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Entrevistas
LUÍS FILIPE NASCIMENTO - Coordenador da primeira estratégia de SST em Portugal conta sobre a prevenção em seu país e os efeitos da crise europeia
Luís Filipe Nascimento Lopes ocupou em Portugal, por alguns anos, o cargo de vice-presidente da ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho), o que equivale no Brasil ao Ministério do Trabalho. Além disto, acompanhou o surgimento da Agência Europeia de SST, hoje um dos principais organismos mundiais voltados à prevenção. Estas experiências lhe deram grande bagagem para avaliar como as coisas andam nesta área em seu país e nos demais países europeus. Ele vivenciou os efeitos que a crise de 2008 provocou nas relações trabalhistas na Europa, fenômeno semelhante ao que o Brasil vive atualmente, e explica porque até empresários foram contra a precarização das condições de trabalho.

Oficial da Marinha Portuguesa por cinco anos, estudou na Escola de Limitação de Avarias, mas foi como professor que ele despertou para os riscos nos locais de trabalho. "Foi quando tive conhecimento de um acidente numa escola secundária em um laboratório de química que vitimou uma professora que era minha amiga, tinha sido minha colega, mais uma outra professora e mais quatro alunos. Isso foi talvez o que me fez despertar para a problemática dos acidentes de trabalho". Em julho Nascimento Lopes esteve no Rio de Janeiro participando do Congresso SsOA 2017. Na oportunidade concedeu esta entrevista para Proteção.

O senhor teve uma experiência marcante junto à Agência Europeia de Saúde e Segurança no Trabalho desde a sua fundação. Como tudo começou?
Em 1991 competia a Portugal fazer a inauguração do Ano Europeu da Segurança e Saúde no Trabalho. Em Portugal, apesar de haver muito trabalho já feito sobre essa matéria, era um trabalho disperso. Eu, a esta altura, além de professor, era também dirigente sindical do meu sindicato de professores, o Sindep, que era um sindicato filiado à UGT. A responsável de SST da UGT, minha amiga Elisa Damião, ligou-me e pediu-me ajuda para preparar as coisas para o Ano Europeu. Segundo ela, precisava de mim por durante uns 15 dias e, como eu costumo dizer, foram os 15 dias mais longos da minha vida, porque ainda estou aqui. A verdade é que quando comecei a trabalhar nesta área com uma profundidade maior percebi que era isto que eu gostava, sobretudo a vertente da prevenção. Continuei, depois, a trabalhar junto da UGT até que finalmente fui eleito para a direção nacional da UGT, onde fiquei responsável pelo setor da SST. Entretanto, em 1995, a União Europeia criou a Agência Europeia para Segurança e Saúde no Trabalho, que veio coexistir com uma outra instituição dentro da União Europeia que era o Comitê Consultivo para Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho, que é, por assim dizer, o órgão técnico que funciona como apoio à Comissão Europeia para a elaboração de tudo o que tem a ver com a legislação europeia de SST. No comitê consultivo estão representados todos os países membros da União Europeia e cada país membro tem três representantes: um dos governos, um dos sindicatos e um dos empregadores. Fui nomeado como representante português para a Agência Europeia quando ela foi criada e ao mesmo tempo eu era representante também no Comitê Consultivo de SST. Acompanhei desde o princípio o trabalho da Agência no seu Conselho de Administração no qual, aliás, exerci depois dois mandatos como presidente e cinco mandatos como vice-presidente. De 2002 até 2012 fui presidente, vice-presidente ou pelo menos membro do Conselho de Administração e pude acompanhar o trabalho da Agência Europeia desde sua fundação até 2012.

FOTO: Alexandre Gusmão

Entrevista ao jornalista Alexandre Gusmão

Confira a entrevista completa na edição de setembro da Revista Proteção.
 
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