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Entrevistas
CESAR OURIQUE DA SILVA ALMEIDA - Para o presidente da ABPA, conscientização é a chave para a prevenção de acidentes

Presidindo a ABPA (Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes) no ano em que a entidade comemora 70 anos de existência, o engenheiro de Segurança do Trabalho Cesar Ourique da Silva Almeida vem procurando reforçar a ideia de que a prevenção de acidentes está atrelada à disseminação de uma cultura de conscientização. No entanto, sabe que as empresas brasileiras, principalmente as de pequeno e médio porte, ainda não enraizaram esta ideologia de segurança ao seu processo de trabalho, apesar de já ter observado uma significativa melhora no cenário de prevenção. De acordo com ele, que atua como gerente de SSMA da SHV Gás Brasil, para mudar ainda mais este cenário e, consequentemente, reduzir o índice de acidentes laborais, a inserção dos conceitos de Segurança no Trabalho no currículo escolar e a troca de experiências com outros países como Chile e Inglaterra seriam ferramentas de grande eficácia. Seu amplo conhecimento de segurança na área química, 23 anos ao todo, lhe rendeu o convite para integrar o Grupo de Trabalho Tripartite da NR 20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis) como representante da CNI (Confederação Nacional das Indústrias).

PROTEÇÃO - Preservar a saúde dos trabalhadores não é uma missão fácil. Além de identificar os riscos inerentes à atividade e intervir, por meio de ações preventivas, é preciso buscar outras ferramentas. Estabelecer medidas de conscientização sobre os riscos e os impactos de um acidente de trabalho seria uma ação eficaz?
CESAR - Nós precisamos refletir sobre segurança. Precisamos enraizar o tema em nossa cultura, em nosso dia a dia. É uma pena que no Brasil as crianças não aprendam sobre segurança desde a escola. Acho que seria de grande valia se desde criança aprendêssemos conceitos sobre segurança, risco, perigo, importância de um calçado de segurança, de um capacete, de um protetor auricular. Se isto fizesse parte da nossa realidade, as crianças, quando mais tarde entrassem no campo de trabalho, teriam uma conscientização sobre SST enraizada, o que, consequentemente, reduziria significativamente a probabilidade de acidentes. Infelizmente, nós que trabalhamos na indústria, nos deparamos com muitas pessoas que vão trabalhar sem nunca terem visto uma bota, um capacete, um equipamento de proteção. Não trazem esta cultura de casa. O problema é que nós, brasileiros, somos um povo muito otimista. Sempre achamos que o acidente não vai acontecer com a gente. Se colocarmos 20 brasileiros em uma sala e explicar que todos irão para uma guerra e que apenas um deles irá sobreviver, um vai olhar para outro, dizendo `Vou sentir sua faltaÂÂÂÂ’, porque todos têm certeza que aquele um é ele próprio. A nossa cultura infelizmente é esta, de que somos imunes.

Entrevista ao jornalista Juliano Rangel
Foto: Alexandre Gusmão

Confira a entrevista na íntegra na edição 238 da Revista Proteção

 
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