anos. Os pacientes deram entrada nesta terça-feira (15) com queimaduras nas vias aéreas e correm risco de vida.

Segundo a Gerdau, mais duas pessoas foram transferidas para os hospitais Felício Rocho e Mater Dei e tem quadro de saúde estável.

Morreram Fernando Alves Peixoto, 40 anos, funcionário da siderúrgica, e Cristiano Rodrigo Marcelino, 35 anos, prestador de serviços da empresa Convaço. Peixoto foi enterrado em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas, e Marcelino em Ipatinga, na Região do Vale do Aço, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Ouro Branco, Congonhas, Jeceaba e Base.

Na manhã desta quarta-feira (16), dirigentes do sindicato bloquearam a entrada da fábrica de aço da Gerdau na cidade. A manifestação foi um protesto contra a morte dos operários. Nesta terça-feira (15), a categoria já havia protestado. O trânsito ficou parado durante quase uma hora. Os operários rezaram pelos mortos e feridos na explosão que ocorreu na usina.

Em novembro do ano passado, o G1 noticiou a morte de três operários na mesma usina. Uma pessoa teve ferimentos leves. De acordo com o sindicato, com as mortes registradas nesta terça, chega a sete o número de óbitos nos últimos 12 meses na planta de Ouro Branco. A Gerdau informou que não vai se manifestar sobre essa declaração.

A Gerdau afirmou que está prestando assistência às famílias das vítimas e trabalhando para detectar as causas do acidente. Após a explosão, a área foi totalmente parada e as demais continuaram em produção. Cerca de 5 mil funcionários trabalham na Gerdau, em Ouro Branco.

Área destruída
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação não foi acionada após a explosão porque na usina há uma equipe de bombeiros civis. Somente à noite, os militares entraram na usina, onde fizeram uma vistoria pós-sinistro por volta das 22h30 desta terça-feira (15). Um boletim de ocorrência foi registrado. De acordo o capitão Ronaldo Lima, comandante da 2ª Cia de Bombeiros de Conselheiro Lafaiete, a explosão atingiu uma área pequena.

"Por verificação visual, aproximadamente 60 metros quadrados de área construída desabaram. Uma tubulação passava debaixo de uma passarela fechada, que explodiu. [...] Comparecemos ao local para verificar o que havia ocorrido para subsidiar o comando com informações", disse Lima, responsável pela área de Ouro Branco.

Na manhã desta quarta-feira (16), dois bombeiros militares retornaram à empresa para uma vistoria de rotina.

Sindicato reclama de riscos
"Nós alertamos numa manutenção preventiva e melhores condições para os trabalhadores trabalharem. Não esperar deteriorar, oferecendo risco ao trabalhador, mas consertar, dando manutenção nesses equipamentos, permitindo que os trabalhadores sempre trabalhem com segurança. É o que não acontece hoje dentro da área da Gerdau", disse o presidente do sindicato, Raimundo Nonato Roque de Carvalho.

Conforme a empresa, os equipamentos da usina estão em condições adequadas, obedecendo aos padrões de segurança estabelecidos na legislação vigente. Ainda segundo a siderúrgica, a usina tem um programa estruturado de manutenção, com atualização contínua das equipes, das práticas e dos procedimentos.
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