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Entrevistas
ANTHONY WONG - Para o médico a testagem de drogas é imprescindível para frear o consumo de drogas e álcool no trabalho
Nascido em Nanking, na China, o médico pediatra e toxicologista Anthony Wong, 70 anos, veio para São Paulo com sua família aos cinco anos de idade. Chegou a iniciar a faculdade de Medicina nos Estados Unidos, porém, seu coração já era brasileiro e ele decidiu voltar e fazer Medicina na Universidade de São Paulo. Fez residência médica no Departamento de Pediatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e em seguida fez residência em Toxicologia Clínica tornando-se mais tarde doutor nesta área. Atuando há 40 anos em centros de assistência toxicológica, em 1999 assumiu a chefia médica do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas) da Universidade de São Paulo no qual Wong conseguiu formar um centro voltado para o ambiente universitário em que os alunos passaram a ter contato direto com a área por meio de estágio, além do atendimento aos casos de intoxicações.

O médico também atua em outras instituições nacionais e internacionais. É vice-presidente do Fórum Internacional de Testes de Álcool e Drogas, membro efetivo da Academia Americana de Toxicologia Clínica, assessor do Grupo de Farmacovigilância da Organização Mundial da Saúde, diretor médico do Maxilabor, laboratório pioneiro na realização de testes toxicológicos, entre outras atividades.

Na entrevista, Wong conta sua trajetória profissional principalmente em toxicologia ocupacional e especialmente sobre a adoção de programas de prevenção e controle ao uso de álcool e drogas nas empresas.

O que fez o senhor voltar-se para a área de Toxicologia?
Quando eu estava no término da minha residência em Pediatria, o professor titular do Departamento de Pediatria da USP abreviou minha residência e me disse que `agora eu ia fazer parte da equipe de terapia intensiva em Pediatria’. Isso em 1974. A unidade era pioneira porque não tinha nenhuma outra formada no Brasil e em nenhuma parte do mundo, só nos Estados Unidos. Aí comecei a atuar junto à equipe e logo entendi que um dos maiores problemas relacionados à intoxicação de crianças é o uso indevido de remédios e de substâncias químicas que contribuem para o agravamento das doenças das crianças. E não é só intoxicação acidental; eram muitas vezes intoxicações causadas por erro médico, por usarem remédios demais ou por não se aterem que certos medicamentos eram muito mais tóxicos do que os próprios médicos imaginavam.

FOTO: Valdir Lopes

Entrevista à jornalista Daniela Bossle

Confira a entrevista completa na edição de dezembro da Revista Proteção.
 
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