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Entrevistas
MARCO VALLE - Engenheiro comenta acidentes ampliados e desafios na Baixada Santista
Sempre focado na área química, Marco Valle possui mais de três décadas de experiência em indústrias do Polo Petroquímico de Cubatão/SP. Contratado pela multinacional Union Carbide no final dos anos de 1970, o químico industrial permaneceu na mesma planta industrial, acompanhando as mudanças tecnológicas e de gestão - já que a Union Carbide foi vendida em 2001 para a Dow Química e, em 2010, a planta passou para a empresa Braskem. Desde 2012, Valle é diretor coordenador de Segurança, Saúde e Meio Ambiente do Sindquim (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas e de Fertilizantes da Baixada Santista), e tem acompanhado com preocupação a recorrência de grandes acidentes na Baixada, especialmente desde janeiro de 2015.

A partir destas ocorrências ele faz uma análise e reflexão a respeito dos riscos para a populosa região (com 1,7 milhão de habitantes), que concentra empresas de diversos setores, situadas junto ao  maior porto Brasileiro, o Porto de Santos/SP, e ao Polo de Cubatão. Na entrevista, ele fala ainda sobre falhas evidenciadas a partir dos acidentes, apontando soluções que devem se basear, primeiramente, num mapeamento dos perigos decorrentes principalmente de produtos químicos armazenados nas companhias ou que circulam pela Baixada.

Quando o senhor passou a se envolver com a prevenção?
Estou completando 37 anos de indústria química, e não há como o setor ficar muito distante da área de segurança. Entrei em 1979 na planta de Cubatão/SP da Union Carbide. A empresa era toda pautada no sistema DuPont de segurança, presente em muitas multinacionais de grande porte. Em 1984, houve o grande acidente de Bhopal, na Índia, quando morreram milhares de pessoas por uma falha de segurança. Aí a Union Carbide - responsável pelo vazamento de gás -, teve que fazer da segurança sua prioridade número um. Nós, que trabalhávamos em Operações, começamos a ir além da gestão de pessoas e de processos, e passamos a fazer também gestão de segurança de processos. Realizei um treinamento para fazer a certificação de operadores. Comecei, então, a "ter um pé" dentro da área de segurança. Em 2001, a Union Carbide foi vendida para a Dow Química, que também é uma empresa muito forte na área de segurança. Como a Carbide havia tido este grande acidente, passaram a cobrar muito mais segurança de nós. Acabamos realizando muitos treinamentos e fomos nos desenvolvendo cada vez mais em processos de segurança. Uma das grandes coisas que aconteceu na minha vida foi isso. Aprendi muito.

FOTO: Valdir Lopes

Entrevista à jornalista Priscilla Nery

Confira a entrevista completa na edição de abril da Revista Proteção.
 
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