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Entrevistas
MARIA AMELIA REIS - Presidenta avalia a importância da Fundacentro na promoção da SST no país

Com 52 anos de carreira, a professora Maria Amelia de Souza Reis vivenciou diversas situações em que a educação foi instrumento de mudança na vida de seus alunos. Sempre atuou em regiões pobres do Rio de Janeiro, onde realizava um trabalho, por vezes solitário, de aproximação com as crianças, e ministrava aulas de ciências.

 

Passou, mais tarde, pela Subsecretaria de Educação e Gestão da SEEDUC/RJ e pelo CCE/RJ (Conselho Estadual de Educação), exercendo a presidência da Comissão de Diversidade Cultural e Inclusão. Possui mestrado e doutorado em Educação pela UFF (Universidade Federal Fluminense), além de pós-doutorado e estágio por intercâmbio internacional em Ciências da Educação pela Universidade de Coimbra, Portugal, em parceria com a Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).

 

Em maio de 2013, quando atuava como professora da Pós-Graduação da Unirio, Maria Amelia aceitou o desafio de assumir a presidência da Fundacentro. "Quando fui convidada, não sabia exatamente o que era a entidade. Então, pesquisei, procurei saber. Esta foi uma das coisas que me inquietou, ou seja, a falta de conhecimento público do que é a Fundacentro. O meu objetivo maior aqui dentro é tornar a instituição conhecida", conta. Nesta entrevista concedida à Proteção, ela avalia o impacto de sua gestão dentro da instituição, a importância de ações para capacitação em SST e a aproximação da Fundacentro com o MTE. Comenta, ainda, as principais dificuldades do órgão, como a carência de recursos e a constante mudança de presidentes.

 

A senhora possui ampla experiência na área de Educação. No que sua vivência pode contribuir para a gestão da Fundação?

 

O contato com as comunidades carentes, com a diversidade, os problemas que você, como professor, tem que resolver, contribuíram bastante. Tenho procurado fazer uma gestão democrática, dentro do possível, até porque nem todo mundo está preparado para isto. Mas, assim que assumi a presidência, disse aos servidores da Fundação que não trabalhava sozinha, não sou ditadora. Além do mais, o próprio princípio educativo que se dá nas relações humanas é o trabalho. Enquanto estou conversando, estou trabalhando, estou pensando. Atualmente, predomina a ideia de trabalho remunerado, então perdeu-se a essência filosófica. Trabalho é importante para todo ser humano. Nessa medida, ressalto que é preciso recuperar o sentido do trabalho, que ficou esquecido na medida em que ele tornou-se produção de dinheiro. Nesta questão, entram as condições de vida das pessoas, pois não podemos trabalhar em condições subumanas.

 

A senhora completou um ano à frente da Fundacentro. Como avalia sua gestão até o momento?

 

Sinto que, até pelos embates que temos aqui dentro, a gestão de pessoas que acabamos fazendo é muito boa. Quando assumi, vim com todo este conhecimento da minha vida de professora e com uma concepção não radical de vida, com uma prática política partidária também, e não somente filosófica. Se queremos mudar, é preciso trabalhar e mostrar esta mudança. O que a Fundacentro faz é um trabalho humanitário. Quando respeitamos o trabalho do outro e tentamos melhorar, evitando as doenças, deixando o ambiente o melhor possível, realizamos um trabalho humanitário. É isso que fazemos aqui, uma atividade que dá a consciência de que você está sendo útil para os outros, que você não está trabalhando só para ganhar dinheiro. Temos a esperança de poder transformar as coisas. Hoje, há também grupos de empresários que nos procuram para mudar o ambiente laboral, porque eles começam a entender que podem ganhar até mais com um ambiente melhor e mais seguro.

 

ENTREVISTA À JORNALISTA
Priscilla Nery

 

FOTO
Valdir Lopes

 

Confira a entrevista completa na edição 270 da Revista Proteção

 

 
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