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Entrevistas
Técnico de Segurança defende profissional ativo no chão de fábrica

ENTREVISTA: DIÁLOGO CONSTANTE, SEBASTIÃO FERREIRA DA SILVA
Entrevista à jornalista Cristiane Reimberg
Foto: Alexandre Gusmão

Técnico de segurança defende profissional ativo no chão de fábrica

O técnico de segurança Sebastião Ferreira da Silva acredita no diálogo e na aprendizagem constante. "Sou daquela base que defende que você nunca sabe tudo. Sempre estou em processo de aprendizagem", diz o profissional que hoje é diretor do Sintesp. Sua carreira começou antes mesmo da regulamentação profissional. Como supervisor de segurança, aprendeu na prática e nas discussões com colegas em grupos de estudos. Nessa trajetória, presenciou a criação das Normas Regulamentadoras em 1978, a regulamentação profissional em 1985 e a criação do sindicato da categoria em 1988 no Estado de São Paulo. Nessa entrevista, conta um pouco dessas histórias, mas também divide suas experiências profissionais: por 16 anos atuou na CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) e por 19 anos na fábrica de lâmpadas da Philips em Capuava/SP. Essa vivência foi pautada por uma proximidade com os trabalhadores. Ele defende que o técnico tenha um contato direto com o chão de fábrica e não se limite a gerir papéis. Sebastião ainda fala sobre temas atuais como o Conselho para a categoria e a importância do FAP para a área.

PROTEÇÃO - Como era fazer Segurança do Trabalho nos anos 70, na época do supervisor de segurança?
SILVA - Era um verdadeiro desafio. Havia uma carência de informação e devido ao pouco entendimento, até a aceitação dessa nova realidade de trabalho, a resistência era muito grande. Os trabalhadores se sentiam atingidos em sua cultura machista pelo fato de usar EPIs, e os níveis hierárquivos superiores reclamavam que o processo ficaria engessado, prejudicando a produtividade. Por exemplo, o trabalhador se sentia constrangido em usar óculos de segurança, usar rede no cabelo, achava que era coisa para mulher. Era díficil fazer o trabalhador entender que o cabelo preso evitaria que ele ficasse exposto a um risco. Por outro, a supervisão e o gerenciamento entendiam que era preciso produzir. Parar a máquina para colocar proteção, para fazer  manutenção, não era muito aceitável. De um lado você tnha o cumprimento das normas e, do outro, a resistência do trabalhador, tanto do operário quando do chefe, do supervisor. Você tinha que fazer o meio de campo e ao mesmo tempo ter o entendimento das normas que estavam surgindo, mas havia pouco material a respeito de como era a sua aplicação.

Confira a entrevista na íntegra na Edição 218 da Revista Proteção.

 
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