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Entrevistas
MARCOS RIBEIRO - Presidente do Sintesp aponta papel político do técnico na prevenção de acidentes

Marcos Ribeiro entrou na área de SST por acaso. Ao receber um convite para participar de uma reunião da CIPA da empresa em que trabalhava, descobriu a importância do setor e sua vocação para ajudar a preservar a integridade dos trabalhadores. Em 1982, ­formou-se em administração de empresas, e só depois é que decidiu fazer o curso Técnico de Se­gurança do Trabalho. Em seguida, atuou em empresas de diversos ramos, de telecomu­ni­cações a metalurgia. Acumulou, também, experiência como consultor de entidades liga­das à construção civil.

Participa do Sintesp (Sindicato dos Técnicos de Segurança do Es­­tado de São Paulo) desde 1983, quando a entidade ainda era uma associação. Em 2003, as­sumiu o cargo de tesoureiro, no qual permaneceu até ser eleito presidente, em abril de 2011. Para Ribeiro, apesar dos avanços da tecnologia, o trabalho dos TSTs continua com a mesma essência e habilidade para conquistar empregador e tra­balhador. "Em lugar nenhum você faz segurança em curto prazo, é um trabalho de e­ducação e conscientização. Para tanto, o técnico deve ser vendedor da SST, deve ser po­lítico. Não de um modo partidário, mas deve saber negociar, ouvir ´não´, esperar", ­afirma.

À frente do maior sindicato da categoria no país, ele aposta na orientação e união dos pro­fissionais para que o setor continue crescendo e melhorando em qualidade. Comenta ainda sobre a desfiliação da Fenatest e aponta também sobre as dificuldades de uma formação satisfatória.

Revista Proteção: O senhor é técnico de Segurança do Tra­balho há 30 anos. Como entrou para a área e como avalia as atribuições destes profissionais naquela época e atualmente?

Marcos Ribeiro:
Entrei na área de Segurança do Trabalho por uma brincadeira. Fui convidado pa­ra participar de uma reunião de CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) que, para mim, só servia para dormir. Mas, quando cheguei no encontro, observei que se tratava de algo importante, falava-se so­bre a proteção, a vida e a segurança do trabalhador. Comecei a estudar e me ­envolver no assunto, fui convidado a trabalhar no setor de SST da extinta Telesp (Telecomunicações de São Paulo). Fiz curso sobre animais peçonhentos, EPIs, e gostei. Foi quando fiz o curso técnico e fui registrado co­mo técnico de segurança da Telesp. Foi uma boa experiência devido à minha maneira de ser, gosto de falar, de dar treinamento. O aprendizado em si é gradual, desde que exista interesse, você vai ­crescendo.

Sempre fui um técnico que pensava o seguinte: não podemos ficar restritos somente à própria empresa, temos que buscar conhecimento fora, fazer contatos. Assim, traremos experiências para aplicar dentro da empresa. Muitos profissionais ficam apenas em seu local de trabalho, acham que não po­dem sair porque são os salvadores do trabalhador. Não concordo com essa tese. Temos que buscar material, conhecimento, e trazer para dentro da empresa; treinar, educar, orientar com o conhecimento que se bus­cou fora. Dessa forma, teremos retorno positivo. Muitos profissionais acham que, fi­cando dentro da empresa, vão mostrar trabalho. Ao contrário, eles vão desaprender. Atualmente, estamos falando sobre Normas Regulamentadoras a todo momento, e elas estão sempre mudando, porque o pro­cesso produtivo está crescendo e sendo alterado. Mas o trabalho do TST continua o mesmo, é a preservação da saúde e se­gurança do trabalhador. É necessário bus­car conhecimento para que esses traba­lhadores tenham o mínimo de condição pa­ra se manterem íntegros dentro da empresa. Hoje, ser técnico de segurança é muito mais ´fácil´, porque existe outra estrutura. Antigamente, para fazer uma transparência, era preciso desenhar. Hoje, basta procurar a informação na internet e imprimir.

Entrevista à jornalista Priscilla Nery
Foto: Priscilla Nery

Confira a entrevista completa na edição 246 da Revista Proteção

 
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