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Entrevistas
RONALDO CURADO FLEURY - A fiscalização proativa e não apenas reativa é hoje um dos principais instrumentos do MPT
Ronaldo Curado Fleury, 51 anos, natural de Lavras/MG, ocupa há dois anos o cargo de Procurador-Geral do Ministério Público do Trabalho em Brasilia/DF, cidade onde reside desde pequeno. Na capital brasileira estudou e se tornou bacharel em Direito em 1986.  Cursou em Toledo, na Espanha, especialização em Relações trabalhistas - Negociação Coletiva, promovida pela OIT em parceria com a Universidade Castilha-La Mancha. Em 1998, em Turim, na Itália, fez o curso de Análise Comparativa de Sistemas de Saúde e Segurança no Trabalho, também promovido pela OIT.

Começou a carreira no Ministério Público do Trabalho em 1993. Foi Procurador-Chefe da Procuradoria Regional do Trabalho na 10ª Região, que compreende o Distrito Federal e Tocantins e Coordenador Nacional da Conatpa (Coordenadoria Nacional de Trabalho Portuário e Aquaviário), sendo promovido ao cargo de Subprocurador-Geral do Trabalho em 2009 e em 2015 assumiu a gestão nacional do MPT.

Nesta entrevista, concedida à Proteção, Fleury comenta sobre a importância da atuação do Ministério Público do Trabalho junto aos diferentes locais de trabalho, sobre a força dos instrumentos hoje utilizados pelo MPT e sobre temas recentes e polêmicos como a terceirização e seus reflexos para a saúde e segurança dos trabalhadores.

O que despertou sua atenção no Ministério Público do Trabalho? Por que o senhor resolveu ser procurador?
O contato inicial que tive com o MPT foi na Procuradoria da Justiça do Trabalho quando eu era servidor do Tribunal Regional do Trabalho, na época estudante de Direito. Dois anos após me formar houve a promulgação da Constituição Federal e ali eu vi que nasceu uma instituição totalmente nova e com uma cara que muito me agradou que era uma instituição de promoção do Direito Social. Que poderia trabalhar diretamente com a dignidade do ser humano relacionada ao trabalho e com viés investigativo. O MPT, como formatado pela Constituição, é o guardião das normas trabalhistas, da ordem democrática, e isso me trouxe uma vontade de pertencer à instituição. Também a certeza de que como procurador do Trabalho eu poderia mudar o mundo, estar presente, levar o direito às pessoas que sequer têm noção do que é uma lei, um conjunto de normas que as protegem. É muito boa esta sensação da gente fazer valer as leis e ver nos olhos do trabalhador ele se reconhecer como cidadão. O MPT tem esta característica que é trabalhar o direito social. Sempre costumo falar que o procurador tem que sempre ter a certeza de que ele pode mudar o mundo. Claro, vamos fazer a nossa parte nessa mudança, mas é uma parte muito importante. Somos pagos para promover esta transformação. Os procuradores não são simplesmente investigadores, eles são promotores da justiça social.

FOTO: ASCOM/PGT

Entrevista à jornalista Daniela Bossle

Confira a entrevista completa na edição de junho da Revista Proteção.
 
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