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Entrevistas
CLÁUDIO SECCHIN - Papel do auditor fiscal do trabalho é imprescindível e será mais valorizado com o eSocial
O atual secretário de Inspeção do Trabalho Cláudio Secchin assumiu a Pasta no final de maio no lugar de Maria Teresa Pacheco Jensen, que ficou por dois anos no cargo. Em meio a um período conturbado devido ao afastamento do Ministro do Trabalho Helton Yomura, investigado pela Polícia Federal por possível envolvimento em corrupção e o recém-empossado novo ministro Caio de Almeida Vieira de Melo, Secchin não sabe se permanecerá no cargo. Mesmo diante do momento incerto, ele atendeu ao convite da Proteção e falou sobre a necessidade de qualificação da auditoria fiscal do Trabalho na área de Saúde e Segurança do Trabalho, sobre sua participação na criação da Lista Suja do Trabalho Escravo no final da década de 1990 e ainda a respeito do papel da fiscalização do trabalho, que ele acredita poder ser ampliado para além da autuação das empresas. "Quem sabe no futuro possamos solucionar os conflitos trabalhistas num ambiente administrativo. Ao invés de trazermos para o ambiente judicial tantos processos que abarrotam a justiça e demoram anos para serem resolvidos. Muitas questões são bem pequenas e poderiam ser trazidas num ambiente de mediação", acredita.

Formado em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, iniciou na carreira como auditor fiscal em 1996 quando foi trabalhar no município de Marabá no Pará. Durante o Governo FHC foi convidado para trabalhar na Secretaria de Inspeção do Trabalho quando atuou em atividades diversas. Após 2010 ele foi transferido para a Superintendência Regional do Trabalho no Rio de Janeiro, sua cidade natal, quando teve contato com projetos na área de transportes de cargas e de passageiros, portuária, rural entre outras.

Quando o senhor assumiu a Secretaria de Inspeção do Trabalho, uma das informações que circulou na mídia é de que o senhor foi o criador da chamada Lista Suja do Trabalho Escravo. É verdade? Em que circunstâncias isto aconteceu?

Quando assumi a chefia da então chamada Divisão de Apoio à Fiscalização Móvel, hoje Divisão de Erradicação do Trabalho Escravo, a Detrae, tinha um grupo pequeno de auditores que cuidava deste assunto com seis coordenações divididas em regiões do Brasil. Alteramos tudo isto, aumentamos o grupo, unificamos as regiões para qualquer ponto do território nacional, aumentamos o orçamento de 350 mil reais para 1,2 milhão de reais, escrevemos toda a política de diretrizes para o trabalho escravo no Plano Plurianual, pois não havia nada específico sobre isto. Construímos toda a questão orçamentária, mandamos para o Ministério do Planejamento, foi aceito e é basicamente o que se tem até hoje. Tornamos a fiscalização do trabalho escravo completamente independente da estrutura logística em termos de veículos, equipamentos de informática, etc. Eu era o coordenador do Grupo Móvel Nacional.

FOTO: Albino Oliveira/ASCOM/Ministério do Trabalho

Entrevista à jornalista Daniela Bossle

Confira a entrevista completa na edição de agosto da Revista Proteção.
 
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